• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • O Horizonte de Austin
  • Capitulo 9 - O banquete

Info

Membros ativos: 9587
Membros inativos: 1620
Histórias: 1968
Capítulos: 20,921
Palavras: 52,953,180
Autores: 810
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: afbeah

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (0)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Investigando o meu Problema
    Investigando o meu Problema
    Por Gabi Reis
  • 34
    34
    Por Luciane Ribeiro

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Star Crossed
    Star Crossed
    Por Anklebiter
  • Eu sei por onde começar
    Eu sei por onde começar
    Por Miss S

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (0)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

O Horizonte de Austin por Lady Texiana

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 844
Acessos: 302   |  Postado em: 25/03/2026

Capitulo 9 - O banquete

 

Julianne Wilson não era uma mulher de recuar; ela era uma mulher de emboscadas. Sob o pretexto de "elevar o moral da equipe" após o desastroso temporal, ela ordenou que seu assistente pessoal - que viera de Austin com suprimentos de luxo - organizasse um jantar sob as estrelas. O local escolhido foi o gramado em frente à casa principal, uma afronta direta ao território de Cassidy.

O objetivo de Julianne era cristalino: colocar a "rancheira" em seu devido lugar, expondo a abissal diferença de classe entre a aristocracia de Hollywood e a vida rural.

- Eleanor, querida, convidei nossa anfitriã, a Srta. Thompson - disse Julianne, ajustando um colar de pérolas que custava mais do que todos os cavalos do cercado. - Pobre mulher, deve ser raro para ela ver uma mesa posta com linho francês e cristal. É o mínimo que podemos fazer, já que estamos praticamente sustentando este rancho com o aluguel do set.

Eleanor sentiu um aperto no estômago. Ela ainda via Cassidy Thompson através das lentes da necessidade. Imaginava que o orgulho de Cassidy devia estar em frangalhos por aceitar aquela caridade mascarada de jantar.

A mesa era um insulto de opulência no meio da terra batida. Marcus, o diretor, sentou-se à cabeceira, visivelmente desconfortável. Ele era o único que, durante a assinatura dos contratos sigilosos, tivera acesso às contas da Thompson Global. Ele sabia que o vinho de mil dólares que Julianne servia era o que Cassidy costumava usar apenas para cozinhar em suas coberturas em Nova York.

Cassidy chegou por último. Ela não se vestiu para a ocasião; usava calças escuras e uma camisa de botões simples, mas a postura era de uma rainha visitando uma província distante.

- Que bom que veio, Cassidy! - Julianne exclamou, com uma falsa doçura. - Estávamos comentando como deve ser difícil manter um lugar tão... vasto... sem os subsídios do governo. Espero que aprecie o foie gras. Imaginei que sua dieta fosse baseada em coisas mais... rústicas.

Cassidy sentou-se, cruzando as pernas com elegância. Ela olhou para o prato e depois para Julianne, um meio sorriso brincando em seus lábios.

- A rusticidade tem suas vantagens, Sra. Wilson. Ela nos ensina a distinguir o que é substância do que é apenas... brilho barato.

Marcus limpou a garganta, nervoso.

- Na verdade, Julianne, você ficaria surpresa se soubesse que a Srta. Thompson...

Cassidy lançou um olhar para o diretor. Foi um movimento sutil, mas carregado de uma autoridade tão gélida que Marcus engoliu o restante da frase. Ela colocou o dedo sobre os lábios por um milésimo de segundo. Um comando silencioso: Não ouse estragar o meu divertimento.

Eleanor, sentada à frente de Cassidy, captou a troca de olhares. O estranhamento foi imediato. Por que o diretor, um homem que não se calava por nada, parecia ter medo de uma rancheira "falida"? Por que Cassidy Thompson parecia estar se divertindo com as humilhações de Julianne, em vez de se sentir ofendida?

- Marcus? - Eleanor interveio, os olhos fixos em Cassidy. - O que você ia dizer sobre a Srta. Thompson?

- Eu... eu ia dizer que ela tem uma gestão de terras muito... eficiente - gaguejou o diretor, desviando o olhar para o vinho.

Julianne, alheia à tensão implícita e cerrada, continuou o ataque.

- Eleanor me contou que vocês resgataram uma vaca na lama ontem. Que pitoresco! Deve ser exaustivo ter que fazer o trabalho braçal por não poder contratar mais peões. Se precisar de um adiantamento sobre a próxima semana de filmagens para pagar as dívidas do rancho, não hesite em pedir, querida.

Eleanor sentiu uma onda de pena por Cassidy, que se misturava a uma irritação crescente com a esposa.

- Julianne, já chega.

- Por que, Eleanor? - Cassidy interrompeu, a voz suave como veludo e perigosa como uma lâmina. Ela tomou um gole do vinho de Julianne e fez uma careta quase imperceptível. - Eu acho fascinante a preocupação da Sra. Wilson. É raro ver alguém tão empenhado em gastar o dinheiro dos outros. Mas me diga, Julianne... o que você faria se descobrisse que nem tudo o que reluz neste rancho é poeira?

Julianne riu, uma risada estridente.

- Eu diria que você tem uma imaginação fértil, Srta. Thompson. Mas imaginação não paga hipotecas.

Eleanor observava Cassidy. A rancheira não parecia uma mulher acuada pelas dívidas. Pelo contrário, ela olhava para Julianne como um predador observa uma presa que pensa estar no controle. O estranhamento de Eleanor cresceu. Havia uma peça do quebra-cabeça que não se encaixava. Cassidy Thompson não era quem dizia ser, e o beijo da noite anterior, na lama, agora parecia ter sido dado em uma mulher muito mais poderosa e complexa do que qualquer "atriz premiada" poderia supor.

O jantar continuou sob uma camada de gelo fino. Julianne acreditava que estava humilhando uma pobre coitada; Eleanor acreditava que estava protegendo uma amante vulnerável; e Cassidy Thompson, em seu silêncio soberano, apenas aguardava o momento certo para deixar que o mundo de ambas desmoronasse sob o peso da verdade.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 9 - Capitulo 9 - O banquete:
Mmila
Mmila

Em: 27/04/2026

Calma Julianne, tua hora vai chegar.....

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web