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Sob o peso do desejo por MalluBlues e

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Palavras: 2414
Acessos: 259   |  Postado em: 19/03/2026

Capítulo IX: O Vestido Verde e os Lábios de Mel

Por Inês:

 

Evitá-la tornou-se minha nova ocupação em tempo integral.

Nos três dias que se seguiram ao incidente no jardim, desenvolvi uma maneira de garantir que nossos caminhos se cruzassem o mínimo possível. Acordava ainda mais cedo, muitas vezes fazia minhas refeições sozinha na cozinha, e desaparecia na biblioteca ou nos locais mais remotos da propriedade.

Quando nos encontrávamos inevitavelmente durante as refeições que Dona Eulália insistia que eu comparecesse, limitava-me a pronunciar educados: "Bom dia." "Com licença." "Obrigada."

Nada mais.

Cecília me observava com aqueles olhos azuis e parecia que uma pergunta silenciosa pairava entre nós, mas eu me recusava a respondê-la. 

E principalmente, recusava-me a pensar sobre por que meu coração disparava cada vez que a via entrar em um cômodo.

Era mais seguro assim. Distância. Frieza. 

***

Dona Eulália invadiu meu quarto numa tarde de quarta-feira sem avisar. Privilégio que ela raramente exercia, respeitando sempre minha privacidade de maneira quase excessiva.

— Inês — disse ela, entrando com determinação. — Precisamos conversar sobre o baile.

Suspirei, fechando o livro que estava lendo.

— Não há nada para conversar. Não irei.

— Irá sim — ela replicou, sentando-se na cadeira perto de minha cama com firmeza. — E não é pedido, Inês. É... bem, é praticamente uma ordem.

Meus olhos estreitaram-se.

— E desde quando a senhora me dá ordens?

— Desde que o Comendador Vasconcelos incluiu especificamente teu nome no convite — ela disse, retirando a carta do bolso e estendendo-a para mim. — Olha aqui. "A estimada Senhora Eulália de Almeida Castanheira, sua sobrinha Cecília Monteiro Cavalcante, e Inês Valença." Ele te citou, Inês. Usou seu nome completo.

Peguei a carta, lendo as palavras com crescente desconforto. Ela tinha razão. Lá estava meu nome e sobrenome, escrito com a mesma caligrafia elegante dos outros.

Inês Valença.

— Ele me reconhece como parte da família — murmurei, mais para mim mesma do que para Eulália.

— Sim — ela disse suavemente. — O Comendador… ele sabe quem és, conhece... conhece as circunstâncias. E está te incluindo. Te honrando com este convite. Recusar seria um insulto grave. Ainda mais quando já enviei no dia seguinte uma carta confirmando nossas presenças.

— Não deveria ter feito isso. Não gosto de bailes — retruquei, devolvendo a carta. — Não sei dançar. Não tenho paciência para conversas vazias. Não—

— Não gostas de te sentir exposta — Dona Eulália interrompeu gentilmente. — Eu entendo. Sei que é difícil para ti. Mas... — ela pausou, escolhendo as palavras — ...será bom. Para ambas. Para ti sair um pouco desta casa, ver outras pessoas. E para Cecília... — sua voz ficou mais suave — ...a pobrezinha saiu da cidade toda animada com a vida social e já está há três semanas praticamente enclausurada aqui. Um baile fará bem a ela. Trará alguma alegria.

Algo se apertou em meu peito ao ouvir aquilo. Cecília enclausurada. 

— Ela não parece infeliz — disse, mas minha voz saiu sem a convicção que pretendia.

— Não é infeliz — Eulália concordou. — Mas também não é... completa. Lembra quando foi à vila? Ficou tão feliz. Vejo em seus olhos, às vezes, aquela nostalgia pela vida que deixou. Pela juventude que deveria estar vivendo. Um baile... bem, é pouco, mas é algo.

— E se eu for e causar constrangimento? — perguntei. — Se as pessoas sussurrarem a meu respeito? 

Eulália levantou-se da cadeira e veio sentar-se ao meu lado na cama, pegando minha mão com gentileza.

— Então que sussurrem — disse firmemente. — Que olhem. Tu és Inês Valença, educada pelas melhores freiras da capital, mais culta que metade dos homens daquela vila, e infinitamente mais forte do que qualquer um deles imagina. E irá àquele baile de cabeça erguida, em meu braço.

Senti meus olhos lacrimejarem. Algo que raramente acontecia. Pisquei rapidamente para afastar qualquer choro iminente.

— Está bem — ouvi minha própria voz dizer. — Irei.

O sorriso que iluminou o rosto de Dona Eulália foi tão caloroso que quase fez com que eu me arrependesse de todos os anos de frieza entre nós.

— Oh, Inês! — ela exclamou, abraçando-me rapidamente. — Ficarei tão feliz em te ter ao meu lado! E Cecília... bem, Cecília ficará radiante. Tenho certeza.

***

O anúncio foi feito durante o chá da tarde.

Eu estava sentada em minha cadeira habitual, bebendo chá e fingindo interesse nas fofocas que Dona Eulália compartilhava com Cecília, quando ela decidiu soltar a notícia:

— Cecília, querida, tenho excelentes novidades — disse Eulália, radiante. — Inês concordou em ir ao baile!

A transformação no rosto de Cecília foi instantânea.

Seus olhos azuis se arregalaram. Um sorriso iluminou seu rosto e explodiu em seus lábios. E antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, ela largou a xícara de chá e praticamente correu até minha cadeira.

— Você vai? — exclamou, e então, sem qualquer aviso, envolveu seus braços ao redor de meu pescoço num abraço que me deixou completamente paralisada. — Oh, que alegria! Que maravilha! Eu estava tão... tão apreensiva com a ideia de ir sozinha, bem, não sozinha, mas sem... e agora você vai e será muito mais... mais… será perfeito!

Ela cheirava a jasmins. Senti seu corpo morno contra o meu. Seus cabelos loiros roçaram meu rosto. E meu coração, traidor absoluto, disparou de uma maneira que não tinha absolutamente nada a ver com surpresa ou desconforto.

— Senhorita Cecília — consegui dizer, com minha voz saindo estranhamente rouca — está... está me sufocando.

Ela se afastou imediatamente, corando.

— Oh! Perdão! Eu apenas... fiquei tão feliz que...

— Compreendo — interrompi, levantando-me rapidamente e me afastando dela com mais pressa que a dignidade permitiria. — Mas não há necessidade de... de demonstrações físicas.

— Claro — ela disse, mas ainda sorria daquele jeito radiante que fazia algo estranho com meu estômago. — Desculpe. Apenas fiquei empolgada.

Dona Eulália observava a cena com expressão divertida.

— Bem — disse ela, servindo-se de mais chá — então está decidido. Todas nós iremos. Será uma noite encantadora.

Retornei à minha cadeira, mantendo distância segura de Cecília, e tentei ignorar o fato de que meu coração ainda batia acelerado e que minha pele ainda formigava.

***

O dia do baile chegou com aquela inevitabilidade das coisas que não podem ser evitadas por mais que se deseje.

Passei o dia inteiro num estado de ansiedade, ensaiando mentalmente estratégias de sobrevivência social. Ficar perto de Dona Eulália. Evitar conversas prolongadas. Recusar convites para dançar educadamente mas firmemente. Sobreviver à noite e retornar para casa com a dignidade intacta.

Às cinco da tarde, comecei os preparativos.

Rute, uma das empregadas mais jovens, foi designada para me ajudar. Ela encheu a banheira de cobre em meu quarto com água morna trazida em baldes da cozinha.

— Trouxe a essência que a senhora pediu — disse Rute, mostrando um pequeno frasco de vidro. — Flor de laranjeira.

Ela derramou algumas gotas na água e imediatamente o aroma doce e cítrico invadiu o ambiente.

Afundei na água com suspiro involuntário de prazer. O calor relaxava todos os meus músculos.

— Nossa — comentou Rute enquanto arrumava as toalhas — todas as senhoras da casa tomando banho longo e se perfumando hoje. A casa toda cheira a flores.

— A ocasião assim pede, Rute — respondi, fechando os olhos e deixando a água perfumada me envolver.

— A menina da capital é engraçada — Rute disse, e havia algo em seu tom que me fez abrir os olhos.

— Por que diz isso?

— Ah — Rute sorriu — ela perguntou que cheiro a patroa Inês usava e pediu o mesmo pro banho dela. Disse que queria cheirar igual. Achei curioso.

Senti um calor subir por meu rosto que nada tinha a ver com a temperatura da água.

— Apenas... apenas coincidência — murmurei. — Flor de laranjeira é perfume comum.

— Se a patroa diz — Rute respondeu.

Terminei o banho em silêncio, afastando pensamentos perigosos.

***

O vestido verde estava estendido sobre minha cama junto a um par de luvas cor marfim. Mas não era mais o mesmo vestido simples que eu usara dias atrás.

Dona Eulália, mandara lavar e adicionar detalhes no vestido. Um detalhe de renda creme no decote. Fitas de veludo verde mais escuro na cintura e pequenas flores de tecido, bordadas ao longo da barra.

Não era extravagante. Mas era... belo. 

— A patroa Eulália mandou arrumar — Rute explicou, ajudando-me a vestir. — Disse que a senhora merecia algo especial.

O vestido deslizou sobre meu corpo como segunda pele. Rute prendeu os botões das costas com dedos, ajustou a cintura, alisou a saia.

— Agora o cabelo — ela disse, guiando-me até a cadeira diante do espelho.

Rute os escovou com paciência, desfazendo cada nó e fazendo-os brilhar.

— Que cabelo lindo a senhora tem — comentou. — É pecado esconder assim todos os dias.

Ela os prendeu em estilo mais suave que meu coque habitual. Não soltos, mas arranjados em tranças entrelaçadas na nuca, com alguns fios soltos em meu rosto. Pequenas flores de laranjeira foram colocadas nas tranças.

Por fim, um pouco de pó de arroz, aplicado com mão leve.

Olhei-me no espelho e não reconheci completamente a mulher que me encarava de volta.

Quase... bonita.

O pensamento me assustou tanto que me levantei abruptamente da cadeira.

— Está perfeita, patroa Inês — Rute disse com satisfação. — Vai deixar todos os moços da vila sem palavras.

— Não tenho interesse em deixar moços coisa nenhuma — retruquei.

Rute se retirou e estava me preparando para descer quando batidas soaram em minha porta.

— Pode entrar — disse, esperando Rute novamente ou talvez Dona Eulália.

A porta se abriu.

E era Cecília.

Ela estava... não havia palavras. O vestido era de seda azul-celeste, a cor exata de seus olhos. O corpete era ajustado, com bordados delicados em fios de prata. As mangas eram longas e levemente transparentes. 

Seus cabelos louros estavam arranjados em cachos, presos com pentes de madrepérola. Um colar simples de pérolas circundava seu pescoço delicado.

— Você está esplêndida! — exclamou ela, seus olhos percorrendo meu vestido. — O verde fica perfeito em você, eu sabia! Suas luvas combinam! E seu cabelo assim... oh, Inês, você está absolutamente deslumbrante!

— Não exagere — consegui responder, embora minha voz saísse fraca. 

— Não é exagero. — ela disse, aproximando-se. — Você está... — ela pausou, procurando palavras — ...você está linda. Verdadeiramente linda.

— E você — disse, forçando minha voz a soar normal — está adequada para a ocasião.

Ela riu daquele jeito suave e soube que ela percebera minha incapacidade de elogiá-la adequadamente.

— Apenas adequada? — provocou, girando para que eu visse o vestido completamente. — Pensei que estava ao menos apresentável.

— Você está... — engoli em seco — ...mais que apresentável.

Ela sorriu, satisfeita, e então franziu levemente o cenho, estudando meu rosto com intensidade que me fez querer recuar.

— Espera — disse subitamente. — Falta algo.

Antes que eu pudesse perguntar o que, ela abriu um pequeno compartimento oculto na lateral de seu vestido e retirou uma caixinha de prata minúscula.

— O que é isso? — perguntei, desconfiada.

— Apenas algo que aprendi com minha prima — ela disse, abrindo a caixinha para revelar substância viscosa e dourada. — É mistura de mel e gordura vegetal. Dá brilho aos lábios e os protege do frio da noite.

Ela mergulhou o dedo indicador na substância.

E começou a se aproximar de mim.

Meu corpo imediatamente reagiu àquela tentativa de toque. Quando ela estendeu a mão em direção ao meu rosto, agarrei seu pulso com força excessiva, parando-a bruscamente.

— O que pensa que está fazendo? — minha voz saiu áspera.

Ela arregalou os olhos, surpresa por minha reação violenta. Mas não recuou.

— Apenas quero colocar brilho em seus lábios — disse suavemente. — Como disse, protege do frio. Não é nada demais, Inês. Por favor, solte meu braço! Está me machucando.

Olhei para minha mão agarrando seu pulso delicado. Meus dedos estavam brancos de tanta pressão. Soltei imediatamente, recuando um passo.

— Perdão — murmurei. — Eu não... não pretendia...

— Eu sei — ela disse, esfregando o pulso levemente. — Mas confie em mim. 

Ela deu um novo passo em minha direção. Depois outro.

Estávamos agora muito próximas. Perto o suficiente para eu ver as pequenas manchas douradas em suas íris azuis. Perto o suficiente para sentir o calor de sua respiração. Perto o suficiente para perceber que ela também estava usando essência de flor de laranjeira.

"Ela perguntou que cheiro a patroa Inês usava..."

— Posso? — ela perguntou suavemente, seu dedo ainda coberto com aquela substância dourada e viscosa.

Não consegui falar. Apenas assenti.

Ela ergueu a mão lentamente, dando-me tempo para recuar se quisesse.

Não recuei.

Abri minha boca e seu dedo tocou meu lábio inferior primeiro. O toque era leve. A substância era morna e pegajosa, mas não desagradável. Ela traçou o contorno de meu lábio inferior com seus olhos concentrados em minha boca.

— Agora o de cima — ela sussurrou e senti seu hálito quente.

Nossos rostos estavam a centímetros de distância. Podia ver o leve tremor em sua mão.

Ela traçou meu lábio superior com a mesma lentidão. Seus olhos subiram dos meus lábios para encontrar os meus.

— Pronto — ela disse, mas não se afastou. Sua mão permaneceu suspensa perto do meu rosto.

— Senhorita Cecília... — comecei, sem saber o que ia dizer, sem saber o que podia dizer.

— Senhorita Inês — ela respondeu.

Do andar de baixo, a voz de Dona Eulália cortou o momento:

— Meninas! A carruagem está pronta! Precisamos partir!

Cecília piscou, como se despertando de transe. Recuou rapidamente.

— Devemos... devemos descer — disse, com sua voz voltando ao tom normal.

— Sim — concordei. — Devemos.

Ela se virou para sair, então pausou na porta, olhando por cima do ombro.

— Senhorita Inês?

— Sim?

— Você realmente está linda esta noite.

E então saiu, deixando-me sozinha em meu quarto. Meu coração batia descontroladamente, meus lábios estavam quentes e minha mente absolutamente incapaz de processar o que diabos acabara de acontecer.

Levei minha mão aos lábios, tocando-os suavemente. 

De alguma forma, em apenas três semanas, esta moça loira da cidade… com seus pulmões frágeis e seus olhos azuis imensos conseguira fazer com que eu sentisse algo desconhecido.

E isso me aterrorizava mais que qualquer coisa no mundo.

Fim do capítulo


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Comentários para 9 - Capítulo IX: O Vestido Verde e os Lábios de Mel:
Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 22/03/2026

Complicado em Inês. 


MalluBlues

MalluBlues Em: 31/03/2026 Autora da história
hahaha muito complicado, Marta


Responder

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rebarlow
rebarlow

Em: 19/03/2026

Nossa, nossa rsrrs. Isso foi intenso!

Ouso dizer que é um talento especial, voce transmitir tanto sentimento em gestos tao simples usando as palavras. È realmente incrivel. Capitulo maravilhoso!

Responder

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