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Sob o peso do desejo por MalluBlues e

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Palavras: 2508
Acessos: 214   |  Postado em: 19/03/2026

Capítulo VIII: Cartas e Perguntas Proibidas

Por Cecília:

 

As cartas chegaram numa tarde de quinta-feira, trazidas pelo mesmo mensageiro que percorria a região semanalmente distribuindo correspondências entre as fazendas mais isoladas. Uma empregada subiu até meu quarto carregando três envelopes numa bandeja de prata.

A primeira era de mamãe. Reconheci imediatamente sua caligrafia elegante e levemente inclinada, cada letra formada com perfeição. Abri com dedos ansiosos, e li sua voz através das palavras:

"Minha querida Cecília,

Que alegria receber tua carta e saber que estás bem instalada na fazenda de tua tia Eulália. Teu pai e eu ficamos imensamente aliviados ao saber que teus pulmões estão respondendo favoravelmente ao ar puro do campo. O Dr. Silveira ficou extremamente satisfeito com teu relato e recomenda que permaneças ali pelo menos até o final do inverno, como já havíamos planejado.

Aqui em casa seguimos nossa rotina habitual. Acreditamos que Francisca está esperando um bebê, pois está há dias enjoada e com a pele cada vez mais radiante. Henrique está envolvido em um caso jurídico complexo que o mantém no escritório até altas horas. Vovó Ofélia pergunta por ti diariamente e manda dizer que os jasmins da cidade não têm a metade do perfume dos do campo.

Devo também mencionar que o jovem Alberto Guimarães passou aqui há dois dias, perguntando respeitosamente por tua saúde. Disse que te escreveria uma carta e aguardaria resposta quando fosse conveniente. É um rapaz muito atencioso, Cecília. Muito atencioso mesmo."

Continuava por mais duas páginas com amenidades domésticas, fofocas leves da sociedade, e recomendações maternais sobre manter a postura correta e não me expor excessivamente ao sol. Terminava com declarações afetuosas e a promessa de escrever semanalmente.

Guardei a carta cuidadosamente, sentindo aquela mistura estranha de saudade e alívio. Saudade da família, certamente. Mas alívio por estar longe daquele mundo de expectativas sufocantes, de olhares vigilantes, de cada respiração sendo monitorada como se eu fosse um experimento médico ambulante.

A segunda carta era de Francisca. Mais curta, mais prática, repleta de conselhos espirituais e lembretes sobre orações diárias. Sorri. Minha irmã, com sua piedade inabalável e sua certeza absoluta sobre o caminho correto para a salvação da alma. Guardei-a sem terminar de ler.

A terceira carta fez meu coração acelerar antes mesmo de abri-la.

A caligrafia era masculina. Firme, mas elegante. No canto superior esquerdo do envelope, discreto mas inconfundível: Alberto Guimarães.

Sentei-me na cadeira junto à janela, segurando o envelope por um momento antes de abri-lo. 

"Prezada Senhorita Cecília,

Espero que esta carta a encontre em plena recuperação e que o ar do campo esteja cumprindo as promessas médicas de restaurar sua saúde. Tomei a liberdade de visitar sua família há dois dias e sua mãe, com gentileza característica, assegurou-me que está bem instalada e que seus pulmões têm respondido favoravelmente ao tratamento.

Confesso que a cidade parece menos interessante em sua ausência. Os bailes continuam, é verdade, mas falta-lhes... bem, falta-lhes a presença que os tornava verdadeiramente memoráveis. Dancei uma quadrilha com sua prima Sofia e algumas valsas por obrigação social, mas nenhuma se comparou àquela noite no baile dos De Melo.

Se me permitir, e se sua saúde e a hospitalidade de sua tia permitirem, gostaria imensamente de visitá-la. Não imediatamente, compreendo que precisa de tempo para se adaptar e recuperar, mas talvez em algumas semanas? Seria uma alegria imensa vê-la novamente e certificar-me pessoalmente de que está bem.

Aguardo sua resposta, se julgar apropriado responder.

Com os mais respeitosos cumprimentos,

Alberto Guimarães"

Li a carta duas vezes. Depois uma terceira.

Havia algo ali. Algo além das palavras educadas e apropriadas. Uma saudade, um desejo contido de me ver que transparecia apesar da linguagem formal.

Deveria estar emocionada. Deveria estar radiante. Um rapaz excelente, de família respeitável, interessado em mim apesar de minha saúde frágil. Pedindo permissão para me visitar.

Era tudo que uma jovem de dezenove anos deveria desejar.

E eu sentia... o que, exatamente?

Gratidão e afeição. Alberto era amável, inteligente, atencioso. Seus olhos castanhos eram gentis e honestos.

Mas onde estava aquela excitação que senti no baile? Aquela sensação que fez meu coração disparar quando ele se aproximou para pedir uma dança?

Talvez fosse a distância. Talvez fosse natural que sentimentos esfriem quando separados por léguas de estradas ruins e semanas sem contato pessoal.

Deveria ser isso.

Dobrei a carta e a coloquei cuidadosamente na gaveta da escrivaninha, junto às outras duas. Responderia logo. Diria que sim, certamente, ele seria bem-vindo para uma visita quando achasse conveniente. Que estava me recuperando magnificamente. Que pensava nele também.

Todas coisas verdadeiras.

Ou quase.

***

O livro continuava em minha mesinha de cabeceira, escondido sob aquela capa falsa que Inês providenciara. Todas as noites, após Dona Eulália se recolher e a casa mergulhar no silêncio, eu o pegava e lia à luz da vela.

E todas as noites, descobria novos territórios dentro de mim mesma. Territórios que não sabia que existiam, que ninguém nunca mencionara e que certamente não eram temas abordados entre senhoras de boa educação.

Mademoiselle de Maupin se vestia de homem. E havia Rosette, a jovem que se apaixonava por Théodore, sem saber que sob aquele disfarce masculino havia outra mulher.

O que me perturbava não era apenas o disfarce, mas a maneira como o livro descrevia os sentimentos de Rosette. Ela amava Théodore. Amava com toda intensidade que uma mulher deveria reservar apenas para um homem verdadeiro. E havia passagens que criavam uma atmosfera sensual entre elas e também passagens… passagens completamente inadequadas para uma donzela.

Como era possível?

Como ao ler aquelas páginas onde Mademoiselle de Maupin confessava sua confusão e desejo, meu corpo reagia de maneiras que minha mente não conseguia organizar ou nomear?

Lendo sobre o desejo e contato entre as personagens, senti meu corpo reagir antes que o pensamento se organizasse. Um calor estranho, um aperto baixo e silencioso, como se algo em mim tivesse sido despertado sem pedir licença. Levei a mão ao colo, num gesto quase inconsciente, e afastei-a imediatamente, alarmada comigo mesma.

O que estava acontecendo comigo?

Fechei o livro bruscamente, como se isso pudesse interromper aquela cascata de sensações confusas. Meu coração batia acelerado. Minha respiração estava irregular, mas não pelos malditos pulmões fracos. Por outra coisa. Algo que não tinha nome apropriado.

Levantei-me da cama e caminhei até a janela, abrindo-a para deixar a brisa noturna esfriar meu rosto que queimava.

Pensei em Alberto. Seus olhos castanhos gentis. Suas mãos firmes mas respeitosas em minha cintura durante a valsa. O jeito como ele sorria quando eu dizia algo espirituoso.

Deveria estar pensando nele. Querendo vê-lo. Sentindo saudades.

Mas em vez disso, minha mente me assustava, pois insistia em voltar para outra pessoa.

Para olhos escuros e inteligentes. Para uma voz grave tingida de ironia. Para mãos que trabalhavam a terra sem medo de julgamentos. Para aquele vestido verde que suavizava ângulos severos e fazia uma mulher amarga parecer quase...

"Pare."

Fechei a janela com força e voltei para a cama, puxando os cobertores até o queixo como se pudesse me esconder de meus próprios pensamentos.

Era apenas o livro. Apenas as palavras perturbadoras de um romance escandaloso mexendo com minha imaginação impressionável.

Nada mais.

***

Na manhã seguinte, acordei com o sol já alto e uma determinação estranha. Precisava de respostas. Ou pelo menos de mais informações. E havia apenas uma pessoa nesta casa que poderia me dar isso sem fazer perguntas inconvenientes.

Arminda.

Encontrei-a na cozinha, como sempre, suas mãos hábeis trabalhando massa para os pães do dia. O aroma de café fresco e canela preenchia o ambiente.

— Bom dia, menina Cecília — ela me cumprimentou com um sorriso. — Acordou tarde hoje. Não está se sentindo bem?

— Estou perfeitamente bem — assegurei, sentando-me num banquinho de madeira perto da grande mesa de trabalho. — Na verdade, dormi melhor do que tenho dormido em meses. Este ar do campo é realmente milagroso. E tia Eulália?

— Avisei que seria — ela disse com satisfação. — Sua tia tomou o desjejum e agora está na sala bordando com os novos fios. Quer chá? Acabei de fazer.

— Por favor.

Ela serviu uma xícara generosa. Observei suas mãos, calejadas, e pensei em quantos anos ela servia nesta casa. Quantos segredos ela deveria conhecer.

— Arminda — comecei, tentando soar casual — posso fazer algumas perguntas? Sobre a casa? Sobre... as pessoas que vivem aqui?

Ela me lançou um olhar afiado, mas não desaprovador. Apenas cauteloso.

— Depende das perguntas, menina.

— É sobre Inês — disse diretamente, não vendo sentido em rodeios. — Quero entender... quero saber mais sobre ela.

Arminda pausou em seu trabalho. Então suspirou.

— Inês é complicada — disse finalmente. — Mas a moça é boa, senhorita Cecília. Precisa acreditar nisso. Debaixo de todo aquele jeito duro, ela é boa.

— Não estou duvidando da bondade dela — assegurei. — Apenas... ela é tão diferente de qualquer pessoa que já conheci. Tão... isolada. E parece que existe algum mistério sobre seu passado.

Arminda retomou o trabalho, mas eu podia ver que estava escolhendo suas palavras com cuidado.

— O que a senhorita quer saber?

— Tudo — respondi honestamente. — Qualquer coisa que possa me ajudar a entendê-la melhor.

— Posso te contar que Inês estudou em colégio só de meninas — Arminda começou lentamente. — Um internato chique na capital. Das Irmãs de São Vicente. Ficou lá desde pequena até os dezesseis anos. Quando veio para cá, era diferente. Com o passar do tempo foi ficando mais... calada. Mais assustada, também, embora nunca deixasse ninguém ver fraqueza.

— Por que estava no internato? — perguntei. — Onde estava sua família?

— Isso... isso é mais complicado, menina — Arminda disse baixo. — Muita coisa circula sobre a vida da senhorita Inês. Fofoca, especulação. Não é meu lugar repetir.

— Mas você sabe a verdade — insisti.

— Sei algumas coisas — ela admitiu. — Mas são assuntos proibidos nesta casa, menina. Dona Eulália não gosta que se fale. E Inês... bem, a menina Inês nunca fala sobre isso de jeito nenhum.

Bebi meu chá lentamente, deixando o silêncio se estender por um momento, esperando.

— O que posso dizer — Arminda continuou finalmente — é que a menina é estudada. Muito estudada. Lê em três, quatro línguas. Conhece mais de livros do que metade dos homens letrados da vila. E cuida bem da Dona Eulália. Quando a senhora entrevou no ano passado, com aquela dor que quase a deixou de cama, quem cuidou dela foi Inês. O médico da vila tinha saído para viajar, e a menina assumiu. Sabia o que fazer. Conhecia ervas, remédios, como tratar febres e dores. Entende de tudo um pouco.

Isso me surpreendeu. 

— E onde acha que ela aprendeu tudo isso? — perguntei.

— No internato e nos livros, suponho — Arminda disse, encolhendo os ombros. — Aquelas freiras ensinavam de tudo. Sabiam que muitas das meninas teriam que se virar sozinhas na vida.

Havia algo ali. Algo sobre por que certas meninas precisariam "se virar sozinhas".

— Arminda — disse suavemente — de quem Inês é filha?

O silêncio que se seguiu foi pesado. Arminda parou completamente de trabalhar, suas mãos ficaram imóveis sobre a massa. Quando finalmente me olhou, havia algo em seus olhos que parecia pena.

— Isso não posso contar, menina — disse firmemente. — É assunto proibido nesta casa. Completamente proibido. Dona Eulália não permite que se fale, e não é meu lugar desobedecer.

— Entendo — disse, embora a frustração ardesse em meu peito. — Mas... qual é o nome completo de Inês? Ela é sempre chamada apenas de Inês, como se não tivesse nome de família.

Arminda hesitou, então pareceu decidir que isso, ao menos, não era informação proibida demais.

— Valença — disse. 

— Inês Valença. Valença não é um sobrenome comum na nossa região.

— Foi uma irmã do internato que deu esse sobrenome para ela.

— Uma freira? — perguntei, confusa. — Por quê uma freira daria sobrenome a alguém?

— Disseram que foi uma freira que resolveu o papel no cartório — Arminda explicou, voltando ao trabalho com mais vigor, como se quisesse encerrar a conversa. — Mas freira nenhuma faz isso sozinha. Alguém precisou pedir.

— Pedir? — insisti. — Pedir a quem? Por quê?

— Menina — Arminda disse com a voz firme — já falei mais do que devia. Inês não tem sobrenome de família porque... bem, porque as circunstâncias de seu nascimento foram... complicadas. E é tudo que posso dizer. Se quer saber mais, vai ter que perguntar para ela mesma. Embora duvide que ela conte. E te digo que ela pode te botar pra correr, senhorita.

E com isso, ficou claro que a conversa havia terminado. Arminda voltou a trabalhar a massa do pão, e eu permaneci sentada, absorvendo aquelas migalhas de informação.

Inês Valença. Um sobrenome dado por uma freira. Circunstâncias complicadas de nascimento. Um internato. Conhecimentos incomuns para uma mulher de sua posição social.

E aquela amargura. Aquela solidão feroz que emanava dela.

***

Passei o resto do dia tentando responder as cartas. A de mamãe foi fácil. Relatei minha rotina, mencionei a vila, o jardim, os jasmins, a gentileza de tia Eulália. Assegurei que estava comendo muito (mentira), dormindo bem (verdade pela metade), e que meus pulmões estavam cada vez melhores (verdade absoluta).

A de Alberto foi... mais difícil.

Sentei-me na escrivaninha com papel e pena, mas as palavras não vinham facilmente. O que dizer? Como expressar sentimentos que já não tinha certeza de sentir com a mesma intensidade?

"Caro Alberto,

Agradeço imensamente sua carta e suas palavras gentis. Foi muito atencioso de sua parte visitar minha família e perguntar por minha saúde..."

Pausei, mordendo o lábio. Gentil. Atencioso. Palavras corretas mas frias. Onde estava o calor? 

"Estou me recuperando magnificamente, como o Dr. Silveira previu. O ar do campo tem feito maravilhas para meus pulmões, e sinto-me mais forte a cada dia que passa..."

Continuei por mais alguns parágrafos, descrevendo a fazenda de forma genérica, mencionando tia Eulália e sua bondade. E então, chegando à parte crucial:

"Quanto à sua visita, seria uma alegria recebê-lo aqui quando julgar conveniente. Comentarei com minha tia sobre sua intenção. Talvez seja apropriado em algumas semanas, como sugeriu, quando eu estiver ainda mais recuperada..."

Reli o que havia escrito. Estava correto. Educado. Apropriado.

E completamente desprovido de qualquer emoção verdadeira.

Suspirei, dobrando a carta e lacrando-a antes que pudesse mudar de ideia. Era apenas a distância. Tinha que ser. 

Coloquei as cartas prontas na bandeja para que a empregada as entregasse ao mensageiro na próxima visita dele.

Então, quase contra minha vontade, minha mão alcançou a gaveta onde guardava o livro. 

E naquela noite, mais uma vez, li os trechos de Mademoiselle de Maupin e seus desejos proibidos, sentindo meu corpo reagir e arder de maneiras que minha mente ainda se recusava a nomear, enquanto pensamentos sobre olhos escuros e inteligentes me perseguiam.

E me perguntando, pela primeira vez com clareza aterrorizante, se talvez... se talvez eu não estivesse apenas lendo sobre desejos proibidos.

Talvez estivesse começando a senti-los.

Fim do capítulo


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