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34 por Luciane Ribeiro

Ver comentários: 2

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Palavras: 2320
Acessos: 138   |  Postado em: 18/03/2026

A verdade sobre Dandara

 

EVE

Acordei no quarto de hóspedes sozinha, sentindo muita falta do meu amor. Dessa vez, Amanda me deixou completamente no escuro; não pude ouvir ou sentir nada. Saí da cama e fui em direção ao quarto de casal, direto para os braços de Helena, torcendo para que ela ainda estivesse ali.

Meu coração se acalmou ao abrir a porta do quarto. Ela dormia serena, alheia ao meu momentâneo estado de pânico. Me deitei, puxando sua cintura para mais perto. Ela se aconchegou em mim, como sempre fazia. Beijei seu ombro, a apertei um pouco mais e fechei meus olhos.

Minutos depois, ela acordou assustada, se soltou dos meus braços, me fazendo perder o equilíbrio e cair da cama.

- Droga, Amanda! Pensei ter sido clara o suficiente. Não quero você na minha cama!

- Amor, sou eu!

- Eve!

- Sim...

Sua expressão mudou completamente. Seus olhos brilharam e ela me deu aquele sorriso lindo que eu amava demais.

- Senti tanto sua falta...

- Eu sei, meu amor... vou compensar minha ausência com muito carinho.

Helena estava dengosa e carente de um jeito que me deixou um pouco preocupada.

- Amor...

- O que foi?

- O que aconteceu? Tem algo diferente em você.

- Não aconteceu nada demais. Só estou carente de você. Essas trocas estão me enlouquecendo.

- Desculpe...

- Eu sei que você está tentando, Eve, mas ela também está. E cada vez que ela vem, fica mais forte. Estou com medo.

- De ela ficar de vez?

- Sim. Tem vezes que parece que nunca mais irei te ver...

- Isso não vai acontecer. Não importa o quão forte ela fique.

Ela olhou fixamente em meus olhos, acariciou meu rosto, depois me beijou suave e lentamente, como se quisesse sentir cada detalhe e sabor.

Ela se deitou sobre mim, com a cabeça em meu ombro. A abracei e fiquei acariciando seus cabelos. Tinha algo errado, no fundo eu sabia. Ela me sentia, mas também temia sentir Amanda em cada toque. Temia se apaixonar por ela.

Amanda tinha que sumir. Era hora de voltar para minha vida e começar a destruir minhas fraquezas - que eram o que a deixava mais forte e mais presente.

- Amor... Sei que nossa lua de mel está maravilhosa, mas acho que é hora de voltarmos.

- Já se cansou de sol e mar?

- Não! Mas, infelizmente, a vida precisa seguir e a minha ficou em pausa durante muito tempo. Tenho que recuperar minha carreira.

- Você está certa! Amo ficar aqui com você, mas tenho dois projetos em andamento. E também tem minha brilhante aluna, a qual preciso ensinar.

Dandara. Pensar nela trazia toda a minha angústia de volta. Ela era minha maior culpa e arrependimento. Minha maior fraqueza.

Quando a conheci, ela havia acabado de fazer cinco anos. Era uma garotinha alegre, curiosa e com uma inteligência que mostrava um grande futuro científico. Fiquei próxima dela e de sua família, principalmente de sua mãe, Larissa. Minha conexão com ela foi instantânea e forte, como se fôssemos irmãs de sangue... mas tudo foi destruído pela decisão estúpida que tomei.

Durante os testes, Laura ficou fascinada por sua inteligência. Ela começou a estimulá-la e, quanto mais resultados via, mais obcecada ficava. Estava determinada a fazer Dandara evoluir além do que sua pouca idade permitia.

Um dia, Laura convenceu as mães das crianças do estudo a deixar que elas passassem uma noite no laboratório. Como eu também ficaria com elas naquela noite, permitiram. Fizemos pipoca e várias experiências comestíveis. Tudo muito divertido. Porém, no meio da noite, depois que todos adormeceram, levantei para tomar água e notei a ausência de Dandara.

Caminhei pelos corredores à sua procura até notar a luz de uma das salas de experiências acesa. Quando entrei, senti o mundo desabar e o ódio por Laura surgir.

- O que está fazendo, Laura?

- Criando o primeiro supercomputador humano.

- Está louca! Sua pesquisa está longe de ser comprovada e ainda mais longe de ser testada em humanos.

- O teste já começou. Dandara agora crescerá sendo estimulada pelo Archer 1. Atingirá seu potencial máximo em apenas alguns anos.

Me aproximei da maca, incrédula, completamente em choque. Aquela doce menina estava ali desacordada, com um componente químico nunca testado correndo por suas veias.

- Os efeitos colaterais podem ser catastróficos! Você está completamente louca! Isso é antiético e nem tenho palavras para descrever o quanto isso é errado e cruel. Céus! Ela é apenas uma criança! Preciso levá-la para o hospital. Tem que haver um jeito de reverter isso.

- Não tem! O corpo dela já começou a absorver o Archer 1. Em alguns instantes, ele ficará indetectável e impossível de ser neutralizado.

- Vou chamar a polícia!

- Se você contar o que eu fiz, todo o laboratório será investigado. Com o histórico da família Requier, ninguém acreditará que Karina é inocente. Todos nós perderemos a licença, além de sermos demitidas, processadas e presas. Tem certeza que quer destruir a carreira da Karina e a reputação do Isabel Montello? Pense bem. Não há nada que possa fazer agora. Mesmo que fale, não terá como provar.

- Não pode ser! Tem que haver um jeito.

Pensei na escolha que tinha que fazer. Eu queria chamar a polícia, o conselho, denunciá-la. Mas, se eu revelasse a verdade, seria presa e não conseguiria descobrir como neutralizar o Archer 1. Então me calei e comecei uma batalha árdua em busca de uma cura.

Me afastei de Dandara e de toda a sua família. No entanto, continuei acompanhando e monitorando seu crescimento à distância, através de minha mãe, a quem fui obrigada a contar. Ela se tornou a médica da família e isso me deu acesso aos exames médicos... até que minha vida foi interrompida.

- Por que ficou tão quieta, Eve?

- Estou pensando em como vai ser nossa vida em casa, de volta à rotina.

- Vez ou outra podemos voltar pra cá e relembrar.

- Sim! Vamos tomar banho e começar a arrumar as coisas pra voltar pra casa.

- Ainda não. Quero ficar mais um pouquinho na cama.

- Levante logo, minha preguicinha. Vou encher a banheira.

- Banheira?

- Prefere o chuveiro?

- Desse jeito não vou mais querer ir embora. Devíamos ter aproveitado a banheira desde o primeiro dia. Não teremos esse privilégio em casa.

- Podemos providenciar a instalação de uma na nossa nova casa...

- Nova casa?

- Sim! Acho que devemos comprar uma. Ou prefere um apartamento?

- Ambos serão perfeitos, desde que estejamos juntas, meu amor. O que foi? Por que está me olhando assim?

- Eu te amo demais... e você está linda.

- Amor...

- Oi.

- Não me beija assim...

- Estava com muitas saudades de poder te tocar...

Ela me provocou e eu caí sem resistência. Tirei suas roupas e me perdi em suas curvas, enquanto sua pele se arrepiava e suas mãos deslizavam pelas minhas costas, marcando minha pele.

Ela assumiu o controle, saciou seu desejo beijando cada pedacinho do meu corpo, começando pelos seios, descendo até minhas coxas. Subiu devagar e, sem cerimônia, tirou minha calcinha, fazendo meu mundo parar enquanto eu perdia o fôlego.

Antes de me desfazer por completo, puxei levemente seu cabelo, fazendo-a subir até minha boca. A beijei, invertendo as posições. Desci minha mão pela lateral do seu corpo até o meio de suas pernas. Senti sua excitação, seu calor incendiou meu corpo.

Atingimos o mais alto nível do êxtase juntas e nos deitamos ainda unidas, como devia ser.

Fizemos amor temperado de saudade, daquele lugar e de tudo que vivemos ali.

No dia seguinte, nos despedimos de tia Dalila e James e voltamos para casa. Tris já nos esperava. Minha mãe havia deixado ele em casa, depois de limpar e abastecer nossa geladeira e despensa.

Infelizmente, a realidade do Archer me atingiu no momento em que aqueles olhos brilhantes, cheios de vida e curiosidade, reencontraram os meus.

Na segunda-feira bem cedo, Larissa chegava à Casa Verde trazendo Dandara, que ao me ver não se conteve e veio correndo até mim.

- Tia Eve!!!

- Oi, Dada. Que saudades de você!

- Também senti.

Enquanto a abraçava, Larissa se aproximou carregando um grande pote que me trazia deliciosas lembranças.

- Até que enfim reapareceu, bomba atômica de cachos.

- Confessa que sentiu minha falta, dez centavos de chocolate.

Que saudade daquela nossa dinâmica de apelidos insultuosos. A abracei sentindo culpa, mas também uma grande alegria.

- Tome! Fiz pra você.

Ela me entregou o pote e eu, mesmo sem abrir, sabia que ali havia amanteigados para um batalhão.

- E pra você, doutora Helena. Dandara disse que você gostou muito do meu mousse de chocolate com nozes, então aqui está.

- Humm! Está com uma cara ótima. Obrigada.

- Eu não devia trazer nada pra você, Atena Evelyn. Simplesmente nos abandonou! Não aparece mais na minha casa! Não liga! Nem uma mensagenzinha você manda.

- Não tenho nem como me desculpar, mas prometo voltar a ser seu pesadelo de fim de semana. Ensinarei muitas novas experiências para sua filha.

- Confio que sua esposa vai impedir que você ensine minha criança a explodir a casa.

- Pode deixar, Larissa. Manterei Eve em rédea curta.

- Brincadeiras à parte, estou muito feliz de te ver bem, Eve.

- Obrigada, Lary. Me conte, como estão suas outras meninas, incluindo aquela que você chama de esposa?

- Estão todas bem. Rafaela está indo bem na faculdade, as trigêmeas estão cada dia maiores e mais inteligentes e Aline está começando a se dedicar cada vez mais ao seu hobby de reformas de imóveis.

- Ela é muito boa nisso.

- Concordo. E cá entre nós, acho ótimo que ela se dedique a isso. É menos problemático e mais seguro do que ser promotora.

- Adoraria continuar de papo, mas preciso voltar pra casa. Filha, tem certeza que não quer voltar comigo?

- Mamãe... ficamos o fim de semana inteiro grudadas...

- Não foi o bastante, sinto falta da minha pequena cientista.

- Doutora, me salve...

- Está bem! Já estou indo embora!

- Deixo meu bebê aos cuidados de vocês. Ah! Já ia me esquecendo. Tome!

- Um convite?

- Sim! Dessa vez vamos comemorar o aniversário da minha esposa. Estão convidadas. Se forem na sexta, será ainda melhor. Farei uma festinha mais reservada.

- Reservada daquele jeito?

- Sim! Agora você tem um par para te acompanhar.

- Legal! Vou poder enfim conhecer o labirinto.

- Quero ver a sintonia de vocês. Agora eu preciso ir, que a Amara tem médico hoje. Cuidem bem da minha menina.

- Cuidarei!

Larissa entrou no carro e partiu.

Dandara e eu fomos para o laboratório, enquanto Helena nos deixou, dizendo que tinha uma reunião importante com minha prima Karina.

Tentei descobrir o assunto da reunião, mas, quando vi os relatórios de saúde de Dandara, esqueci tudo.

Embora tudo parecesse normal eu vi ,a experiência de Laura surtindo efeito, disfarçadamente.

Dandara passou de uma para duas aplicações de insulina ao dia. Seu corpo estava consumindo energia e nutrientes na mesma medida em que seu cérebro se desenvolvia - evoluindo duas vezes mais rápido do que deveria.

Esse consumo de energia estava prejudicando seu crescimento físico. Dandara tinha a mente de uma criança de doze anos em um corpo de dez.

Ela era brilhante demais em ciências e neurociência, mas ainda era uma criança descobrindo sentimentos.

Em uma de nossas conversas, ela me perguntou:

- Tia Eve, como é ressuscitar? Ninguém acreditava que você voltaria. Eu testei a glicose de forma mais científica do que por fé.

- É maravilhoso, Dada. Graças a todos os envolvidos ,agora tenho a chance de recuperar o tempo perdido e consertar tudo.

_Se lembra de alguma coisa de quando estava em coma?

_Não! Infelizmente ou felizmente, não me lembro de nada.

_Talvez seja melhor assim, vovó Anaya costuma dizer, que jamais devemos ultrapassar os limites da ciência em  busca de respostas sobre os mistérios do universo ,pois  tem segredos da nossa existência que não devem ser revelados.

- Ela com certeza está certa. Vamos procurar algo divertido pra fazer enquanto Helena está fora.

- Onde ela foi?

- Foi se encontrar com a Karina.

- Poxa queria ter ido também. Já tem um tempo que não vou ao laboratório da tia Karina.

- Não fique triste, vamos nos divertir.

Aquela era uma boa chance de testar se meu cérebro ainda funcionava.

Procurei algumas experiências que poderíamos fazer sem correr o risco de explodir toda a Casa Verde. Minha pequena assistente me surpreendia um pouco mais a cada minuto. Seu desenvolvimento era realmente esplêndido. Em alguns momentos, foi ela quem me lembrou o que e quando misturar.

Para relembrar sua primeira experiência científica, fizemos um vulcão com bicarbonato ,vinagre e detergente .Depois, para não perder o costume, provocamos uma pequena explosão de espuma.

Essa última experiência deixou Talita bastante irritada. Enquanto limpávamos tudo, ela decidiu ligar para Helena e nos entregar.

Minha linda esposa voltou para a Casa Verde e nós duas ficamos de castigo. Dandara sem poder fazer aulas práticas por uma semana  e eu sem poder aproveitar meus privilégios de esposa.

Logo agora que ela parecia um pouco mais solta... e ainda mais irresistível.

Mas, enfim... consequências.

Quanto mais eu observava Dandara, mais preocupada ficava. A mente brilhante escondia um corpo frágil, que necessitava de constante reposição de nutrientes.

O que parecia ser apenas causado pelo diabetes... na verdade era a incapacidade do corpo de desenvolver a mente e o corpo ao mesmo tempo.

Será que o 34 era capaz de reverter a situação?

Mas, para que isso acontecesse eu precisava de Helena.

E isso significava que eu teria que contar a verdade sobre Laura.

Procurei inúmeras formas de contar, mas todas as vezes que eu tentava, minha mente travava e, quanto mais ela fraquejava, mais Amanda se fazia presente.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 35 - A verdade sobre Dandara:
Mmila
Mmila

Em: 22/03/2026

Nossa! Coitada da Dandara.

Força Eve, em todos os sentidos.


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 08/04/2026 Autora da história
Nossa menina está correndo risco e nem sabe.


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jake
jake

Em: 21/03/2026

Eita....Que covardia essa Laura fez com a pequena Dandara...Vai Eve vc precisa de força e vencer Amanda tem que contar pra Helena e ajudar a Dan.Acho q o 34 vai reverter ou pelo menos diminuir a velocidade do Archer 1.cada vez mais curiosa volta logo autora,bom  fds...


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 22/03/2026 Autora da história
Quem vencera ?Amanda ou Eve?Helena vai travar uma grande guerra cientifica.


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