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34 por Luciane Ribeiro

Ver comentários: 3

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Palavras: 2364
Acessos: 169   |  Postado em: 27/02/2026

Dualidade

 

Infelizmente a magia da noite passou logo. Amanda surgiu sem alarde. Veio quieta, pensativa, como se carregasse o próprio barulho por dentro e não quisesse deixá-lo escapar. Passou grande parte da manhã na varanda, sentada de frente para o mar, observando o horizonte como quem tenta decifrar um código invisível.

À tarde, deitou no sofá e ficou assistindo a uma série de suspense. Nem comentários irônicos, nem teorias mirabolantes sobre o assassino antes do terceiro episódio - o que, vindo dela, era praticamente antinatural. Até o banho foi silencioso, sem provocações, sem aquele olhar travesso que sempre prometia alguma ideia duvidosa.

Aquele lugar devia estar fazendo bem. O som das ondas, o vento constante, a rotina desacelerada. Ainda assim, algo me incomodava. Eu estava acostumada com sua energia caótica, elétrica, imprevisível. O silêncio dela não era paz. Era ausência. E ausência pesa.

No segundo dia, acordei e não a encontrei na cama.

Primeiro pensei que estivesse na varanda outra vez. Não estava. A cozinha vazia. O banheiro seco. A cadeira de rodas no canto da sala.

O estômago virou.

Saí procurando pela cidade. Andei pela praia chamando seu nome, entrei em cafés, perguntei a desconhecidos, liguei para minha tia. A cada minuto que passava, minha mente criava cenários mais cruéis. Imaginei o mar puxando seu corpo frágil. Imaginei uma queda. Imaginei tudo.

Quando já estava prestes a ir à polícia, quase sem ar de tanto pânico, a vi dobrando a esquina da rua.

Ela vinha caminhando.

Caminhando sem qualquer dificuldade ou incomodo.

Trazia um buquê de lírios nas mãos. O passo ainda era cuidadoso, mas firme. Como se estivesse reaprendendo o próprio corpo. Como se cada movimento fosse uma declaração silenciosa.

Corri até ela, o alívio vindo misturado com indignação.

- Meu Deus, Amanda! Onde você estava? Tem noção do quanto eu estava preocupada?

Ela parou diante de mim, respirando um pouco mais rápido do que o normal. Aproximou-se e colocou a mão no meu rosto com uma calma que desmontava qualquer explosão.

- Desculpa, Hel. Eu devia ter te avisado que ia sair. - Seus olhos estavam diferentes. Não vazios. Intensos.

 - Eu precisava de um tempo sozinha.

O mar continuava quebrando ao fundo, indiferente ao drama humano. Mas ali, naquele instante, algo tinha mudado. Não era só o fato de ela estar andando sem a menor dificuldade ou desconforto.

Ela me olhava fixamente, de um jeito que invadia. Não era apenas contato visual - era investigação. Como se quisesse atravessar minhas defesas e catalogar cada emoção que eu tentava esconder.

- Para compensar sua preocupação, eu te trouxe uma coisa.

Colocou os lírios sobre a mesa com cuidado quase cerimonial. O perfume suave das flores se espalhou pela sala. Em seguida, tirou de trás do corpo uma pequena caixa.

- Abre.

Dentro, um petit gâteau recheado de chocolate trufado. O meu favorito. Aquele que eu sempre dizia que era exageradamente doce... antes de comer até a última migalha.

Tentei manter a postura firme. Cruzei os braços, ensaiei um olhar de reprovação.

- Isso não apaga o susto que você me deu.

- Eu sei - ela respondeu, sem perder a calma. - Mas talvez ajude.

Ela inclinou levemente a cabeça, observando minha resistência ruir centímetro por centímetro. Eu senti o sorriso querendo escapar antes mesmo de permitir.

Fracassei.

Sorri.

Ela sustentou meu olhar, satisfeita.

- Adoro te deixar bravinha ,mas gosto ainda mais  de como fica bonita quando sorri.

Revirei os olhos, mas o calor no peito me traía.

- Você é manipuladora.

- Só quando é necessário.

Percebi que o que realmente me desarmava não eram os lírios ou o chocolate ,era a intimidade crescente entre nós.

Eu respirei fundo, ainda tentando me recompor.

- Eu marquei um passeio para nós duas.

Ela ergueu uma sobrancelha.

- Eu disse que não seríamos amiguinhas. Sem passeios... e-

- Bem - ela me interrompeu com uma calma irritantemente estratégica - se não for comigo, eu irei sozinha.

- Não!

A resposta saiu rápida demais. Instintiva demais.

Um canto do seu sorriso surgiu, pequeno, quase invisível. Vitória silenciosa.

- Então estamos combinadas. Sairemos às seis. Vou dormir um pouco.

Ela virou as costas e foi para o quarto como se tivesse acabado de discutir o clima, não um plano inteiro imposto sem votação.

Fiquei parada no meio da sala, encarando a porta fechada.

Quando exatamente eu tinha concordado?

Havia algo quase científico naquele talento dela. Um experimento social aplicado em tempo real: estímulo, reação previsível, resultado calculado. Se eu dissesse "não", ela ia sozinha. Se ela fosse sozinha, eu entraria em pânico. Logo, eu diria "não" ao "sozinha". Portanto... passeio confirmado.

Manipulação elegante. Irritantemente eficaz.

Cruzei os braços, bufando sozinha.

Se isso fosse um jogo de xadrez, eu estava sempre duas jogadas atrás.

Quando a hora chegou, tomei banho e me arrumei com mais cuidado do que gostaria de admitir. Escolhi a roupa duas vezes. Troquei o sapato. Soltei o cabelo. Prendi de novo. Como se aquele passeio fosse uma prova que eu precisava passar.

Quando saí do quarto, ela já estava pronta.

E claramente tinha se vestido para me lembrar da beleza estonteante daquele corpo.

Amanda usava um vestido curto, de frente única, que deixava os ombros e as costas à mostra. O tecido acompanhava suas curvas com naturalidade, sem esforço, como se tivesse sido feito sob medida. Os cabelos estavam levemente presos, alguns fios soltos moldando o rosto. Sandálias de salto alto - elegantes, mas confortáveis o suficiente para caminhar sem tropeçar na própria ousadia.

Ela me observou em silêncio, avaliando minha reação.

- O passeio exige traje formal? - perguntei, tentando manter a compostura.

- Não. Mas eu gosto quando você me olha assim.

Desviei o olhar rápido demais, o que só confirmou sua tese.

- Não é você que vejo.

- Pode continuar acreditando nisso.

A resposta desarmou qualquer comentário sarcástico que eu tivesse preparado.

Ela deu um passo na minha direção. O perfume suave, familiar, misturando-se ao ar do fim de tarde.

- Está pronta?

Eu ainda não sabia para onde íamos. Não sabia o que esperar. Mas sabia que, naquele momento, Amanda não parecia frágil. Não parecia distante. Não parecia perdida.

Parecia inteira.

E isso era mais perigoso para o meu coração do que qualquer vestido curto poderia ser.

Primeiro ela me levou para uma caminhada leve pela orla. O céu já começava a se transformar naquele degradê impossível de copiar - laranja queimado, rosa diluído, azul se rendendo devagar à noite. Caminhamos até um ponto um pouco mais afastado da multidão que se aglomerava para assistir ao espetáculo do pôr do sol.

Ali, o som das ondas era mais nítido. Mais íntimo.

O vento trazia cheiro de sal e liberdade. Por alguns minutos, não havia passado, culpa, medo ou futuro. Só a linha do horizonte se dissolvendo diante dos nossos olhos.

- A beleza desse lugar é algo impossível de ser descrita sem que possa ser sentida - eu disse, quase em voz baixa, como se falar alto pudesse quebrar o encanto.

Ela me olhou satisfeita.

- Sabia que ia gostar, Hel.

Não era apenas o lugar. Era o cuidado. Ela tinha pensado na distância da multidão. No silêncio. No meu jeito de absorver o mundo antes de reagir a ele.

Depois seguimos para o jantar. Ela havia feito reserva em um restaurante charmoso na Orla Bardot. O ambiente entregava romance sem esforço: luz baixa, velas discretas, o reflexo do mar escuro se misturando às luzes da cidade.

Sentamos em uma mesa reservada, afastada das outras, com privacidade suficiente para que nossas vozes não precisassem competir com o resto do mundo.

Assim que nos acomodamos, ela pediu uma garrafa de vinho branco e algumas entradas que combinavam perfeitamente com o meu paladar - como se tivesse memorizado cada detalhe das minhas preferências. Talvez tivesse mesmo.

Observei enquanto ela falava com o garçom, segura, tranquila, dona daquele momento.

- Você planejou tudo isso - comentei quando ficamos a sós.

Ela girou levemente a taça vazia entre os dedos.

- Planejei.

Não havia ironia. Nem jogo. Só intenção.

Depois do jantar, tentei argumentar que já estava tarde. Que podíamos voltar. Que o dia tinha sido intenso o suficiente.

Ela nem deixou a frase terminar.

- Só mais uma parada.

Acabei acompanhando até a Rua das Pedras. A noite estava viva. Luzes refletindo no chão, risadas espalhadas pelo ar, turistas e moradores misturados numa energia que parecia pulsar sob a pele da cidade.

Entramos em um dos bares com música ao vivo. A iluminação era baixa, âmbar, e o som preenchia cada canto sem ser agressivo. Sentamos perto do palco improvisado.

Quando a cantora começou, a atmosfera mudou. Um R&B envolvente, grave marcado, melodia lenta o suficiente para insinuar movimento. Daqueles ritmos que não pedem permissão ao corpo - apenas assumem controle.

Amanda me observou por alguns segundos. Depois se levantou.

Estendeu a mão.

- Vamos. Quero ver como você dança.

- Eu não danço.

Ela inclinou a cabeça, quase divertida.

- Errado. Você não dançava. Agora você é outra pessoa. E essa pessoa é capaz de tudo. Venha. Está com medo de quê?

A palavra ficou suspensa entre nós.

Medo.

Suspirei e aceitei a mão dela.

No começo, meus movimentos eram contidos. Calculados demais. Mas a batida era hipnótica. O cheiro do perfume dela misturado ao calor da noite. A proximidade. As mãos encontrando lugar na cintura, nos ombros.

E então algo estranho aconteceu.

Meu corpo parecia lembrar.

Os movimentos fluíam como se já conhecessem aquele ritmo. Como se já tivessem aprendido aquela coreografia íntima em outra vida, em outro tempo, ou talvez numa versão minha que eu ainda não tinha coragem de assumir.

Ela sorriu quando percebeu.

- Está vendo?

Não respondi. Porque ela estava certa.

Por um momento, me deixei levar. A música, o calor, o toque. O mundo desapareceu até restar apenas nós duas e a batida constante no fundo do peito.

E foi justamente quando percebi que estava me entregando - que estava gostando - que me afastei.

O ar pareceu mais frio de repente.

A música continuava.

Mas algo em mim recuou.

Ela me olhou e sorriu.

Um sorriso pequeno. Levemente triste. Como quem já esperava aquele desfecho.

- Certo. Vamos pra casa.

Não disse mais nada.

O caminho de volta foi silencioso. A cidade ainda vibrava ao nosso redor, mas entre nós havia um espaço novo - não exatamente distância física, mas uma pausa. Um intervalo.

Quando entramos em casa, ela foi direto para o banheiro. A porta se fechou sem força, sem drama. O som do chuveiro começou logo depois.

Eu fiquei na sala, parada, sentindo a ausência dela mesmo sabendo que estava a poucos metros.

Minutos depois, ela atravessou o corredor já de pijama, cabelos úmidos, o rosto neutro. Não cruzou meu olhar. Apenas murmurou um "boa noite" quase automático e entrou no quarto.

A porta se fechou.

Fiquei lá fora, sentada no degrau da varanda, ouvindo o mar ao longe.

Eu sabia exatamente o que ela estava tentando fazer. Não era só sobre o passeio. Não era só sobre o vestido, o vinho ou a dança. Ela estava me lembrando de quem eu fui. De quem eu poderia ser com ela. Estava reacendendo sensações que eu vinha tentando manter sob controle.

Era uma estratégia emocional sofisticada. Sem gritos. Sem imposições. Apenas experiências cuidadosamente escolhidas.

E funcionava.

A questão não era entender o plano dela.

A questão era entender por que eu continuava reagindo.

Amanda ficava cada vez mais tempo e mais forte.

Naquela manhã, quando saí do quarto, ela já estava de pé. Tinha feito o café da manhã e preparado tudo que precisávamos para a trilha. Quando cheguei à cozinha, ela estava tomando café na varanda. Ela adorava ficar ali.

Aproximei-me para dar bom dia. Ela olhou para mim e sorriu, e meu coração idiota ficou contente.

Era difícil fazê-lo lembrar que ela não era Eve.

- Bom dia, minha noivinha.

- Não me chame assim. Já sou casada. E com certeza não sou sua.

- Ainda... Preparei seu café da manhã. Todo esse mau humor deve ser falta de açúcar.

- Não é falta de açúcar. É sua presença.

- Recomendo que se acostume logo. Não irei a lugar nenhum. A não ser pra trilha, claro.

- Não vamos a lugar nenhum!!!

- Você pode ficar. Não perderei a chance de fazer algo interessante.

- Como você é irritante!!!

- Você gosta assim!

Era impossível lidar com ela. Amanda me enlouquecia por completo.

Eu queria muito fazer aquela trilha. Eve e eu estávamos animadas, porém tia Dalila precisou mudar o dia. Agora, ao invés de Eve, teria que fazer aquela trilha com Amanda.

Subimos a trilha e paramos na terceira cachoeira. A água me hipnotizava e me atraía, mas eu não conseguia entrar, pensando no quanto devia estar gelada.

- Não vai entrar, Hel?

- A água deve estar muito gelada, tia.

- Coragem, Helena. Vem! Eu te ajudo.

Amanda pegou minha mão e me conduziu para dentro da água, como um príncipe conduzindo uma princesa.

- James, você tem que tratar como princesa, igual a Eve trata a esposa dela!

- Se eu fizesse isso, você me afogaria, meu amor. Sempre diz que não gosta de ser tratada como mulherzinha.

- Está bem! Está bem! Não use minhas palavras contra mim.

Era divertido ver a dinâmica daquele casal. Tia Dalila sempre era o furacão, e James era a calmaria que a aplacava e a deixava serena.

Era, de certa forma, parecido com minha situação. Amanda era a tempestade. Eve, a calmaria.

Fiquei observando ela nadar, tranquila, como se fizesse parte daquela paisagem.

- Helena, tem mais coisas bonitas pra ver além da sua esposa.

- Deixa ela! Ela está apaixonada.

Fiquei tão envergonhada que não consegui responder. Apenas sorri e me virei para a montanha. A paisagem ali com certeza era linda também.

Ao perceber que eu estava distraída novamente, Amanda se aproximou e me envolveu pela cintura. O contraste da água fria com o calor do corpo dela era estranho e profundamente prazeroso.

Mas eu não podia me entregar a esse prazer.

- Me solte!

- Fique por favor, só por um minuto...

 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 34 - Dualidade:
Mmila
Mmila

Em: 06/03/2026

Essa Amanda é persistente, mas não vai conseguir nada.


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 18/03/2026 Autora da história
Hum sei não hein.Será que Helena vai conseguir resistir?


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jake
jake

Em: 03/03/2026

Força Helena 

Eve lute para voltar ao seu amor....

Responder

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HelOliveira
HelOliveira

Em: 02/03/2026

Resiste Hel....


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 18/03/2026 Autora da história
Tá feia a coisa pro lado da Helena.Corpo que ela ama , pessoa que ela esta tentando detestar.Qual será mais forte?O amor por Eve ou a atração avassaladora por Amanda?



Sem cadastro

Sem cadastro Em: 18/03/2026
Tá feia a coisa pro lado da Helena.Corpo que ela ama , pessoa que ela esta tentando detestar.Qual será mais forte?O amor por Eve ou a atração avassaladora por Amanda?


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