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Entrelinhas da Diferença por MalluBlues

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Palavras: 2568
Acessos: 584   |  Postado em: 02/03/2026

Capitulo 37

Por Bia:

Quando saí daquela sala de reuniões, as pernas tremiam tanto que mal conseguia andar direito. Pietro me esperava no corredor, e a expressão no rosto dele me disse que ele sabia que algo tinha dado muito errado.

Ele não fez perguntas. Apenas me ofereceu o braço, e eu aceitei, deixando que ele me guiasse para fora daquele prédio. Para longe dela.

No carro, o silêncio era ensurdecedor. Pietro dirigia com cuidado, lançando olhares preocupados na minha direção de vez em quando, mas respeitando meu espaço. Só quando chegamos no meu apartamento ele finalmente falou.

— Quer que eu fique? — perguntou gentilmente.

Balancei a cabeça afirmativamente, incapaz de formar palavras.

Subimos juntos, e assim que fechei a porta do apartamento, desabei no sofá. Pietro foi até a cozinha, voltou com dois copos de água e se sentou ao meu lado.

— Conta — ele disse simplesmente.

E então tudo saiu. Contei sobre a conversa que ouvi entre Luísa e Ângela. Sobre como cada palavra tinha me machucado. Sobre Vintervile, sobre aquela noite, sobre o pedido de desculpas dela hoje, e sobre como eu tinha sido cruel em resposta.

Pietro me ouviu em silêncio, sem me interromper, apenas segurando minha mão.

— E agora o melhor é eu me afastar dela — concluí, limpando as lágrimas que teimavam em cair. — Acabar logo com essa farsa. É melhor assim.

Pietro ficou em silêncio por longos segundos, processando tudo que eu tinha dito.

— Bia — ele disse finalmente, com sua voz cuidadosa. — Por tudo que você me contou, não é tudo tão falso assim.

Olhei para ele, confusa.

— O quê?

— Essa implicância de vocês duas — ele continuou. — Desde o começo eu percebi que era... outra coisa. Tinha uma intensidade ali que não era só antipatia.

— Pietro...

— Me escuta — ele insistiu. — Eu percebi o quanto Luísa estava triste naquele dia em que fui à PS para avisá-la sobre o casamento em Vintervile. Ela parecia... perdida. E hoje, na reunião, quando você recusou a renovação... Bia, ela estava arrasada.

— Ela estava apenas... — tentei argumentar.

— Ela estava com o coração partido — Pietro disse com firmeza. — Do mesmo jeito que você está agora.

Abri a boca para rebater, mas não consegui. 

— Mas isso não muda o que ela disse — murmurei. — Não muda o que ela pensa sobre mim.

— Não — Pietro concordou. — Mas ela veio se desculpar. Ela tentou. E você não deixou.

— Porque dói…— admiti, com minha voz falhando. — Dói demais estar perto dela sabendo que...

— Sabendo que você está apaixonada por ela? — ele completou.

O silêncio confirmou tudo.

Pietro me puxou para um abraço apertado.

— Vai doer de qualquer jeito — ele sussurrou. — Então pelo menos dá a ela a chance de tentar consertar. Dá a você mesma essa chance.

Mas eu não estava pronta para isso. 

***

O ensaio fotográfico da tarde foi uma tortura. Sorri para as câmeras, mudei de pose, fiz tudo que pediram. Mas estava no automático, minha mente a quilômetros de distância.

— Perfeito, Bia! — o fotógrafo disse. — Você está radiante hoje!

Mentira. Por dentro, estava despedaçada.

Depois do ensaio, tive mais uma sessão de publicidade para a PS. Ironicamente. Gravei vídeos mostrando os produtos, falei sobre a qualidade, sobre o cheiro.

À noite, quando finalmente estava sozinha no apartamento, abri o Instagram para postar alguns stories dos bastidores do dia. Os comentários chegaram rápido.

"Cadê a Luísa? 👀"

"Quando vocês vão fazer skin care juntas de novo? ❤️"

Fechei o aplicativo antes que pudesse ler mais.

Fui dormir pensando nela. No jeito como ela tinha me olhado naquela sala de reuniões. Na tristeza nos olhos dela. Nas palavras que ela tinha tentado dizer e que eu não deixei.

"Eu te julguei. Eu estava completamente errada."

Virei na cama, abraçando o travesseiro e deixei o sono chegar.

***

O dia seguinte foi uma sequência frenética de compromissos. Reunião com uma marca de roupas pela manhã, almoço com uma editora de revista, entrevista para um podcast à tarde.

Mantive o sorriso, mantive a pose, mantive a máscara.

Quando finalmente voltei para o apartamento no final da tarde, estava exausta. 

Tomei um banho demorado, deixando a água quente levar um pouco da tensão dos meus ombros. Vesti um pijama confortável. Um short de cetim rosa claro e uma regata combinando, e decidi que não sairia de casa pelo resto do dia.

Olhei os aplicativos de delivery e pedi uma pizza. Abri uma garrafa de vinho, me servi de uma taça generosa, e me joguei no sofá.

Fiquei rolando o catálogo da Netflix até encontrar uma comédia romântica boba. Algo leve, algo que não me fizesse pensar.

Estava no meio do primeiro gole de vinho quando a campainha tocou.

Franzi a testa. A pizza não poderia ter chegado tão rápido. E geralmente os entregadores não sobem. O porteiro sempre anuncia.

Caminhei até a porta, confusa, e olhei pelo olho mágico.

Meu coração parou.

Luísa.

Abri a porta. Ela estava ali, no meu apartamento, linda como sempre. Vestia uma calça de alfaiataria preta e uma blusa branca de seda, os cabelos soltos em ondas suaves. E o cheiro do perfume dela… parecia invadir o ambiente.

— Luísa... — disse finalmente, sem saber como agir. Não esperava ela ali. Não estava preparada para isso.

— Bia... — ela disse, sua voz hesitante. — Posso entrar?

Paralisei por alguns segundos e então vi. Um buquê de tulipas coloridas na mão dela. Rosa, vermelho, roxo, laranja, branco...

— Trouxe para você — ela disse com um sorriso tímido.

Dei espaço para ela entrar, fechando a porta atrás dela. Meu coração batia tão forte que tive certeza de que ela podia ouvir.

— Você me trouxe flores? — perguntei, ainda processando.

— Sim — ela disse, me estendendo o buquê.

Peguei as tulipas, o perfume suave delas me envolvendo. Coloquei-as na bancada da cozinha, ainda tentando entender o que estava acontecendo.

— Acho que eu nunca tinha visto um buquê de tulipas — disse, mais para mim mesma do que para ela. — Só em jardins, como o seu...

Virei para encará-la.

— Luísa, agradeço pelas flores, mas não sei se é uma boa nós conversarmos. Eu já disse que te desculpo.

— Sim, mas eu não consegui pedir desculpas da maneira que quero — ela disse rapidamente. — E vim aqui para isso.

Suspirei.

— Está bem... pode sentar.

Apontei para o sofá. O mesmo em que ela já tinha dormido. O mesmo em que já havíamos nos beijado. 

Sentei ao lado dela, mantendo uma distância segura. Meu corpo inteiro estava tenso.

— Bia, eu sei que você ouviu a minha conversa com a Ângela.

— Sim, ouvi — confirmei, mantendo minha voz firme. — Ouvi quando você deixou claro tudo o que pensa sobre mim.

— Bia, eu errei — ela disse, e havia desespero em sua voz. — E te peço para me deixar falar. Deixar eu falar tudo que eu quero.

Respirou fundo.

— Falei coisas que não penso, que não sinto... Ela estava me pressionando, questionando minha capacidade de estar no comando da PS. Dizia que minhas decisões eram equivocadas, que eu estava agindo de maneira emocional, e eu...

Luísa parou. Seus olhos buscaram os meus, analisando cada reação.

— E você... — disse, esperando a continuação.

— E eu estava, em partes, fazendo isso — ela admitiu, olhando diretamente nos meus olhos. — Mas não queria admitir para ela e nem para mim. Por isso falei tudo aquilo. Para colocar uma pedra. Aquilo não é o que eu realmente penso. Admito que já pensei, mas antes... agora não penso isso. Agora eu... eu sei um pouco sobre a pessoa que você é e eu queria saber mais... e eu... eu estou apaixonada por você.

O mundo parou.

Olhei para ela sem acreditar no que estava ouvindo. Os olhos de Luísa estavam brilhando, úmidos de lágrimas não derramadas.

— O que você disse? — murmurei, minha voz mal saindo.

— Eu estou apaixonada por você, Bia — ela repetiu, e uma lágrima finalmente escorreu pelo rosto dela. — E eu sei que estraguei tudo. Sei que te machuquei. Mas eu não podia... não podia deixar você ir embora sem que soubesse a verdade.

Meu coração batia descompassado.

— Luísa... eu...

— Você não precisa dizer nada — ela interrompeu rapidamente. — Eu só precisava que você soubesse. Que aquela noite em Vintervile não foi só química para mim. Que cada momento que passamos juntas significou alguma coisa. Que quando você sorri de verdade, não aquele sorriso de mídia, mas o verdadeiro... meu mundo inteiro para.

Ela respirou fundo, limpando as lágrimas.

— E eu entendo se você não conseguir me perdoar. Entendo se for tarde demais. Mas eu tinha que tentar. Tinha que vir aqui e dizer tudo isso.

— Você me ama? — consegui perguntar, sentindo minha voz tremendo.

Luísa me olhou intensamente.

— Acho que sim — ela sussurrou. — Acho que estou começando a amar. E isso me apavora, Bia. Porque eu nunca senti isso antes. E porque eu já estraguei tudo antes mesmo de começar.

Senti meus olhos lacrimejando.

— Você não estragou tudo — disse, e vi quando os olhos dela se arregalaram com surpresa. — Você me machucou, sim. Mas... eu também não fui honesta. Naquela manhã, depois de Vintervile, eu poderia ter admitido que foi importante e que foi tudo o que eu mais queria. Mas eu tive medo. Então eu ataquei você antes que você pudesse me machucar.

— Bia...

— E aquela conversa que eu ouvi... — continuei, limpando as lágrimas que caíam. — Ela confirmou todos os meus medos. Confirmou tudo que eu achava que você pensava sobre mim. Então foi mais fácil acreditar nisso do que acreditar que...

— Que o quê?

— Que você poderia sentir algo por mim — terminei, finalmente admitindo. — Porque se você sentisse, e ainda assim me tratasse daquele jeito... talvez seria pior.

Luísa se moveu, reduzindo o espaço entre nós.

— Mas eu sinto — ela disse com firmeza. — E eu sinto tanto. Tanto que me assusta. E eu sei que não mereço outra chance, mas...

Não deixei ela terminar. Me inclinei para frente e capturei os lábios dela com os meus.

O beijo começou hesitante, quase cauteloso, mas então Luísa respondeu. Suas mãos geladas encontraram meu rosto, e o contraste com o calor da minha pele me fez estremecer. Ela me puxou para mais perto, eliminando qualquer distância entre nós.

Deslizei minhas mãos pelo pescoço dela e aprofundei o beijo. Quando minha língua encontrou a dela, Luísa soltou um suspiro baixo contra minha boca. O som me atravessou. Nossas línguas se entrelaçaram em um ritmo delicioso. O movimento das nossas bocas era urgente e intenso. 

Quando finalmente nos separamos, ambas estávamos sem fôlego.

— Isso significa... — Luísa começou, sua voz rouca carregada de expectativa.

— Significa que eu também estou apavorada — admiti, minha testa encostada na dela. — Mas que talvez... talvez valha a pena tentar.

— Mesmo depois de tudo?

— Especialmente depois de tudo — disse, com meus lábios quase tocando os dela. — Porque você veio aqui. Porque você trouxe tulipas. Porque você foi honesta comigo de um jeito que eu não fui com você.

Luísa sorriu do jeito mais lindo que eu já tinha visto.

— Tulipas significam amor verdadeiro — ela disse baixinho. — Na verdade, cada uma dessas cores significa algo. Minha mãe disse…

— Sua mãe sabe?

— Ela e minha tia praticamente me empurraram pra cá — Luísa admitiu com uma risada nervosa.

— Esperta, sua mãe.

— Ela tem seus momentos.

Beijei Luísa novamente, mais suave dessa vez, saboreando seus lábios. Suas mãos deslizaram do meu rosto para meu pescoço, descendo devagar pelos meus ombros, dedos firmes me puxando para mais perto até não haver espaço entre nós.

— Bia — ela sussurrou contra meus lábios, a voz rouca. — Eu estava com abstinência do seu beijo.

— Ah, é? — provoquei, voltando a beijá-la com mais intensidade, minhas mãos encontrando a curva da cintura dela por baixo da blusa. — E eu tô com saudade de tanta coisa...

E então não havia mais palavras. Apenas nós duas no sofá, nos beijando como se estivéssemos tentando recuperar cada segundo perdido, cada noite em que dormi sozinha pensando nela.

As mãos de Luísa se entrelaçaram nos meus cabelos, aprofundando o beijo com uma urgência que me fez gem*r contra sua boca. Senti quando ela me puxou para seu colo, e fui sem hesitar, meus joelhos de cada lado das coxas dela, nossos corpos finalmente alinhados.

— Você está linda assim — ela murmurou, os olhos percorrendo meu rosto, descendo pelo meu pescoço. — Com esse pijama, descalça, o cabelo meio bagunçado...

— Para — disse, sentindo meu rosto esquentar sob o peso daquele olhar. — Estou um desastre.

— Está perfeita — ela insistiu.

Empurrei-a suavemente contra o sofá, ficando por cima, meu corpo pressionado contra o dela. O beijo ficou mais profundo, mais urgente. As mãos de Luísa deslizaram pelas minhas costas por baixo do pijama, deixando um rastro de arrepios por onde passavam.

Senti quando os dedos dela encontraram as laterais dos meus seios, hesitando ali, tremendo levemente.

— Bia... — ela ofegou contra meus lábios, sua voz grossa de desejo contido.

Em resposta, peguei as mãos dela e a guiei, colocando-a diretamente sobre minha pele nua. A permissão que ela esperava.

Luísa gem*u baixinho, suas mãos finalmente explorando com confiança, apertando suavemente, provocando, enquanto eu sentia cada terminação nervosa do meu corpo despertar sob seu toque.

— Você é tão gostosa — ela sussurrou contra minha pele, sua boca deixando beijos quentes na minha mandíbula, descendo pelo meu pescoço, mordiscando levemente.

Inclinei a cabeça para trás, dando mais acesso, sentindo meu corpo inteiro vibrar, meu coração disparado no peito, o calor se acumulando baixo no meu ventre.

— Luísa... — gemi quando senti a respiração quente dela contra minha orelha, os dentes provocando o lóbulo.

Me ajeitei melhor entre suas pernas, buscando mais contato, mais pressão, movendo meus quadris instintivamente.

— O que você quer? — ela perguntou, a voz rouca, as mãos firmes na minha cintura.

— Você — admiti sem hesitar, minha voz saindo mais trêmula que pretendia. — Eu quero você.

Ela se afastou o suficiente para me olhar nos olhos, e o que vi ali me roubou o fôlego. Desejo ardente, sim. Mas também ternura. Também algo mais profundo que me assustava e me atraía ao mesmo tempo.

— Você me tem — ela prometeu, sua mão subindo para acariciar meu rosto. — Completamente.

E então estávamos nos beijando e movendo nossos corpos num ritmo que já conhecíamos, mas que parecia diferente agora. Mais lento, mais intencional, carregado de significados…

O som estridente do interfone nos fez paralisar. Luísa me olhou assustada.

— A pizza — murmurei, ainda meio tonta. — Janta comigo essa noite?

Levantei relutante para atender, querendo apenas silenciar aquele barulho insistente que interrompia o momento.

— Eu janto — Luísa disse, vindo ao meu encontro, ajeitando as próprias roupas, o cabelo bagunçado.

E naquele momento, com ela ali na minha frente ainda corada, as tulipas coloridas na bancada da cozinha e o vinho esquecido, eu finalmente me senti feliz de novo.

Fim do capítulo


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