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Entrelinhas da Diferença por MalluBlues

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Palavras: 1517
Acessos: 607   |  Postado em: 02/03/2026

Capitulo 38

Por Luísa:

 

— Ainda não acredito que você me convenceu a fazer essa viagem — disse, saindo do box do banheiro e pegando uma toalha.

— Amor, nós precisávamos disso — Bia respondeu, já se enrolando em sua própria toalha, os cabelos molhados caindo em pelos ombros.

— A minha mãe... — comecei, mas ela não me deixou terminar.

— A sua mãe está com a sua tia legal, na mansão dela... sendo muito bem cuidada — Bia disse, vindo me abraçar pela cintura. — E ela insistiu que você viesse.

Capturei os lábios dela, dando um beijo demorado.

— Você ganhou a tia Verônica no primeiro oi — disse entre os lábios dela, sorrindo.

— Fazer o quê? Faz parte do meu charme — Bia respondeu, me beijando com mais intensidade, suas mãos apertando minha cintura.

— Convencida — provoquei, franzindo o nariz.

— Gostosa — ela rebateu, passando a língua nos meus lábios.

Foi quando minha toalha escorregou e caiu no chão do banheiro. "Acidentalmente", claro.

— Ops — Bia disse com um sorriso malicioso, mas seus olhos escureceram ao me olhar. — Que pena...

— Você deixou cair de propósito — acusei, mas já estava puxando a toalha dela também.

— Prova — ela desafiou.

Não precisei de mais incentivo. A empurrei suavemente contra a parede do banheiro, capturando seus lábios novamente. Dessa vez não havia nada de gentil no beijo. Era pura necessidade, puro desejo.

As mãos dela se perderam no meu cabelo molhado, me puxando para mais perto.

— Luísa... — ela gem*u quando minha boca desceu pelo pescoço dela. — A cama... vamos para a cama...

— Muito longe — murmurei contra a pele dela.

Ela riu, aquele som rouco que me deixava louca, mas então me puxou, nos guiando tropeçando para fora do banheiro, deixando um rastro de toalhas molhadas pelo chão.

Caímos na cama king size do quarto de hotel, rindo e nos beijando, e por um momento tudo foi perfeito. 

***

Acordei com a luz suave da manhã entrando pelas cortinas entreabertas. Levei alguns segundos para lembrar onde estava. Hotel. Praia. Bia.

Virei a cabeça e lá estava ela, dormindo ao meu lado. O cabelo espalhado no travesseiro, os lábios entreabertos, uma das mãos pousada no espaço entre nós.

Tinha passado quase três meses desde aquela noite das tulipas. Três meses desde que finalmente havíamos nos dado uma chance de verdade.

Não tinha sido fácil. Tivemos que aprender a confiar uma na outra, a não deixar que o medo ditasse nossas ações. 

Mas ficamos. Ambas ficamos.

E agora, olhando para ela dormir, percebi o quanto tinha mudado. Eu tinha mudado. Não era mais aquela mulher que tinha medo de sentir, medo de ser vulnerável.

Como se sentisse meu olhar, ela começou a se mexer. Os olhos se abriram lentamente, e quando me viram, um sorriso sonolento apareceu no rosto dela.

— Você está me observando dormir de novo — ela murmurou, a voz rouca de sono.

— Talvez — admiti, passando os dedos suavemente pelo rosto dela. — Você é linda quando dorme.

— Você já disse isso antes — ela disse, se espreguiçando. 

— E eu continuo pensando isso.

Ela rolou para mais perto, se aninhando contra mim, a cabeça no meu peito.

— Bom dia — sussurrou.

— Bom dia, amor.

Ficamos assim por alguns minutos, apenas curtindo a presença uma da outra. Era nesses momentos, os simples e quietos, que eu percebia o quanto a amava.

— Café da manhã na cama? — Bia sugeriu, levantando a cabeça para me olhar.

— Melhor ideia impossível.

Ela pegou o telefone do criado-mudo e ligou para o serviço de quarto, pedindo um café da manhã completo. Quando desligou, voltou para meus braços.

— Sabe o que estou pensando? — ela disse.

— Hmm?

— Que estou feliz. Genuinamente feliz.

Beijei o topo da cabeça dela.

— Eu também.

— Mesmo? — ela perguntou, levantando os olhos para mim. — Mesmo com todo o trabalho que deu para chegarmos aqui? Mesmo com todo trabalho que ficou na PS?

— Especialmente por causa disso — respondi. — Porque nada que vale a pena é fácil, não é?

Ela sorriu, aquele sorriso que iluminava o rosto inteiro.

— Você está ficando meio brega, sabia?

— Culpa sua.

— Eu aceito a responsabilidade.

O café da manhã chegou pouco tempo depois. Comemos na cama, rindo de coisas bobas, planejando o dia. Bia queria ir à praia, caminhar pela areia, talvez nadar um pouco.

— E depois podemos voltar aqui — ela disse com um sorriso sugestivo. — Para uma soneca.

— Soneca — repeti, arqueando uma sobrancelha.

— Ou algo assim.

Terminamos de comer e nos arrumamos. Bia vestiu um biquíni vermelho que me fez perder o ar, coberto por um vestido leve e esvoaçante. Eu escolhi um biquíni preto e uma saída de praia branca.

— Pronta? — ela perguntou, me estendendo a mão.

— Pronta.

***

A praia era perfeita. Não muito cheia, água cristalina, areia branca e macia. Caminhamos pela beira do mar, de mãos dadas, deixando as ondas molharem nossos pés.

— Isso aqui parece um sonho — Bia disse, olhando para o horizonte.

— Um sonho bom — concordei.

— O melhor.

Paramos em um ponto mais isolado, longe de outros banhistas. Bia soltou minha mão e correu para a água, rindo quando uma onda a acertou.

— Vem! — ela gritou. — A água está perfeita!

Segui atrás dela, e logo estávamos nadando, brincando como crianças. Não me lembrava da última vez que tinha me sentido tão... leve.

Em determinado momento, Bia nadou até mim e me puxou para perto, envolvendo as pernas na minha cintura.

— Oi — ela disse, sorrindo.

— Oi — respondi, segurando sua cintura.

— Eu te amo — ela disse, simplesmente. Como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Meu coração acelerou. Não eram as primeiras vezes que dizíamos isso uma para a outra.

— Eu também te amo — disse, aproximando meu rosto do dela. — Tanto.

Nos beijamos ali, no meio do mar, com as ondas balançando ao nosso redor. E pela primeira vez em muito tempo, não me importei com quem poderia estar olhando. Não me importei com o que pensariam.

Porque isso era real. Nós éramos reais.

***

Voltamos ao hotel no final da tarde, exaustas mas felizes. Tomamos outro banho, dessa vez mais rápido (embora Bia tenha tentado me convencer a demorar mais), e nos jogamos na cama.

Bia estava deitada de bruços, os cabelos ainda úmidos espalhados pelo travesseiro. Sentei ao lado dela, traçando padrões invisíveis nas costas dela com os dedos.

— Isso é bom — ela murmurou, os olhos fechados.

— Só bom?

— Maravilhoso — ela corrigiu. — Perfeito.

Continuei com os movimentos suaves, pensando em tudo. Em como tínhamos chegado até ali.

— Bia — chamei baixinho.

— Hmm?

— Obrigada.

Ela abriu os olhos, virando a cabeça para me olhar.

— Por quê?

— Por não ter desistido de mim — disse. — Por ter me aceitado naquela noite com as tulipas. 

Bia se virou completamente, ficando de frente para mim.

— Foi a melhor escolha que já fiz — ela disse, pegando minha mão. 

Bia sorriu, se levantando e saindo da cama por um momento. Foi até a mesa onde tínhamos colocado nossas coisas e voltou com algo nas mãos.

Uma tulipa. Rosa claro, delicada, perfeita. 

— Eu vi e não resisti — ela disse, se sentando de volta na cama. — Me lembrou daquela noite.

Peguei a flor, sentindo meus olhos lacrimejarem.

— Você é tão brega — disse, rindo e chorando ao mesmo tempo.

— Tive uma excelente professora? — ela brincou.

— Exatamente isso.

Bia pegou a tulipa de volta e, com cuidado, prendeu-a no meu cabelo, atrás da orelha. Seus dedos demoraram ali, acariciando meu rosto.

— Minha namorada de verdade agora — ela disse baixinho, seus olhos brilhando.

— De verdade — repeti, a palavra. — Finalmente.

E era verdade. Não havia mais contratos falsos, não havia mais câmeras, não havia mais pretensão. Era só nós. Real, imperfeito, mas completamente nós.

Beijei Bia mais uma vez, sentindo a tulipa roçar em minha bochecha, e pensei que sim, tinha valido a pena. Cada segundo difícil, cada momento de dúvida.

Porque tudo tinha nos levado até aqui. Até esse quarto de hotel, até essa cama, até esse beijo.

Até esse amor que era tão real que às vezes ainda me assustava.

Mas não estava mais fugindo. Nunca mais fugiria.

Quando nos separamos, Bia encostou a testa na minha, seus olhos fechados, um sorriso suave no rosto.

— Para sempre? — ela sussurrou.

Pensei na minha mãe, que tinha atravessado a chuva para pedir desculpas ao homem que amava. Pensei na tia Verônica, que sempre me incentivou a lutar pelo que eu queria. Pensei em tudo que Bia e eu tínhamos passado para chegar até aqui.

— Para sempre — prometi.

E pela primeira vez na minha vida, não tive medo de fazer uma promessa assim.

Porque com ela, eu sabia que conseguiria cumprir.

 

FIM

Fim do capítulo


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