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Srta Matsuzaki por EmiAlfena

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Palavras: 2609
Acessos: 352   |  Postado em: 22/02/2026

Capítulo 34 - O Fim da Linha

 

Cerca de dois meses haviam se passado desde que Hinata retornou do Brasil, e a vida no imponente complexo residencial dos Kodama era tão fria e silenciosa quanto os corredores de mármore do prédio. A presença de seu pai era uma sombra constante, e a liberdade que ela havia provado no Brasil parecia um sonho distante. No entanto, Haruto, fiel à sua promessa, foi a única fresta de luz. 


Após uma reunião tensa com o temido Senhor Kodama, o jovem conseguiu, com sua habitual lábia, reverter a situação de aprisionamento de sua irmã. Ele garantiu ao pai que ficaria pessoalmente responsável por Mizuki e a manteria em rédea curta, afinal, se o Senhor Kodama não poderia confiar nele para cuidar de sua própria irmã, como poderia confiar em Haruto para comandar o Grupo Kodama? A lógica era impecável e, para surpresa de Hinata, seu pai cedeu.


— Você é realmente habilidoso quando se trata de convencer o Senhor Kodama de algo. — Hinata comentou, sentada em uma poltrona, observando o irmão sorrir com a vitória.


— É um dom natural, irmãzinha. — Haruto respondeu, jogando-se no sofá oposto com um ar de triunfo. — Mas me prometa que não vai sair fazendo besteiras como, por exemplo, ir ver aquela jovem. Por enquanto, consegui que você tivesse autorização para ao menos sair de casa, única e exclusivamente para ir trabalhar. Se pisar na bola, papai não vai ceder novamente.


— Fique tranquilo quanto a isso, meu irmão. Serei cautelosa. — Hinata respondeu, embora a promessa parecesse um peso em sua língua.


— Agora sobre aquele pendrive que você deixou comigo, tenho que admitir que houve uma grande comoção quando entreguei ao nosso setor Jurídico. Quase presenciei nossos advogados se estapeando para pegarem o caso. Foi hilário. 


— Fico feliz por ter se divertido. —  O sorriso tímido não alcançou seus olhos.


— Irmãzinha, aquele homem, Jorge, está sendo acusado de arquitetar e executar milhares de alterações fiscais e desviar dinheiro da empresa. Mas… eu dei uma atenção especial como me pediu e entrei em contato com o RH e não havia nada na ficha dele, exceto duas advertências que você mesma aplicou, uma delas era relacionada a sua garota, Ana, foi  quando solicitei uma investigação particular. — Haruto ergueu um envelope e o entregou a Hinata. Enquanto a mulher folheava ele prosseguiu — O homem que contratei falou com todos que conseguiu, que trabalharam em algum momento com esse Jorge, a maioria antigos estagiários, todos relataram atitudes abusivas da parte dele. De acordo com esses relatos minha irmã ele não era só um chefe horrível, disseram que ele assediava mulheres também. Conseguimos falar com catorze antigas funcionárias e todas elas disseram praticamente a mesma coisa. Mas a cereja do bolo foi que três delas relataram que foram demitidas depois de aceitarem dormir com ele e cerca de um mês depois descobriram que estavam grávidas. Eu não me surpreenderia se esse cara fosse o pai dessas crianças. —  Haruto viu que os olhos de Hinata se encheram de lágrimas enquanto examinava os documentos. — Irmã? Esse homem mexeu com você? — Haruto disse apertando o punho.


— Não, mas… ele mexeu com a mulher que eu amo. 


— Entendo… — Sentindo que o clima estava pesado Haruto estufou o peito com um ar todo orgulhoso de salvador da pátria continuou  — Eu não sei você irmãzinha mas acho que acusá-lo de desvio de dinheiro não vai ser o suficiente para mim. Ninguém mexe com a mulher que a minha irmã ama e sai impune. Considere esse assunto resolvido. —  Hinata sorriu para o irmão pois sabia que ele faria tudo o possível para vingar Ana. 


— Mas… eu preciso perguntar… e sobre sua garota? Vai querer que eu a investigue também? Se quiser, tenho… — Hinata o interrompe.


— Não precisa, meu querido irmão. Você já tem me ajudado bastante e… depois do que eu fiz com a Ana, é bem provável que ela nunca mais deseje olhar para mim novamente. Afinal de contas, eu menti sobre minha identidade. — A voz de Hinata estava carregada de arrependimento, um sentimento que ela odiava.


— Vai desistir dela? — Haruto perguntou, a voz suave, percebendo a profundidade da dor de sua irmã.


— Eu vou amar a Ana para todo o sempre, mas seria tola se alimentasse esperanças de tê-la novamente em meus braços. — Ela respondeu, desviando o olhar. — Mas Shima me disse algo que me fez pensar: "Não somos capazes de prever o futuro".


— Essa é a minha irmãzinha. — Haruto sorriu, aliviado. — Mesmo frente a toda adversidade do mundo, continua tendo esperanças. Para ser sincero, prefiro essa versão apaixonada do que a versão com quem eu cresci.


Hinata ameaçou jogar uma almofada em seu irmão, que fez uma careta, mostrando a língua antes de esconder o rosto com os braços, protegendo-se do ataque de almofada voadora de sua irmã. O riso dela, alto e sincero, ecoou pela sala, um som raro e bem-vindo na casa dos Kodama.


—xxx—


Durante os três meses que se seguiram, Hinata não apenas conseguiu consertar todos os processos que seu irmão, nada habilidoso com burocracia, havia arruinado mas também se tornou a nova força motriz por trás da empresa. No entanto, sua vida pessoal era uma prisão dourada. Nesse período, havia sempre dois seguranças a acompanhando em todos os lugares. Ela saía da casa de seu pai direto para o escritório e retornava para casa após o expediente. A única exceção permitida era a presença de Haruto.


Sempre que seu irmão estava em Tóquio, ele a visitava. Ele era a única pessoa autorizada a conversar com Mizuki Kodama sem a necessidade de aprovação prévia do próprio Senhor Kodama. Seus encontros eram a única oportunidade para Mizuki se sentir como uma pessoa, e não apenas uma herdeira aprisionada.


— E aí, irmãzinha, como anda a vida? Já encontrou um novo amor? — Haruto perguntou um dia, tentando aliviar a tensão.


Hinata olhou de forma ameaçadora para seu irmão, que imediatamente levantou as mãos em rendição.


— Certo, certo, já entendi que não está para brincadeiras hoje.


— Que bom que entende as coisas rápido. A propósito, preciso que entregue um documento para o meu advogado. — Hinata disse, com um brilho malicioso nos olhos.


— Qual advogado?


— O advogado que você vai contratar para mim, sem que o Senhor Kodama saiba.


Haruto a olhou, um sorriso de orgulho se formando em seu rosto. — Eu vou fazer isso?


— Vai sim. Afinal, creio que foi você mesmo quem me disse, e não faz muito tempo, que devemos preparar o terreno para conquistarmos nossos sonhos, de forma a parecer que as ações do Senhor Kodama pareçam corretivas, mas que, na realidade, sejam exatamente o que pretendemos.


— Que orgulho, irmãzinha. Finalmente consegui te ensinar algo. — Haruto riu, sua voz cheia de admiração.


—xxx—


Os dias foram passando, e as poucas visitas de Haruto eram esperadas com ansiedade, pois seu irmão era o único que poderia saber dos planos de Hinata. Tudo isso fazia com que ela se sentisse sufocada, como jamais havia se sentido antes. Após seis longos meses, várias partes do plano já estavam encaminhadas, ao mesmo tempo em que o Senhor Kodama também havia diminuído a vigilância constante.


Os seguranças buscavam Mizuki na propriedade Kodama e a levavam até o escritório e, no fim do expediente, ela retornava para casa. Caso ela quisesse passar em algum lugar pelo caminho, esse desvio deveria ser informado com antecedência. Até passeios por parques ou saídas para o shopping nos dias de folga não foram negados. A única exigência era de que os seguranças a acompanhassem em todos os eventos. Hinata viu nesses pequenos atos de liberdade um sinal de que a confiança de seu pai estava sendo restaurada, e ela se dedicou a cumprir cada regra.


Faltavam apenas dois meses para completar um ano desde que Mizuki havia voltado para o Japão. No dia em que o Senhor Kodama autorizou que ela voltasse a dirigir seu próprio carro e voltasse a poder sair sem a companhia de seus seguranças, desde que ela o informasse sobre seu paradeiro. Hinata não chegou a contar, mas se o tivesse feito, teria perdido as contas de quantas vezes pensou em contatar Ana nesse período. Algumas noites, ela chegou a sonhar com o tempo em que elas ficaram juntas, e ainda que fosse apenas um sonho, era o que lá no fundo ela desejava intensamente.


"Com quem quer que você esteja agora, Ana, espero que esteja muito feliz." 


O desejo mais profundo de Hinata Matsuzaki era que sua amada fosse feliz, independentemente se não pudessem estar juntas. Era um amor tão puro que doía.


—xxx—


Mais um dia no trigésimo segundo andar na matriz do Grupo Kodama, e Hinata estava finalizando um relatório que seria anexado em um dos processos administrativos que o departamento jurídico estava trabalhando. Ela havia passado o último mês na Europa, comportada como a filhinha perfeita que sempre foi. Hinata sabia reconhecer quando estava sendo seguida e o quanto seu pai ainda a vigiava. Investigando a filial de Portugal, que se envolveu em um escândalo depois que seu diretor foi preso por contratar pessoas em troca de favores pessoais, esta havia sido a demanda mais recente que seu irmão Haruto havia delegado a ela. 


Entretanto, naquela tarde, diferente de todas as outras em que ela trabalhava, o Senhor Kodama entrou de supetão pela porta, sem bater ou ser anunciado pela secretária. Sua presença preencheu a sala com uma aura de fúria.


— O que está aprontando agora, Mizuki? — A voz dele era um rosnado baixo, mas cheio de ameaça.


— Senhor Kodama? Do que se trata? — Hinata perguntou, levantando-se calmamente de sua cadeira, mas com sua mente já entrando em modo de alerta.


— Já tive paciência demais com você, criança. Te dei chances de se comportar e voltar a ser ao menos uma parcela do que você já foi.


— Peço, por favor, que o senhor me explique melhor do que se trata, pois infelizmente não estou compreendendo.


— Você sabe bem do que estou falando, não se faça de dissimulada. Aquela primata que você trouxe daquele lugar imundo... Eu não deveria ter baixado a guarda com você, eu sabia que você não iria desistir dela.


Hinata sentiu seu coração dar um salto. Mas ela manteve a compostura. — Creio que houve um mal-entendido. Eu trouxe quem?


— Ana Ribeiro, ou vai dizer que não sabe de quem eu estou falando?


O nome de Ana, vindo da boca de seu pai, a atingiu como uma flecha. Hinata precisou de todos os anos de prática para esconder sua reação naquele momento. 


"Ana? Ela está aqui? Como assim ela está aqui?" 


Sua mente girou, mas sua expressão permaneceu impassível.


— Peço perdão, Senhor Kodama, mas realmente não saberia dizer ao que o senhor está se referindo. Sei que Ana mora no Brasil e não nos falamos desde que voltei para o Japão.


— Você ousa mentir para mim? Eu a reconheceria em qualquer lugar. — Ele tirou o celular do bolso e, com um movimento irritado, mostrou o visor para a filha. A tela exibia a imagem das câmeras de segurança da recepção: uma figura pequena, mas inconfundível. O coração de Hinata errou as batidas quando viu Ana, ainda que a imagem fosse bem pequena e distante. As roupas, o cabelo, a postura cansada... tudo era dela.


"É a Ana! Ela está tão linda como sempre. Mas preciso me controlar."


Hinata respirou calmamente alternando o olhar da tela do celular para os olhos de seu pai e disse de forma firme, sua voz em um gélido contraste com o calor de sua alma. — Creio que houve um engano.


O Senhor Kodama guardou o celular, a raiva aumentando. — Eu sabia que deveria ter forçado aquela mulher a assinar aquele contrato. Assim, agora eu poderia não só tirar todo o dinheiro que ela teria ganhado, como também iria colocá-la na cadeia. A própria existência dela é uma desonra ao nome da nossa família, e tudo isso por culpa sua, Mizuki. Pensei ter te ensinado melhor do que isso.


— Creio novamente que houve um engano. Pois não me recordo de nenhum momento em que o grande Senhor Kodama me ensinou algo. — Hinata soltou, a insolência deliberada e uma provocação calculada.


— Como você ousa dizer algo tão desrespeitoso assim? Não esqueça que sou seu pai, e a família sempre deve vir em primeiro lugar. — O rosto do Senhor Kodama estava vermelho de fúria.


— Pai? Às vezes, gostaria que não fosse. — Hinata respondeu, o olhar fixo no dele.


O Senhor Kodama, que já estava vermelho de raiva, parecia que ia explodir. Ele se aproximou da filha e, com um movimento rápido e violento, deu-lhe um tapa no rosto. A pele de Hinata ardeu, mas ela não vacilou.


— Pois bem, estou farto de ter uma filha tão insolente e desonrosa. — Ele declarou, a voz tremendo de raiva.


— Então… a partir de hoje não se preocupe mais com isso. — Hinata disse, com a cabeça erguida.


Vendo que sua agressão não intimidou Hinata, o Senhor Kodama saiu da sala, xingando e reclamando para si próprio, o som de seus sapatos ecoando pelo corredor até desaparecer. Na sala, a mulher estava ofegante com toda a adrenalina do momento. Seu rosto começava a arder e formigar enquanto Hinata passava a mão por sua bochecha sentindo que seu rosto estava quente e provavelmente deveria estar ficando vermelho com o tapa, mas ela não se importou. A dor física era insignificante perto da alegria avassaladora de saber que Ana estava ali. Pegou seu celular e ligou para um dos únicos contatos liberados além de contatos de emergência, seu irmão Haruto.


— Chegou a hora.


— Como assim "chegou a hora"? — A voz de Haruto estava cheia de confusão.


— Ligue para o meu advogado.


— Mas ainda faltam...


— Não temos tempo. Mande que inicie o processo ainda hoje. — A voz de Hinata era um comando, frio e urgente.


— Certo! — Pela primeira vez, Haruto usou um tom de voz sério e profissional, entendendo a gravidade da situação.


Não havia muito tempo. Assim que desligou a chamada com seu irmão, ela discou 110. O número da emergência japonesa. A decisão final estava tomada.


—xxx—


O pânico já havia tomado conta de Ana há vários minutos. O carro, silencioso e escuro, a levava para um destino desconhecido. O momento mais obscuro e tenso aconteceu quando a viatura parou. Ela olhou para o lado de fora e viu a fachada de uma casa japonesa, pouco iluminada pela luz da rua. O policial que estava no banco do passageiro desceu e apertou um interfone.


Ana conseguiu ouvir ele dizer, em japonês, que haviam trazido Ana Ribeiro. Seu coração gelou, mas não teve tempo de pensar. Alguns segundos depois, a lâmpada da varanda se acendeu, e a jovem duvidou do que seus olhos estavam vendo.


Hinata Matsuzaki estava na porta da pequena varanda da casa. Seus cabelos estavam presos em um coque bagunçado, os olhos cansados, mas seu olhar era de uma intensidade que Ana reconheceu imediatamente. Hinata não sorriu, mas sua presença ali, sob a luz fraca, foi a resposta para todas as dúvidas de Ana. O motor do carro foi desligado. O policial no banco do motorista abriu a porta para que ela descesse. 


Ana saiu do carro, com as pernas bambas, sua mochila agora pesando em suas costas. Hinata estava a poucos metros de distância, esperando por ela.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Bom dia! Boa Tarde! Boa noite!


Estamos bem? Todo mundo respirando?




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Comentários para 35 - Capítulo 34 - O Fim da Linha:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 22/02/2026

Quase infartando....porém viva e feliz

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