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Echoes of Larkhill por Lady Texiana

Ver comentários: 3

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Palavras: 2818
Acessos: 265   |  Postado em: 16/02/2026

Capitulo 6

 

Larkhill. 04:30 PM.

A tarde sucumbira a uma chuva gélida e persistente que golpeava o telhado com a cadência de um tambor de guerra antigo. O vento uivava pelos campos de aveia, dobrando o carvalho centenário que, em protesto, batia os seus galhos ritmicamente contra as paredes da casa.

Giovana observava o massacre persistente da chuva contra a vidraça, a brasa do cigarro mentolado iluminando brevemente o seu rosto pensativo. O e-mail de Londres era como uma sombra sobre a sua consciência, mas era a mulher no quarto ao lado que verdadeiramente ocupava os seus pensamentos. Como era possível que, em menos de uma semana, aquela russa enigmática tivesse desmantelado as defesas que ela levara anos a construir na caserna? Por trás da armadura militar - forjada pela necessidade de ser inquebrável num mundo de homens - Giovana escondia a alma de uma romântica que ainda acreditava no impacto do primeiro olhar.

O pensamento na família trouxe-lhe um momento de culpa. Domingo era o aniversário da mãe, e o dever, mais uma vez, exigia o sacrifício dos afetos. Ela vivia em guerra com o pai, mas a mãe era o dano colateral de uma carreira que Giovana não sabia como abandonar. A farda era a sua pele; a adrenalina, o seu oxigênio.

O seu devaneio foi quebrado por um movimento lá fora. Através da névoa de gelo, viu uma figura atravessar o pátio: Irina. Ela caminhava sob o aguaceiro, sem qualquer proteção, em direção ao celeiro.

- Mas o que é que ela está fazendo? Maldição, o carro! - O instinto de proteção (e a paranoia alimentada pelo dever) disparou junto com a adrenalina que explodia em seu corpo. Giovana desceu as escadas num fôlego, agarrou a capa de chuva no átrio e mergulhou na tempestade.

Os cinquenta metros até ao celeiro pareceram quilômetros. Ao abrir a porta pesada, a penumbra acolheu-a. O ar estava saturado com o cheiro da lã úmida, feno e óleo de motor. Pequenos flocos de poeira flutuavam nas frestas de luz que restavam. À direita, a lona sobre o carro denunciava o segredo que eles guardavam.

Giovana avançou em silêncio até divisar Irina, agachada num canto escuro.

- Olá - disse suavemente.

Irina sobressaltou-se, virando-se com o olhar uma brasa azul incandescente. Nas mãos, protegia algo pequeno.

- O que quer? Porque está atrás de mim assim? - A voz dela, mais rouca do que o habitual, vibrava com uma indignação defensiva.

- Te vi sair sem proteção. Pensei que precisasse de ajuda.

- Não preciso. Vai embora - retorquiu Irina, voltando-lhe as costas.

Curiosa, Giovana aproximou-se e agachou-se ao seu lado. O contato das pernas foi inevitável; um choque térmico e elétrico que fez Giovana questionar se o arrepio que sentiu era realmente provocado pelo frio. Numa caixa velha, uma gata preta amamentava a sua ninhada.

- Tinha me esquecido que a Sra. Jones falara deles - comentou Giovana, estendendo a mão para afagar o pequeno felino de pelo amarelado que Irina segurava.

- Encontrei este na cozinha. Estava miando muito... achei que precisava da mãe - explicou Irina, e por um breve momento, a dureza da sua voz deu lugar a uma ternura melancólica, como uma lembrança que teimava em vir à tona em um mar revolto.

Giovana observou-a de perfil. Irina tremia violentamente; a roupa colada ao corpo revelava a fragilidade que ela tentava esconder.

- Precisa se aquecer. Está encharcada. Vai ficar doente assim - disse Giovana, levantando-se e oferecendo a mão.

Irina aceitou a ajuda para se erguer, os dentes tiritando. O olhar dela encontrou o de Giovana, e a resistência pareceu dissolver-se perante a preocupação genuína que viu nos olhos da Major.

- Tens razão. Vou entrar.

- Espera - disse Giovana, segurando-a gentilmente pelo braço. O toque fez a pele de Irina formigar sob o tecido molhado. - Leva a minha capa. Está quase nevando e o vento está muito forte, pode ficar perigoso.

Irina voltou-se. O espaço entre elas encurtou. O celeiro, com os seus sons de madeira a ranger e o calor animal, tornou-se o único universo existente. Irina olhou para o rosto molhado de Giovana, detendo-se nos lábios que pareciam um convite silencioso sob a luz pálida.

Giovana sentiu a mudança súbita de atmosfera. A respiração de Irina tornou-se errática, e os seus olhos azuis assumiram uma tonalidade escura, profunda, como os de cobre derretido do olhar de Giovana, uma cor densa e ardente. O coração de Giovana martelou contra as costelas, enviando uma sensação de prazer antecipado por cada nervo do seu corpo.

Lentamente, como se estivesse a desarmar uma bomba ou a iniciar um ritual, Giovana puxou-a para si. Uma mão mantinha o aperto no braço, enquanto a outra envolvia as costas de Irina, sentindo a umidade da roupa e o calor da pele que começava a irradiar através dela. Estavam tão próximas que o vapor das suas respirações se misturavam no ar gélido do celeiro.

***

Houston, Texas.

Peter Baxter não estava habituado a ser contrariado. Sentado na poltrona de couro do seu escritório - um santuário de madeira escura e troféus numa mansão de estilo sulista - ele remoía a frustração junto com um charuto cubano. O uísque sem gelo descia queimando, mas não tanto quanto a recusa persistente de Giovana em assumir as rédeas dos negócios da família.

Olhou pela janela para os jardins exuberantes, que desafiavam o inverno texano com a mesma arrogância com que ele desafiara o mercado de petróleo anos antes. A mente de Peter viajou no tempo. Viu a pequena Giovana, com o queixo erguido e o olhar em brasa, recusando ajuda após cair de um cavalo ruão e quebrar o braço. Ela não chorara. Com o rosto congestionado pela dor, fizera questão de guardar o animal no estábulo antes de aceitar ir ao hospital.

Naquele dia, ele sentira um orgulho que quase lhe sufocava o peito. Ela tinha a sua fibra. Tinha a disposição férrea de quem não apenas supera obstáculos, mas os esmaga.

Contudo, a adolescência trouxera a ruptura. A frase dela ainda ecoava como um tiro nas paredes do escritório: "Vou caminhar com as próprias pernas". E assim, a menina que subia no seu colo após um longo dia de trabalho transformou-se numa desconhecida. Peter pensara que ela voltaria em um mês, implorando pelo conforto financeiro. Subestimara a própria linhagem.

Giovana não só partira com uma mala, como construíra uma vida de mérito próprio. Carreira militar, doutorado em Física, recordes e medalhas, militares e acadêmicos. Peter ostentava um orgulho secreto, mas nunca admitido. Para ele, era incompreensível como a sua "princesa" escolhera o chão da caserna em vez do brilho do império petrolífero e da alta sociedade. Não entendia como sua filha preferia estar de botas pesadas a estar em um salto alto, em refinados bailes de gala.

Havia também o silêncio sobre a sua vida pessoal. Peter ignorara, durante quinze anos, o fato de ela nunca ter apresentado um pretendente. Nem mesmo na formatura houve um par. Agora, envelhecido e com ambições políticas ao Senado, ele acalentava a esperança de que ela pendurasse o uniforme, voltasse para casa e, quem sabe, lhe desse um neto para herdar o trono da Baxter Oil & Construction.

Uma batida discreta na porta interrompeu o seu monólogo interno. Maria, a sua esposa, entrou no recinto. O seu sotaque mexicano, suave e melódico, trouxe um breve alento ao ambiente pesado.

- A Giovana ligou? - perguntou ele, sem desviar os olhos do jardim. - Não mi amor - respondeu Maria, a voz anasalada e fluida. - Ela ainda não ligou, mas temos de ter paciência, Peter. Ela vai ligar.

O velho suspirou, um som carregado de uma espera que parecia eterna. Maria observou-o em silêncio. Queria dizer-lhe que o diálogo franco era a única saída, mas conhecia bem o homem com quem casara. Peter e Giovana eram duas forças da natureza destinadas a colidir ou a orbitar-se à distância, mas nunca a ceder.

 

Maria saiu de mansinho, fechando a porta e deixando o marido entregue aos seus fantasmas de poder e saudade. No Texas, o império esperava; em Larkhill, a herdeira estava prestes a arriscar tudo por uma mulher que nem sequer deveria conhecer.

***

Larkhill. 04:45 PM.

O Sr. Jones entrou pela porta das traseiras, o frio agarrado ao seu casaco de lona. A cozinha exalava o conforto do lar, mas os seus olhos de veterano procuravam algo mais que o aroma dos bolinhos.

- E as nossas hóspedes? - perguntou, a voz baixa, carregada de uma gravidade que a esposa não captou. - Nos quartos, suponho. Com este gelo lá fora, o melhor é ficarem debaixo das mantas. Logo faço um chocolate quente e as chamo - respondeu a Sra. Jones, sem interromper a lida.

O homem pegou um bolinho, mas o seu pensamento estava no rádio de ondas curtas e nas sombras que vira na estrada. - Preciso falar com a nossa agente. Há coisas acontecendo que tem me deixado inquieto. Se ela descer, avisa-me. Estarei no celeiro afiando as tesouras de tosquia.

Saiu novamente, mergulhando no ar cinzento da tarde, sem saber que estava prestes a interromper um momento que mudaria o curso da missão.

No interior do celeiro, o tempo tinha parado. Giovana sentia o corpo de Irina fundir-se ao seu numa simbiose de calor e umidade. Uma gota de chuva deslizou pela face de Irina com uma lentidão hipnótica, parando sobre o lábio superior, antes de ser colhida pelo suspiro seguinte.

O aroma de Irina - uma mistura de chuva, pele e algo profundamente feminino - atingiu os sentidos de Giovana como uma droga. A Major desaparecera; restava apenas a mulher em chamas, consumida por uma necessidade que transcendia a razão.

Giovana tomou os lábios dela num beijo faminto, uma colisão de dentes e línguas que provava e provocava o êxtase. Quando sentiu as mãos de Irina deslizarem por baixo do seu agasalho de lã, tocando a pele nua das suas costas com dedos gélidos, mas determinados, o desejo explodiu.

Um gemido baixo escapou de Irina quando a mão de Giovana encontrou a curva do seu seio, apertando-a com uma urgência possessiva. Giovana baixou o rosto, a boca percorrendo o tecido molhado, lambendo e sugando através da renda do sutiã encharcado, arrancando de Irina um arquejo que ecoou pelas vigas de madeira do celeiro.

Estavam perdidas uma no território da outra, território que há muito deixara de ser hostil, surdas ao vento e cegas ao perigo, até que o ranger pesado da porta principal cortou o ar como um tiro.

- Olá? Está alguém aqui? - A voz do Sr. Jones ressoou no espaço amplo, segundos antes de a realidade atingir Giovana como um balde de água gelada.

O instinto militar reagiu antes da consciência. Num movimento fluido, Giovana girou, colocando o seu corpo como um escudo à frente de Irina, escondendo o desalinho da russa.

- Er... sim, Sr. Jones. Estamos aqui... com os gatinhos - respondeu Giovana, a voz falhando, o coração a martelar num ritmo que não tinha nada a ver com o medo, mas com a interrupção abrupta da paixão.

O Sr. Jones parou. Os seus olhos, habituados a ler o terreno, focaram-se nas duas mulheres. Viu as faces congestionadas pelo rubor, o brilho selvagem nos olhos e as respirações descompassadas que formavam pequenas nuvens de vapor. O choque e a compreensão estamparam-se no seu rosto enrugado, num silêncio que pareceu durar uma eternidade.

***

Larkhill. 05:00 PM.

O silêncio que se seguiu à interrupção foi denso, apenas cortado pelo som da chuva fustigando o telhado. O Sr. Jones pigarreou, um som seco que pareceu um tiro no ambiente carregado. Murmurou uma desculpa inaudível sobre as tesouras e saiu apressadamente, deixando a porta dupla de ferrolho aberta para o frio. A sua retirada abrupta era o testemunho mudo de que o que vira não poderia ser desvisto.

Giovana demorou um átimo para se recompor. Quando finalmente se virou para Irina, ainda viu, por um breve segundo, o brilho residual do desejo e da entrega naqueles olhos azuis. Mas foi um vislumbre fugaz. Quase instantaneamente, uma cortina de gelo baixou sobre o olhar da russa, ocultando qualquer vestígio de vulnerabilidade.

Sem proferir uma única palavra, Irina empurrou-a lateralmente e saiu para o aguaceiro. Não olhou para trás. Deixou Giovana sozinha no centro do celeiro, atordoada, com o cheiro dela ainda impregnado na pele e o coração tentando recuperar um ritmo que a razão já condenara.

O primeiro pensamento de Giovana foi uma autocrítica impiedosa. Profissionalismo, Baxter. Onde está o teu maldito profissionalismo? Já acontecera antes. Já deixara que a emoção nublasse a sua mente analítica, e o rasto de destruição que se seguira fora a lição mais dura da sua carreira.

Desta vez, não. Não permitiria que o desastre se repetisse, especialmente agora que o tabuleiro internacional estava em chamas.

Respirou fundo, sentindo o ar frio purificar os pulmões. Com a disciplina de quem desativa uma carga explosiva, mandou o próprio coração às favas. Recusou-se a admitir que aquela mulher - tão intratável quanto adorável - estava se tornando o seu centro de gravidade. Com passos firmes e o rosto fechado na máscara da Major, dirigiu-se à casa. Procurou o calor daquele lar que, ironicamente, lhe oferecia mais paz do que a luxuosa e gélida mansão dos Baxter no Texas.

No andar de cima, Irina Zakirova era como um naufrágio, as emoções estilhaçadas. Entrara em casa como uma sombra, evitando os Jones, e trancara-se no quarto. O espelho devolvia-lhe uma imagem que ela mal reconhecia: o rosto afogueado, os lábios inchados e rubros - provas irrefutáveis de uma paixão que ela já não conseguia negar.

Jogou-se na cama, abafando o rosto no travesseiro macio. O seu autocontrole, outrora uma fortaleza, estava em ruínas. A determinação de não sentir fora pulverizada pelo toque da texana.

Um soluço preso na garganta libertou-se, transformando-se num choro convulsivo e silencioso. As lágrimas molhavam o travesseiro enquanto a sensação de impotência a esmagava. Irina percebeu, com uma clareza dolorosa, que estava presa num limbo: não podia avançar para o que sentia por Giovana sem antes resolver o bloqueio que ocultava o seu passado. Precisava urgentemente saber quem era, mesmo que a verdade pudesse destruí-la ou que fosse o preço final para poder amar.

***

Larkhill. 05:15 PM.

Giovana entrou em casa como uma sombra, movendo-se com a cautela de quem espera atravessar um campo minado sem detonar os sensores. O seu objetivo era o santuário do segundo andar, mas a sorte, que lhe sorrira no celeiro, agora abandonava-a. Mal colocou o primeiro pé no degrau da escada, a voz de Jones cortou o silêncio.

Um pigarrear seco, deliberado. O velho agente não precisou de palavras; apenas um aceno firme em direção ao pequeno escritório no fundo do corredor.

O cômodo era austero, cheirando a papel antigo e cera de abelha. Uma estante com lombadas gastas vigiava a mesa de mogno escuro que dominava a janela. Jones indicou uma das cadeiras estofadas e sentou-se na giratória, a sua silhueta recortada contra a luz cinzenta que vinha de fora. Giovana sentou-se, esticando as pernas e tentando manter a fachada de indiferença, embora o seu pulso ainda traísse a agitação recente.

- Vou direto ao ponto, minha filha - começou Jones, os olhos fixos nela com uma seriedade que não deixava margem para futilidades. - Chamei-a aqui porque ando inquieto com certos movimentos...

- Sr. Jones, garanto-lhe que o que viu... - interrompeu Giovana, a defensiva pronta para justificar o injustificável.

- Por favor, deixe-me concluir. Não se trata do que eu penso ter visto no celeiro - cortou ele, com uma autoridade ríspida que fez Giovana calar-se de imediato. - Trata-se de fatos estranhos que venho observando na propriedade nos últimos dois dias.

Giovana empertigou-se. A Major Baxter assumiu o controle, sufocando a mulher que, minutos antes, se perdia em beijos. - Que fatos?

- Ontem, ao verificar o perímetro norte, perto da estrada velha, encontrei rastos de pneus e pegadas frescas atrás da colina. Alguém montou um posto de observação a menos de cem metros da nossa casa. Estão nos espionando, Giovana. E não são amadores.

O relato de Jones agiu como um tônico. A adrenalina, agora fria e calculista, substituiu o calor da paixão. Os pensamentos de Giovana conectaram-se instantaneamente ao e-mail de Londres: Fiedorov morto, postos de observação em Larkhill. O cerco não estava a fechar; já estava fechado.

- Precisamos contatar Londres imediatamente e agir com cautela - afirmou ela, a voz recuperando o tom de comando. - Se eles localizaram a propriedade, o protocolo de proteção foi comprometido. Estamos todos expostos.

Jones assentiu, a expressão sombria de quem já viu muitas missões "seguras" transformarem-se em banhos de sangue. Levantou-se num movimento pesado e dirigiu-se à porta.

As medidas de urgência não eram mais uma opção, eram uma necessidade de sobrevivência. A paz de Larkhill acabara de ser atingida mortalmente.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 7 - Capitulo 6:
Zanja45
Zanja45

Em: 16/02/2026

O pai de Giovana vai ter que esperar muito para que ela leve um pretendente para apresentar a família. Mas a surpresa pode se revelar contraria, com uma russa na fita da filha. 

Responder

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Zanja45
Zanja45

Em: 16/02/2026

Então, os assassinos ou espiões estão bem perto de encontrar Irina. Sr. Jones conseguiu de maneira exemplar detectar rastros de um possível intruso e ameaça iminente a segurança da russa. Quem será esse observador que está tão perto da fazenda? Será aquele matador do estacionamento?

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Zanja45
Zanja45

Em: 16/02/2026

Irina não dá sossego para a pobre da major. Ela pensando que a russa iria fugir foi bem engraçado, deixou ela bem acelerada Mas a surpresa foi ver do que se tratava Os gatinhos. E mais ainda foi a superproteção de Giovana para com Irina e a fechamento do beijo de tirar o fôlego.

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