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Correntes do Destino por Liladiniz

Ver comentários: 3

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Palavras: 2434
Acessos: 229   |  Postado em: 13/02/2026

Capitulo 3

Soraia acordou sentindo um peso diferente sobre si. Desta vez, não era Mabel, mas um anjo loiro de olhos turquesa. Moveu-se devagar para não acordar a pequena, que apenas virou para o outro lado, resmungando algo incompreensível.

Tomou um banho rápido, vestiu uma calça jeans escura e confortável, uma camisa branca de botão, dobrou as mangas quase até os cotovelos e calçou as botas marrons sem salto. Estava pronta.

O cheiro de café fresco e pão assado se espalhava pela casa quando entrou na cozinha. Aquele ambiente sempre fora diferente do resto do casarão. Acolhedor, quente, vivo. Panelas de ferro fumegavam no fogão a lenha, e Dona Ana, de avental florido e coque bem-feito, terminava de coar o café.

Por um instante, Soraia apenas observou. Anos haviam se passado desde a última vez que estivera ali, mas a cena era exatamente a mesma de sua infância e adolescência.

Quando Dona Ana se virou e seus olhos encontraram os de Soraia, a caneca que segurava escapou de suas mãos e se estilhaçou no chão.

— Menina Soraia…

O choque durou apenas um segundo. Logo a governanta atravessou a cozinha e a envolveu em um abraço apertado.

— Minha menina, você voltou!

Soraia nunca fora muito dada a demonstrações de afeto, mas os braços de Dona Ana a apertavam com tanta força que, por um instante, ela se permitiu relaxar. Aquela mulher fora mais mãe para ela do que qualquer outra pessoa.

— Eu voltei, Donana.

A voz saiu baixa, rouca.

Dona Ana afastou-se, segurando o rosto de Soraia entre as mãos trêmulas.

— Que saudade eu tava de você, minha menina.

Os olhos marejados denunciaram a emoção.

— Você já soube do casório do seu pai, né? O Inácio disse que ia te avisar. A menina Alice só fazia chorar, pobrezinha.

— Soube, Donana.

Soraia soltou um suspiro cansado.

— Você já encontrou com ele?

Ela hesitou. Não havia motivo para mentir.

— Já, Donana. E da pior forma possível. Foi uma noite difícil.

Puxou uma cadeira e se sentou. Dona Ana fez o mesmo, analisando-a com o olhar atento de quem conhecia cada nuance daquela mulher.

— Fala, menina. O que aconteceu?

Soraia respirou fundo e contou tudo. A chegada no meio da madrugada, os gritos que a fizeram correr pelo corredor, o que encontrou no quarto do pai. A voz saía firme, mas carregada de raiva.

Dona Ana empalideceu.

— Meu Deus… não pode ser. Ele não teve essa coragem.

As mãos tremiam.

— Eu sabia que ele era um homem duro, severo, arrogante… mas isso? Quando foi que ele se tornou esse monstro?

Soraia cerrou os punhos.

— Eu não sei, Donana. Mas eu juro que não vou permitir que ele toque nela de novo.

O silêncio caiu pesado entre as duas.

Foi então que Inácio entrou na cozinha, limpando as mãos no pano. Alto, imponente, com os cinquenta anos bem vividos, barba grisalha aparada e olhos marcados pela experiência, ele sempre fora mais do que um administrador. Desde a morte da mãe de Soraia, assumira um papel quase paterno.

Ao vê-la, parou no meio do caminho.

— Minha menina.

Aproximou-se e a abraçou com força.

— Senti sua falta.

— Eu também, Inácio.

Soraia retribuiu o abraço com sinceridade.

Sentando-se novamente, tentou aliviar o clima.

— O que deu em vocês dois? Estão sentimentais… e outra coisa, já não pega bem “menina Soraia”, né? Vinte e oito anos na cara. Vocês vão acabar com minha reputação.

Sorriu de leve.

— Problema da sua reputação.

Dona Ana deu de ombros.

— Você pode ter cinquenta anos que vai ser sempre a nossa menina.

O sorriso foi sincero.

O clima mudou de repente quando Dona Ana se virou para Inácio.

— Inácio, aconteceu uma desgraça.

Ele franziu o cenho.

— Que desgraça, Ana?

Soraia manteve os olhos fixos na mesa. Não tinha forças para reviver tudo outra vez.

Dona Ana contou o que ouvira minutos antes. A cada palavra, as imagens da madrugada voltavam com força à mente de Soraia.

— DESGRAÇADO!

Inácio bateu a mão na mesa, arrancando-a do transe.

— Foi por isso que o Maxximus saiu quase fugido hoje de manhã? Filho da mãe!

Trincou os dentes de raiva.

— Como ele pôde fazer isso? Como?

Dona Ana balançava a cabeça, incrédula.

Soraia ergueu o olhar, surpresa.

— Como assim saiu? Aquele monstro fugiu pra onde?

— Valmir me disse que ele saiu antes do sol nascer. Não falou com ninguém. Mandou mensagem dizendo que ia resolver uns negócios na capital e que só voltaria no mês que vem.

Soraia soltou um suspiro longo.

— Ótimo. Isso nos dá tempo. Vou tomar as devidas providências. Ele não vai escapar dessa vez. O que ele fez com Alice não tem perdão.

Dona Ana e Inácio trocaram um olhar apreensivo.

— E o que você pretende fazer, menina?

— Por agora, tentar juntar os pedaços de Alice.

Levantou-se lentamente.

— Mas primeiro vou fazer ela comer. Como você sempre diz, Donana, saco vazio não para em pé. Ela precisa de comida e descanso.

— E amor.

Dona Ana completou, percebendo o quanto Soraia estava diferente.

A governanta observou em silêncio enquanto Soraia preparava uma bandeja com pão, frutas e uma caneca de leite morno com chocolate. Não era algo comum vindo dela. Nunca fora uma mulher afetuosa com pessoas. Com animais, sim. E com Ana e Inácio.

Quando Soraia saiu da cozinha, os dois continuaram observando.

— Nunca pensei que fosse ver uma cena dessas.

Murmurou Inácio.

Dona Ana cruzou os braços, o olhar fixo na porta.

— Nem eu, Inácio. Nem eu.

Passou as mãos no avental, tentando organizar os próprios pensamentos.

....

O sol se infiltrava pelas frestas da janela, banhando o quarto com uma luz dourada e suave. Alice despertou devagar, ainda sentindo o peso do cansaço no corpo, mas, pela primeira vez desde que pisara naquela fazenda, algo parecia diferente. O silêncio não era opressor, e o calor do sol sobre a pele parecia mais acolhedor do que sufocante.

O cheiro suave de café e pão fresco se misturava a outro aroma. Um perfume amadeirado, levemente cítrico, desconhecido. Alice piscou algumas vezes, confusa. Não estava acostumada a acordar com delicadeza.

Seu olhar encontrou Mabel primeiro. A gatinha dormia perto da cama, a respiração tranquila, como se vigiasse seu sono. Mas logo Alice percebeu outra presença.

Soraia estava ali.

Quando levantou um pouco mais a cabeça, seus olhos encontraram um sorriso inesperado. Não era largo, nem escancarado, mas era genuíno. Quase tímido.

Sentada em uma poltrona ao lado da cama, Soraia segurava um livro aberto nas mãos, embora os olhos estivessem completamente presos em Alice. O calor subiu às bochechas dela sob aquele olhar atento, intenso, vigilante. Soraia não parecia o tipo de mulher que fazia companhia assim, sem motivo.

— Você dorme feito um gato ao sol. Bom dia.

A voz soou baixa, suave, como se quisesse garantir que Alice despertasse aos poucos, sem sustos. Soraia fechou o livro e apoiou os cotovelos nos joelhos, inclinando-se levemente para frente.

O timbre rouco e grave provocou um arrepio involuntário em Alice, que desviou o olhar, sem saber como responder.

Como se percebesse a hesitação da dona, Mabel se levantou e caminhou até a cama, amassando o pãozinho nos lençóis de Alice.

— Bom dia… a senhora ficou aqui esse tempo todo?

Alice perguntou enquanto acariciava distraidamente a cabeça da gatinha.

Soraia deu de ombros, como se aquilo não tivesse importância.

— E onde mais eu estaria? Esse é o meu quarto.

Alice ergueu os olhos e encarou aqueles castanhos profundos. Sentiu um calor estranho no peito. Havia algo ali, uma mistura de curiosidade e preocupação, como se Soraia estivesse tentando decifrá-la.

Engoliu em seco e abaixou o olhar. Não estava acostumada a ser vista daquele jeito. O corpo ainda doía pelos acontecimentos da noite anterior, mas, de alguma forma, a presença daquela mulher trazia um conforto inesperado.

— Eu trouxe seu café da manhã. Você precisa comer.

Soraia indicou a bandeja.

Alice ainda tentava entender tudo o que estava acontecendo. Mas quando Soraia se levantou para pegar a bandeja deixada no aparador, foi a primeira vez que Alice realmente a observou com atenção.

A luz da manhã, filtrada pelas cortinas semiabertas, desenhava sua silhueta pelo quarto. Soraia era alta, devia ter cerca de um metro e setenta e cinco. A postura firme transmitia segurança. Os cabelos castanhos estavam soltos, levemente ondulados nas pontas, e os olhos tinham um tom âmbar que brilhava sob a claridade do dia.

A calça jeans marcava suas coxas de forma discreta, mas Alice não conseguiu evitar que o olhar deslizasse um pouco mais para baixo. Quando Soraia virou de costas para pegar a bandeja, o rosto de Alice esquentou ao notar os contornos firmes que o tecido ajustado desenhava.

Seus olhos se arregalaram.

Que diabos estava fazendo?

Desviou o olhar depressa, mas o coração acelerou de um jeito estranho. Nada daquilo fazia sentido.

Foi tirada do transe quando Soraia se sentou à beira da cama com a bandeja nas mãos. O peso da mulher afundou levemente o colchão ao seu lado.

— A propósito…

O tom era casual, mas carregava algo que Alice não conseguiu ignorar.

— Meu nome é Soraia. Soraia VillaReal.

O estômago de Alice se revirou. O sobrenome pesou no ar. Agora, aquele também era o seu.

Soraia percebeu imediatamente a tensão no rosto dela. O medo e o desconforto voltaram a se refletir nos olhos turquesa, que momentos antes pareciam mais tranquilos.

Soraia suspirou.

— Infelizmente, filha daquele traste.

A amargura na voz era clara.

Alice engoliu em seco. A simples menção do Dr. Maxximus fez seu corpo enrijecer. Mas antes que pudesse reagir, Soraia se apressou em continuar.

— Não se preocupe. Ele não está aqui. Saiu antes do sol nascer e só volta daqui a um mês, no mínimo.

Alice piscou, confusa.

— Como assim?

— Ele viajou. Pra resolver “negócios”, seja lá o que isso signifique. Fugiu.

Soraia revirou os olhos.

— O que importa é que você tem um mês inteiro pra respirar sem precisar olhar por cima do ombro.

A confirmação fez os ombros de Alice relaxarem um pouco. Não completamente, mas o suficiente para perceber que estava prendendo a respiração sem notar.

Soraia percebeu.

— Ele não está aqui. Você está segura. Eu não vou permitir que ele encoste nem um dedo em você. Nunca mais. E nós temos um mês para agir.

— Agir?

— Sim agir, vamos colocar aquele bandido atrás das grades. Pode acreditar em mim, o que ele fez com você não vai ficar impune.

Alice encarou a mulher à sua frente, absorvendo cada palavra. Não sabia explicar o motivo, mas havia algo na forma como Soraia falava que a fazia querer acreditar.

E, naquele momento, decidiu que tentaria.

Soraia empurrou a bandeja com cuidado em sua direção.

— Agora coma. Saco vazio não para em pé.

Alice hesitou por um instante, mas então pegou um pedaço de pão e levou à boca.

Soraia apenas observou, satisfeita.

Afinal, aquele era um começo.

A manhã passou devagar. Alice ainda estava fraca, com dores pelo corpo, e Soraia permaneceu ao seu lado o tempo todo. Ajudava-a a se levantar, trazia água, observava cada pequeno movimento com atenção constante.

Aquilo era estranho para Alice. Nunca estivera sob cuidados assim.

— Dona Soraia… eu não quero incomodar. Acho que vou ficar bem. A senhora não precisa deixar seus afazeres por minha causa.

Arriscou dizer ao perceber Soraia de pé ao lado da cama, braços cruzados, como se esperasse que ela desmoronasse a qualquer instante.

Soraia arqueou uma sobrancelha.

— Dona Soraia? Senhora?

Inclinou a cabeça de lado.

— Alice…

Sentou-se novamente ao lado dela, o tom suave, quase carinhoso.

— Não precisa me chamar assim. Muito menos de senhora. Apesar de tudo o que aconteceu, você agora também é dona dessa casa.

Alice prendeu a respiração. Seu nome soou diferente vindo dos lábios de Soraia.

Mabel, deitada aos pés da cama, ergueu a cabeça ao perceber a tensão no ar.

— Não… eu não sou dona de nada. E ainda tô lhe dando preocupação.

Soraia suspirou, passando a mão pelos cabelos, bagunçando-os um pouco.

— Não se culpe pelo que houve. Você foi vítima daquele monstro. E eu me preocupo porque a violência que você sofreu nenhuma mulher deveria passar.

A voz saiu mais amena.

— Soraia. Só Soraia, tá bom?

Um sorriso singelo surgiu em seus lábios.

Alice não conseguiu evitar o próprio sorriso. Pela primeira vez, Soraia não parecia apenas a filha do coronel. Parecia algo diferente.

Dona Ana apareceu perto do meio-dia, trazendo uma bandeja com o almoço.

— Trouxe comida pras duas.

Parou na soleira da porta. Seus olhos demoraram-se um pouco mais do que o normal em Soraia, sentada perto demais de Alice.

A cena era estranha. Soraia nunca fora de se prender a ninguém.

Soraia levantou-se, pegou a bandeja das mãos de Dona Ana e voltou a sentar-se ao lado de Alice, colocando-a na cama com cuidado.

Alice franziu a testa.

— Você não precisa fazer isso.

— Fica quieta e come.

Alice piscou, surpresa. Mas, estranhamente, o tom mandão não a incomodou.

— Ah, menina Alice… se acostume. A menina Soraia é mandona mesmo, sempre foi.

Dona Ana falou com um sorriso amoroso, braços cruzados, observando a cena.

Soraia VillaReal cuidando de alguém. Aquilo sim era novidade.

E a maneira como olhava para Alice…

— Sou mandona mesmo, e ai de quem não me obedecer.

Soraia falou leve, descontraída, apesar de tudo.

— Agora vê se eu tenho cara de menina, Alice.

Bufou, fingindo aborrecimento.

— Não importa. Já te disse que você nunca vai deixar de ser a minha menina. E tenho dito.

Dona Ana entrou na brincadeira, fingindo estar brava.

Alice apenas observava, atenta à interação das duas, enquanto comia. Nunca imaginara que, depois de tanto sofrimento, teria um momento tão leve ao lado de duas estranhas.

— E você, não vai comer?

Perguntou em voz baixa, receosa de ser repreendida.

— Eu? Claro. Me distraí com a Donana.

Soraia respondeu rindo, pegando o prato da bandeja.

— Tá vendo, Donana? Culpa sua.

— Mas era só o que me faltava.

Dona Ana fingiu indignação, erguendo os braços.

— Deixa eu ir que vocês tão com a vida ganha.

Antes de sair, lançou um último olhar para as duas e percebeu algo ali. Algo que talvez nem elas mesmas tivessem notado ainda.

Mas uma coisa era certa.

Aquela proximidade repentina não era por acaso.

E, no fundo, ela sentia que aquilo era só o começo.

Fim do capítulo


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Comentários para 3 - Capitulo 3:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 16/02/2026

Dona Ana é uma figura já gostei dela...

Alice merece todo carinho depois de tudo que passou...

E a menina Soraia nem está de dando conta do cuidado e atenção que dando para Alice..

Vamos ver o que elas vão fazer durante esse mês que O DIABO vai estar longe..

 


Liladiniz

Liladiniz Em: 17/02/2026 Autora da história
Donana é maravilhosa!
Alice merece conhecer o amor e Soraia... talvez ja tenha o encontrado, mas nao se deu conta.
Obrigada pelo seu comentario. Fico super feliz.


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Zanja45
Zanja45

Em: 13/02/2026

Donana é conspiradora está percebendo coisas que nem Soraia nem Alice se deram conta ainda.


Liladiniz

Liladiniz Em: 17/02/2026 Autora da história
Donana tem as manha, kkkkk.
Obrigada por comentar, fico muito feliz.


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Zanja45
Zanja45

Em: 13/02/2026

O velho viajou e agora Alice pode respirar a vontade.


Liladiniz

Liladiniz Em: 17/02/2026 Autora da história
Fugiu o safado, mas o mundo gira....
Muito feliz com o seu comentario. Xero


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