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Entrelinhas da Diferença por MalluBlues

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Palavras: 2614
Acessos: 611   |  Postado em: 06/02/2026

Capitulo 31

Por Bia:

 

Quando voltei ao quarto depois de estacionar o carro, encontrei Luísa já lá, mexendo no celular com uma expressão distante. 

Respirei fundo, tentando afastar a sensação de aperto no peito que me acompanhava desde que saímos daquele maldito brunch.

— Contratei uma profissional para nos ajudar com maquiagem e cabelo — disse, quebrando o silêncio. — Ela deve chegar daqui a uns trinta minutos.

Luísa levantou os olhos do celular, surpresa.

— Você não precisava...

— Eu sei — interrompi, tentando manter a voz neutra. — Mas é um casamento, e vão ter fotógrafos. Achei que seria mais... prático.

E porque eu queria ver você ainda mais linda, pensei, mas obviamente não disse.

— Tudo bem — ela concordou, voltando a atenção para o celular.

Fui até minha mala e tirei o vestido que havia escolhido para a ocasião. Um vestido longo em crepe de seda na cor burgundy, quase vinho, com um decote que deixava os ombros à mostra e uma fenda discreta na lateral esquerda. Era elegante, sofisticado, e eu sabia que ficava bem em mim.

Olhei de relance para Luísa, que também havia tirado seu vestido da mala. Verde escuro, midi, com um corte mais estruturado que abraçava a cintura e um decote em V que era ao mesmo tempo discreto e provocante. As mangas eram três quartos, delicadas.

Senti algo apertar em meu peito. Sem combinarmos, os tons estavam perfeitos juntos. Verde escuro e burgundy. 

— Bonito vestido — comentei, não conseguindo evitar.

— O seu também — ela respondeu, mas não me olhou nos olhos.

***

A maquiadora chegou pontualmente. Fernanda era uma mulher de uns quarenta anos, profissional e eficiente, com uma maleta que parecia conter todo um universo de produtos de beleza.

— Bom, meninas — ela disse, abrindo a maleta sobre a mesa do quarto. — Quem vai primeiro?

— Pode começar por ela — indiquei Luísa, que sentou na cadeira em frente ao espelho.

Observei enquanto Fernanda começava a trabalhar. Ela fez algumas perguntas sobre o tipo de maquiagem que Luísa preferia, e acabaram optando por algo elegante mas não muito pesado. Base leve, contorno suave, sombra em tons terrosos com um leve brilho dourado que destacava os olhos dela de um jeito quase hipnótico. Um delineado fino e discreto. Blush rosado que realçava as maçãs do rosto. E nos lábios, um tom nude rosado com acabamento levemente brilhoso.

Tentei não ficar olhando demais, mas era impossível não notar como cada pincelada revelava ainda mais a beleza dela.

Quando Fernanda terminou o cabelo, com ondas soltas e naturais, volume na raiz e algumas mechas presas delicadamente de um lado, Luísa estava simplesmente deslumbrante.

— Sua vez — Fernanda disse, me chamando.

Sentei na cadeira ainda quente onde Luísa havia estado. Pedi uma maquiagem um pouco mais marcante. Olhos mais intensos, com sombra em tons de marrom e cobre, esfumado, delineado mais definido, alongando o olhar. Blush em tom pêssego. E nos lábios, decidi por um vermelho escuro, quase vinho, que combinava perfeitamente com o tom do vestido.

Para o cabelo, optei por um coque baixo elegante e um pouco bagunçado, com alguns fios soltos.

Quando Fernanda terminou e eu me olhei no espelho. Estava bonita. Mais do que isso. Estava... poderosa.

Olhei pelo espelho e vi Luísa me observando. Nossos olhares se encontraram por um breve momento antes dela desviar rapidamente, mas foi tempo suficiente para eu ver algo nos olhos dela. Algo que fez minha pele arrepiar.

— Ficou perfeita — Fernanda disse, sorrindo satisfeita com o próprio trabalho. — Vocês duas estão lindas.

— Pois é — murmurei, ainda sentindo o peso do olhar de Luísa em mim. — Agradecemos.

Depois que Fernanda foi embora, nos trocamos em um silêncio pesado. Vesti meu vestido no banheiro, ajustando cada detalhe. O tecido deslizava sobre minha pele como água. Calcei os sapatos, um scarpin preto de salto alto e fino. Coloquei brincos delicados de pérola e um colar fino e discreto.

Quando saí, Luísa já estava pronta.

E meu Deus.

O vestido verde escuro abraçava cada curva dela de um jeito que deveria ser ilegal. O comprimento midi mostrava as pernas dela, torneadas. O decote em V revelava apenas o suficiente para fazer minha boca secar. Ela havia colocado brincos pequenos e discretos, e um bracelete fino no pulso.

— Você está... linda— comecei, mas as palavras morreram na minha garganta.

— Obrigada — ela disse baixinho, também me observando de cima a baixo de um jeito que fez meu estômago revirar. — Você também está muito bonita, Bia.

— A gente deveria ir — disse, pegando minha bolsa de mão pequena e preta. 

***

O local do casamento era deslumbrante.

Helena e Isabela haviam escolhido um jardim botânico nos arredores de Vintervile. A cerimônia seria ao ar livre, em um gramado imenso cercado por árvores centenárias e jardins floridos meticulosamente cuidados. Havia pérgulas de madeira cobertas por flores brancas e folhagens, criando pequenos corredores naturais.

As cadeiras estavam dispostas em semicírculo ao redor de um altar circular decorado com arranjos florais exuberantes, com rosas brancas, lírios, hortênsias e folhagens verdes. Velas em castiçais altos e tochas ladeavam o altar, prontas para serem acesas ao cair da tarde.

O sol da tarde já começava a dourar tudo, criando aquela luz perfeita.

— É lindo — Luísa sussurrou ao meu lado enquanto caminhávamos em direção aos lugares reservados para nós.

— Realmente, é muito lindo — concordei, acenando para alguns conhecidos que já estavam acomodados.

Sentamos na terceira fileira, e senti a proximidade de Luísa de um jeito quase físico. Nossos braços quase se tocavam no apoio entre as cadeiras.

A música começou. Um quarteto de cordas tocando uma versão delicada de uma música que não consegui identificar. Os convidados foram se acomodando, o burburinho de conversas diminuindo gradualmente.

E então, Isabela apareceu.

Ela vinha sozinha pelo corredor, deslizando com uma graça natural. Usava um vestido de noiva moderno, todo em renda branca, com mangas longas e transparentes e uma saia fluida que tocava levemente o chão. O cabelo estava solto, com flores pequenas e delicadas entrelaçadas nos fios. Ela sorria, os olhos brilhando enquanto olhava para o altar.

Alguns segundos depois, Helena surgiu do outro lado.

Seu vestido era completamente diferente. Mais estruturado, em cetim puro, com um corte sereia que realçava sua silhueta e um decote coração. Os cabelos presos em um coque elegante, véu curto e delicado. Ela também sorria, mas havia lágrimas nos olhos.

Elas se encontraram no altar, de mãos dadas, e o celebrante começou a falar.

Tentei me concentrar nas palavras, mas minha atenção continuava voltando para Luísa. A forma como ela observava tudo com uma expressão suave, quase sonhadora. Como seus olhos brilhavam quando Helena e Isabela trocaram olhares apaixonados.

— Helena — começou Isabela, sua voz clara e emocionada. — Quando te conheci, eu não acreditava em alma gêmea. Não acreditava que alguém pudesse me conhecer tão profundamente e ainda assim me amar. Mas você... você me provou que eu estava errada. Você me vê em meus piores dias e ainda assim escolhe ficar. Você me ama nas minhas contradições, nos meus medos, nas minhas imperfeições. E eu prometo passar o resto da minha vida te fazendo sentir o quão especial você é. Te amando em cada pequeno momento.

Helena estava chorando abertamente agora, e não era a única. Olhei de relance e vi Luísa com os olhos marejados.

— Isabela — Helena começou, a voz tremendo de emoção. — Você trouxe cor para uma vida que eu nem sabia que estava em preto e branco. Me ensinou que amor não é sobre perfeição, é sobre escolha. Sobre acordar todos os dias e escolher estar ao seu lado. Sobre construir um lar não em um lugar, mas em uma pessoa. E você é meu lar. Meu porto seguro. Minha escolha, hoje e sempre.

Algo apertou forte em meu peito. Desviei o olhar, tentando controlar a onda de emoção que me atingiu.

Sem pensar, minha mão encontrou a de Luísa. Apenas por um segundo. Um toque breve, quase acidental. Mas ela não se afastou. Seus dedos se entrelaçaram levemente aos meus antes de soltarem.

O celebrante pronunciou as palavras finais, e Helena e Isabela se beijaram sob os aplausos emocionados de todos os presentes. O som do quarteto voltou a tocar, agora uma música mais alegre e vibrante.

***

A recepção foi montada em um salão com janelas enormes de vidro que davam para o jardim. Mesas redondas decoradas com arranjos florais menores mas igualmente lindos, velas em todos os cantos, luzes de fada penduradas no teto criando uma atmosfera quase onírica.

Encontramos nossa mesa. Compartilhávamos com Marcos, sua esposa Geany, e alguns outros amigos de Helena que eu conhecia de vista.

— Bia! Luísa! — Marcos se levantou para nos cumprimentar, sorrindo largo. — Vocês estão lindas!

— Você também está muito elegante — respondi, abraçando-o. Ele usava um terno azul marinho impecável.

— Verdade — Luísa concordou, sorrindo de forma genuína pela primeira vez desde o brunch.

— E você está maravilhosa, Geany — acrescentei, cumprimentando a esposa de Marcos, que usava um vestido azul royal elegante.

Sentamos, e logo os garçons começaram a circular com bebidas e canapés. O clima estava leve, descontraído. Marcos e Geany nos fizeram rir com histórias engraçadas sobre viagens e desastres culinários.

— Sério, ele quase botou fogo na cozinha fazendo macarrão — Geany contava, gesticulando exageradamente. — Macarrão! Como você queima água fervendo?

— Eu me distraí! — Marcos se defendeu, rindo. — Estava tentando fotografar um passarinho na janela...

— Querido, você quase causou uma tragédia nacional por causa de um passarinho — Geany rebateu, e todos na mesa riram.

Senti Luísa relaxar um pouco ao meu lado. Seus ombros não estavam mais tão tensos, e ela participava das conversas com mais naturalidade.

Jantamos. Um menu sofisticado com entrada de salmão defumado, prato principal de filé ao molho de vinho tinto com risoto de funghi, e uma sobremesa de petit gateau que derretia na boca.

A certa altura, a música mudou para algo mais animado, e as pessoas começaram a se levantar para dançar.

Foi quando Heitor apareceu na nossa frente.

— Você pode dançar comigo? — ele perguntou à Luísa, com aquela ousadia típica de criança.

Luísa olhou para mim rapidamente, surpresa, e depois voltou a atenção para o garoto com um sorriso genuíno.

— Claro — ela disse, se levantando e estendendo a mão para ele. — Seria uma honra.

Observei enquanto eles iam para a pista de dança. Heitor estava claramente orgulhoso de estar dançando com ela, e Luísa se abaixava de vez em quando para ficar na altura dele, rindo das coisas que ele dizia.

Ela estava radiante. O sorriso era real, espontâneo. Os olhos brilhavam enquanto ela rodopiava o menino, que dava risadinhas animadas.

Senti meu peito apertar vendo aquela cena. Ela seria uma mãe incrível um dia.

Não pensa nisso, me repreendi mentalmente.

Quando a música terminou, Luísa agradeceu com uma pequena reverência, e Heitor deu uma risadinha antes de correr de volta até nossa mesa.

— Tia Bia! — ele me chamou, ainda ofegante da dança. — Agora é sua vez!

— Minha vez? — repeti, rindo.

— É! Você tem que dançar com a tia Luísa também! — ele insistiu, já me puxando pela mão.

Meu estômago deu um salto. Olhei para Luísa, que havia parado a poucos passos da mesa. Ela também parecia surpresa, mas não disse nada.

— Vai, tia Bia! — Heitor insistia, me empurrando gentilmente em direção a ela.

Não havia como recusar sem fazer uma cena.

Me levantei e caminhei até Luísa. A música havia mudado para algo mais lento, romântico. Perfeito. Ou péssimo. Dependendo do ponto de vista.

— Parece que não temos escolha — disse, tentando soar casual enquanto meu coração batia de maneira acelerada.

— Parece que não — ela concordou, a voz saindo um pouco rouca.

Estendi minha mão, e ela a aceitou. Senti a pele dela contra a minha, macia e quente. Coloquei minha outra mão em sua cintura, e ela colocou a dela no meu ombro.

Começamos a dançar.

O mundo ao redor pareceu desaparecer. Havia apenas nós duas, a música, e o espaço minúsculo que insistia em existir entre nossos corpos.

— Você estava linda dançando com o Heitor — comentei, colando minha boca no ouvido dela e com minha voz saindo mais rouca e baixa do que eu pretendia.

— Ele é um doce — ela respondeu, e senti sua respiração roçar meu rosto. Estávamos muito próximas.

— É.

Dancei com ela, trazendo-a mais para perto, com minhas mãos apertando levemente sua cintura. Senti o corpo dela reagir, ficando mais maleável contra o meu. Nossos rostos estavam agora a centímetros de distância.

— Bia... — ela sussurrou, e havia algo na voz dela. 

— Luísa — respondi, meus olhos descendo involuntariamente para os lábios dela.

Ela engoliu em seco. Os dedos dela no meu ombro apertaram levemente minha pele. O perfume dela invadia meus sentidos.

— Você está me deixando louca — admiti em um sussurro, minhas palavras saindo antes que eu pudesse detê-las.

— Você também — ela confessou, tão baixinho que quase não ouvi.

Nossas testas se tocaram. Respirávamos o mesmo ar. Minha mão subiu pela coluna dela, sentindo o tecido do vestido verde sob meus dedos, a pele quente por baixo.

— O que estamos fazendo? — ela perguntou, mas não se afastou.

— Não faço ideia — admiti.

A música continuava, e nós apenas nos movíamos no mesmo ritmo, nossos corpos colados de um jeito que ia muito além do que seria apropriado para uma simples dança.

Senti os dedos dela subirem do meu ombro até a nuca, roçando levemente a pele ali. Arrepiei inteira.

— Se você continuar fazendo isso... — comecei, senti minha voz falhando.

— O quê? — ela perguntou. Os dedos dela traçaram um caminho lento pela minha nuca, descendo até a curva onde meu pescoço encontrava o ombro.

Fechei os olhos, tentando manter o controle.

— Luísa — meu tom era quase uma súplica agora.

— Bia — ela respondeu, e quando abri os olhos, vi que os dela estavam escuros, intensos, fixos nos meus.

A tensão entre nós era quase palpável. Elétrica. Perigosa.

— Precisamos parar — disse, mas não fiz menção de me afastar.

— Precisamos — ela concordou, também sem se mover.

A música terminou, mas nenhuma de nós se moveu por alguns segundos. Permanecemos ali, coladas, respirando pesadamente, olhando uma para a outra como se fôssemos ímãs que não conseguiam se separar.

Foi o som de aplausos que nos trouxe de volta à realidade.

Dei um passo para trás, soltando-a com relutância. Minha pele ainda formigava onde ela havia me tocado. Meu coração batia tão forte que tinha certeza de que ela conseguia ouvir.

— Agradeço pela dança — disse, formal demais, tentando me recuperar.

— Agradeço você — ela respondeu, e sua voz também estava trêmula.

Voltamos para a mesa em silêncio e a tensão entre nós havia aumentado exponencialmente.

Agora, sentadas lado a lado, eu sentia cada movimento dela, cada respiração, cada olhar de relance.

O resto da noite seria uma tortura.

Marcos nos olhou com uma expressão curiosa quando sentamos, mas não disse nada. Apenas trocou um olhar significativo com Geany.

Tentei me concentrar nas conversas ao redor, nas risadas, na celebração de Helena e Isabela. Mas minha mente estava presa naqueles minutos na pista de dança. No calor do corpo de Luísa contra o meu. Na forma como ela havia me tocado. No jeito que ela havia me olhado.

Bebi gole do vinho, tentando acalmar e sentindo meu corpo pegar fogo.

Fim do capítulo


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