• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Diamantora
  • CAPÍTULO VII

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Uma vida quase perfeita
    Uma vida quase perfeita
    Por Luasonhadora
  • Feliz Ano Amor Novo
    Feliz Ano Amor Novo
    Por SraPorter

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Diamantora por AlphaCancri

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 1657
Acessos: 102   |  Postado em: 01/02/2026

CAPÍTULO VII

Tomou o copo d’água de uma só vez querendo engolir com o líquido o nó angustiante que havia se formado em sua garganta. Não podia chorar na frente dos outros criados. A dor que sentiu quando Maia aceitou se casar com Estefan, quando a viu se apaixonar por ele, quando a ajudou a se vestir para a noite de núpcias… não era nada perto do que estava sentindo naquele momento. Acima da sua própria felicidade, sempre quis a felicidade da pessoa que mais amava no mundo: Maia. Sabia que era completamente impossível que — o sentimento que surgiu dentro de si quando as duas ainda eram adolescentes — tivesse alguma chance de ser correspondido. 

— Chiara! Sua Majestade precisa de você. 

Caminhou de volta até os aposentos de Maia, com um semblante absolutamente imparcial, como foi ensinada desde pequena. Era apenas uma serva, não podia se dar ao luxo de ter qualquer tipo de sentimento. Estava ali apenas para que a vida da realeza fosse melhor e mais confortável. 

*****

Um estrondo ecoou depois que uma luz forte iluminou o céu quase escuro. Maia estava de pé em frente a enorme janela de vidro de seu quarto. Depois de ter sido agredida pelo marido, não voltou mais a procurá-lo. Sequer passou perto dos aposentos de Estefan ou do salão do Conselho. Estava completamente abatida, derrotada, conformada de que havia perdido para sempre, por sua própria estupidez, o reino que sempre havia sido de sua família. 

A carruagem que parou em frente ao castelo chamou sua atenção e Maia desviou os olhos do céu. Viu quando a porta se abriu e Estefan desceu. A surpresa foi quando ele estendeu a mão e ajudou uma mulher que — mesmo de longe — Maia sabia não conhecer. 

Assim que eles entraram, saiu do seu aposento e andou furtivamente pelos corredores, até chegar próxima à escadaria da entrada. Viu de longe quando Estefan deu o braço para que a outra segurasse, enquanto parecia apresentar o castelo à ela. 

Voltou ao seu aposento se sentindo ainda mais enganada. Por mais inocente que fosse, já imaginava que Estefan se encontrava com outras mulheres quando deixava o castelo. Mas jamais imaginou que ele traria uma delas para dentro do seu lar. 

Mais tarde, quando o jantar foi servido, ficou lívida ao ver o marido adentrar o salão ao lado da mulher desconhecida.

Com se fosse uma coisa natural e normal, Estefan puxou a cadeira para que a moça sentasse ao lado dele. Ninguém na mesa questionou nada. Maia olhou de um para outro, buscou Luísa com os olhos, mas ninguém disse absolutamente nada. 

Sentindo-se enojada, traída, subestimada, depositou os talheres na mesa, afastou a cadeira e saiu do salão. 

Dias se passaram sem que saísse do aposento. Chiara levava para ela todas as refeições, mas Maia mal tocava na comida. Enquanto a tal mulher — que agora sabia se chamar Olga — estivesse no castelo, se recusaria a ter que cruzar com ela em qualquer lugar. Ninguém foi a sua procura para justificar ou perguntar como estava. A única pessoa que via era Chiara. Ficou tanto tempo dentro do próprio aposento que a pele parecia ainda mais alva. O corpo, que sempre fora pequeno e magro, agora estava com um aspecto doentio. A mente estava destroçada. Não tinha nenhuma perspectiva de futuro, não via mais sentido em nada, e parecia disposta a apenas sobreviver, até que o próprio corpo definhasse. 

Chiara tentou várias vezes levá-la para um passeio fora do castelo, no bosque, como Maia gostava de fazer, mas não conseguiu em nenhuma delas. Insistia para que ela comesse mais um pouco, sempre que deixava de lado o prato praticamente intocado. A levava para o banho, penteava seus cabelos, pois Maia parecia não se importar mais com a própria aparência. E dessa vez era pior, muito pior, do que tinha sido quando o pai dela havia falecido. 

 

Em uma tarde de clima agradável, Chiara propôs que saíssem para uma caminhada pelo bosque, como vinha propondo todos os dias. Já esperando ouvir uma negativa, se espantou quando Maia respondeu:

— Só um pouco…

Sem querer dar chance para que ela desistisse, fez com que Maia se sentasse para que colocasse seus sapatos, depois a ajudou a se levantar e foram em direção à porta. Assim que a abriu, ouviu Maia pedir:

— Não quero encontrar ninguém. 

Chiara segurou a mão dela e disse com firmeza:

— Ninguém nos verá. 

Caminharam devagar pelos corredores. Parando cada vez que escutavam barulhos de passos. Depois de alguns minutos, finalmente chegaram à cozinha, onde inevitavelmente encontraram alguns criados, mas Chiara sabia que não eram eles quem a rainha estava evitando. 

Quando enfim chegaram ao bosque, Maia tirou os sapatos, suspirando com a sensação da grama macia embaixo dos pés. Olhou para cima e fechou os olhos por alguns momentos, parecendo buscar uma cura ou mesmo um alívio para o sofrimento que vinha passando. 

Chiara a observou e um pequeno sorriso apareceu em seus lábios. O sofrimento visível de Maia também lhe afetava. Era um alívio vê-la um pouco melhor. 

Aproximou-se dela devagar, estendeu a mão lentamente e tocou o rosto de Maia, que imediatamente abriu os olhos. 

Chiara não retirou a mão e nem desviou o olhar. Entreabriu os lábios e quando a primeira sílaba saiu de sua boca, foi interrompida pelo barulho de cascos de cavalo. 

Instintivamente se colocou na frente de Maia, no momento em que Estefan, Milo e mais três soldados pararam perto delas:

— Estava procurando por você… Majestade. 

A ironia contida no tom de voz de Estefan fez Maia apertar ainda mais a mão de Chiara na sua. 

Com um gesto de cabeça, Estefan ordenou que um dos soldados desmontasse do cavalo. Quando ele se aproximou, Chiara tentou impedir com as mãos estendidas, mas o homem não teve nenhuma dificuldade em tirá-la do caminho. Depois segurou Maia pelos braços, e a fez subir no animal em que Estefan montava. 

— O que é isso? Para onde vão levá-la? 

O desespero de Chiara não comoveu nenhum dos homens. Estefan respondeu displicentemente:

— Vou apenas fazer um passeio com minha esposa. Volte para o castelo. 

Antes que Chiara pudesse questionar, Estefan saiu a galope, seguido pelos outros. 

Ainda ficou andando pelo bosque por horas, procurando, esperando, desesperada sem saber o que fazer. Não teve nenhum sinal de Maia, Estefan ou algum dos soldados. Quando a noite começou a cair, finalmente voltou para o castelo. Passou correndo pela cozinha e pelos corredores, sem se importar com nada, a não ser em encontrar Maia. Foi até os aposentos dela e abriu a porta sem bater. O desespero aumentando vertiginosamente quando percebeu que o cômodo estava vazio. Parava cada uma das pessoas que encontrava pelos corredores e perguntava por Maia. Ninguém havia visto a rainha. Uma sensação esmagadora foi tomando conta de Chiara, parecia que o ar lhe faltava. Foi ofegante que bateu na porta dos aposentos de Luísa. Falou com um dos guardas que o assunto era de suma urgência. Quando sua entrada foi autorizada, não deu tempo para que a rainha dissesse nada, pois perguntou antes:

— Você viu Maia?

Luísa estranhou o comportamento da moça que parecia transtornada. Se fosse outro momento, com certeza faria com que ela pedisse desculpas por entrar daquele jeito em seu aposento e a tratar por “você”, como se fosse uma qualquer. Mas a urgência e o semblante dela a fizeram relevar:

— Não… Aliás, não sei qual foi a última vez que vi a rainha… ela não sai mais dos apose…

Chiara a cortou:

— Onde está Estefan?

Luísa estava começando a se irritar de verdade. Quem aquela mulher achava que era para interrompê-la daquela forma? E não usar o tratamento adequado com ela e nem com Oton. 

— Qual é mesmo o seu nome?

— Chiara. 

Luísa finalmente se levantou, caminhou até ela e disse:

— Não estou entendendo seu comportamento. Desde quando te interessa onde o rei está?

Aquilo não abalou Chiara nem um pouco. A urgência dela era outra, estava desesperada, precisa encontrar Maia:

— Majestade, não encontro Maia em lugar algum… Nós estávamos no bosque e o rei Estefan chegou e a levou… Não sei para onde foram… Ele estava com soldados…

Uma luz de alerta se acendeu na mente de Luísa. Manteve-se impassível e disse calmamente:

— Então não precisa se preocupar, não é mesmo? Ela está com o marido dela. 

Mas Chiara não pareceu se convencer:

— Já faz muito tempo… e eles ainda não retornaram. 

Segurando Chiara pelos ombros, Luísa a conduziu até a porta:

— Não se preocupe, tenho certeza que os dois estão perfeitamente bem. Vá fazer o seu trabalho, em breve a rainha estará aqui. 

Assim que despachou a moça e fechou a porta, Luísa ordenou que um dos soldados localizasse e trouxesse Estefan imediatamente. Quase uma hora depois, o rei entrou no aposento de Luísa sorridente, acompanhado de Milo, que tinha o semblante mais fechado. 

— Onde você estava?

Oton se jogou em uma das poltronas:

— Andando pelo meu reino. 

Luísa percebeu imediatamente que algo havia acontecido. Pelo comportamento de Oton, pela cara de Milo e pelo desespero da criada de Maia. Sabendo que era mais fácil conversar com uma pessoa que não fosse tão abobada quanto Oton, perguntou para Milo:

— Você estava com ele?

— Sim, Majestade. 

— E o que aconteceu?

Milo olhou de relance para os soldados e Luísa compreendeu. Ordenou imediatamente:

— Saiam. 

Assim que ficaram apenas ela, Milo e Oton no cômodo, olhou impaciente para Milo. 

Ele demorou um pouco para falar, como se estivesse escolhendo as palavras:

— Majestade, temo que tenha acontecido um… contratempo…

Tentando se manter calma, apesar da suspeita que começou a ter, Luísa perguntou:

— Que contratempo?

Milo hesitou mais um pouco e foi Oton quem respondeu, com um sorriso no rosto, como se estivesse falando a coisa mais banal do mundo:

— Maia está morta. 

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 7 - CAPÍTULO VII:
Zanja45
Zanja45

Em: 05/02/2026

Por que será que Estefan tentaria matar Maia? Ele tem algum plano separado de Luisa?


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 08/02/2026 Autora da história
Acho que ele tem algumas pretensões hahahaah


Responder

[Faça o login para poder comentar]

HelOliveira
HelOliveira

Em: 02/02/2026

Só posso dizer que estou com muita raiva de desse porcaria de Rei...e imaginando as piores coisas pra fazer com ele...

Acho que agora a própria Luisa mata ele e fica com o Reino

E Maia espero que esteja viva


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 05/02/2026 Autora da história
Estefan/Oton é desprezível, não é? Uma pessoa que não nasceu pra ser rei.
O próximo capítulo responde sua dúvida sobre Maia!


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web