• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A SOMBRA DO QUE JURAMOS
  • Capitulo 11 O SOM QUE QUEBRA A ROTINA

Info

Membros ativos: 9600
Membros inativos: 1621
Histórias: 1980
Capítulos: 21,040
Palavras: 53,309,171
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: RIZE REZENDE

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Contrato de Risco Romântico
    Contrato de Risco Romântico
    Por Lady Texiana
  • A volta do amor que nunca se foi
    A volta do amor que nunca se foi
    Por priskelly

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • A bruxa e a Spirit doll
    A bruxa e a Spirit doll
    Por brinamiranda
  • As Lobas Bruxas
    As Lobas Bruxas
    Por Bel Nobre

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

A SOMBRA DO QUE JURAMOS por Alkssa45

Ver comentários: 0

Ver lista de capítulos

Palavras: 610
Acessos: 166   |  Postado em: 31/01/2026

Capitulo 11 O SOM QUE QUEBRA A ROTINA

 O SOM QUE QUEBRA A ROTINA

 

A manhã começou como todas as outras desde a chegada ao Brasil: cronometrada, sem espaço para improvisos.

 

Meg ajustava a mochila com um cuidado quase obsessivo. Tinha treze anos e uma disciplina recente — aprendida à força — para obedecer a regras que não escolhera. Cada zíper fechado era uma tentativa de manter o mundo previsível. John, ainda sonolento, observava da porta, arrastando os pés.

 

— Você não vai hoje — disse Amélia, firme, sem levantar a voz.

 

— Por quê?

 

— Porque nem sempre ir é a decisão mais segura.

 

John franziu o cenho, contrariando-se em silêncio, mas obedeceu. Meg — Megan, quando o medo apertava — não questionou. Já estava pronta. Sempre estava.

 

No saguão lateral do hotel, a equipe de segurança formava o corredor habitual. Dois à frente, dois atrás. Procedimento repetido à exaustão. Portas automáticas, rota limpa, veículo ligado.

 

— É só a escola — murmurou Meg, mais para si do que para Amélia.

 

— É exatamente por isso — respondeu ela.

 

Veridiana conferia o relógio pela terceira vez. Tudo dentro do previsto. Previsível demais.

 

O primeiro passo para fora do saguão sempre parecia o mais longo.

 

O estampido veio seco, curto, irrefutável.

 

Não houve gritos.

 

Houve o caos disciplinado do treinamento: ordens sobrepostas, passos correndo, mãos puxando Meg para trás. Amélia sentiu o corpo reagir antes do pensamento. Um dos seguranças caiu a poucos metros da porta.

 

Não havia sangue visível.

 

Apenas o corpo imóvel no chão, como um erro impossível de corrigir.

 

— Dentro! — alguém gritou.

 

Meg não chorou.

 

Ficou paralisada, os olhos presos naquele ponto exato onde a rotina acabara de morrer.

 

O tempo voltou a andar quando Amélia a envolveu nos braços.

 

— Olha pra mim — disse, baixo, cada palavra medida. — Só pra mim.

 

Meg obedeceu.

 

As portas se fecharam.

 

Silêncio demais.

 

 

---

 

Minutos depois, o hotel era outro.

 

Corredores isolados. Elevadores bloqueados. Telefones tocando em salas fechadas. Nomes ditos em códigos que não constavam em manual algum. A escola avisada. A rota cancelada. A imprensa contida.

 

John percebeu antes de entender.

 

— Cadê a Meg?

 

Amélia ajoelhou-se diante dele, mantendo o olhar firme.

 

— Está comigo — disse. — E vai continuar.

 

Ele assentiu, confuso, segurando o choro como quem segura algo prestes a cair.

 

Veridiana retornou com o rosto duro, profissional demais para disfarçar o impacto.

 

— Não levaram nada — disse. — Nem tentaram.

 

— Não era o objetivo — respondeu Amélia.

 

— Um segurança morto não é aviso — rebateu Veridiana.

 

— É mensagem — corrigiu Amélia. — E foi endereçada a mim.

 

 

---

 

Em um escritório distante, com vista para uma cidade que não se importava, Arminda recebeu a ligação.

 

Ouviu em silêncio. Nenhuma mudança de expressão. Nenhuma pressa.

 

— Houve um imprevisto — disse a voz do outro lado.

 

— Não — respondeu ela. — Houve precisão insuficiente.

 

Fez uma pausa curta, calculada.

 

— O dinheiro foi entregue?

 

— Sim.

 

— Então não houve erro. Houve custo.

 

Desligou.

 

Arminda aproximou-se da janela. Para ela, pessoas sempre foram números com rosto temporário.

 

Dois milhões nunca compraram silêncio.

 

Compraram tempo.

 

E tempo, nas mãos certas, era uma arma.

 

Arminda sabia exatamente como usá-lo — para sangrar devagar, minar por dentro, até que Amélia entendesse que algumas guerras não se vencem apenas ficando de pé.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 11 - Capitulo 11 O SOM QUE QUEBRA A ROTINA:

Sem comentários

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web