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O MAR DE PEDRA por Alkssa45

Ver comentários: 1

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Palavras: 406
Acessos: 153   |  Postado em: 30/01/2026

Capitulo 12 O QUE NAO SE NOMEIA

O QUE NÃO SE NOMEIA

O saguão do hotel era amplo, luminoso demais para aquela hora do entardecer. Vidros altos refletiam o movimento do coquetel de inauguração no Nordeste: vozes medidas, taças que se tocavam com precisão social, perfumes caros tentando competir com o sal que vinha do mar.

Sofia atravessou o espaço com passos firmes, o corpo treinado para não hesitar. Ao seu lado, Melinda — não como algo a mais, apenas como acompanhante. Assim constava. Assim era lido.

Foi no meio do saguão que aconteceu.

Sem aviso.

Os olhos de uma encontraram os da outra como se o entorno tivesse sido apagado por um erro de cálculo. Não foi intensidade. Foi suspensão. Um segundo em que o mundo pareceu aguardar autorização para continuar.

Sofia percebeu o contorno do rosto de Melinda com uma atenção involuntária, quase clínica — como quem observa uma obra sem saber por quê. A linha do maxilar, o modo como o cabelo caía distraído demais para aquele ambiente. Melinda, por sua vez, sustentou o olhar sem urgência, como se estivesse apenas confirmando algo que já sabia, mas não pretendia usar contra si.

Nada foi dito.

Nada precisava ser.

O tempo voltou a andar quando Eiriene surgiu ao lado da filha, inclinando-se levemente, próxima demais para os protocolos.

— Sofia — murmurou, com humor contido — o mundo voltou a existir. E ele exige fotos, discursos e sorrisos que não sejam… contemplativos.

Sofia respirou, quase imperceptível.

— Claro, mãe.

Eiriene lançou um olhar rápido para Melinda — desses que veem mais do que comentam — e seguiu à frente, satisfeita por ter devolvido a filha à realidade sem expô-la.

O coquetel transcorreu como devia: discursos sobre progresso, energia, futuro. Sofia cumpriu tudo com exatidão. Melinda permaneceu ao alcance do olhar, nunca próxima demais, nunca distante o suficiente para ser ignorada.

Quando entraram no carro, o silêncio se instalou primeiro — não constrangedor, apenas cheio.

Foi Melinda quem falou, olhando pela janela, como se comentasse algo banal:

— Você foi a mais bela de todas hoje.

Sofia arqueou levemente a sobrancelha, girando o rosto na direção dela.

— No seu quarto não tem espelho?

Melinda sorriu. Não grande. Não aberta. Um desses sorrisos que ficam guardados.

— Tem — respondeu. — Mas hoje ele não estava concorrendo.

O carro seguiu pela avenida iluminada.

E nenhuma das duas sentiu necessidade de dizer mais.

Porque algumas coisas, quando ditas cedo demais, perdem a força.

Fim do capítulo


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Comentários para 12 - Capitulo 12 O QUE NAO SE NOMEIA :
Zanja45
Zanja45

Em: 06/02/2026

Hum, essas trocas de elogios foi mais revelador do que a troca de olhares. Kkkk!

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