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O MAR DE PEDRA por Alkssa45

Ver comentários: 1

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Palavras: 725
Acessos: 151   |  Postado em: 30/01/2026

Capitulo 11 O QUE OS HOMENS ACHAM QUE PODEM FAZER

 O Que os Homens Acham Que Podem Fazer

I — O pai que não era abrigo (Sofia)

Ele entrou no quarto como quem entra num território que ainda considera seu.

Não perguntou como eu estava.

Não perguntou se doía.

— Você precisava de atenção? — disse, com a voz baixa, afiada. — Conseguiu.

Aquilo me atravessou mais que o acidente.

— Você sabe por que eu saí daquele apartamento — respondi. — Sabe o que ouvi sobre a mamãe. E ainda assim… você teve coragem de usar aquilo contra ela.

Ele inclinou a cabeça, impaciente.

— Eu me casei para ter uma mulher, Sofia. Não com uma freira.

A frase caiu como algo sujo no chão.

Meu estômago revirou.

— Você está falando da minha mãe.

— Estou falando da minha esposa — corrigiu. — Intimidade não é favor. É obrigação.

Ali, algo em mim se quebrou com som.

— Você a embebedava — disse, a voz tremendo, mas firme. — Você sabia que ela não conseguia… e mesmo assim…

Ele sorriu.

Não um sorriso nervoso.

Um sorriso satisfeito.

— Todo mundo tem suas formas de lidar com resistência — respondeu. — Algumas mulheres precisam esquecer para aceitar.

O quarto pareceu encolher.

Foi nesse instante que senti. Não pensei — senti. Um aperto no peito, como se uma mão invisível me avisasse tarde demais.

— Você sabia da ilha — sussurrei.

Ele não negou.

— Aquilo era… educativo.

Meu corpo inteiro gelou.

No brilho do olhar dele havia algo que eu já tinha visto descrito nos relatos do tio Damon. Não detalhes — intenção. O mesmo prazer frio. A mesma ideia de posse.

— Você esteve lá — eu disse, mais como constatação do que pergunta.

O silêncio dele confirmou.

Eu não gritei.

Não chorei.

— Saia — falei. — E não volte.

Ele me olhou como se eu fosse pequena.

— Um dia você vai entender que o mundo pertence a quem não tem escrúpulos.

Quando a porta se fechou, eu soube:

meu pai não era apenas cruel.

Ele era perigoso.

II — O poder que não governa, mas ameaça

A reunião foi tudo menos formal.

Advogados. Conselheiros. Herdeiros.

O testamento não foi lido como um documento — foi desembainhado.

Quando a cláusula do veto foi anunciada, o ar mudou.

— Antônio Stavros — disse o advogado — detém poder de veto absoluto sobre qualquer decisão relacionada à ilha e seus ativos.

Antônio não sorriu de imediato. Esperou. Degustou o desconforto.

— Não é controle — disse ele, com falsa modéstia. — É… cuidado patrimonial.

Eu vi o olhar dele brilhar.

— Sofia Alencastro — continuou o advogado — é oficialmente empossada como Diretora-Geral da filial Brasil.

Houve aplausos contidos.

— Antônio Stavros assume a direção da matriz na Grécia.

Dois tronos.

Um império dividido.

E uma ilha como faca no meio da mesa.

— Importante esclarecer — acrescentou o advogado —: o veto se restringe exclusivamente à ilha. Seus tesouros. Suas operações. Seus… costumes.

A palavra ficou suspensa.

Antônio sorriu, agora sem disfarce.

III — A proposta que muda tudo

A sala ficou apenas com nós quatro.

Minha mãe.

Damon.

Melinda.

E eu.

Eiriene respirou fundo antes de falar. Não havia tremor — havia decisão.

— Existe uma cláusula silenciosa — disse ela. — Uma corrida contra o tempo.

Ela nos olhou, uma por uma.

— Para assumir o controle acionário do grupo e, assim, esvaziar o poder da ilha, é necessário atingir cinquenta e cinco por cento.

Fez uma pausa.

— Sozinhas, nenhuma de vocês chega lá.

Meu coração acelerou.

— Unidas — continuou —, chegam.

O silêncio foi absoluto.

— Dois anos — concluiu. — Se isso não acontecer, Antônio mantém o veto… até que o irmão mais novo atinja a maioridade. E então, eles assumem tudo.

Melinda desviou o olhar.

Eu senti o peso do que não estava sendo dito.

— Não estou falando apenas de números — minha mãe completou. — Estou falando de estratégia. De sobrevivência. E de colocar um fim definitivo naquele lugar.

Ela nos encarou com firmeza.

— Para destruir a ilha… será preciso unir vocês duas.

Nada foi assinado ali.

Nada foi prometido.

Mas algo começou.

E eu soube, com a clareza que só o horror traz:

o amor talvez não fosse o começo dessa história.

Mas seria — inevitavelmente — o ponto de ruptura.

Fim do capítulo


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Comentários para 11 - Capitulo 11 O QUE OS HOMENS ACHAM QUE PODEM FAZER:
Zanja45
Zanja45

Em: 06/02/2026

Essa união será necessária para manutenção do controle acionário. No entanto o que pode resultar desse ajuntamento pode ser surpreendente.

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