• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • O lago
  • Sara,febre e meus pais

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • CEO APAIXONADA
    CEO APAIXONADA
    Por Luciana Araujo
  • Lutas
    Lutas da vida
    Por Esantos

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

O lago por Luciane Ribeiro

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2607
Acessos: 225   |  Postado em: 29/01/2026

Sara,febre e meus pais

Enquanto eu dormia, o prefeito cumpriu a promessa de não deixar passar a minha "afronta". Entrou com uma liminar paralisando as obras, alegando uso indevido de bens públicos. Quando acordei e recebi a notícia, senti mais frustração do que raiva. A estrada, os caminhões, os empregos... tudo suspenso por vaidade política.

Eu precisava da minha equipe jurídica com urgência.

Como Joyce estava com meus celulares, tive de pedir um emprestado à enfermagem. Liguei para o RH e fui direta: precisavam contratar um advogado imediatamente, nem que fosse temporário. Expliquei a situação, a liminar, a urgência. A ordem era clara: derrubar aquilo o mais rápido possível.

Depois chamei doutor Jaime. Pedi, com a pouca paciência que ainda me restava, que convencesse a filha a devolver meus celulares e também o computador, que haviam sido praticamente "apreendidos" por ela em nome da minha recuperação. Ele me ouviu em silêncio, com aquele olhar clínico que misturava preocupação e experiência.

- Vou falar com ela - disse por fim. - Mas saiba que Joyce não faz nada sem achar que está certa.

Ele ligou, e ela veio.

Dessa vez, sem cinismo. Sem o ar desafiador que eu já esperava como um reflexo. Joyce parecia cansada - não fisicamente apenas, mas daquele cansaço que nasce quando alguém passa tempo demais sustentando responsabilidades que não escolheu.

Ela colocou meu celular e o computador sobre a mesa com cuidado, como se fossem frágeis. Não reclamou. Não fez exigências. Não cruzou os braços.

- Sem briga? - perguntei, quase desconfiada.

Ela soltou um suspiro baixo antes de responder.

- Situações desesperadas pedem medidas desesperadas. Se essa questão da estrada não se resolver, todo o processo vai desestabilizar. Eu tentei ajudar... mas sei reconhecer quando algo está além das minhas capacidades.

Suas palavras me causaram um frio que percorreu minha espinha. Joyce não se deixava vencer fácil; vê-la tão derrotada despertou em mim uma raiva desconcertante - não contra ela, mas contra o homem que, por birra e vaidade, estava travando o progresso e colocando em risco a vida dos meus funcionários. No estado atual, as estradas haviam se tornado armadilhas: o cascalho jogado às pressas para secar a lama tornava o trajeto instável, traiçoeiro, perigoso para quem passava ali todos os dias apenas para trabalhar.

Apertei os lençóis com força, sentindo o peso da impotência misturar-se ao efeito dos medicamentos. Não era só uma disputa política. Era gente de carne e osso, caminhões carregados, turnos exaustivos, famílias esperando alguém voltar para casa inteiro no fim do dia.

- Isso não vai ficar assim - murmurei, mais para mim do que para ela.

Joyce levantou o olhar. Pela primeira vez, não havia desafio ali. Havia preocupação. Real.

- Eu sei - disse ela, com a voz baixa. - E é exatamente isso que me assusta.

Porque, naquele instante, ficou claro que o problema havia crescido além de nós duas. Não era mais sobre quem mandava, quem cedia ou quem tinha razão. Era sobre escolher até onde estávamos dispostas a ir para proteger aquilo que, sem perceber, já tínhamos começado a construir juntas.

Vou voltar ao trabalho, e você não vai tentar me impedir!

- Não irei...

Saí da cama num impulso que misturava raiva e lucidez febril. Vesti-me sem me preocupar com a presença dela, calcei os chinelos, peguei o suporte do soro e segui em direção à porta. Doutor Jaime e as enfermeiras me olharam como se eu tivesse perdido completamente o juízo.

- Onde você vai assim, minha filha? Ainda não lhe dei alta.

- Eu prometo que volto. Agora eu tenho algo importante para fazer.

Não esperei resposta. Já estava ligando novamente para o RH enquanto atravessava o corredor. Para minha felicidade - e surpresa - eles informaram que haviam conseguido contratar uma advogada. Pedi que a encaminhassem imediatamente à prefeitura.

Joyce me acompanhou em silêncio. Curiosa. Confusa. Visivelmente preocupada. Ela não fazia ideia do que eu pretendia - e, pela primeira vez, parecia não saber se deveria tentar me deter.

Entrei na prefeitura sem hesitar, seguindo direto para o gabinete do prefeito. Abri a porta com força suficiente para interromper qualquer conversa que estivesse acontecendo.

- Você é burro ou apenas narcisista?

Ele se levantou de supetão, o rosto congestionado de indignação.

- Está louca? Não pode entrar aqui falando desse jeito comigo! Exijo respeito!

- Respeito eu tenho pelos moradores que acordam de madrugada para garantir o próprio sustento. Pelos trabalhadores cuja segurança o senhor está colocando em risco por pura birra.

- Sua arrogância não tem limites - ele rebateu. - Estou agindo de acordo com a lei. Você não pode usar máquinas públicas para realizar seus desejos.

_Quem age pelos próprios interesses é o senhor .Que não pensa nos moradores da cidade ,apenas quer mostrar poder ,mas na verdade não passa de um covarde egoísta.

_Eu devia te dar uma surra e mostrar o quão covarde eu sou.

Antes que eu respondesse, meu coração deu um salto ao ouvir uma voz firme, conhecida demais para ser ignorada.

- Boa tarde. Sou a representante legal da corporação Santez.O senhor poderia se afastar da minha cliente?

O prefeito se virou lentamente. Joyce prendeu a respiração atrás de mim.

Sara entrou com uma tranquilidade que parecia desafiar o ambiente inteiro. Era o tipo de calma que não pedia licença - simplesmente se impunha. Seus cabelos, antes pretos como a noite, agora eram castanhos claros, quase loiros. Ela me olhou por alguns segundos. Houve surpresa, sim, mas nenhuma fissura no profissionalismo impecável que sempre a acompanhou.

- Acabo de vir do fórum - disse, abrindo a pasta com um gesto preciso. - O juiz Veloso suspendeu a liminar. Estou entrando com um processo contra a prefeitura por quebra de contrato.

O prefeito franziu a testa, tentando recuperar algum controle da situação.

- Que contrato?

Sara ergueu o olhar lentamente, como quem explica o óbvio a alguém que fingiu não ler as letras miúdas.

- Quando o senhor assinou o contrato de colaboração com a corporação, comprometeu-se a entregar as estradas asfaltadas seis meses antes do término das obras. Isso não foi cumprido. A multa prevista é de até setecentos mil reais por mês de atraso. Além disso creio que também iremos entrar com um processo por ameaça.

O gabinete mergulhou em silêncio. O homem empalideceu, a arrogância evaporando diante do peso das palavras. Joyce, atrás de mim, soltou o ar devagar.

Saí do gabinete feliz, com o peito leve pela vitória, mas atravessada por um incômodo antigo. O passado tinha uma péssima mania de reaparecer quando eu começava a acreditar que estava no controle.

Joyce e Sara saíram logo atrás de mim, sorridentes, trocando comentários baixos, cúmplices, com uma intimidade que só quem cresceu junto carrega no corpo. Foi nesse instante que algo se encaixou dentro de mim.

As fotos na casa do vô Jeremias.

O rosto que me parecera familiar.

Era ela.

- Estou orgulhosa de você! Nunca tinha te visto advogando. Parece até gente grande - disse Joyce, com um sorriso aberto. - Nos salvou... e, de quebra, provavelmente causou um pequeno derrame no prefeito.

- Confesso que essa foi a melhor parte - Sara respondeu, satisfeita.

Joyce virou-se para mim, animada.

- Venha! Vou te apresentar pra chefe.

Elas se aproximaram enquanto eu tentava, inutilmente, me concentrar nos e-mails acumulados.

- Chefe! Essa é minha prima, Sara. Sandi para os próximos.Sua nova advogada!

Sara sorriu.

E o chão sumiu.

A lembrança dela deitada nua na minha cama - um passado que eu havia empurrado para o fundo da memória com força e negação - me atravessou sem piedade. Meu corpo reagiu antes da razão: a palidez, o frio súbito, o sangue correndo mais rápido pelo acesso intravenoso.

Eu ia estender a mão, forçar cordialidade, fingir normalidade.

Joyce percebeu antes.

- Vocês se apresentam depois - disse, já me segurando pelo braço. - Vou te levar de volta para o hospital.

Enquanto eu era conduzida, sem forças para protestar, uma pergunta martelava na minha mente:

Que brincadeira cruel era aquela do destino.?

Levei uma grande bronca do doutor Jaime ao voltar para o hospital. Ele cruzou os braços, respirou fundo e fez aquele discurso que misturava preocupação genuína com autoridade médica ferida. Prometi - com a mesma convicção de quem sabe que não vai cumprir à risca - que não faria mais nenhuma loucura.

A partir daquele momento, transformei meu quarto em um pequeno escritório improvisado. Nada exagerado, claro. Um notebook, uma pilha de documentos, o celular sempre carregando. Mas também não seria pega de surpresa outra vez pelas artimanhas do prefeito.

Joyce apareceu no fim da tarde, encostando no batente da porta como se já esperasse encontrar exatamente aquela cena.

- O fato de eu ter pedido ao meu pai para deixar você trabalhar aqui - ela disse, apontando para a mesa improvisada - não significa que é pra você ultrapassar todos os limites como sempre faz.

Revirei os olhos, sem levantar a cabeça da tela.

- Já disse que não preciso de vigilância.

- Quem disse que você tem escolha? - ela retrucou, cruzando os braços. - Vou vir todos os dias. Para garantir isso.

- Garantir o quê, exatamente?

Ela se aproximou mais, inclinando-se até ficar à altura do meu rosto.

- Que você não vai inventar outra fuga cinematográfica. Vou ficar ao seu lado. Grudada em você.

Levantei o olhar devagar.

- Grudada em mim?

Joyce congelou por um segundo, claramente percebendo o que tinha acabado de dizer.

- Não foi isso que eu quis dizer! - falou rápido demais. - Você entendeu!

Um silêncio curto se instalou entre nós. Não era constrangedor. Era... carregado. Daqueles que dizem mais do que qualquer resposta apressada.

Voltei a olhar para a tela, um meio sorriso traindo meus pensamentos.

- Entendi sim.

Ela saiu por alguns minutos e voltou carregando dois bolos de pote e um achocolatado.

- Sei que você não comeu nada até agora - disse, colocando tudo sobre a mesa improvisada. - Ouvi sua mãe dizer que doces funcionam melhor com você quando fica doente.

Ergui uma sobrancelha.

- O que mais você ouviu?

Joyce sorriu daquele jeito insolente que sempre me tirava do sério.

- Não se preocupe. Vou manter segredo sobre o fato de você ser um bebezinho dengoso. Boa noite, chefe!

Ela saiu antes que eu pudesse rogar as piores pragas ou escolher xingamentos à altura. Minha raiva só diminuiu porque, entre as opções, havia bolo de cenoura - meu sabor favorito. Traidora astuta.

Eu ainda saboreava a primeira colherada quando alguém bateu à porta e entrou sem esperar resposta.

Por um minuto, o tempo naquele quarto simplesmente parou.

- De todos os lugares do mundo - disse a voz que eu conhecia bem - eu jamais imaginei te encontrar justamente na minha cidade natal.

Meu estômago gelou. Levantei o olhar devagar.

- Bem... - respondi, forçando uma calma que não sentia - pra ser justa, eu também não esperava te ver de novo.

O silêncio entre nós era pesado, carregado de tudo o que nunca foi resolvido.

- Como vai você, Sara?

Ela me observou por alguns segundos antes de responder, como se avaliasse não apenas meu estado físico, mas todas as versões de mim que ficaram no passado.

E eu soube, naquele instante, que o destino não estava brincando. Estava provocando. E não pretendia parar tão cedo. - Estou, sem dúvida, melhor que você - disse ela, num meio sorriso que não chegava aos olhos. - Seus pais já sabem que você está no hospital?

- Sabem que estou doente. Não precisam saber mais do que isso.

Sara assentiu, como se entendesse exatamente o que eu estava evitando.

- Senti sua falta...até mesmo da sua teimosia e falta de autocuidado.

Engoli em seco antes de responder.

- Também senti a sua. Você disse que iria para a Espanha. Como acabou aqui?

Ela respirou fundo, apoiando o peso do corpo em uma das pernas, gesto antigo, familiar demais.

- A Espanha só me fez perceber o quanto eu estava sozinha. Nesse período, minha irmã teve um bebê e minha mãe adoeceu. Ela não dava conta dos dois... então voltei para ajudar. - Fez uma pausa curta. - E não me arrependo.

- Você sempre foi muito ligada à família, ainda que escondesse sua sexualidade deles.

- Nós duas éramos - corrigiu, com suavidade. - Talvez por isso nos dávamos tão bem. Mesmo com a falta de tempo, com as ausências ,sempre tentou estar perto da sua. E tenho certeza que teria encontrado tempo para vir conhecer a minha ,se eu tivesse permitido.

Ela olhou ao redor do quarto, como se aquele hospital fosse um símbolo cruel do acaso.

- É irônico pensar que, no fim, você acabou aqui. No meio de todos eles.

O silêncio que se seguiu não foi desconfortável. Foi denso. Cheio dos sentimentos que ainda existia - e do que jamais deixou de existir.

- Todos mesmo. Seu avô até me disse para chamá-lo de Vô Jeremias.

Meu corpo reagiu antes da mente.

- Como você conheceu meu avô?

- Joyce me levou até a casa dele quando atolamos na estrada.

Suspirei, sentindo o cansaço voltar em ondas.

- Joyce... qual é o problema entre vocês duas? Ela disse que você a irrita de todas as formas possíveis. O que é surpreendente. Joyce não é alguém que se irrita. Muito menos fica intimidada - como a vi hoje.

Inclinei a cabeça, sentindo a pergunta pesar mais do que devia.

- Ela invade minha casa, não me escuta e tenta controlar tudo. E eu é que sou a irritante?

Sara riu baixo, daquele jeito que sempre me desmontava.

- Já vi que o trabalho vai ser bastante interessante,vai ser divertido ver vocês duas brigando para decidir quem é mais teimosa e controladora.

- Você é minha advogada. Tem que me defender caso eu acabe assassinando ela.

- Se eu não as conhecesse, diria que estão atraídas uma pela outra - fez uma pausa calculada. - Mas, nesse caso, acho que é só disputa de duas lobas pelo mesmo território.

_Manteremos o profissionalismo ,assim não teremos problemas. Acredito que sua visita também seja sobre isso. Quer que eu mantenha segredo sobre o que vivemos.

_Na verdade ,não me importo mais que todos saibam. Só queria ver como estava. Parecia muito mal quando Joyce lhe trouxe .

Ela pegou a bolsa, já se afastando.

- Preciso ir.

Antes que eu reagisse, Sara se aproximou, segurou minha nuca com firmeza familiar demais e me beijou. Um beijo curto, quente, cheio de passado.

- Isso é pelos velhos tempos - murmurou. - Estou feliz por te ver de novo.

Ela saiu, deixando no ar aquele silêncio perigoso que antecede decisões ruins - ou inevitáveis.

Algumas horas depois que ela saiu, recebi uma mensagem.

"Tio Jaime, disse que seu quadro de saúde é bastante sério. Aproveitei que ainda tenho contatos para chamar quem você precisa.

Meu estômago afundou.

Não demorou nem cinco minutos para o celular vibrar outra vez.

"Estamos a caminho." - meu pai.

Fechei os olhos, sentindo o quarto do hospital ficar pequeno demais para conter o passado, o presente e tudo o que eu ainda não estava pronta para enfrentar.

Conhecendo meus pais, nenhum argumento os faria mudar de ideia. Restava aceitar e me preparar para a chegada deles.

O que eu não imaginava... era que trariam consigo a origem do meu vazio.

Na manhã seguinte, acordei cedo. O hospital ainda dormia quando comecei a revisar os relatórios semanais e a ajustar o novo projeto que apresentaria na reunião com os diretores. Trabalhar era o único jeito de manter a mente ocupada.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 5 - Sara,febre e meus pais :
HelOliveira
HelOliveira

Em: 29/01/2026

Eita que agora misturou tudo.....todas as pessoas no mesmo lugar....muito curiosa para ver o que vai acontecer...

Mas gostei do ver o prefeito ser colocado no lugar dele...


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 15/02/2026 Autora da história
Homenzinho sem noção esse prefeito.Eu não espera encontrar alguém com coragem o bastante pra desafiar seu "poder"


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web