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Diamantora por AlphaCancri

Ver comentários: 2

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Palavras: 1630
Acessos: 139   |  Postado em: 22/01/2026

CAPÍTULO III

Maia podia ouvir o próprio coração martelando no peito, enquanto caminhava ao lado do jovem rapaz, que mantinha uma distância respeitosa, com as mãos cruzadas para trás. Sentia o perfume dele misturado ao aroma que vinha das variadas flores do imenso jardim. Parecia que estava, enfim, vivendo em uma das páginas dos romances que virava noites lendo, sob a fraca luz da vela em seu quarto.

A rainha Luísa conseguiu uma reunião demorada com seu pai, sobre negócios que Maia suspeitava não existirem, para que os dois jovens pudessem conversar a sós pela primeira vez. 

Estefan foi absolutamente gentil e educado com ela. Falava sobre suas experiências nos mais variados cantos do mundo, por onde já esteve. Maia podia ver em seus olhos um brilho entusiasmado, como se o duque estivesse revivendo cada experiência naquele momento.

— Quem sabe um dia não poderemos percorrer alguns desses lugares, juntos? Oh, Alteza... ficaria encantada com as imensas bibliotecas do reino de Aspes. A quantidade de livros é inimaginável, como se entrasse num corredor sem fim, com estantes de lado a lado. 

Maia fechou os olhos por alguns segundos, sentindo a emoção que aquelas palavras lhe causaram. Cada célula de seu corpo desejou estar, naquele momento, em Aspes, com Estefan ao seu lado.

*****

Os dias que se seguiram só aumentaram o encantamento da princesa pelo primo de Luísa. A cada conversa, a sós ou não, sua excitação em finalmente ter encontrado alguém tão acima de suas expectativas, crescia vertiginosamente.

Para Luísa, as coisas não podiam estar correndo de forma melhor. Com o visível encantamento da princesa pelo falso duque, o rei nunca esteve tão amigável e agradecido. Ela não podia deixar passar a oportunidade de conseguir algumas vantagens comerciais em tratados que o rei assinava enquanto gargalhava entre um gole e outro de vinho. À noite, em todas as oportunidades que tinham, Luísa conversava com Oton para saber como havia sido o dia. Aproveitava para dizer o que manter e o que fazer diferente, assim como lhe dava frases prontas, que por sorte, o rapaz conseguia guardar muito bem.

No último dia de estadia da rainha e sua comitiva, durante o passeio que a princesa e o jovem rapaz se habituaram a fazer pelos jardins, o duque tocou levemente o braço de Maia, enquanto a puxava gentilmente para uma parte mais reservada em meio aos arbustos. Segurou-lhe as mãos, como Luísa o havia instruído na noite anterior, e disse olhando nos olhos da moça:

— Perdoe-me o atrevimento, mas gostaria de falar primeiramente com Vossa Alteza... Desnecessário se faz colocar em palavras o meu encantamento, creio que já está bem claro na forma como meus olhos procuram os seus a cada instante... Na forma como não consigo parar de pensar em Vossa Alteza, nem mesmo quando estou inconsciente pelo sono... 

Enquanto o rapaz falava, tentando se lembrar de tudo que havia ensaiado com Luísa anteriormente, Maia sentia-se como se estivesse flutuando. 

— Minha já tão amada princesa... Permita-me o atrevimento de perguntar, antes de ir até Sua Majestade, seu pai... Me daria a honra de casar-se comigo?

Absolutamente extasiada, com um sorriso que não conseguia controlar, Maia respondeu em meio a respiração ofegante:

— Oh, Estefan... Eu adoraria!

*****

A cerimônia de casamento aconteceria em Diamantora, uma imensa festa para os dois reinos. Menos de trinta dias depois do pedido, a festa já estava preparada e aconteceria no dia seguinte. Luísa e sua comitiva, assim como muitos súditos, vieram de Ótice para a grande celebração. Muito mais que a união de um homem e uma mulher, celebrava-se a união de dois reinos. No dia seguinte à festa, a rainha e os recém-casados viajariam para Ótice, seu novo lar, já que era onde Estefan supostamente morava. Só voltariam à Diamantora, definitivamente, quando fosse o momento de Estefan e Maia se tornarem rei e rainha. 

À noite, ainda na véspera da celebração, Luísa ouviu leves batidas na porta de seus aposentos. Achando que se tratava de Martín, ou até mesmo Oton para tirar alguma última dúvida sobre a cerimônia, abriu a porta despretensiosamente. Escondeu a surpresa com um sorriso, ao se deparar com a princesa.

Já dentro do cômodo, Maia disse com nítida emoção:

— Majestade, eu vim porque gostaria de lhe agradecer...  Há alguns meses isso seria inimaginável para mim... encontrar alguém tão... tão... nem tenho palavras para Estefan.

Luísa estaria mentindo se dissesse que uma pontinha de remorso não ameaçou despontar dentro dela, mas logo a afastou firmemente. Sorriu seu melhor sorriso, enquanto segurava as mãos de Maia entre as suas.

— Alteza, eu estou tão feliz quanto vocês dois... Para mim também é uma imensa felicidade e alívio saber que meu primo encontrou alguém como a princesa.  

Continuou forçando um sorriso quando Maia disse, com nítida emoção:

— Quero que saiba que terei uma dívida eterna com Vossa Majestade.

*****

A cerimônia correu perfeitamente bem, assim como a grande festa que aconteceu logo depois, com muita música, dança, comida e bebida. Desde a morte da rainha Cecília, Maia não se lembrava de ter visto seu pai tão feliz. Observou de onde estava sentada, enquanto ele enchia mais uma vez o copo e brindava em uma roda de conselheiros e membros importantes do reino.

Estava nervosa, pois sabia que o próximo ato seria a consumação do casamento. Olhou em volta procurando por aquele que, agora, era seu marido. Encontrou-o em um canto mais afastado, com uma garrafa de bebida na mão. Teve a impressão de vê-lo próximo demais de uma moça, como se segredasse algo em seu ouvido. A música mudou e o salão se encheu novamente de pessoas dispostas a dançar, bloqueando a visão de Maia, que perdeu o duque, agora príncipe, de vista. 

Conforme os minutos se passavam, mais aumentava seu nervosismo, sentada sozinha na grande mesa principal. Seu pai andava de grupo em grupo, propondo brindes a cada cinco minutos. Não viu mais seu marido, o que a deixava ainda mais nervosa, pois não sabia a que horas deveriam se retirar da festa. Havia bebido apenas um copo de vinho, pois queria estar sóbria em sua primeira noite como mulher. Ingeriu a pequena quantidade de bebida apenas para que seu corpo relaxasse um pouco.

Ouviu a voz já conhecida ao seu lado, antes de virar o rosto e encontrar os olhos de Luísa:

— E então, princesa... Como estão sendo as primeiras horas de casada? Agora acho que sou eu quem pedirá conselhos, já que Vossa Alteza será a experiente no assunto. 

Maia suspirou profundamente antes de responder. Sentiu-se aliviada em poder conversar com alguém confiável:

— Eu estou nervosa.

Luísa deu um pequeno gole no copo que estava em sua mão, antes de dizer:

— Posso saber o motivo? 

— A consumação...

Falava como se estivesse tocando em um assunto proibido.

Luísa se manteve séria, acenou com a cabeça concordando com a princesa:

— Claro, um momento importante. Mas não há motivo para se preocupar. 

Mas não pareceu acalmar Maia:

— Eu sei o que precisa acontecer… mas não sei exatamente como…

Luísa sorriu seu melhor sorriso:

— Não se preocupe, seu marido saberá o que fazer... Estefan é um moço muito sensível, te deixará completamente à vontade, eu tenho certeza.

O sorriso de alívio que despontou no rosto de Maia deixou Luísa mais uma vez com aquela perturbadora sensação de remorso, coisa que resolveu enchendo novamente seu copo e tomando o conteúdo de uma só vez.

*****

Já acomodada em seu lugar na carruagem que dividiria com o marido até Ótice, Maia tentava inutilmente acalmar os pensamentos. Estaria se mudando para um lugar completamente desconhecido. Além dos baús de roupas, sapatos e alguns livros, Chiara, sua criada pessoal, era o único elo com Diamantora que iria acompanhá-la. 

Mais cedo, ao se despedir de seu pai, teve a impressão de ver os olhos dele marejados, mas ele nada disse. Maia sabia que já havia passado da hora de formar sua própria família. Só não havia acontecido antes por sua própria relutância. 

Estefan entrou na carruagem, e sentou-se à sua frente. Logo em seguida o veículo começou a se movimentar. Olhou para o marido, que estava de olhos fechados, visivelmente ainda sofrendo os efeitos da bebedeira da noite anterior.

Maia suspirou enquanto se lembrava do que acontecera assim que saiu da festa para o aposento preparado para os noivos. Chiara a havia ajudado a tirar o vestido de noiva e colocar as vestimentas especialmente feitas para a noite de núpcias. Depois, já sozinha no quarto, foram incontáveis as vezes em que se deitou e levantou da cama, enquanto aguardava Estefan. Um par de horas mais tarde, a porta finalmente se abriu, e o marido entrou tropeçando no cômodo. Maia esperou de pé, enquanto o olhava ir até à saleta conjunta que continha um urinol e uma banheira. Minutos depois ele retornou ao quarto, apenas com suas roupas de baixo, e uma voz enrolada:

— Minha esposa... vamos, pode se deitar.

Maia hesitou apenas alguns segundos antes de se deitar na cama. Não era bem isso que imaginava para a primeira noite de um casal, mas como poderia saber? Nunca havia se casado antes e ninguém nunca havia conversado a fundo com ela sobre isso. Antes de a mãe morrer, ainda era muito jovem para ter esse tipo de diálogo.

Seu corpo estava rígido na cama, o coração batendo freneticamente ante a expectativa do que estava por vir. Sentiu o corpo de Estefan deitar sobre o seu, de uma maneira bem bruta. Ele disse algumas palavras enroladas que Maia não conseguiu compreender e depois se calou. Ainda imóvel, a princesa esperou... E esperou... Até ouvir um ronco. Delicadamente cutucou o braço do marido em cima dela, mas ele não se moveu. Demorou ainda alguns segundos para entender que ele realmente havia adormecido.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 3 - CAPÍTULO III:
Zanja45
Zanja45

Em: 26/01/2026

Os sonhos dela românticos vão começar a dissolver, porque a noite de nuo umas já foi desse jeito  o marido bêbado.


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 29/01/2026 Autora da história
Com certeza… o príncipe virando um sapo hahahah


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HelOliveira
HelOliveira

Em: 24/01/2026

A princesa caiu certinho no golpe e a decepção já começou cedo, é isso é só o começo...

Luisa é horrível que raiva...

A história já começou muito boa 

 


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 25/01/2026 Autora da história
Maia sendo completamente inocente, sem perceber nada, né?

Espero que goste da história :)


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