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Diamantora por AlphaCancri

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Palavras: 2668
Acessos: 148   |  Postado em: 22/01/2026

CAPÍTULO II

Ao retornarem ao castelo, o rei já as aguardava no salão. Abriu um sorriso ao caminhar ao encontro das duas:

— Como foi o passeio? Espero que tenham gostado.

Luísa respondeu também sorrindo:

— Absolutamente proveitoso, Majestade! 

O rei olhou satisfeito para a filha, antes de dizer:

— Ótimo! 

Depois, mais sério, voltou-se para Luísa:

— Podemos continuar a tratar dos nossos assuntos, se Vossa Majestade não estiver cansada.

Respondeu mais enérgica do que nunca:

— De maneira alguma! O momento não poderia ser melhor.

Para Luísa, tudo estava saindo como planejado, mas o inesperado passeio com a princesa foi melhor do que poderia imaginar. 

* * * * *

Maia entrou no seu aposento e se jogou sobre a cama. Não poderia imaginar que aquela conversa teria tanto efeito sobre ela. Seus olhos foram abertos. E ela que achou que fosse esperta o bastante para persuadir o pai... Talvez tivesse se superestimado. Mas ele com certeza ouviria e pesaria a opinião da rainha. E a ela, Maia, só restava esperar... e torcer.

Não soube quanto tempo se passou até que batessem em sua porta. Para ela pareceram horas, mas talvez tivessem sido apenas alguns minutos. 

Desceu as escadas com a respiração ofegante. A cabeça trabalhando fervorosamente. 

Viu o pai e Luísa conversando, já no salão principal. Os dois se viraram ao mesmo tempo, deixando claro que ela era o assunto.

O pai se adiantou:

— Maia, eu e a rainha queremos conversar com você.

Olhou para Luísa tentando ler alguma coisa no rosto dela, mas não viu nada. O pai continuou:

— Estávamos conversando sobre alguns acordos e... a rainha me fez uma ótima proposta... que envolve você.

Como a filha nada disse, Bartolomeu continuou:

— Ela tem uma proposta... de casamento.

O rei disse com cautela, sabendo que o assunto era delicado para a filha.

Luísa se adiantou, ficando perto de Maia:

— Princesa, saiba que tenho por Vossa Alteza o mais alto respeito e admiração... E como seu pai me confidenciou que gostaria que se casasse, eu tomei a liberdade de fazer uma proposta, visando sempre o seu bem-estar. 

Nesse momento, o rei disse calmamente:

— Filha, pelo menos considere... A rainha tem um primo distante, mas por quem tem muito apreço... E ele também está à procura de uma moça de boa índole para se casar. 

Maia fingiu surpresa. Olhou para os dois, antes de dizer:

— Pai, por favor... Eu já disse que não pretendo me casar com alguém que não conheço.

— Sim, eu sei... e por isso mesmo a rainha se prontificou a trazer o duque de Lóus para que vocês possam se conhecer. 

Maia olhou para Luísa, que deu uma piscadela discreta, antes de dizer:

— Será um prazer retornar a Diamantora, ainda mais por uma causa tão nobre.

Bartolomeu agradeceu a rainha e depois virou-se para a filha, esperando uma resposta. Ela disse, tentando parecer o mais natural possível:

— Tenho certeza que não haverá problema em conhecer um duque tão bem recomendado. 

*****

Já no caminho de volta, cavalgando ao lado de seu inseparável amigo e guarda pessoal, Martín, Luísa não poderia estar mais satisfeita. Havia conseguido o acordo do jeito que pretendia, finalmente ficando com as terras. Só bastava aquele casamento dar certo. 

Martín olhou para ela, desconfiado, antes de perguntar:

— Posso saber quem é esse tal primo duque de Lóus?

Luísa deu um leve sorriso, antes de responder:

— Você saberá, meu amigo... assim que eu encontrá-lo. 

 

 

— Não!

Era o décimo segundo rapaz trazido por Martín que Luísa dispensava, só naquele dia. Desde que retornara de Diamantora, estava à procura do cavalheiro perfeito. Um homem que não poderia ser muito jovem, nem muito velho. Bem-apessoado e que conseguisse aprender a se portar como um verdadeiro duque. Ela e Martín estavam vasculhando todos os cantos do reino e redondezas em busca do homem ideal. Martín tinha acabado de voltar de uma expedição onde trouxera mais alguns homens para serem testados. Aos olhos da rainha, nenhum serviria.

Até que um rapaz loiro, de olhos castanhos, com um rosto simetricamente perfeito, feições suaves, gestos delicados, mas firmes, adentrou o salão. Luísa nem precisou conversar com ele, apenas disse para o amigo, sem desviar os olhos:

— É ele!

As semanas seguintes se resumiram em Luísa e Martín trabalhando incessantemente para que o suposto duque ficasse primoroso. A rainha reuniu tudo que sabia sobre Maia, todos seus gostos, preferências e desejos, e moldou seu “primo” para que fosse o candidato perfeito. Quase sessenta dias depois, estava pronta para retornar à Diamantora, juntamente com o pretendente dos sonhos da princesa.

Enquanto a carruagem se aproximava do reino de Diamantora, Luísa repassou pela milionésima vez com o rapaz todos os pontos que haviam estudado incessantemente nos últimos dias. Nada poderia sair errado. Nenhum deslize poderia ser cometido. Apesar de achar que o rei não notaria nada – até porque estava radiante com o fato de a filha ter ao menos aceitado conhecer o rapaz, de bom grado – sabia que a princesa seria mais exigente. 

Relembrou da conversa que tiveram durante o passeio no jardim, quando Luísa teve a ideia que lhe rendeu um acordo com o rei:

 — Casamento não é um mar de rosas, princesa. Apesar de algumas pessoas fingirem que sim...

Maia imediatamente a questionou:

— Como é que a rainha poderia saber, já que nunca se casou?

Assim como todas as pessoas do reino e das redondezas, Maia sabia que Luísa não tinha cedido à pressão para que se casasse quando o tio faleceu. 

Depois de uma risada, Luísa respondeu:

— Eu tive o privilégio de saber disso antes que alguém me empurrasse para um casamento. Meus pais não eram um casal muito... Afetuoso, eu diria.

Maia sabia razoavelmente sobre os pais de Luísa. O casamento entre eles foi arranjado, obviamente. A falecida rainha era apaixonada por outro, mas, apesar de ser um rapaz rico, não chegava nem perto de um pretendente para uma princesa — pois não tinha sequer um título da nobreza — o que impedia completamente o matrimônio. Alguns boatos diziam que os pais de Luísa só se deitaram juntos uma única vez, para que o casamento fosse consumado, e foi quando a então rainha foi concebida.

— Vossa Majestade nunca quis ao menos tentar?

Luísa pareceu pensar um pouco antes de responder. Quando o fez estava séria:

— Digamos que... nunca me imaginei sendo um enfeite ao lado de um homem. 

Maia sorriu com a resposta. Era exatamente isso que não gostaria de ser. É claro que queria ser uma boa esposa para o futuro marido, mas não aceitava a hipótese de ter que se anular para que o homem sempre fosse mais importante.

Lembrou-se da vez em que seu pai a repreendeu depois de um jantar em que ela refutou o argumento grotesco de um convidado: “Uma princesa não precisa ter opinião, Maia”, o pai havia esbravejado.

Disse sem encarar Luísa diretamente:

— Eu a admiro por sua postura. 

Luísa aproveitou a intimidade que a conversa estava proporcionando:

— Não posso garantir que minha ajuda será perfeita, mas... conheço uma pessoa muito interessante que talvez seja de vosso agrado.

Maia olhou esperançosa para a mulher que caminhava ao seu lado. Luísa percebeu que ela havia ficado bastante interessada, então continuou:

— Eu tenho um primo... um pouco distante, é verdade, mas um rapaz muito diferente dos homens que está acostumada a ver por aqui. Ele tem ideais um tanto quanto... modernos.

A princesa havia parado de andar e voltado completamente sua atenção para a rainha. Luísa percebeu a isca sendo mordida... O animal lentamente caminhando em direção à armadilha. Continuou, como se cada palavra não fosse meticulosamente pensada:

— O duque…

Inventou o melhor que conseguiu na hora:

— De Lóus… 

E continuou com a história, se surpreendendo com a própria capacidade de falar como se fosse uma história verdadeira: 

— Já viajou por diversos reinos, morou em alguns deles, se privou de luxos e privilégios para conhecer o mundo real... Em uma das últimas vezes em que nos encontramos, ele me disse que...

Luísa chegou mais perto de Maia, olhou para os lados, como se certificasse que ninguém mais estaria ouvindo, e cochichou:

— Acha que as mulheres deveriam ter o controle total de suas próprias vidas.

A rainha acompanhou as reações se formando no rosto da jovem, e a cada uma delas um sorriso desabrochava dentro de si: primeiro as sobrancelhas se arquearam em espanto, depois um leve rubor tomou conta das bochechas da princesa e por fim, sua boca se abriu levemente enquanto ela aspirava o ar que pareceu faltar subitamente.

Quando o rei propôs que Maia a levasse para um passeio, Luísa jamais poderia imaginar a sucessão de eventos que ocorreram tão perfeitamente de acordo com seus interesses. A ideia de arranjar um marido para a princesa se acendeu como a luz do sol nascendo em sua mente. Devagar ela foi encaixando as peças até que o plano estava montado: conseguiria o tal primo, faria dele o príncipe dos sonhos de Maia, agradaria tão profundamente ao rei Bartolomeu que o acordo seria fechado sem nenhuma oposição. E quando achou que havia conseguido seu objetivo, a luz do sol que iluminava sua mente chegou ao ápice, como se a bola de fogo estivesse no centro do céu, logo acima de sua cabeça. Caso o casamento realmente acontecesse, teria, em breve, o reino de Diamantora também em suas mãos. Quando o rei Bartolomeu morresse, o natural seria que seu amado primo subisse ao trono como rei, já que estaria casado com a filha dele. E seu primo duque seria apenas um qualquer que lhe devia obediência. 

*****

Quando a carruagem real enfim parou em frente ao castelo, Maia não sabia qual sensação predominava em seu corpo: ansiedade, medo ou excitação. A mistura das três resultava em mãos molhadas pelo suor debaixo das luvas e um leve tremor, que parecia vir em ondas, começando no topo de sua cabeça e acabando nos dedos dos pés.

Viu de longe, pela janela de seu aposento, quando um rapaz aparentemente loiro e de tez clara desceu da carruagem, estendendo a mão para ajudar a rainha logo em seguida. Quando todos entraram, saindo de seu campo de visão, Maia andou de um lado para outro em seu quarto. Sabia que primeiro seu pretendente seria apresentado ao seu pai e, caso ele aprovasse, então seria chamada para conhecer o jovem. 

Estava sentada em frente à sua penteadeira, torcendo seus dedos, enquanto balançava incontrolavelmente a perna direita, quando a porta de seu quarto se abriu, ao que lhe pareceu séculos depois da chegada da comitiva real, e Chiara entrou anunciando:

— O jantar já será servido, Alteza.

Em um pulo, Maia se levantou e caminhou até a porta. Estranhou Chiara ter permanecido parada no mesmo lugar, impedindo sua passagem:

— O que foi?

A criada se manteve em silêncio, a olhando de uma forma que parecia triste. Maia não conseguiu compreender, por isso perguntou:

— Chiara… algum problema?

A moça respirou fundo e chegou a abrir a boca, mas não conseguiu dizer nada, pois outra criada apareceu na porta:

— Alteza, todos já a aguardam lá embaixo. 

Voltando a sentir uma sensação gelada no estômago, Maia quase correu em direção à escadaria que a levaria até aquele que poderia mudar sua vida. Apesar de sempre se opor a ideia de casamento de seu pai, Maia havia formado um ideal romântico dentro de si mesma, influência dos tantos livros que lera, muitas vezes escondida.

Esperava, bem lá no fundo, que um dia encontrasse alguém que seria seu companheiro, que a faria suspirar de amor como as mocinhas que lia nos contos. 

Parada no início da escadaria, suspirou sonoramente antes de alcançar o primeiro degrau.

Como se fosse combinado, assim que chegou ao fim da escada, encontrou-se com seu pai e os convidados. A princesa fez uma reverência, enquanto cumprimentava Luísa. Depois, manteve os olhos no chão, só ousando erguê-los quando seu pai disse:

— Maia, conheça o duque Estefan de Lóus.

Ao erguer os olhos, se deparou com duas brilhantes bolas castanhas, emolduradas por cabelos loiros, levemente ondulados, ornamentando um simétrico rosto másculo, mas ainda assim, suave. Apenas uma palavra saiu de sua boca. Apesar de ser o cumprimento de praxe, traduzia muito bem o estado em que estava:

— Encantada.

 O duque fez uma reverência, antes de dizer:

— Alteza, é uma honra finalmente conhecê-la.

A voz dele era firme, mas transparecia uma doçura que entrou melodicamente nos ouvidos de Maia. Mas como já previa, não tiveram tempo de dizer mais nada. O rei caminhou em direção ao salão, seguido pelo restante dos convidados.

Durante o jantar, o duque se sentou ao lado do rei, que parecia estar se divertindo muito na conversa com o jovem. Maia e Luísa sentaram-se lado a lado, enquanto os outros membros da corte e os acompanhantes da rainha estavam espalhados pela mesa. A proximidade permitiu que Luísa iniciasse uma conversa privada com a jovem:

— E então?

Maia se fez de desentendida, não querendo demonstrar a excitação que tomara conta de seu corpo desde os minutos antes da chegada dos convidados:

— Sim, Majestade?

Luísa sorriu, dando um leve aperto na mão da princesa, antes de continuar:

— Não se faça de rogada... O que achou de meu primo? 

— Bem, ainda não posso ter uma opinião formada sobre ele... mal trocamos algumas palavras...

— Não se preocupe quanto a isso, vocês terão tempo.

Se dependesse de Luísa, o casamento seria marcado ainda naquela semana que passariam em Diamantora.

Maia havia sido cuidadosa em suas palavras, como já esperava, mas Luísa sabia que a primeira impressão havia sido positiva. Não só pela maneira com que a princesa buscava o duque com o olhar durante o jantar, mas também pela forma como enrubesceu enquanto recebia os cumprimentos do jovem, mais cedo.

*****

Já acomodada em seus aposentos, Luísa esperou até que ouviu as batidas leves em sua porta. Abriu e colocou a cabeça para fora, certificando-se que ninguém estaria pelos corredores e puxou o jovem rapidamente para dentro do cômodo.

— E então, Majestade? Diria que esse duque viveu a vida inteira no meio de porcos?

Luísa o repreendeu, sussurrando:

  — Fale baixo! Todo o cuidado é pouco neste momento.

Oton Sias — o verdadeiro nome do rapaz — tinha vinte e quatro anos, era nascido e criado em uma zona pobre ao redor da cidadela de Ótice. Morava com os pais e os oito irmãos num barraco que sustentavam com uma pequena criação de porcos. Martín o encontrou em uma de suas buscas pelo pretendente perfeito. À primeira vista, não deu nada por ele, mas ao analisá-lo melhor, viu que talvez pudesse ser aproveitado depois de um bom banho. 

— Certo... Mas eu me saí bem, não foi?

Luísa olhou para o rapaz que sorria de forma abobalhada em sua frente. Fisicamente ele era o duque ideal, mas ela e Martín tiveram muito trabalho em moldá-lo no personagem que precisavam. O rapaz não tinha muito conteúdo. Ele precisaria seguir à risca todas as instruções que recebeu... Se a princesa suspeitasse do “cabeça de vento” que Luísa havia lhe arranjado...

— Escute... amanhã darei um jeito de deixar vocês dois a sós. É a oportunidade que você precisa, lembre-se de como ensaiamos as conversas, não saia do combinado, entendeu?

Conforme foi conhecendo Oton, Luísa teve a certeza de que seria ele. Depois que se mostrou capaz de incorporar o personagem que precisavam, não havia dúvidas. O rapaz não era ambicioso, não tinha sede de poder e se contentava com pouco. O que era perfeito para a continuidade dos seus planos, tão logo o rei Bartolomeu deixasse o reino para sua única herdeira.

— Claro, Majestade... Será um prazer ficar sozinho com a princesa.

Como resposta recebeu um tapa na cabeça, antes de ouvir:

— Não ouse encostar nela... em nem um fio de cabelo... não por enquanto, ou vai estragar tudo. O momento certo chegará.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 2 - CAPÍTULO II:
Zanja45
Zanja45

Em: 26/01/2026

Esse conde de Lous, um verdadeiro pirata. Maia vai se dar mal ao confiar em Luisa.


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 29/01/2026 Autora da história
O que será que Luísa vai arrumar pra ela?


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