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Diamantora por AlphaCancri

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Palavras: 2752
Acessos: 210   |  Postado em: 22/01/2026

CAPÍTULO I

Ouviu de longe o barulho dos cascos dos cavalos batendo contra o chão. Colocou a mão na água corrente uma última vez, agachada na margem do rio, sentindo o prazer daquela sensação. Levantou-se e, segurando os sapatos em uma das mãos, e puxando o vestido com a outra, fez o caminho de volta para casa, pela trilha da floresta. 

Quando se aproximava dos fundos do castelo, uma criada veio apressada ao seu encontro:

— Alteza...

A mulher fez um reverência apressada e continuou:

 — A comitiva da rainha Luísa já chegou. Sua Majestade, seu pai, ordenou que estivesse no salão para recebê-los.

Maia suspirou e, largando os sapatos na entrada, avançou porta adentro de pés no chão, direto para seus aposentos, deixando um rastro de lama por onde passava. 

Com ajuda da sua criada pessoal, tirou o vestido de cor clara, que estava bem mais escuro — principalmente na barra — por conta da lama.

Entrou no banho quente que Chiara já tinha preparado. Foi ensaboada e esfregada por ela, que reclamou:

— Um dia essas manchas não sairão e você vai ter que conviver com elas para sempre!

Olhou para a moça que tinha a mesma idade que ela, a única pessoa — no mundo inteiro — que podia chamar de amiga:

— Tenho certeza de que você faria com que saíssem... Nem que precisasse esfolar minha pele...

Chiara não acompanhou seu sorriso, em vez disso, fez uma careta:

— Pronto, levante-se. Você já está atrasada.

Ficou de pé e Chiara a envolveu com o pano. Saiu da banheira e ficou parada, enquanto ela delicadamente secava cada parte de seu corpo. Depois ela trouxe as roupas íntimas, vestindo Maia com pressa, mas ainda mantendo a delicadeza habitual. Colocou a primeira camada de roupas, a segunda, e finalmente, a última. Maia já estava cansada, mesmo não tendo feito nada, apenas levantando os braços ou girando o corpo de tempos em tempos, seguindo o que Chiara ordenava. 

— Sente-se na cama, vou calçar seus sapatos...

Obedeceu, já tomada pelo tédio do que estava por vir.

Quando estava inteiramente vestida, já sabia qual era o próximo passo, antes mesmo de Chiara pedir:

— Vá para a penteadeira...

Vestidos, rendas, espartilhos, penteados... Coisas que causavam fascínio nas mulheres do reino, para ela não passavam de estorvos.

— Amanhã vamos lustrar seus cabelos, está sem brilho...

Olhou para a amiga, pelo espelho:

— Para mim estão ótimos.

Chiara devolveu o olhar:

— Se fosse pela sua vontade, acho que os cortaria na raiz.

Ouviram a batida na porta, seguida da voz de um guarda:

— Alteza, seu pai a aguarda.

Chiara terminou de apertar o laço do penteado e Maia se levantou. Suspirou e caminhou lentamente até a porta, que Chiara abriu para que passasse. 

Sabia por alto o motivo da visita da rainha Luísa, vizinha do reino. Por ser mulher, seu pai nunca havia feito questão de que ela participasse dos assuntos políticos. Pelo contrário, quando ela tentava alguma aproximação, era imediatamente vetada. 

“Casamento!”

Era o que o pai sempre mandava com que se preocupasse. Detestava a ideia de ter que viver o resto de sua vida à mercê de uma pessoa que provavelmente só conheceria às vésperas da cerimônia. Alguns diziam que ela se esquivava por birra, um comportamento mimado, mas ela realmente não conseguia se render ao destino que parecia estar traçado desde que nascera. 

Assim que foi anunciada e entrou no salão, todos olharam em sua direção. Caminhou até o pai, onde a rainha também estava:

— Maia, lembra-se da rainha Luísa de Ótice, não?

Fez uma reverência um pouco desequilibrada e disse:

— Claro. Como vai, Majestade?

Ouviu a resposta sem olhar diretamente para a mulher em sua frente:

— Princesa Maia, um prazer revê-la.

Apenas meneou a cabeça respeitosamente. Sabia que sua presença ali logo seria inútil, pois aquela cordialidade era praxe, nada sincero de verdade. Sentaram-se à grande mesa, junto de outros membros da corte, assim como acompanhantes da rainha.

Quando, enfim, conseguiu deixar o salão — saindo furtivamente depois do jantar — voltou ao seu aposento. A vontade que sentia era de livrar-se logo daquelas roupas, mas se o fizesse seria pior, pois era certo que seu pai a chamaria de volta para fazer os cumprimentos da noite, assim que notasse sua ausência.

Se jogou na cama, sem se importar se amassaria ou não o tecido do vestido. Logo depois ouviu alguém bater levemente na porta. Já sabia se tratar de Chiara, pois a batida dela era única, um código que as duas haviam inventado quando ainda eram crianças, para que uma soubesse que se tratava da outra.

Ela entrou no quarto, mas Maia não se moveu, continuou jogada na cama, olhando para cima.

— O jantar de hoje foi rápido. Vamos, vou te despir.

Com a voz completamente tomada pelo desânimo, respondeu apenas mexendo os lábios, com o restante do corpo completamente imóvel:

— Ainda não acabou. Eu escapei por uns instantes. Estava a ponto de desmaiar.

Ouviu a risada de Chiara e logo sentiu o corpo dela deitar ao lado do seu:

— Quanto tempo até notarem sua ausência?

Finalmente se mexendo, virou-se de frente para ela:

— Não sei, mas acho que ainda tenho um quarto de hora, pelo menos. Meu pai está bastante entretido na conversa com a rainha.

— Você acha que eles vão se casar?

Quase riu da pergunta dela. Franziu o cenho e disse:

— De onde você tirou isso? Meu pai jamais se casaria novamente... E a rainha Luísa não se casou até agora... por que mudaria de ideia?

Chiara enlaçou a mão na sua, coisa que era costume que fizessem:

— Não sei, como eu poderia saber? Ouvi de um criado, que ouviu de um guarda, que ouviu de...

Maia não conseguiu segurar a risada, fazendo Chiara emburrar a cara:

— Falo sério... Ouvi dizer que esse era o assunto urgente que a rainha veio tratar com Sua Majestade.

O que Maia sabia sobre a visita da rainha era o que conseguia escutar furtivamente das conversas do pai com Conselheiros e mensageiros, enquanto se esgueirava pelos corredores: havia uma grande faixa de terra, que ficava bem na divisa entre os dois reinos, da qual os dois se intitulavam detentores. Há anos travavam uma guerra fria sobre quem era o verdadeiro dono daquele lugar. 

— Isso é história inventada... Meu pai nunca se casaria sem falar comigo antes.

A voz de Chiara se tornou baixa, quase um sussurro:

— E você?

Maia não entendeu, nem a pergunta, nem o motivo dela estar falando tão baixo:

— Eu o quê?

Chiara baixou o olhar e fixou-o nas mãos unidas das duas:

— Você se casaria sem falar comigo antes?

Maia soltou uma risada alta:

— Se um dia eu me casar, você irá comigo, sempre será minha melhor amiga.

*****

No salão, quando teve a oportunidade de falar a sós com o rei novamente, Luísa retomou o assunto que já tinha introduzido de maneira sutil no decorrer da noite:

— Tenho certeza que Vossa Majestade entende a situação. As divisas são feitas justamente para que não haja dúvidas sobre quem tem o domínio de determinada área. 

Depois de um longo gole na sua bebida, Bartolomeu disse:

— Não há dúvidas quanto a isso. Mas as divisas que Vossa Majestade considera, não são as mesmas que eu considero…

Ela também tomou um gole de vinho de sua taça, antes de dizer:

— Perfeitamente, Majestade. Por isso vim conversar pessoalmente. 

O rei levantou-se de sua cadeira, pôs as mãos para trás e deu alguns passos, parando e fazendo um sinal com a cabeça, para que Luísa o seguisse. Quando começaram a caminhar lado a lado, ele continuou: 

— Várias vezes tratei pessoalmente desse assunto com seus antecessores... Seu pai, seu tio… E nunca conseguimos chegar a um acordo que agradasse ambas as partes. Então, o que Vossa Majestade quer sugerir? 

Luísa já esperava aquela argumentação. O que ele havia dito era verdade, lembrava-se da viagem que o tio tinha feito, quando ainda era rei, e lembrava-se, principalmente, de como ele estava insatisfeito ao retornar.

O motivo da disputa era simples: aquelas terras eram muito propícias para plantações, além de ser passagem dos mercadores. Nenhum dos reinos ousou tentar invadir, pois era certo que uma guerra começaria e, provavelmente, destruiria o lugar, o que não faria sentido. 

— Perfeitamente. Por isso gostaria de saber se existe algo que eu possa oferecer ao reino de Diamantora e, em troca, as terras passam a pertencer — indubitavelmente — à Ótice. Veja bem, Majestade… Estou partindo da premissa de que essas terras são suas, apesar de ser um assunto discutível. E ainda vou te dar vantagens em troca. 

Ele pareceu refletir por alguns segundos. Parou de frente para ela e pediu:

— Gostaria de um tempo para pensar e consultar meus Conselheiros, se Vossa Majestade não se ofender. Amanhã teríamos mais tempo e calma para falar. Também acredito que a rainha deva estar cansada da jornada até aqui.

Luísa terminou sua taça num único gole:

— Certamente. Foi uma jornada cansativa. Amanhã poderemos ter uma conversa mais produtiva.

Bartolomeu sorriu, depois olhou ao redor, como se procurasse alguma coisa, ou alguém. Fez sinal para um dos guardas e mandou que chamassem Maia, para desejar uma boa noite de sono à rainha.

*****

Maia estava lendo em seu quarto, sozinha. Chiara voltaria mais tarde para trocá-la, quando fosse a hora de se deitar. Ouviu as batidas na porta e saltou da cadeira. Estava mesmo esperando que viessem logo, pois não via a hora de tirar aquele vestido. 

Desceu as escadas com pressa, encontrou o pai e a rainha parados, conversando em frente à porta. Fez uma reverência impaciente, desejou boa noite e voltou com a mesma pressa para seu quarto.

Assim que a filha subiu as escadas, Bartolomeu suspirou:

— Acho que eu, como um homem, não soube dar continuidade na criação de minha filha. Está sempre avoada, ou no quarto lendo, ou lá fora caminhando sozinha. 

Luísa disse, apenas para parecer interessada, pois tinha a mesma pressa da princesa para se retirar: 

— Não se preocupe, Majestade, é a idade. Eu também era assim. Logo ela começa a encarar os deveres da vida e fica mais responsável.

O rei balançou a cabeça em concordância, mesmo um pouco descrente das palavras de Luísa.

Maia já contava com dezoito anos e parecia ser ainda uma criança. Só fazia suas lições de costura e bons modos se fosse pressionada. Nas festas realizadas pelo rei, só era vista no começo, quando recebia os cumprimentos e logo depois desaparecia. Não puxava assunto com as moças de sua idade que lá frequentavam, e se esquivava sem muita delicadeza dos rapazes que a cercavam. Com aquela idade, sua mãe já estava casada e cuidando dela.

— Gostaria de pedir um favor pessoal... Vossa Majestade conversaria com minha filha? Digo... de uma mulher para outra. Às vezes não sei bem como iniciar um diálogo sobre algumas coisas...

Luísa abriu um sorriso nada sincero quando respondeu:

— Será um prazer, Majestade!

*****

Levantou mais cedo naquele dia. Era um dos motivos que detestava quando havia visitas no castelo. Além de não poder sair para o bosque após o desjejum, ainda tinha que se vestir formalmente. Teria até que fazer penteados. 

Depois que Chiara a arrumou, desceu desanimada para a salão onde faziam as refeições. O pai e Luísa já estavam sentados à mesa. Cumprimentou-os e se sentou. Estava comendo calada, com os olhos baixos, e assim continuaria até que terminasse, se o pai não a chamasse:

— Maia, minha filha, vou precisar me reunir com o Conselho por algumas horas. Leve a rainha para conhecer os jardins e os cômodos do castelo, sim? 

O olhar de Maia demonstrava surpresa e indignação. O que menos queria naquele momento era ter que se fazer de anfitriã:

— Pai...

Limpou a garganta antes de se corrigir:

— Majestade... Eu acho que... a rainha deve estar cansada da viagem. Assim como tenho certeza que ainda se lembra de todas as partes do castelo.

— Ora, Maia, não seja indelicada. Assim a rainha vai pensar que...

Luísa cortou a fala do rei de uma forma suave:

— Majestade, não quero ser um estorvo para a princesa... Tenho certeza que Sua Alteza deve ter muitas coisas mais importantes para fazer.

Apesar de ter estado poucas vezes em Diamantora — a última havia sido há alguns anos, na ocasião da morte da rainha Eleonor, esposa do rei — ainda se lembrava muito bem do castelo. Tudo que não queria era ter que rever de novo cada parte do lugar na companhia de uma menina mimada.

Maia olhou para Luísa e viu nos olhos dela um misto de ironia e divertimento. O que não sabia era que a rainha desejava tanto quanto ela aquele passeio.

O pai disse de forma carinhosa, como fazia quando ela ainda era pequena:

— Filha, a rainha é uma hóspede muito importante... Tenho certeza que será enriquecedor conversar com ela.

Depois de dar sua sentença, o rei pediu licença e ia saindo do cômodo, mas deteve-se um instante perto de Luísa, que já estava de pé, sussurrando para que só ela ouvisse: 

— Coloque alguma coisa na cabeça desta menina.

*****

Caminhando lado a lado com Luísa pelo jardim, Maia não poderia estar mais constrangida. Não sabia o que poderia dizer a ela. A verdade é que a rainha a intimidava. Era uma mulher forte, segura, independente... Tudo aquilo que internamente Maia desejava ser. Quebrando o silêncio, e fazendo com que a jovem abandonasse seus pensamentos, Luísa perguntou:

— Então Vossa Alteza não quer se casar?

Maia não esperava aquela pergunta tão direta e íntima. Sem olhar para ela, respondeu baixo:

— Não do jeito que o meu pai quer.

Luísa incentivou:

— E como seu pai quer?

Finalmente a fitando, Maia a analisou antes de responder. O rosto de Luísa estava impassível, mas pôde perceber um leve brilho divertido em seus olhos.

— Um casamento arranjado.

Dessa vez Luísa riu:

— E você quer o que? Um príncipe encantado que chegará em um cavalo branco, despertando o amor à primeira vista?

Maia parou de caminhar e olhou diretamente para ela. O rosto de Luísa ainda continha um sorriso debochado. Aquilo a enervou a ponto de sentir suas faces queimarem. Foi entre os dentes que respondeu:

— Quero me casar com alguém de minha vontade.

Luísa riu de novo. Dessa vez respondeu como se estivesse conversando com uma criança:

— Então... Esperando o príncipe encantado no cavalo branco...

Respondeu ríspida, antes de voltar a caminhar em passos firmes:

— Não! Esperando alguém que eu ame de verdade!

O ímpeto de Luísa foi gargalhar. Mas conteve-se, diante do comportamento da princesa. Deu alguns passos rápidos até alcançá-la e segurá-la pelo braço:

— Precisa começar a encarar a realidade.

Os olhos dela estavam sérios desta vez. E o jeito que falou foi tão sério quanto:

— Já é uma mulher. Seu pai não tardará em lhe arranjar um marido. E para que não sofra tanto com essa mudança, comece a considerar a possibilidade... E use isso a seu favor. 

Os olhos da princesa expressavam a falta de entendimento dela. Por isso, Luísa continuou:

— Vossa Alteza terá que se casar. Isso é um fato. Seu pai pode te trazer um velho bêbado... ou um homem que tenha tendências violentas... ou até mesmo um que nem sequer olhará para você... 

Maia continuou ouvindo, tentando processar tudo que estava sendo dito.

— Pare de esperar o príncipe que lê nesses seus livros... ele não virá. E agora comece a pensar realisticamente... Seu pai não vê a hora de que demonstre interesse em casar-se. Então procure um homem que será bom para você. Se deixar essa escolha nas mãos de seu pai, ele só pensará nas vantagens que esse enlace trará para o reino. Precisa agir para se proteger.

Maia continuou fitando a rainha, atônita. A cabeça trabalhando febrilmente. Nunca tinha refletido sob esse ponto de vista. Nunca tinha considerado que o pai seria capaz de arranjar um casamento sem pensar nela. Óbvio que sabia que os interesses do reino seriam muito considerados, mas ouvir da boca de outra pessoa pareceu fazer cair uma cortina que Maia insistia em deixar fechada. Ela precisava começar a agir, mas... Como?

Quando saiu de seu estado de catatonia, olhou para Luísa e perguntou:

— O que eu devo fazer?

Luísa sorriu internamente antes de dizer:

— Eu posso te ajudar.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 1 - CAPÍTULO I:
Zanja45
Zanja45

Em: 22/01/2026

Maia que abra o olho com essa Luisa. — Ela até pode te dito a verdade sobre ela escolher o pretendente ao inves de ficar a merce das escolhas que o pai fizer — No entanto confiar nos conselhos dela que pode estar o perigo. — Pois não se sabe as intenções de quem da os conselhos.


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 22/01/2026 Autora da história
Luísa não parece nada confiável, não é? Muito difícil ela não ter interesses ocultos aí…


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