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Entrelinhas da Diferença por MalluBlues

Ver comentários: 3

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Palavras: 2563
Acessos: 692   |  Postado em: 15/01/2026

Capitulo 24

Por Luísa:

Os dias estavam passando numa velocidade absurda. Entre reuniões na PS, aprovação de campanhas, revisão de contratos e o acompanhamento das terapias da mamãe, eu mal tinha tempo para respirar. Naquela semana especificamente, havia levado ela para duas sessões com a neuropsicóloga e uma com a terapeuta ocupacional. Ver minha mãe lutando contra a própria mente, tentando lembrar palavras que antes saíam naturalmente, era de partir o coração.

Mas o que mais me preocupava eram os questionamentos que chegavam até mim. Funcionários perguntando sobre a ausência da Valéria em reuniões importantes, acionistas querendo saber quando ela voltaria a participar ativamente das decisões estratégicas. Eu absorvi boa parte das responsabilidades dela, mas sabia que não poderia manter essa situação indefinidamente sem levantar suspeitas maiores.

A verdade é que minha mãe ainda estava em um estágio inicial da doença. Ela poderia perfeitamente voltar ao trabalho, pelo menos em meio período. O problema era o medo. Medo de errar publicamente, medo de que as pessoas percebessem suas pequenas falhas, medo dos comentários maldosos. O Alzheimer não estava apenas afetando sua memória, estava destruindo sua confiança, deixando-a mais frágil e insegura do que eu jamais havia visto.

Eu entendia esse medo melhor do que ninguém. Depois do acidente, passei meses me escondendo, com medo de que as pessoas me vissem apenas como "a menina que perdeu a perna". Era um medo paralisante, mas que precisava ser enfrentado.

Estava organizando alguns documentos na mesa, pensando que talvez a melhor estratégia fosse acompanhá-la na consulta neurológica do dia seguinte e tentar abordar o assunto da volta ao trabalho de forma delicada. Talvez o próprio médico pudesse ajudar, explicando que manter a mente ativa seria benéfico para ela.

De repente, no meio destes pensamentos, percebi uma silhueta na porta. Levantei os olhos e vi Ângela parada ali, com aquele sorriso que nunca me inspirava confiança.

— Olá, Luísa! — ela disse, entrando sem esperar convite — A reunião com a Bia e o Pietro não foi tão produtiva.

Senti meu estômago dar um nó. Que reunião? Por que eu não sabia de reunião nenhuma?

— Com a Bia e o Pietro? — perguntei, tentando soar casual apesar da ansiedade que começou a crescer no peito — A Bia me enviou mensagem hoje e disse que precisava conversar comigo. O que aconteceu?

Ângela se acomodou na cadeira à frente da minha mesa, cruzando as pernas com aquela postura estudada que sempre adotava quando tinha algo desagradável para dizer.

— Bem, como você sabe, os números da parceria estão excelentes — começou, ajeitando uma mecha de cabelo — Mas precisávamos discutir algumas... precauções para o evento de Vinterville.

A palavra "precauções" saiu da boca dela carregada de uma conotação que me fez franzir a testa. Havia algo ali que não estava sendo dito claramente.

— Que tipo de precauções?

— Luísa, querida, você sabe como o mercado é volátil. E com a história do passado e toda essa exposição atual... bem, decidimos incluir uma cláusula adicional no contrato da Bia.

Senti o sangue gelar nas veias. Uma cláusula adicional? Sem me consultar?

— Que cláusula, Ângela?

— Uma proteção para a empresa, caso a imagem dela seja vinculada a escândalos durante o evento e isso comprometa nossos lucros. Nada muito drástico, apenas a possibilidade de rescisão contratual, se necessário.

Fiquei olhando para ela por alguns segundos, processando a informação. Era como se ela tivesse acabado de me dizer que decidiram colocar uma espada sobre a cabeça da Bia.

— E vocês tomaram essa decisão sem me consultar?

— Luísa, você anda muito ocupada ultimamente — ela disse com um tom condescendente que me irritou profundamente — E em questões contratuais de marketing, como já acordado antes com Valéria, tenho autonomia para tomar certas decisões.

Autonomia. Claro. A mesma autonomia que ela usava para fazer o que bem entendia enquanto minha mãe estava afastada.

— E como a Bia reagiu?

— Não muito bem, para ser honesta — Ângela suspirou dramaticamente — Ela foi meio... resistente à ideia.

Resistente. Aposto que foi mais do que isso. Conhecendo um pouco a Bia, ela deve ter ficado furiosa. 

— Ângela, essa decisão foi precipitada. Não podemos simplesmente alterar contratos baseando-nos em hipóteses de problemas que podem nem acontecer.

— Luísa, com todo respeito, mas você tem estado muito... próxima dela e, se me permite dizer, muito envolvida emocionalmente com essa parceria — ela disse, inclinando-se para frente com uma expressão que tentava ser maternal — Talvez seja melhor deixar essas decisões para quem consegue manter a objetividade necessária.

Senti o sangue subir para o rosto. Envolvida emocionalmente? O que diabos ela estava insinuando?

— Do que exatamente você está falando?

— Ora, Luísa, fui a primeira pessoa que incentivou você a manter o romance falso com Bia, pois você, mais do que ninguém, sabe como isso impulsionou nossos números. A visibilidade da marca está nas alturas. Mas todos na empresa perceberam o afastamento repentino de Valéria e isso é preocupante. Não podemos nos distrair e esquecer que se tratam de negócios, não é mesmo? E é natural que isso aconteça com você. Bia respira isso. Ela é uma mulher bonita e carismática, mas não podemos deixar que isso interfira e nos prejudique.

Fiquei em silêncio por alguns segundos, digerindo a insinuação. Ângela estava praticamente dizendo que eu estava comprometendo a empresa por causa de um interesse pessoal na Bia. A audácia era impressionante.

— Ângela — comecei, mantendo a voz controlada — Minha capacidade de tomar decisões profissionais não está comprometida. E francamente, acho essa insinuação completamente descabida.

— Não foi uma insinuação, querida. Foi uma observação — ela sorriu daquele jeito amarelo — Mas enfim, a decisão já está tomada. Se a Bia entrou em contato com você, espero que consiga convencê-la a aceitar os novos termos.

— Eu vou conversar com ela, sim. Mas não para convencê-la de nada. Vou explicar que essa decisão foi tomada sem meu conhecimento e que vou trabalhar para reverter essa situação. Você parou para pensar que ela pode nos processar, Ângela?

A expressão de Ângela mudou ligeiramente. O sorriso condescendente deu lugar a algo mais frio.

— Hunf… Ela não fará isso. E cuidado, Luísa. Não queremos que sua... proximidade com a influencer comprometa sua posição na empresa, não é mesmo?

E lá estava. Ameaça. Ângela estava deixando claro que, na ausência da minha mãe, ela se sentia no direito de questionar minhas decisões e até mesmo ameaçar minha posição.

— Agradeço pela visita, Ângela — falei, voltando minha atenção para os papéis na mesa — Tenho trabalho para fazer.

Ela se levantou, claramente descontente por não ter conseguido me intimidar.

— Claro, Luísa. Apenas pense no que conversamos, está bem?

Esperei ela sair e fechar a porta antes de pegar o celular. As mensagens da Bia estavam ali, pedindo para conversarmos. Agora eu entendia o tom de urgência. Ela provavelmente estava furiosa, e com razão.

Olhei para o relógio. Ainda eram três da tarde. Bia havia dito que queria conversar pessoalmente, e agora eu também queria. Precisava explicar que não sabia de nada, que não concordava com essa mudança no contrato. Isso poderia nos render um processo. Ângela não era marinheira de primeira viagem. Talvez ela quisesse isso. Talvez a intenção dela fosse me prejudicar.

Enquanto terminava de organizar alguns documentos e me preparava para sair, as palavras da Ângela ecoavam na minha mente como um disco arranhado. Será que ela tinha razão sobre o risco? Vintervile não era apenas um evento qualquer. Era onde tudo havia começado a desmoronar para a Bia com aquele escândalo político que quase destruiu sua carreira. E se a mídia decidisse ressuscitar aquela história? E se alguém fizesse alguma provocação durante o evento e ela surtasse?

A imagem das ações da PS despencando no mercado passou pela minha cabeça como um filme de terror. Não que eu concordasse com os métodos da Ângela, mas a preocupação dela não era completamente infundada. O problema é que ela havia escolhido a pior maneira possível de lidar com isso.

O trânsito até o apartamento da Bia me deu tempo demais para pensar. Cada semáforo vermelho era uma oportunidade para minha mente criar cenários cada vez mais catastróficos. Quando finalmente cheguei ao prédio dela, minha irritação com Ângela havia se misturado com uma ansiedade sobre o que poderia dar errado.

Toquei a campainha e ouvi a voz dela pelo interfone, mais tensa que o usual.

— Lu? Sobe, por favor.

A porta do apartamento abriu antes mesmo que eu tocasse a campainha. E ali estava ela: Bia sem máscara, sem filtros, sem a produção impecável que sempre a acompanhava nas redes sociais. O cabelo preso num rabo de cavalo simples, revelando o contorno delicado do pescoço. Um short jeans branco que destacava suas pernas bronzeadas, uma blusinha azul solta que de alguma forma conseguia ser casual e elegante ao mesmo tempo.

Era uma das poucas vezes que eu a via assim, completamente natural. E ela estava linda. Radiante, na verdade, com uma energia que contrastava completamente com minha expressão cansada de fim de expediente. Por um segundo, esqueci completamente por que estava ali.

— Oi — ela disse, me puxando para dentro — Obrigada por vir.

— Claro — respondi, tentando não demonstrar como aquela versão dela me afetava.

Ela me guiou até o sofá da sala, e foi impossível não lembrar da noite do hambúrguer. Me acomodei, tentando organizar os pensamentos, mas ela se sentou bem próxima, aquela energia inquieta praticamente vibrando ao redor dela.

— Bia... — comecei, respirando fundo — eu sei o que você quer conversar comigo. A Ângela...

— A Ângela é uma babaca — ela me cortou, os olhos brilhando de indignação — E te confesso que estou pensando seriamente em entrar na justiça. Isso de alterar cláusulas no contrato agora, nessa altura do campeonato, não tem justificativa nenhuma.

A veemência na voz dela me pegou de surpresa. Bia claramente estava furiosa.

— Bia, eu... — tentei falar, mas ela continuou, gesticulando com as mãos:

— Sabe o que mais me deixa puta? É que você não teve a decência de participar da reunião, Luísa. Como se você fosse irrelevante nessa parceria toda e como se eu fosse apenas um probleminha que vocês precisam controlar.

Senti algo se contrair no peito. Não apenas pela situação, mas pela forma como ela havia se referido à minha exclusão da reunião. 

— Bia, eu não sabia de nada — falei, finalmente conseguindo completar uma frase — Quando ela apareceu no meu escritório hoje falando sobre a reunião, foi a primeira vez que ouvi falar disso. E eu discordei completamente da decisão.

Bia me olhou diretamente nos olhos. Havia algo ali, uma intensidade que me fez esquecer momentaneamente a raiva que eu começava a sentir.

— Você discordou?

— Claro que discordei. E disse pra ela que ia trabalhar para reverter essa situação.

Um sorriso pequeno, quase imperceptível, apareceu no canto da boca dela.

— E o que ela disse?

Hesitei. Contar sobre as insinuações da Ângela, sobre as ameaças veladas, parecia... perigoso. Não porque eu concordasse com elas, mas porque abriria uma conversa que eu não tinha certeza se queria ter.

— Ela... não ficou muito satisfeita com minha posição — acabei dizendo, optando pela versão mais suave.

Bia inclinou a cabeça, estudando minha expressão com aquela atenção que sempre me deixava desconfortável.

— Tem alguma coisa que você não está me contando?

A pergunta pairou no ar entre nós. Ela se inclinou um pouco mais para frente, reduzindo ainda mais a distância que já era mínima no sofá. Pude sentir o perfume dela, algo floral e sutil que me fazia querer respirar mais fundo.

— Tem — admiti — Mas tem tanta coisa acontecendo que não sei se é uma boa ideia falar sobre isso agora.

— Por quê? — ela perguntou, e sua voz saiu mais baixa.

Olhei para ela, realmente olhei. Os olhos castanhos focados inteiramente em mim, os lábios ligeiramente entreabertos esperando minha resposta. Havia uma tensão no ar que ia muito além da situação profissional que me trouxe ali.

— Porque — comecei, minha voz saindo mais rouca do que pretendia — ela fez algumas insinuações sobre nós duas que eu preferia não repetir.

Bia arqueou uma sobrancelha, e por um segundo vi um lampejo de algo perigoso nos olhos dela.

— Que tipo de insinuações?

Engoli em seco. Como explicar que Ângela basicamente havia deixado subentendido que eu estava comprometendo meu julgamento profissional porque estava atraída por ela? Como admitir que talvez, só talvez, ela não estivesse completamente errada?

— Ela acha que eu estou... — parei, procurando as palavras certas — que estou perdendo a objetividade porque...

— Porque o quê, Lu? — disse, chegando mais perto e encostando sutilmente a mão dela sobre a minha.

A maneira como ela disse meu nome e o calor da respiração dela perto do meu rosto fez algo estranho acontecer no meu estômago. Ela havia se aproximado demais, nossos joelhos estavam quase se tocando. Pude ver as pequenas sardas que se espalhavam pelo nariz dela, detalhes que as câmeras nunca capturavam.

— Porque ela acha que eu estou muito próxima e envolvida emocionalmente nessa parceria — consegui dizer, finalmente.

Um silêncio se seguiu. Bia me encarou por alguns segundos que pareceram eternos, como se estivesse processando não apenas minhas palavras, mas tudo que eu não havia dito.

— E ela está certa? — perguntou, sua voz baixa carregada de uma intensidade que fez meu coração acelerar.

A pergunta era simples, mas a resposta era qualquer coisa menos isso.

— Bia...

— Não — ela me interrompeu, apertando minha mão — Não foge da pergunta. Ela está certa?

O toque dela na minha pele enviou uma corrente elétrica pelo meu braço. Olhei para nossa mãos, a dela sobre a minha.

— Talvez — sussurrei, levantando os olhos para encontrar os dela — Talvez ela esteja um pouco certa. Essa parceria e esse tempo que passamos juntas. Eu não tenho muitos amigos, não sou muito de sair. Respiro o trabalho, então…

O sorriso que se espalhou pelo rosto da Bia foi diferente de qualquer um que eu já havia visto. Era algo quase travesso.

E então, antes que eu pudesse pensar em todas as razões pelas quais aquilo era uma péssima ideia, ela encerrou totalmente a distância entre nós.

Senti a respiração dela se misturar com a minha um segundo antes dos lábios quentes dela se encaixarem perfeitamente nos meus. O beijo começou suave, quase hesitante, como se ela estivesse me dando uma última chance de recuar. Mas quando senti ela aumentar a pressão, quando a ponta da língua dela roçou timidamente contra meu lábio inferior, todas as justificativas sumiram.

Correspondi ao beijo, aumentando a intensidade. Minha mão livre se moveu instintivamente para tocar o rosto dela, sentindo a pele macia sob meus dedos. As mãos dela contornaram minha cintura, me puxando mais para perto, e senti o aperto possessivo dos dedos dela por baixo da minha blusa. Nossas línguas se encontraram numa dança lenta e quente, e pequenos gemidos abafados escaparam de nós duas.

Quando nos separamos, ainda ofegantes, ela apoiou a testa na minha antes de deslizar o rosto para o lado. Suas mãos quentes, em contato direto com minha pele, deslizaram pelas minhas costas, envolvendo-me num abraço. Eu podia sentir meu coração batendo acelerado.

Fim do capítulo

Notas finais:

Oi! Peço desculpa pelo sumiço e pela ausência de novos capítulos. Período de férias... aproveitei para descansar e ficar com a minha família. Aviso que continuarei postando a história até a conclusão. <3


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Comentários para 24 - Capitulo 24:
Dessinha
Dessinha

Em: 16/01/2026

Lindas, adorei!! 


MalluBlues

MalluBlues Em: 22/01/2026 Autora da história


Responder

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Letícia ASI
Letícia ASI

Em: 16/01/2026

que bom que voltou, ja estava aceitando que seriamos abandonadas


MalluBlues

MalluBlues Em: 22/01/2026 Autora da história
Não serão abandonas NUNCA.



MalluBlues

MalluBlues Em: 22/01/2026 Autora da história
Não serão abandonadas NUNCA.


Responder

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anaffsse
anaffsse

Em: 15/01/2026

já estava com saudade! 


MalluBlues

MalluBlues Em: 22/01/2026 Autora da história
Tem mais dois hoje pra matar a saudade, Ana...


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