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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 2

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Palavras: 2498
Acessos: 430   |  Postado em: 02/01/2026

Capitulo 22

Capitulo 22

 

"Uma dor nova nasce da própria dor." - Sêneca

 

Diana estava no escritório da casa grande, sentada à mesa de madeira antiga. A luz da manhã entrava pelas janelas amplas, mas o ambiente parecia carregado. Como havia dito a mãe na conversa de mais cedo, assim que foi possível Diana entrou em contato com Jarbas e Lavínia, advogados e amigos de longa data, eles estavam conectados por chamada de vídeo. Os dois já trabalhavam com Diana em outros projetos, mas aquele assunto era diferente. Era pessoal e delicado.

- Tudo o que eu consegui até agora foi isso. - Disse Diana, com o semblante firme. - Minha mãe guardou alguns documentos que só há pouco soube da existência, o que eu tenho são anotações, recortes de jornais que consegui, não é muito, mas pode ser um começo.

Lavínia assentiu, já anotando.

- Envia cópias de tudo, Diana. Digitaliza e manda pra mim e pro Jarbas. Vamos organizar isso com calma.

Jarbas, mais direto, perguntou:

- Você tem nomes? Pessoas que estavam envolvidas na época?

- Alguns. Zequinha, Machadinho, o delegado Amaury... e o Dr. Otávio, claro. Mas ainda estou tentando entender o papel de cada um.

- Certo. Vamos tentar acessar o processo do Dário. Ver o que está disponível, o que foi arquivado, o que pode ser reaberto. Só depois disso poderemos te dar algo mais concreto - disse Lavínia.

- Diana... você sabe que isso não será rápido. Pelo tempo e principalmente vamos encontrar informações desencontradas. - Jarbas acrescentou.

- Eu sei Jarbas. Minha mãe e Lucas sabem que iria falar com vocês, então podem entrar em contato com eles.

- Isso ajuda Di. Tudo o que você conseguir em Nova Esperança, nomes, datas ou outras informações será de grande ajuda.

- Certo. E Lavínia, Jarbas, confio em vocês, mas, preciso que sejam o mais discreto possível. Isso envolve outras pessoas, há muita dor e histórias mal resolvidas.

- Não se preocupe Di, vamos manter isso entre nós. Discrição total, até porque sabemos que qualquer vazamento pode atrapalhar tudo.

Diana estava prestes a encerrar a conversa quando a porta se abriu e Rico entrou, com o rosto tenso.

- Di, você pode falar agora?

Diana se virou, surpresa.

- Estou conversando com Jarbas e Lavínia.

- O que tá acontecendo?

- É sobre o caso do papai Rico, chegou a hora de irmos mais fundo, há informações novas e tem coisas que eu não consigo sozinha.

- E eu? - Ele cruzou os braços.

- Você o que Rico?

- Mais uma vez você resolve tudo sozinha?

- Rico, não é isso...

- É sim! - Ele interrompeu. - Desde que você chegou em Nova Esperança, tudo gira em torno de você. Você decide, você investiga, você lidera. E eu? Eu sou o quê? O irmão que você lembra quando precisa de alguém pra carregar caixa?

Lavínia e Jarbas se entreolharam na tela, discretamente.

- RICARDO! AGORA NÃO!

- Quando vai ser a hora Diana? Antes você me contava as coisas, eu me prontifiquei a te ajudar... você lembra?

- Lembro Rico e até pouco tempo atrás, você nem queria saber o que aconteceu com o nosso papai.

- Porque eu não vivi isso Diana. E nem tudo foi contado pra mim. Você sempre tomou tudo pra si, e agora vem me dizer que eu não me importo?

- Eu não posso ficar esperando você se interessar pela nossa história. Não esqueça que muitas vezes o que você sempre quis foi estar com seus amigos em festas e bares. Até nossos amigos virem pra cidade, você nunca realmente quis vir.

- Isso não é justo, Diana! Você acha que é a única que quer respostas?

- Eu não acho isso Ricardo, mas eu não posso parar e esperar você querer algo ou amadurecer. São anos e anos perdidos, muita coisa já se perdeu, aí vou ficar esperando sua boa vontade?

O bate-boca se intensificava. As palavras vinham carregadas de mágoa, de anos de silêncio, de frustrações acumuladas. Rico estava ferido. Diana estava exausta. E os dois, apesar de quererem o mesmo, não conseguiam se encontrar no meio do caminho.

Jarbas pigarreou, tentando encerrar a chamada com elegância.

- Diana, quando puder, nos envie os documentos. Lavínia e eu vamos começar o levantamento.

- Obrigada, Jarbas, Lavínia. Eu falo com vocês mais tarde.

A tela se apagou. O escritório ficou em silêncio por um instante. Rico respirava fundo, tentando conter a raiva. Diana olhava para ele, com os olhos marejados, mas sem baixar a guarda.

- Eu queria que você estivesse comigo nisso, Rico. Mas não posso te obrigar a ser quem você ainda não quer ser.

Rico não respondeu. Apenas saiu, batendo a porta atrás de si.

 

#################

 

Diana caminhava pelo corredor da casa grande com passos firmes, mas o coração em desordem. A discussão com o irmão ainda ecoava em sua mente. As palavras duras, os olhares feridos, a sensação de estar sempre carregando tudo sozinha. Sentia raiva. Sentia cansaço. Sentia medo.

Medo do que não conseguia resolver. E principalmente do que estava sentindo por Ana Carolina.

Sem pensar muito, foi até o estábulo, selou o cavalo e saiu. Ela precisava respirar, se afastar daquele lugar. No momento sentir o vento no rosto e o chão sob os cascos a acalmaria.

Ao longe, Rico viu a irmã montando e partindo. Ainda com raiva, desviou o olhar e saiu em busca de Douglas ou Liz. Encontrou Douglas perto do galpão, animado com a reforma.

- E aí, cara? - Disse Rico, se aproximando.

- Oi, Rico! Olha isso aqui vai ficar incrível. Diana liberou para o pessoal montar o estúdio, reformar todo o espaço.

Rico assentiu, mas o rosto fechado denunciava o turbilhão.

- O que você tem, irmão?

- Briguei com a Diana.

Douglas parou o que estava fazendo.

- De novo? Ou você fala de ontem?

- Ela me exclui, hoje já estava falando com o pessoal sobre aquela questão.

Douglas cruzou os braços, ouvindo com atenção.

- Você já parou pra pensar que ela tá sobrecarregada? Que talvez ela não saiba como dividir isso?

- Mais um pra defender a Diana? Já não basta a Liz?

Douglas balança a cabeça em negativa ao que o amigo disse.

- A Diana nem tenta! Ela simplesmente começa a tomar tudo pra si.

- Rico...

- E todo mundo apoia ela, Brito, minha mãe e até você.

- Rico... você é meu amigo. Mas às vezes você age como um garoto mimado. E não tô dizendo isso pra te ofender.

Rico franziu o cenho.

- Imagina se não fosse? Não sou mimado.

- Mas, tá agindo como um. Desde que a gente chegou aqui em Nova Esperança o que você realmente fez para ajudar a Diana?

- Eu... eu... eu vim até aqui, tô tentando ajustar as coisas da integração das fazendas...

- Sério? É isso mesmo que estou ouvindo? Irmão... você prometeu fazer isso, mas, não saiu da promessa. Você está é fazendo o mínimo, cara. E antes de vir o que você fez?

- Eu sou jovem. Também quero me divertir. Todo mundo pega no meu pé por isso. Mas eu trabalho. Assumo responsabilidades nos negócios da família. Não sou um inútil.

- Ninguém tá dizendo que você é. Mas se você quer ser ouvido, precisa parar de gritar e espernear. Conversa. Mostra interesse de verdade. Isso vai além de palavras.

Rico ficou em silêncio, inquieto. Sabia que Douglas tinha razão.

Nesse momento, Mariana e Brito chegaram ao galpão com alguns trabalhadores.

- Bom dia, pessoal - disse Mariana.

- Bom dia - respondeu Rico, olhando para eles com cautela.

- Bom dia, mãe! Oi pai!

- Douglas, vê com o pessoal, quais as especificações que você ainda quer, porque falta pouco aqui para eles terminarem.

- Vou lá com eles pai, e Rico melhora essa cara.

- Ei, antes de ir, porque o Rico tem que melhorar a cara? -Mariana perguntou sem entender a interação entre os dois.

- Ele tá assim porque discutiu com a Diana mais cedo. Deixa eu ir lá, mãe.

- Ainda por causa daquele assunto? - Brito questionou.

- Com certeza! Com o apoio de todo mundo a dona da verdade...

- Vamos conversar mais afastados?

- Como sempre vocês vão dizer que estou errado.

Eles se afastaram. Brito olhou para Rico com firmeza.

- Você precisa tratar bem as pessoas. Ninguém é obrigado a aguentar seu mau humor.

- Tá bom, Brito. Já ouvi isso hoje.

- E vai ouvir de novo, se continuar assim.

Mariana tentou apaziguar.

- Calma, gente. Tá todo mundo tenso.

- Eu não sou obrigado a ouvir suas picuinhas e malcriações Rico.

- Brito, amor...

- Deixa Mariana, ele é o primeiro a sempre apoiar a minha irmã.

- Quer parar você também Rico? - Mariana respondeu exasperada.

- Vou falar com a Diana, com licença

- Ela saiu a cavalo. - Disse Rico.

- Sozinha? - Brito perguntou, alarmado.

- Sim.

Mariana e Brito se entreolharam. Brito já se movia.

- Eu disse pra ela não sair sozinha. Que droga!

- Acalme-se Diana não é nenhuma criança. Vamos esperar ela voltar.

- Porque a Diana não pode sair sozinha?

Mariana respirou fundo.

- Diana é quem deve falar sobre isso. Eu vou voltar ao trabalho e você também Brito.

Rico ficou parado.

- Tá vendo? Não me falam nada.

- Você precisa parar de ser mimado e se preocupar de verdade com o que tá acontecendo. Talvez Diana esteja te protegendo. - Mariana responde e sai deixando Rico parado.

Rico ficou emburrado. Douglas o abraçou de lado e o puxou.

- Vem. Me ajuda aqui com a reforma. Isso vai te fazer bem.

Eles seguiram juntos, enquanto o vento começava a levantar poeira no horizonte.

##########

Diana cavalgava sem destino certo, deixando o vento bater no rosto e tentando organizar os pensamentos. A briga com Rico ainda queimava dentro dela.

"Será que eu estou errada? Será que realmente não sei dividir?"

O cavalo avançava pelo campo aberto, e ela observava as plantações ao longe, o horizonte dourado pelo sol. Por um instante, sentiu paz. Mas logo o coração voltou a apertar.

Nada conseguia apagar da mente a discussão com Rico. Eles sempre foram unidos, mesmo com todas as divergências. Sempre se amaram, sempre se apoiaram. E agora, vê-lo agir daquela forma, tão distante e agressivo, a feria mais do que gostaria de admitir.

"Por quê, Rico? Você sempre esteve comigo... até quando decidi voltar para Nova Esperança, você me apoiou. Por que agora me trata como inimiga?"

As lembranças vinham em ondas. Conversas antigas, risadas compartilhadas, promessas de que estariam juntos contra o mundo. Mas agora, parecia que o mundo havia se colocado entre eles.

Ela finalmente parou em uma parte mais fechada, onde a mata se encontrava com o rio. O lugar estava bem conservado, a água corria limpa e calma. Diana percebeu que estava longe da fazenda principal, já próxima das terras que pertencem ao avô. Mesmo assim, não retrocedeu. Desceu do cavalo, amarrou-o a uma árvore e se aproximou da margem.

"Esse lugar, já estive aqui com meu pai quando era criança."

Sentou-se na grama, olhando o reflexo da água. O silêncio do lugar contrastava com o barulho dentro dela.

Foi então que sentiu o celular vibrar no bolso.

Uma mensagem. Ana Carolina.

 

Ana Carolina: "Bom dia, Diana"

 

Diana olhou para a tela e sorriu, mas não respondeu. O sorriso logo se apagou. A mensagem se juntava ao turbilhão que a sufocava.

"Estou enganando ela... não posso dizer quem realmente sou. Não agora. Não desse jeito."

A dor apertou o peito. As lágrimas vieram sem pedir licença. Diana chorou copiosamente, o corpo inteiro tremendo.

As lembranças voltaram como facas: os momentos com o pai, a vida dura depois que saíram de Nova Esperança, a fome, a necessidade, o medo constante de serem encontrados. A gravidez da mãe, abalada pelo sofrimento. E ela, criança, assistindo tudo, impotente.

Os pesadelos que a assombraram por anos voltaram com força. O medo de perder tudo, o medo de não ser suficiente, o medo de repetir a dor.

Agora, somava-se a isso o peso de mentir para a mulher que começava a amar. O peso da briga com o irmão. O peso das revelações da avó.

Era o ápice dos últimos dias. Um colapso silencioso à beira do rio. Diana chorava, sentindo-se pequena diante de tudo o que carregava.

O cavalo relinchou ao longe, como se percebesse a dor da dona. Diana enxugou o rosto com as mãos, mas as lágrimas insistiam em cair.

"Eu não aguento mais... mas preciso aguentar. Preciso."

Diana permaneceu sentada à beira do rio, o som da água correndo em contraste com o choro que não conseguia conter. O vento soprava leve, mas dentro dela tudo era tempestade. A discussão com Rico, o peso da mentira para Ana Carolina, as memórias da infância - tudo se misturava em um nó sufocante.

O celular vibrou novamente. Outra mensagem de Ana Carolina.

 

Ana Carolina:"Diana, me desculpa insistir,

Mas estou sentindo um aperto no peito

e você me vem à cabeça. Está tudo bem?"

 

Diana apertou o aparelho contra o peito e chorou ainda mais. Sentia-se mal por mentir, por esconder quem realmente era, por não poder se abrir com a mulher que começava a amar. O peso da culpa a esmagava.

"Ela sente... ela sabe que eu não estou bem. E eu não posso dizer nada. Não posso."

As lágrimas escorriam sem controle. Era o momento em que sua força se desfazia, revelando a dor dilacerante que carregava.

As lembranças vieram como um filme. Viu-se criança, brincando com Ana Carolina nos campos, correndo livre, rindo sem medo. A inocência daqueles dias parecia tão distante.

E então, outra lembrança: o pai, ali mesmo, à beira daquele rio. Ele a segurava pelas mãos, olhava nos olhos dela e dizia com firmeza e ternura:

- "Você é o maior orgulho da minha vida, Diana. Tudo o que eu passei até aqui valeu a pena por você e pelo filho que sua mãe está esperando. Você vai ser ainda melhor do que eu. Essas terras ainda vão trazer muita felicidade para nossa família."

Diana soluçou, o coração em pedaços.

- "Ah, pai... o senhor faz tanta falta. Eu tô tentando... eu juro que tô tentando..."

Deitou-se na grama, olhando para as águas que corriam, deixando as lágrimas escorrerem livremente. O céu acima parecia distante, indiferente ao sofrimento que a consumia.

O celular vibrou novamente, desta vez em ligação. Era Liz. Diana olhou para a tela, mas não atendeu. Logo depois, mais chamadas: Brito, Mariana. Todos tentando alcançá-la.

Mas Diana não queria falar com ninguém. Não naquele momento. O silêncio era sua única resposta.

Ela fechou os olhos, deixando que a dor se espalhasse por inteiro. O rio seguia seu curso, como se carregasse junto as lágrimas e os segredos que ela não conseguia dividir.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Feliz 2026! Que esse ano seja melhor do que 2025 foi para cada uma de vocês.

Um forte e caloroso abraçao dessa autora que espera os comentários para animar as postagens...

E finalmente consegui responder todos os comentários, desculpem pela demora!!!!


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Comentários para 22 - Capitulo 22:
jake
jake

Em: 29/01/2026

Olá autora voltei e estou maratonando.... Autora posso fazer um pedido manda o Rico ir pra Rússia e ficar bem longe de Di e da Liz que cara chato mimado rechamão...Affff Já não mais ele...

Poxa da um  momento de paz pra Di....

Amo a história parabéns 

 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
kkkkkk não da pra mandar ele pra Russia não menina....
Mas, a Liz vai criar juizo (eu acho)....
A Di é mais complicado... mas, vamos torcer pra que de tudo certo


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Zanja45
Zanja45

Em: 05/01/2026

Será que vai acontecer alguma coisa com Diana? Esse pressetimente de Carol?


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
A conexão delas já ta aparecendo....


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