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Quando as águas se acalmam por Paloma Matias e

Ver comentários: 1

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Palavras: 2229
Acessos: 252   |  Postado em: 01/01/2026

Capitulo 35 - Casamento Liz

Clara

 

 

Faz exatamente um mês que Sam saiu do hospital, e nesse tempo nos aproximamos ainda mais. Parece que o que aconteceu nos fortaleceu e nos uniu. Mesmo assim, ainda é difícil lembrar daquele dia aterrorizante.

Agora estou na suíte do quarto dela, em sua casa nova, que por fim ficou pronta. Os móveis foram terminados de montar há duas semanas e no dia seguinte ela fez a mudança. Dona Rosa queria ter a filha por perto por mais tempo, mas Samanta já estava precisando do seu espaço.

Samanta surge no reflexo antes mesmo de eu virar o rosto. Ela para na soleira como se o mundo tivesse diminuído de repente, como se só houvesse o banheiro, eu e a admiração dela. O terno feminino que escolheu é de um azul profundo, quase noturno, com corte impecável. O colete marca o corpo de um jeito discreto, a camisa branca está perfeitamente passada, e o cabelo curto está alinhado, e ela ainda me encanta quando passa a mão por ele e joga os fios para o lado. Sam nunca foi de parecer tímida, mas seu sorriso sempre é discreto. Ela fica ali, me olhando dos pés à cabeça.

— Você está pronta? — Pergunta, a voz baixa, como se temesse quebrar o silêncio do local.

— Quase — Respondo, e sorrio de volta pelo espelho. — Só... confirmando que ainda sei quem eu sou com tanto brilho.

Eu largo o rímel devagar e me viro para ela. O vestido que escolhi cai como água sobre mim, um tom azul que brinca com a luz e que combina com a roupa dela. As costas ficam parcialmente à mostra, e o tecido abraça minha cintura antes de descer em um movimento leve. Meu cabelo está preso em um penteado elaborado, com fios soltos estrategicamente, e pequenos detalhes brilhantes presos entre as mechas. Eu me sinto... linda. Não apenas bonita, mas atraente.

Samanta dá dois passos à frente, para por um segundo e depois mais um, até estar a um palmo de distância. Os olhos dela passeiam por mim sem pressa, como se estivesse lendo um livro favorito pela centésima vez. Me analisando de cima a baixo novamente. 

Se fosse um tempo atrás, eu me sentiria constrangida, mas agora, já me permito receber esses olhares e os elogios que ela faz.

— Uau — Ela diz, finalmente. — Eu sabia que você ia ficar linda, mas isso... — Ela balança a cabeça, sem completar a frase.

Sam segura minha mão e a levanta, me incentivando a dar uma voltinha para ela conferir o look completo.

— E você — Digo, levando a mão ao colarinho do terno, ajeitando algo que já está perfeito — Está perigosamente elegante. Não é justo.

Ela ri, aquela risada curta que começa no canto da boca e termina nos olhos. Não me canso de admirá-la sempre que posso.

— Não exagera, você é quem faz todo mundo esquecer de respirar.

— Eu posso dizer o mesmo — Respondo, e me aproximo mais um pouco. — Nunca pensei que um terno pudesse ser tão atraente.

Ela ergue a sobrancelha, provocadora. Se aproxima com um olhar predador.

— Ciúmes? 

— Admiração — corrijo, e coloco a mão no peito dela, sentindo o batimento acelerado. — E orgulho de ser mulher de alguém tão gostosa como você.

Samanta inclina a cabeça e encosta a testa na minha. Por um instante, tudo fica silencioso mais uma vez, como se o mundo estivesse respeitando nosso momento. O beijo começa suave, lento, carregado de tudo que passamos no último mês: o medo, a recuperação, as noites mal dormidas, o alívio de tê-la em casa de novo.

Logo o beijo é aprofundado e sinto suas mãos descerem até minha bunda, onde ela deixa um aperto forte, não resisto e deixo um gemido escapar entre o beijo.

— Você que está uma delícia nesse vestido — Diz ela ao interromper o beijo — Vou ter que redobrar o cuidado hoje.

— Quem está com ciúmes agora? — Provoco, e ela aperta minha bunda novamente e me puxa para mais perto ainda.

— Não é ciúmes — Solta um sorriso malandro — É cuidado com o que é meu.

Solto uma gargalhada ao ouvi-la e volto a passar os braços em volta do seu pescoço. Por mim, eu moraria para sempre dentro do seu abraço.

— Hoje é um dia grande — Ela diz. — Para Liz, para a família. 

Antes que eu responda, a porta do banheiro se escancara de vez.

— MAMÃES! — Nico anuncia sua chegada com a empolgação que só alguém de seis anos consegue ter.

Ele entra com passos apressados, vestindo um terno infantil que o deixa absurdamente sério da cintura para cima e completamente apaixonante. O Zeca vem logo atrás, a coleira arrastando um pouco no chão, o rabo abanando como se estivesse atrasado para algo muito importante. Ele também veste um terninho.

— Nico! — Digo, rindo. — E esse senhor elegante? — Aponto para o cachorro.

— Sou o pajem mais importante — Ele responde, estufando o peito. — E o Zeca também, então a mamãe Sam comprou a roupinha para ele.

Zeca late, como se confirmasse, e eu encaro a mulher ao meu lado que desvia o olhar na hora. Samanta se agacha e ajeita a gravata do filho.

— Você está incrível, campeão. Pronto para entrar em cena?

Eu me derreto sempre que vejo esses momentos entre os dois. Sempre sonhei em ter alguém que se desse bem com meu filho, que fosse parceira suficiente para me ajudar com ele. Mas, Deus caprichou, pois Samanta é muito mais do que pensei que pudesse encontrar.

— Estou — Ele responde, sério. — A dinda Liz vai chorar?

— Vai — Respondo. — Mas é de felicidade.

— Então tá — Ele concorda. — Eu também posso chorar?

— Pode — Samanta responde antes de mim. — Homens também choram, filho.

Nico sorri, satisfeito com a resposta. E depois disso, saímos do banheiro como um pequeno desfile improvisado. 

A casa ainda cheira a nova, a tinta fresca misturada com flores que chegaram mais cedo. O carro já está estacionado na porta de casa, e o trajeto até o local da cerimônia passa rápido demais. O céu está limpo, um azul maravilhoso, como se fosse uma pintura, como se tivesse sido combinado.

O casamento acontece em um espaço elegante, com um jardim amplo e detalhes clássicos. As cadeiras estão alinhadas, flores claras decoram o caminho até o altar, e tudo parece exalar expectativa. 

Ao nos verem juntas, alguns olhares são direcionados a nós, e mesmo assim, não deixamos de estar de mãos dadas.

— É só evitar contato visual — Sam fala baixinho, apenas para eu ouvir — Eles nunca me viram com uma namorada, então, na cabeça deles, eu já tinha ficado para titia.

— Você nunca trouxe sua ex para apresentar à sua família? — Questiono.

— Digamos que eu nunca tive esse desejo.

Como madrinhas, cumprimentamos algumas pessoas que já estavam esperando a cerimônia começar, e quando ouvimos a cerimonialista pedir, nos posicionamos com cuidado.

Nico segura minha mão por alguns segundos antes de seguir para o lugar dele, acompanhado de Zeca, que arranca risadinhas discretas dos convidados.

Eu sou uma manteiga derretida em casamentos, sempre choro do começo ao fim, mas estou tentando me segurar.

Os padrinhos fazem suas entradas, e depois Marcos aparece pronto para pisar no tapete que leva até o altar.

Depois disso, a marcha nupcial começa, e eu sinto o nó na garganta se formar antes mesmo de Liz aparecer. Quando ela surge, caminhando com um sorriso que mistura nervosismo e alegria, eu não consigo segurar as lágrimas, penso em tudo que vivemos juntas, nas noites em claro cuidando de Nico, nas brigas, nas reconciliações, e no quanto ela merece esse momento.

Samanta aperta minha mão discretamente, um gesto pequeno, mas que me ancora.

A cerimônia é simples e emocionante. Os votos são sinceros, ditos com vozes que falham e se recuperam. 

Pouco depois, Nico entra com as alianças em uma mão e na outra, a coleira de Zeca. Os dois chamam a atenção de quase todos. Sou suspeita a falar, mas acho a coisa mais linda do mundo.

Quando Liz diz “sim”, eu choro sem vergonha alguma. Nico olha para mim como se estivesse confirmando uma teoria e me entrega um lenço amassado do bolso.

— Eu sabia que você iria chorar — ele sussurra.

A cerimônia se encerra de forma magnífica, com muita gente emocionada e alegre pelos noivos. 

A festa acontece em um salão amplo, iluminado por lustres elegantes. Há música ao vivo, mesas decoradas com cuidado e uma mesa de docinhos que parece não ter fim. Macarons, trufas, brigadeiros gourmet, tudo disposto como uma obra de arte comestível.

O almoço estava maravilhoso, fiquei de olho para Nicolas não se sujar todo, mas Sam cuidou de ajudá-lo a comer.

Depois do almoço, as pessoas foram chamadas para bater fotos com os noivos, e confesso que quis chorar mais uma vez.

Quando todos já tinham terminado de bater as fotos, eu puxo Liz para conversar perto da pista de dança. Ela me puxa para um abraço apertado.

— Estou tão feliz por você, amiga — Expresso minha felicidade por vê-la realizar um grande sonho.

— Obrigada, Clarinha — Volta a me abraçar forte — Obrigada também por aturar minhas crises nesse tempo de preparo, por aturar minhas falhas. Nunca esquecerei disso e, quando for a sua vez, farei o mesmo.

— Você já fez tanto por mim.

— Clara — Ela diz, emocionada, porém séria. — Eu preciso te dizer uma coisa.

— O quê? — Pergunto, já prevendo lágrimas.

— Me desculpa — Ela começa. — Eu sei que no começo eu não aceitei muito bem você e a Sam. Eu estava confusa, protetora demais, talvez até injusta. Mas hoje eu não consigo imaginar minha vida sem você como parte da família. Eu amo ter você como cunhada.

Meu coração aperta de um jeito bom. Nunca tocamos diretamente no assunto do que aconteceu, apenas voltamos a nos falar e ela parou de implicar depois que garanti que ela não seria deixada de lado, então, ouvi-la pedir desculpa é como dar o assunto por encerrado.

— Obrigada, Liz — Respondo. — Isso significa muito para mim.

Ela sorri, enxuga os olhos e me puxa para a pista. A música aumenta, as pessoas dançam, brindam, riem. Samanta conversa com alguns parentes, sempre me observando de vez em quando. 

Liz avisa que vai pegar uma bebida e me deixa sozinha dançando, é quando uma garota se aproxima de mim. Ela até que é bonita, cabelo curto, postura confiante, alta e bem arrumada. Ela sorri de um jeito que não deixa dúvidas sobre sua intenção.

— Você é uma das madrinhas, né? — Puxa assunto.

— Sou — Respondo, educada.

— Eu precisava dizer uma coisa. — Tenta se aproximar para falar em meu ouvido, mas eu dou um passo atrás. — Você está linda.

— Obrigada — Digo, sorrindo, já procurando Sam com o olhar.

A garota continua falando, fazendo perguntas, se aproximando um pouco mais. Não é invasiva, mas é clara. Quando olho novamente para Samanta, vejo o maxilar dela travado, o olhar atento demais.

— Eu... preciso ir — digo à garota. — Minha esposa está me esperando.

Ela ergue as mãos, rindo, como se não acreditasse no que estou falando.

— Você é casada? — Seu olhar desce para minha mão — Não vi aliança em sua mão esquerda.

— Ela não precisa de uma aliança para ser comprometida — Samanta se materializa ao meu lado — E você precisa respeitá-la.

— Não estou desrespeitando ninguém, estávamos apenas conversando.

— E a conversa acabou por aqui — Samanta me puxa para perto.

— Calminha aí, grandalhona — A garota provoca — Sei que sua fama não é muito boa no mundo dos famosos, mas não precisa querer estragar o casamento da sua irmã.

— A única pessoa que está estragando algo aqui é você, e com toda educação do mundo, desejo os meus mais sinceros foda-se e que tenha uma boa festa, porque minha mulher e eu vamos lhe deixar sozinha com sua insignificância.

— Não precisa se incomodar, eu já estou de saída. — Ela faz menção de sair, porém antes ela vira para minha namorada e diz — Você é uma mulher de sorte por ser casada com alguém tão linda.

Sam enrijece o corpo ainda mais, e a vejo pronta para soltar mais uma resposta afiada, mas a garota é mais rápida que ela e sai em meio à multidão.

— Essa garota está brincando com a sorte — Diz com raiva.

— Relaxa, amor — Tento acalmá-la — Eu só tenho olhos para você.

Eu não espero uma resposta, antes dela ter tempo de pensar em algo, eu colo nossos lábios e sinto seu corpo relaxar. Não aprofundamos o beijo, afinal, estamos em público.

— Eu também só tenho olhos para você, e estou ansiosa para chegar em casa e tirar essa roupa do seu corpo — Sussurra em meu ouvido.

— Safada — Rio.

— Você verá o que é ser safada quando chegarmos em casa.

— Vou contar os minutos para esse momento — Deixo o tom da minha voz sedutora.

Fim do capítulo

Notas finais:

Oi gente....


acho que preciso pedir desculpa pela demora né, mas não foi nenhum bloqueio criativo, nem abandonei a história. O atraso foi porque estou de ferias e precisava muito aproveitar um tempo com minha familia e recarregar as energias para 2026.


Finalmente a Liz casou, o que acharam? e o proximo capitulo promete heeemmmm.


Desejo a todos um feliz ano novo, que Deus abençoe os planos de cada um.


Obrigada por acompanharem a história em 2025 e espero ter vocês comigo em 2026.


Feliz ano novo e espero que a leitura tenha te feito uma boa companhia. Até breve.


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Comentários para 35 - Capitulo 35 - Casamento Liz:
Alice Maria
Alice Maria

Em: 01/01/2026

Capítulo maravilhoso do casamento da Liz, acabou tudo bem pra ela como deveria ser!!! E agora Sam com ciúmes da Clarinha aiaiai


Paloma Matias

Paloma Matias Em: 02/01/2026 Autora da história
Samanta sempre marcando território kkkkk


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