• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Quando as águas se acalmam
  • Capitulo 34 - Hospital

Info

Membros ativos: 9549
Membros inativos: 1642
Histórias: 1984
Capítulos: 20,633
Palavras: 52,353,238
Autores: 785
Comentários: 106,291
Comentaristas: 2559
Membro recente: yngxz

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (862)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • A Princesa & A Dama De Companhia.
    A Princesa & A Dama De Companhia.
    Por Tk_Oliver
  • Sob as Sombras de Nova Esperança
    Sob as Sombras de Nova Esperança
    Por Dinha Lins

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Prova
    Prova de Amor
    Por Laura_Maria
  • Nefário
    Nefário
    Por Maysink

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (862)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Quando as águas se acalmam por Paloma Matias e

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 2692
Acessos: 805   |  Postado em: 06/12/2025

Capitulo 34 - Hospital

Samanta

 

 

Abro os olhos, mesmo sentindo um peso enorme nas pálpebras. Teto branco, um barulho de bip ainda distante. Sinto alguns fios presos em meu corpo.

Demoro alguns segundos para entender onde estou e, por um instante, meu corpo reage antes da minha mente. Um frio atravessa minha espinha, uma memória antiga e cruel se ergue do fundo da mente como se tivesse sido apenas empurrada para um canto e nunca realmente apagada.

Hospital.

O cheiro, a iluminação, o silêncio quebrado apenas pelos aparelhos, tudo é semelhante demais.

Meu peito aperta.

Há um ano, eu acordei assim: perdida, drogada, com um vazio na mente que me fez duvidar da realidade. A lembrança volta com força, como se tivesse acabado de acontecer.

Eu tento respirar fundo, mas o ar entra curto, minha mão se move por instinto, tentando arrancar os fios, querendo fugir, querendo provar que não estou presa outra vez.

— Sam!

A voz me alcança antes de qualquer raciocínio. Uma voz que eu reconheço antes de entender as palavras. Calor, humanidade, pertencimento.

Clara.

Viro a cabeça com dificuldade. Ela está sentada ao meu lado, ainda segurando minha mão, embora eu não lembre de ter sentido o toque antes. Seus olhos estão vermelhos, mas não pelo choro agora. São os sinais de quem passou a noite em claro.

— Calma — Ela murmura, aproximando-se, como se temesse que eu evaporasse. — Você está bem, está segura.

Segura.

A palavra deveria tranquilizar, mas meu corpo não escuta a lógica, ele reage ao passado, ao medo, ao eco de tudo que antes ficou sem resposta.

 

Minha respiração acelera, eu tento me sentar — ou escapar — nem sei qual é o impulso, porém Clara me impede com firmeza, segurando meus ombros.

— Ei, ei, amor... calma. — A voz de Clara chega suave, mas firme. — Você está segura, não se mexa ainda.

Ela está sentada ao meu lado, segurando minha mão com cuidado, como se eu fosse vidro prestes a quebrar ou um item muito frágil. Seus olhos estão marejados, mas ela força um sorriso, aquele sorriso nervoso que ela usa quando está desesperada tentando parecer forte.

Eu tento entender onde estou, o que aconteceu, por que meu braço dói. E então, um pensamento me acerta como uma descarga elétrica.

Eu já vivi isso, um ano atrás.

Hospital.

Memória apagada.

Acidente.

— Não... — Minha voz sai rouca, quase irreconhecível. — Não, de novo não. Clara, o que aconteceu? Por que eu não lembro? O quê?

Meu peito aperta, minha respiração fica apressada. O monitor cardíaco começa a apitar mais rápido. Clara se inclina para perto, segurando meu rosto entre as mãos. Seus dedos tremem.

— Respira comigo, Sam. — Ela aproxima a testa da minha, como faz quando quer me trazer de volta. — Inspira... devagar... — Acompanho-a. — Isso... você está aqui comigo. Está tudo bem agora.

“Agora.”

A palavra ecoa pesada, incômoda, e então a memória volta como um golpe.

O barulho.

O grito.

A arma.

Nico.

Meu corpo se contrai, e eu tento me sentar de novo, desesperada.

— O Nico — Minha voz falha — Ele estava comigo — Eu sinto a urgência crescendo, sufocando — Clara, cadê ele? Ele está bem? Ela atirou... ela ia...

Clara me envolve num abraço antes que eu consiga completar a frase.

— Ele está bem. — Sua voz quebra, mas ela continua. — Ele está com a Liz. Seguro. Intacto. Eu juro.

Meu corpo finalmente cede. Sinto as lágrimas caírem antes mesmo de perceber que estou chorando.

 

Nico está bem, eu repito isso como um mantra dentro da minha cabeça.

Depois de alguns segundos — ou minutos, eu não sei — a porta se abre e um médico entra. Ele está com uma prancheta na mão e uma expressão calma demais para o caos dentro de mim.

— Bom dia, Samanta. — Ele sorri, cordial. — Fico feliz em te ver acordada. Como está se sentindo?

— Confusa — Respondo sem pensar. — E com um pouco de dor.

Ele se aproxima, checa meu braço enfaixado, confere os aparelhos, faz anotações.

— Você foi atingida no braço, mas apenas de raspão — Ele explica com tom profissional, quase impessoal. — Nada vital foi afetado. Alguns pontos, antibióticos e repouso. Você teve sorte.

Sorte.

Engraçado como essa palavra sempre aparece quando eu sobrevivo a algo que não deveria ter passado.

— Então, por que eu apaguei? — Questiono. — Por que não lembro direito? Por que parece que dormi por séculos?

Ele respira fundo antes de responder, como quem escolhe palavras com cuidado.

— Seu corpo está sobrecarregado. — Ele olha nos meus olhos. — Trauma físico acumulado, cortisol elevado, fadiga emocional severa. Nos exames, vimos sinais claros de colapso nervoso iminente. Quando a adrenalina caiu, seu corpo simplesmente desligou para se proteger.

Eu engulo seco, meu corpo desistiu antes de mim.

— Preciso manter você em observação por um dia — Ele continua. — Só para garantir que não haja complicações neurológicas e a dor esteja controlada. Amanhã você pode ir para casa.

Eu apenas aceno, sem saber muito o que dizer ou pensar.

Quando ele sai, o silêncio volta a pesar, mas não dura muito. A porta abre novamente e Anna entra, elegante como sempre, mas hoje com o rosto também cansado. Ela para perto da cama, olha meu curativo e solta um suspiro tenso.

— Eu deveria estar preparada para isso — Ela murmura — Mas você insiste em me dar trabalho demais, Sam.

— Eu nem fiz nada — Respiro com um meio sorriso fraco.

Ela se aproxima devagar, mas a uma distância segura para não atravessar seu limite e nem o meu. 

— Quando os policiais perceberam que Zoe ia atirar, eles tentaram deter ela. Por isso o tiro pegou só de raspão — Anna começa. — Zoe foi detida imediatamente e será extraditada para os Estados Unidos. Ela não é brasileira nata, então vai responder tudo lá.

Eu fecho os olhos, tentando esquecer esse pesadelo, mesmo não sendo possível.

A última imagem dela na minha memória é seu olhar descontrolado. Ódio puro. Obsessão por vingança.

— A advogada Price solicitou avaliação psicológica — Anna continua — Porque Zoe apresenta risco real para a sociedade e não estou falando só juridicamente. Ela perdeu completamente a noção de realidade.

Eu sinto meu estômago revirar. Tanto tempo senti a obsessão de Zoe, mas achei que era apenas uma sede por fazer as coisas darem certo. Hoje vejo que ela já estava fora de controle há muito tempo.

— Como vocês chegaram tão rápido? — Tento sanar a minha dúvida. — A polícia, você, tudo aconteceu tão depressa.

Anna troca um olhar tenso com Clara antes de responder. As duas parecem ter um cuidado especial em me contar as coisas, mas eu quero e preciso saber de tudo.

— Sophie me ligou.

Meu corpo endurece. Como assim?

Sophie.

A traidora apaixonada.

— Você a bloqueou — Anna continua — Então ela não conseguiu falar com você. Ela entrou em pânico quando percebeu que Zoe saiu de casa armada, dizendo que ia acabar com a sua vida. Sophie correu para a polícia e entrou em contato comigo.

Eu fico em silêncio, sem saber se acredito ou não na boa ação dela. Parte de mim quer odiá-la ainda mais. Outra parte... não sabe o que sentir.

— Sophie foi levada para depoimento — Informa — Mas decidiu cooperar com tudo. Mesmo assim, voltará aos EUA para responder pelos crimes de cumplicidade: o doping e o acidente de carro.

Eu sinto o estômago revirar novamente só em ouvir a menção do acidente. Aquele que quase levou minha vida um ano atrás.

Eu olho para Anna e minha voz sai fraca:

— E o resto? — Ela sabe a que me refiro.

— Consegui localizar Rian — Ela responde. — O auxiliar contratado por Zoe para colocar os remédios nos seus suplementos durante as Olimpíadas. Ele aceitou cooperar. Por medo das consequências, principalmente.

 

Não sei o que responder, parece até um sonho. As peças se encaixam, o quebra-cabeça está sendo formado.

— E sobre a gravação da festa — Anna continua — consegui contato com o gerente que você mencionou. Ele liberou as imagens. Temos registro nítido do momento em que Zoe coloca ecstasy na sua bebida.

Meu mundo balança. Quando falei para Anna que sabia por onde começar, era a isso que me referia. Zoe não esperava que eu conhecesse o gerente da festa em que estávamos naquela noite.

— Agora ela tem pouquíssimas chances de evitar a prisão — Anna conclui. — Todas as peças finalmente se encaixaram.

Eu fecho os olhos, não para chorar, mas porque minha mente está tentando entender o tamanho do que acabou, do que sobrevivi.

— Obrigada, Anna — É a única coisa que consigo responder.

— É meu trabalho, Sam — Diz convencida — Eu falei que não entro em um caso para perder.

Sempre soube que isso era verdade, que ela é a melhor, a mais foda.

— Bom! — Volta a falar — Eu só vim ver se você estava bem e para me despedir. Estou há muito tempo fora de casa e preciso voltar para a minha família.

— Mande um abraço para Cecília e diga que, quando tiver um tempo, vamos marcar uma competição entre ela e eu, para ver como está o rendimento dela.

— Se eu falar isso, ela vai querer vir amanhã mesmo — Solta um sorriso sincero ao falar da filha.

— Bom retorno, Anna. E mais uma vez, muito obrigada por tudo.

— Se cuide, Samanta.

Depois que Anna se despede, Clara volta a segurar minha mão. Ela me observa como alguém que finalmente pode respirar depois de quase morrer afogada.

— Acabou, Sam — Ela diz baixinho, encostando a cabeça no meu ombro com cuidado para não tocar o curativo. — O perigo acabou. Ninguém mais pode tocar em você. Ninguém mais vai tentar te machucar, meu amor.

Eu passo a mão nos cabelos dela, devagar. Meu corpo ainda dói. Minha mente está longe de se sentir inteira e segura, mas eu tento acreditar que realmente acabou, que as coisas ficarão bem.

— Eu estou bem — Digo mais para mim do que para ela.

Clara levanta o rosto e deixa um beijo singelo em meus lábios.

— Eu estou aqui com você.

Clara é meu porto seguro, sei que a vida nos uniu para sermos a fortaleza uma da outra. E eu só quero que voltemos a ter paz.

Não sei quanto tempo se passa depois que Clara termina de falar, meu corpo perdeu a noção. Mas, pela primeira vez desde que acordei, minha respiração é estável.

Clara permanece ao meu lado, segurando minha mão com calma, como quem entende a importância do silêncio. O quarto está quieto, exceto pelo monitor cardíaco que registra meu estado com um bip constante, agora menos ameaçador, quase um lembrete de que eu ainda estou aqui.

De que estou viva.

Estou prestes a perguntar que horas são quando a porta se abre devagar, como se alguém do outro lado tivesse medo de interromper algo importante.

Liz aparece primeiro, verificando se é seguro entrar. O cabelo preso num coque rápido, expressão preocupada, mas os olhos... os olhos têm um tipo especial de ternura.

E atrás dela, segurando sua mão, vem ele.

 

Meu coração acelera tão rápido que o monitor registra, subindo uma nota.

Nico.

Meu filho.

Meu mundo inteiro em passos pequenos.

Ele olha para mim primeiro com cautela. Depois, como se quisesse ter certeza de que eu não era um sonho, que estou realmente aqui.

E então, quando seus olhos encontram o curativo no meu braço, ele franze o cenho, preocupado, confuso, vulnerável demais para o tamanho do corpo que tem.

Liz se abaixa ao lado dele e sussurra, não ouço o que, mas vejo o movimento dos lábios.

Ele solta a mão dela e corre para perto de nós. Clara o ajuda a subir na cama e ficar próximo a mim. O impacto do corpo pequeno contra mim é leve, mas eu o sinto como se tivesse atravessado uma muralha inteira até chegar aqui.

— Mamãe!

A palavra sai embolada, trêmula, abafada contra meu peito porque ele me abraça com força — força demais — como se tivesse medo de que eu desaparecesse se soltasse.

Meu olho arde, meu corpo instintivamente tenta envolvê-lo, mas o braço enfaixado protesta. Eu me engasgo com a dor, porém não solto.

Nunca soltaria.

Ele se afasta só o suficiente para olhar para mim, os olhos cheios de lágrimas grossas.

— Você levou um dodói grande? Eu vi o sangue, eu achei...

A voz falha, e ele aperta minha roupa hospitalar, como se segurasse a última corda do mundo.

Eu encaixo minha mão boa na bochecha macia dele.

— Ei! — Sussurro chamando sua atenção. — Eu tô bem, foi só um machucado pequeno.

— Mas... sangrou — Ele insiste, a testa franzida e um bico fofo em seus lábios.

— Sangrou só um pouquinho — Respondo. — Mas já sarou, os médicos cuidaram de mim.

Ele pensa por um momento, em dúvida se continua falando ou não. E então, depois de um dilema interno, pergunta baixinho:

— Você teve medo?

Minha garganta fecha, eu poderia mentir. Poderia dizer que não. Poderia protegê-lo da verdade.

Mas ele viu. Ele estava lá. Ele sentiu o medo antes mesmo de entender o que estava acontecendo. Então respondo com a honestidade mais gentil que consigo encontrar:

— Tive. — Sussurro.

Os olhos dele brilham, mas não de tristeza. De reconhecimento. De não se sentir sozinho em um momento tão frágil.

— Eu também tive. — Ele confessa.

Meu coração se desfaz, aperto sua mão pequena na minha, tentando passar alguma confiança, segurança ou acolhimento.

— Mas você foi muito corajoso. — Levo sua mãozinha até meus lábios e deixo ali um beijo.

Ele balança a cabeça rápido demais.

— Não fui, eu chorei. — Diz tão baixinho, como se fosse a maior confissão de sua vida.

— Chorar também é coragem. Todos nós choramos em algum momento.

Ele fica quieto por alguns segundos. O monitor no quarto segue marcando o ritmo, agora lento, quase calmo.

Então, como se precisasse confirmar uma última coisa, ele volta a falar.

— A moça má vai voltar?

A pergunta atravessa o quarto inteiro. Clara se mexe ao lado da cama, como se quisesse responder, mas eu seguro seu olhar por um instante, pedindo sem palavras: Deixa comigo.

Me inclino um pouco mais perto do meu filho.

— Não. —  Ele pisca. — Ela foi levada pelos policiais. E agora tem muita gente adulta tomando conta para garantir que ela nunca mais machuque ninguém.

— Nunca mais? — Insiste.

— Nunca mais. — Garanto.

Dessa vez não há hesitação, ele respira fundo — de uma forma infantil que quase assobia — e solta o corpo num alívio tão profundo que eu sinto fisicamente.

Depois, ele levanta o queixo de um jeito que só ele faz, com uma sabedoria gigante para uma criança de seis anos.

— Eu fiquei muito preocupado com você. — Volta a me abraçar.

— Eu sei. — Digo, acariciando seu cabelo. — E eu fiquei muito orgulhosa de você.

Ele inclina a cabeça, com a testa franzida, confuso.

— Do que? — Questiona.

— De ter ficado seguro, de ter confiado em quem estava lá. De ter sido tão forte e corajoso.

— Eu fiquei segurando a sua mão forte, forte. — Ele diz, mostrando a mão fechada como se pudesse provar.

Liz sorri do canto do quarto, com olhos brilhando, e vejo Clara também nos encarar, orgulhosa.

Ter meu filho em meus braços e a mulher que eu amo ao meu lado me deixa feliz. Liz não fala nada, sei que ela está processando tudo em silêncio, e deixarei para conversar com ela depois.

De agora em diante, podemos ter paz novamente e eu não quero perder mais nenhum momento ao lado da minha família.

Zoe não vai tirar mais nada de mim, muito menos o que eu mais amo no momento. Minha família.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá pessoal!!!


Sei que ficaram curiosas para o desfecho essa cena, para a alegria de todos, Sam não morreu e passa bem kkkkkkkk


Não esqueçam de deixar seus comentários para eu saber o que estão achando...


e queria pedir para quem não me segue no insta ainda paloma.autora, é muito importante você me siga, ajudará muito meu insta crescer e minhas histórias chegarem a mais pessoas.


Espero que a leitura tenha te feito uma boa companhia. Até breve.


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 34 - Capitulo 34 - Hospital:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 08/12/2025

Zoe presa e bem longe... 

Sam apesar do susto está bem, e com seus amores, lindo demais...

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Alice Maria
Alice Maria

Em: 07/12/2025

Lindo capítulo!!! Muito emocionante a Samanta conversando com o Nico sem esconder que sentiu medo, família linda demais! E Zoe pra fora da vida deles pra sempre 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web