Capítulo 16 - A Casa Na Árvore
Na manhã seguinte ao dia em que chegaram, com o Sol já aquecendo o ar e o canto dos pássaros preenchendo o ambiente, as duas passearam pelo sítio logo depois do café da manhã. Ana, com um sorriso largo, mostrava a Hinata cada canto do lugar onde cresceu, as memórias de sua infância dançando em seus olhos.
— É lindo aqui. — disse Hinata, sua voz suave, enquanto segurava o braço de sua guia particular e caminhavam lentamente por uma trilha de terra batida, o cheiro de mato fresco no ar.
— Aqui era meu lugar preferido quando era criança. Está vendo essa árvore? — Ana perguntou, apontando para um velho e majestoso carvalho, suas raízes grossas emergindo do chão como veias. Hinata assentiu afirmativamente, os olhos acompanhando a direção do dedo de Ana. — Eu adorava subir nela. Sempre que eu queria ficar sozinha, eu vinha pra cá. Uma vez eu pedi pro meu pai construir uma casa na árvore, imaginando que ele faria uma casinha com telhado e tudo, igual aos filmes. Mas o que ele conseguiu fazer foi aquele deck ali. — disse, apontando para a estrutura de madeira simples e rústica, mas sólida, presa aos galhos mais baixos. — Foi naquela época que eu entendi que éramos pessoas humildes e eu iria me esforçar ao máximo para conseguir dar uma boa vida pros meus pais, para quem sabe tirá-los daqui.
— And I know that you are going to achieve your goal. (E eu sei que você vai alcançar seu objetivo.) — Hinata parou, virando-se para Ana. Olhando nos olhos da jovem, afastou delicadamente uma mecha de seu cabelo que caía sobre o rosto em um gesto de carinho e confiança.
— Você fala como se fosse algo bem simples. — Ana disse, os olhos se enchendo de água, a vulnerabilidade transparecendo em sua voz.
— But look how much you've already achieved. (Mas veja o quanto você já conquistou.) — Hinata argumentou, sua voz cheia de admiração, o polegar fazendo um carinho leve na bochecha de Ana.
— É, eu conheci você, e já sou bem feliz por isso. — Ana confessou, a emoção transbordando, e beijou suavemente a palma da mão de Hinata que estava em seu rosto.
— Eu também, mas… I had nothing to do with your hiring. (Eu não tive nada a ver com sua contratação.) Subete no kōseki wa anata no mono, Ana, I think you're a brilliant person. (Todo o mérito é seu, Ana, eu acho que você é uma pessoa brilhante.) Maybe even more than me, if something like that is possible. (Talvez até mais do que eu, se algo assim for possível.) — Hinata disse, em tom de brincadeira, mas com um fundo de verdade. — Kitto seikō suru yo. (Tenho certeza que você vai conseguir.) — Ela terminou a frase aproximando ainda mais do rosto de Ana.
— Ima sugu anata ni kisushitai. (Eu quero te beijar agora.) — disse Ana, a voz um sussurro quase inaudível, mas sem se aproximar mais.
— Watashi mo. (Eu também.) — Hinata respondeu, os olhos fixos nos de Ana, a mesma intensidade de desejo. Seu coração batia forte e a japonesa sabia que tudo que sentia era recíproco. Mas respeitando o que haviam combinado implicitamente sobre não cruzar essa linha novamente, as duas mulheres se seguraram mais uma vez.
Elas voltaram para a casa de mãos dadas, o toque suave e constante parecia amenizar o que elas sentiam. A essa altura, faziam carícias uma na outra sempre que estavam sozinhas em um cômodo da casa e até cafuné na hora de dormir, gestos de afeto que se tornaram rotina tão facilmente como se aquela forma de agir uma com a outra sempre tivesse existido, uma linguagem não verbal do seu crescente sentimento se tornava a cada dia mais sólido.
—xxx—
Os dias passaram rápido no sítio e, ainda que elas tentassem, acabavam esquecendo, às vezes, de manter distância quando havia mais alguém com elas, os sorrisos e olhares cúmplices se tornando mais frequentes. Passavam o tempo ajudando a Dona Maria com as refeições, lavando a louça, amassando temperos, o cheiro de comida caseira sempre no ar e até o Senhor Sebastião, com seu jeito calado, recebeu uma mãozinha com as criações, a rotina rural estava se tornando familiar para Hinata.
Ana riu até sua barriga doer quando duvidou que Hinata fosse capaz de capturar uma das galinhas do seu pai, em um desafio inocente.
— I can do it! (Eu consigo!) — disse Hinata, totalmente confiante, a voz firme e determinada. Passando pelo pequeno portão do galinheiro, ela adentrou o espaço das aves.
— I can do anything, Ana. (Eu consigo fazer qualquer coisa, Ana.) — Hinata disse, dando uma última olhada confiante para Ana enquanto se preparava para a ‘caça’, com seus olhos fixos nas galinhas.
A primeira tática foi se aproximar lentamente, com passos furtivos, tentando não assustar as aves. Mas Hinata logo percebeu que as galinhas fugiam rapidamente, seus voos curtos e inesperados frustrando seus esforços. Sua segunda tática foi correr, com agilidade surpreendente. Mas mesmo sem ter um alvo específico, ela se viu frustrada, as galinhas sendo mais espertas e rápidas do que ela imaginava.
— Karera wa nani o tabemasu ka? Karera wa totemo hayaidesu. (O que elas comem? Elas são muito rápidas.) — Hinata reclamou, ofegante, as galinhas zombando dela.
— Keep going, you can do anything, Hinata. (Continue, você consegue fazer qualquer coisa, Hinata.) — Ana a apoiou, mas apenas para continuar se divertindo com a cena hilária, o som de suas gargalhadas preenchendo o ar.
Ouvindo todo o desespero de suas galinhas, o Senhor Sebastião, que estava cuidando da horta, se aproximou para ver o que estava acontecendo com um sorriso discreto nos lábios.
— Tá tudo bem aqui, fia? Não é mió falar pra sua amiga que ela num vai pega galinha assim? — o pai de Ana perguntou, um tom de curiosidade em sua voz.
— Não, pai, estou me divertindo, deixa ela tentar mais um pouco. — Ana respondeu, um sorriso maroto nos lábios.
— Fia, ocê gosta memo dela, né? Dá pra vê seus olhinho brilhando quando olha pra ela.
— … — O silêncio de Ana já dizia muito.
— Promete pro pai que ocê não vai se machucá? — O pai de Ana perguntou, sua voz grave, mas cheia com uma preocupação paternal, os olhos fixos na filha.
— Papai, eu não posso prometer isso pro senhor. Só posso prometer que não vou parar de buscar a felicidade. E nesse momento, minha felicidade está sendo ver as galinhas dando um baile na Hinata. Ei, papai, eu te amo muito. — Ana disse, com uma sinceridade que tocou o coração do pai. Deu um beijo no rosto de seu pai e o abraçou apertado, logo em seguida, com um sorriso vitorioso, entrou no galinheiro para definir a vitória das galinhas e um merecido descanso para elas.
Hinata fez bico assim que Ana disse que ela havia perdido a batalha, sua vaidade um pouco ferida. Havia algumas penas presas no cabelo da japonesa, e Ana se divertiu muito ao ver aquela cena, em que a ‘caçadora de galinhas’ desgrenhada havia sido derrotada.
—xxx—
Na noite da ceia de Natal, a casa simples dos pais de Ana estava iluminada e cheia de vida. Todos estavam sentados à mesa, conversando, rindo e comendo, o som de talheres com uma melodia que tocava no antigo rádio que ficava na sala, se unindo à mistura de vozes criando uma sinfonia acolhedora. Hinata começou a sentir algo desconhecido até então, um calor no peito que ia além do ambiente aquecido. Finalmente, ela se sentiu parte de uma família, um sentimento que nunca havia experimentado.
"Então, será que é assim um Natal em família?", ela pensou, emocionada.
Ana havia consumido um pouco de vinho naquela noite, e suas bochechas estavam rosadas, um brilho nos olhos que Hinata já havia tido um vislumbre algum tempo atrás. Ana definitivamente não era o tipo de garota que estava acostumada a consumir álcool, porém, por se tratar de uma noite festiva, o consumo seria adequado, e ela estava se divertindo. Depois da ceia, os meninos disseram que iriam para a praça da cidade em uma festa na casa de uns amigos, a euforia juvenil estava evidente e a noite deles estaria bem longe de terminar.
— E ocês, meninas, vão sair? Porque eu e seu pai vamo dormir, né, Bem? — Disse a Dona Maria, um sorriso travesso nos lábios mostrando que Ana não era a única que havia exagerado no vinho naquela noite.
O pai de Ana apenas assentiu com a cabeça, concordando, um silêncio que dizia muito.
— Ah, a gente podia sair, Hinata, vamos dar uma volta por aí? — Ana se animou, mas sua voz arrastada e suas bochechas vermelhas eram a dica de que a jovem não estava em condições de sair, o álcool já estava fazendo um grande efeito no raciocínio da jovem.
— Acho melhor ficarmos em casa também, vamos dormir. Yūshoku arigatō. (Obrigada pelo jantar.) — disse Hinata, fazendo uma breve reverência à Dona Maria, um gesto que já se tornara natural.
Todo esse período na casa da Família Ribeiro ajudou Hinata a melhorar seu português consideravelmente, absorvendo cada palavra e nuance da língua. Porém, visivelmente contrariada, Ana fazia biquinho com insatisfação, como uma criança que não teve seu desejo atendido.
— Don't make that face, you are… (Não faça essa cara, você está…) — Hinata começou, um sorriso nos lábios.
— Tô o que? Hein? — Ana a interrompeu, a voz um pouco mais alterada pelo vinho.
— Tired. (Cansada.) — mentiu Hinata, a verdade era que Ana estava visivelmente embriagada. — Vamo dormir.
Ana que estava com um pouco de dificuldade para se trocar, os movimentos um pouco mais lentos enquanto as roupas pareciam mais difíceis de vestir do que o normal, ela acabou optando por uma pequena camisola de seda, quando finalmente ambas se deitaram para dormir nenhuma delas estava realmente com sono, o silêncio da noite e a proximidade criando uma tensão palpável. Ficaram deitadas, seus rostos bastante próximos uma da outra, a respiração de uma tocando a pele da outra. Mesmo ambas tentando manter um relacionamento mais de amizade e de profissionalismo, era difícil deixar para lá o desejo que sentiam uma pela outra, e os efeitos do álcool não facilitavam em nada as coisas, diminuindo as inibições.
Hinata afastou uma mecha do cabelo do rosto de Ana e colocou sua mão no rosto da jovem, acariciando sua bochecha com ternura como já vinha se acostumando a fazer. Elas se aproximaram quase a ponto dos seus lábios se tocarem, mas Ana ansiava pelo toque de Hinata mais do que tudo naquele momento, seu corpo pedindo por alguma conexão como se a mulher fosse o ar que ela precisava para respirar. Ana segurou a mão que Hinata havia colocado em seu rosto e a deslizou por seu pescoço, em um movimento lento e sugestivo. Hinata ficou apreensiva, mas não puxou sua mão de volta, a curiosidade e o desejo vencendo a sua cautela. Ana levou a mão de Hinata mais para baixo, até seu seio. Hinata pôde sentir o bico se tornando mais firme com seu toque, e mesmo sem a orientação de Ana, ela deslizou seus dedos e sentiu a textura, a pele arrepiada, ao mesmo tempo que Ana suspirou profundamente com seu toque suave com um gemido abafado. Com cada fibra dos seus músculos e do seu ser desejando intensamente das carícias e a respiração acelerada que ouvia de Ana, Hinata apertou levemente, o que fez com que Ana gem*sse baixinho, aquele era um som de puro prazer.
— Não podemos, mesmo? — perguntou Ana, sua voz era um sussurro rouco, a pergunta carregada de uma esperança quase desesperadora.
Hinata balançou negativamente sua cabeça, cochichando baixinho — Desculpa Ana. — Com um olhar triste em seu rosto, a razão estava prevalecendo.
Ana levantou abruptamente da cama — Preciso de ar. — caminhou até sua janela, buscando uma forma de retomar o controle. Abriu-a buscando que a brisa fresca da noite acalmasse seu fogo, o calor ardente pulsando em seu centro e a frustração queimando em seu peito.
Hinata, por sua vez, não a acompanhou, ficou observando a jovem se recompor, sentada no beiral da janela vestindo nada além daquela pequena camisola de seda iluminada pela luz da Lua, boa parte da sua pele estava visível. A visão que Hinata presenciou fez com que o calor que sentia se tornasse um desejo ainda mais urgente tornando aquela rejeição ainda mais dolorosa.
“Certamente a visão mais linda que já vi na minha vida, como é difícil dizer não assim pra você, Ana, como eu queria poder caminhar até essa janela e beijá-la profundamente, tomá-la em meus braços e te encher de carícias, arranhar carinhosamente a sua pele retirando o restante da sua roupa, para enfim trazê-la para a cama e fazê-la delirar de prazer, sentir seu cheiro, seu gosto, o calor da sua pele. O desejo que sinto por você chega a machucar meu peito, sentir que cada célula do meu corpo te deseja tanto assim, até pouco tempo atrás era impensável pra mim. Mas ainda que hoje eu pudesse me permitir, não seria certo com você, afinal está bêbada e se for pra vivermos esse momento, querida, gostaria que não fosse sob o efeito de tanto álcool.”
Ainda que estivesse totalmente decidida a viver esse sentimentos, naquele momento, Hinata experimentava a mesma dor e frustração que Ana.
—xxx—
O Ano Novo enfim havia chegado, e Hinata estava se sentindo parte da família, a cada dia mais à vontade naquele ambiente simples e acolhedor. Já conseguia ajudar a mãe de Ana em alguns afazeres, descascando e picando legumes e arrumando a mesa para as refeições com desenvoltura. A mãe de Ana, com um carinho que só uma mãe de coração grande pode oferecer, até costurou um vestido para Hinata que combinava com o que Ana usou na festa, um presente que tocou profundamente a japonesa. Os irmãos Adriano e Antônio até tentaram brincar com Hinata, com as típicas provocações que os irmãos fazem em um sinal de aceitação. O único que ainda parecia distante era o Seu Tião, observador e silencioso. Ao menos foi o que Hinata pensou.
Na noite que antecedia o retorno para Serra Verde, antes de dormir, ele se aproximou de Hinata e disse, a voz grave e um pouco rouca:
— Ocê se cuida viu fia, i pode vortá sempre que ocê quiser.
Foi a primeira vez que Hinata ouviu a voz do homem se dirigir diretamente a ela, uma atitude que a surpreendeu e a emocionou com grande intensidade.
Dona Maria preparou várias marmitas com comidas típicas, doces e tortas para as meninas levarem, seria um verdadeiro banquete para alguns dias após o retorno para casa. As malas já estavam prontas, e as duas mulheres se deitaram na cama para dormirem, o cansaço do feriado estava se misturado à melancolia da despedida.
— Meu pai gosta de você, ele não diria aquilo se não fosse de coração. — Ana disse, sua voz era um sussurro no escuro.
— Fico feliz. In fact, I don't think I've ever felt happier. Are you excited about us getting back? (Na verdade, acho que nunca me senti tão feliz assim. Está animada para voltarmos?) — Hinata perguntou, a voz cheia de um otimismo que combinava com seu humor.
O olhar de Ana se tornou triste, como se uma sombra a tivesse alcançado, o entusiasmo desaparecendo completamente de sua voz.
— Uhum. — disse, sem animação, a voz quase inaudível.
— I was thinking about us starting to work nights at my place, what do you think? (Estava pensando em começarmos a trabalhar à noite na minha casa, o que acha?) — Hinata continuou, mas um pouco confusa com a reação de Ana.
— Pode ser, vamos dormir? — Ana respondeu, desviando o assunto, a alegria de antes estava se esvaindo.
Hinata estranhou aquela reação, a mudança abrupta em seu humor, mas preferiu não insistir no assunto, sentindo que havia algo mais por trás daquele desânimo.
Fim do capítulo
Bom dia! Boa Tarde! Boa Noite!
Quero muito saber o que vcs acharam desse capítulo?
Muitas emoções né?
A Hinata ainda não percebeu... mas e vcs? Sabem o porque a Ana mudou de humor do nada?
Galerinha do bem, nosso calendário de postagens desse ano acabou, mas se batermos pelo menos10 comentários nesse capítulo eu posto mais um no dia 27/12 o que me dizem?
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Zanja45
Em: 04/01/2026
Boa tarde!
Muito bom, esperei que fosse algo mais intenso entre as duas. Porém Ana foi ficar embriagada e Hinata queria ela sóbria. No entanto essas caricias pos noite de Natal deixaram as coisas muito quentes. — o jeito foi Ana tomar ar para aplacar o fogo.KKKKK
Ana ficou indiferente por conta que irão voltar a realidade e terão que se comportar de forma diferente que fora dos dias que passaram ai no sítio de seus pais. — Essa é a tristeza de Ana.
Zanja45
Em: 04/01/2026
Ela querendo furar o bloqueio de Hinata. ,- Foi dizer que elas não podiam, ela foi muito equilibrada mesma tenho se excedido na bebida Se fosse outra deixava rolar, mas Ana sempre respeitando os limites ou tentando..
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Jsilva
Em: 25/12/2025
Enfim espero q o próximo CAPS seja tão gostoso de ver quando a camisola de Ana foi para a japa kkkkk.
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Entendo o q vc tá pensando, mas vai acontecer uma reviravolta de deixar a gente de ponta cabeça viu. Kkkk
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Jsilva
Em: 25/12/2025
O autoria solta esse CAPS aí logo mulherr !! Meu presente de Natal .s2
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Foi uma boa menina esse ano? Kkkkk
Jsilva
Em: 25/12/2025
Vamos lá , eu ajudei muitas meninas a serem felizes esse ano e fiz muita caridade com elas.s2
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Vou postar então kkkk... Obrigada pelos comentários ????????
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Jsilva
Em: 25/12/2025
Outra coisa é q agora a familia Ribeiro aceitou a japa na família se tornando uma nova membro talvez?. Uma vez q conquistou o povo mineiro já era .vai sempre ser.parte da.familia né? Isso é tão lindo pq a japa ganhou uma família e nem sabe
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Ela ganhou mesmo uma nova família
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Jsilva
Em: 25/12/2025
Feliz Natal!!! Gente eu reli de novo o caps pq tô anciosa !! Hinata percebeu sim autoria. Tanto q até chamou pra voltar logo pra trabalhar na casa dela . Aposto q quer comemorar o ano novo na casa dela de forma mais intima kkk pq já aceitou o fato q não consegue negar o q deseja.
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Feliz natal !! Simm ela percebeu algo. Mas o próximo capítulo vai acontecer tanta coisa. Mas não posso contar
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HelOliveira
Em: 22/12/2025
Tão lindo quando elas estão juntas, nossa até pensei rolar umas coisinhas, mas Hinata foi firme viu....
Vamos ver o que espera Ana com essa volta ao trabalho...
Torcendo para ter mais um capítulo para encerrar o ano
Até o próximos e boas festas
EmiAlfena
Em: 22/12/2025
Autora da história
Elas estão bem fofinhas mesmo né?
Tbm quero postar os próximos, porque vai acontecer uma quantidade gigante de coisas mas....
A meta é termos 10 comentários... No momento temos 6... Estamos quase lá
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Dessinha
Em: 21/12/2025
Ana tá triste, não tem o sentimento correspondido e a Hinata a quer por perto. É aquela coisa, "tem, mas está faltando". É muita tortura, muito difícil de segurar. Ou Ana pede demissão, ou vai começar a ignora-lá por sua autopreservação e manutenção da sanidade mental.
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
Tem sim essa possibilidade, gostar de alguém e ser e ao mesmo tempo não correspondido. Acho que a Ana não vai conseguir ignorar o que sente pela Hinata. Ao menos sabemos que a Hinata se sente ea mesma forma pela Ana né?
Dessinha
Em: 22/12/2025
Mas isso não tá funcionando. Se torna cansativo, sabe?! Você vê que a pessoa também te deseja mas fica nessa relutância. Talvez a Ana esteja cansada já. A vida precisa ser vivida. Se não for a Hinata ao lado da Ana, outra ou outras virão, pois ela é maravilhosa!
EmiAlfena
Em: 25/12/2025
Autora da história
Óia, se a Hinata te ouvir falando isso na Aninha dela ela te pega hein kkkkkkkk
Mas o que impede delas ficarem realmente juntas é a relação chefe e funcionário que na cabeça da Hinata não pode.
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Jsilva
Em: 21/12/2025
Tenho outro palpite... mizuki não é tão bitolada e fechada em relação a mulheres .. o q significa q ela já teve outros rolos com outras japas ? Só esperando a confirmação aki kkkk até pq a bixinha tá subindo pelas paredes kkkk
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
Pode ser que sim... Pode ser que talvez kkkkk vdd seja dita ela teve uma vida antes de vir pro BR né. Mas com um pai como o dela seria difícil ela ter um relacionamento por querer.
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Jsilva
Em: 21/12/2025
Gente cadê o babado dessa história secret de Ana? Pq o pai é tão protetor já sacou na hora das duas heim?
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
É pq só elas acham que escondem alguma coisa kkkk a verdade é que tá mto na cara esse love entre elas
Jsilva
Em: 21/12/2025
Pelo menos estão seguras de ninguém desconfiar delas no trampo por enquanto né? Kk
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
É... Por enquanto....
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Jsilva
Em: 21/12/2025
Bora ser realista .. Essas duas aí tá precisando de um hot pra perder a vergonha de vez kkk fica aí a dica pra começar o ano bem viu autora.
;)
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
Kkkkkkkk calma que o q é delas já tá guardado. Massss em defesa do casal a Ana tava mto bêbada pra fazer alguma coisa. A Hinata foi uma cavalheira em não se aproveitar da situação
Jsilva
Em: 21/12/2025
A japa é uma diva quase samurai de honrar tanta as veste q tem pq so jesus na causa viu kkkk
Jsilva
Em: 21/12/2025
A japa é uma diva quase samurai de honrar tanta as veste q tem pq so jesus na causa viu kkkk
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
Kkkkk pra ela conseguir se segurar com uma Aninha foguenta e só de camisola, imagina se não foi difícil. Ela deveria ganhar um prêmio só por conseguir se segurar
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Jsilva
Em: 21/12/2025
Kkkkk me diverti com a cena das galinhas. Gente pensei q a mineirinha iria mostrar como é comer quetinho kkkkkk o pai de Ana é um caso a parte .msm simples e humilde é um homen de coração acolhedor com valores de poucos pais. Uma lição q o pai da japa nao tem. Mais CAPS? Vo comentar mais .kkkk
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
Kkkkk Simm, se tivermos mais de 10 comentários vou postar mais 2 capítulos no próximo fim de semana
Jsilva
Em: 21/12/2025
Outra coisa.. quase chorei da cena da.mae de.ana ser tão amorosa . Sabemos da importância pra nossa japinha .espero q essa família seja a família q a japa nunca teve s2.
Jsilva
Em: 21/12/2025
Na cena em q a aninha mostrou o quarto pra hinata ... os pôster da cultura da terra dela me fez visualizar q ela levaria a aninha pra conhecer o Japão. Também visualizei o todo poderoso chefao desgostando da presenta da aninha lá.
Jsilva
Em: 21/12/2025
Na cena em q a aninha mostrou o quarto pra hinata ... os pôster da cultura da terra dela me fez visualizar q ela levaria a aninha pra conhecer o Japão. Também visualizei o todo poderoso chefao desgostando da presenta da aninha lá.
EmiAlfena
Em: 21/12/2025
Autora da história
A Dona Maria é um mega fofa. E ainda tem mto o que contribuir com a história, espere e verá kkk
Sobre a Aninha conhecer o Japão não posso dizer nada ainda sobre isso. Nem sobre o poderoso Senhor Kodama
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EmiAlfena Em: 04/01/2026 Autora da história
Ana é fraca pra bebida kkk