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Quando as águas se acalmam por Paloma Matias e

Ver comentários: 1

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Palavras: 2638
Acessos: 641   |  Postado em: 24/11/2025

Capitulo 32 - O primeiro já foi

Clara

 

 

Acordo sentindo o peso do corpo de Sam colado ao meu em uma perfeita conchinha, como amamos dormir juntas. O calor dela me envolve inteiro, aquele tipo de abraço que parece um porto seguro, e confesso que demorei anos para acreditar que podia ter. O tipo de abraço que não machuca, não cobra nada em troca, que não prende. O abraço que apenas cura.

Não demora quase nada e ouço uma leve batida na porta. Abro os olhos devagar, ainda meio grudada no travesseiro, e tento entender o som e tudo à minha volta. Olho o relógio ao lado da cama: 6:10 da manhã. Cedo demais para o dorminhoco do meu filho estar de pé, mas não há dúvida de que é ele.

Tento me mexer só um pouquinho para levantar, mas Sam me aperta mais, como se tivesse sensores nos braços, como se meu movimento acionasse um modo automático de “não vá embora”. Mal sabe ela que eu jamais iria.

— Amor! — sussurro, tentando me livrar do aperto, sem acordá-la de vez.

Ela grunhe baixinho contra meu pescoço, aquela mistura de ronronar e reclamar que só ela consegue fazer, e que eu acho uma fofura. Mas que ela não saiba disso, sendo que ela fica brava quando digo que ela é fofa.

Outra batida, ainda mais delicada, e eu acaricio a mão dela que está sobre meu quadril.

— Nico, pode entrar — Digo, porque sei que se eu não liberar, ele vai ficar ali plantado, com a mãozinha na maçaneta, morrendo de medo de me atrapalhar.

A porta abre devagar, com o cuidado calculado de uma criança que acha que qualquer barulho acima de um suspiro pode causar uma catástrofe mundial. Nico entra, os cabelos bagunçados, o pijama do Homem-Aranha torto no corpo, metade da camiseta presa na calça, metade para fora, e a cara mais irresistível de sono que já existiu.

Ele para ao lado da cama e arregala os olhos quando vê Samanta.

— Como eu não vi que a mamãe Sam chegou? — Ele pergunta, fazendo um bico indignado, mas tentando falar baixinho para não acordá-la.

— Ela chegou tarde, você já estava dormindo — Respondo, acariciando seus cabelos.

Mesmo falando baixo, nossa conversa parece tocar algum alarme interno nela. Sam respira fundo, mexe a cabeça contra meu ombro e abre os olhos devagarzinho, com aquele jeito preguiçoso que me deixa com cara de bocó admirando-a.

Ela pisca algumas vezes, foca o olhar em mim primeiro, sempre em mim, e depois no pequeno.

— Oi, meu campeão — Ela diz com a voz rouca de sono, a mais linda do mundo.

Nico sorri como se tivesse ganhado um presente gigante, ele ama quando ela o chama assim.

— Você chegou! — Ele sobe na cama com aquela falta completa de coordenação matinal e se joga entre nós. — Eu senti saudade.

Sam solta uma risada curta, abraçando o pequeno com um braço enquanto o outro continua firme em mim.

— Eu sempre volto — Diz. — Nunca perco oportunidade de dormir com meus amores.

Meu peito amolece, Nico aninha o rosto no peito dela e respira fundo, como se estivesse garantindo que a mãe dele é real e está mesmo ali, inteira, viva, presente.

E então, minutos depois, antes mesmo de nós três conseguirmos sair da cama, escuto as unhas de Zeca clicando no chão do corredor, o passo apressado, o bufinho indignado. E, claro, a cabeça comprida dele empurrando a porta que Nico deixou entreaberta.

Zeca entra trotando com toda a pompa de um salsicha que acredita ser um grande lobo das montanhas.

— Bom dia, Zeca — Eu digo, tentando conter o riso.

Ele late uma vez, como se estivesse respondendo e como se fosse o rei do apartamento, e pula na cama com a impulsividade de quem não reconhece os limites do próprio corpo pequeno e comprido. Atravessa Nico, escala Sam como se ela fosse uma montanha e se enfia entre nós três, empurrando literalmente o menino para o lado.

— Zeca! — Nico reclama, rindo e tentando empurrar o cachorro para o outro canto. — É o MEU lugar!

Sam afaga o salsicha e beija o topo da cabeça dele. Meu filho não gosta muito quando ela dá mais atenção ao cachorro do que para ele. Sendo que, na cabecinha dele, ela faz isso a cada minuto, quando nitidamente é só ciúmes.

— Ele é o nosso alarme natural — Ela brinca. — Se a gente não acorda, ele acorda por nós.

Eu observo a cena, o menino rindo, Samanta toda bagunçada, com cabelo totalmente arrepiado e um sorriso preguiçoso no rosto, Zeca lambendo o queixo de Nico. E o único sentimento que tenho é gratidão.

Isso. Isso aqui é família. Não a que me deram, mas a que construí.

Depois de várias tentativas falhas de tirar Zeca de cima de Nico, e Sam abraçando os dois, e eu tentando impedir que o cachorro caísse da cama, controlando o caos instalado.

Nosso filho acaba ficando exatamente no meio, como sempre promete fazer quando diz que “vai proteger as duas”.

Ele segura uma das minhas mãos e uma das de Sam, o cachorro dorme quase em cima da barriguinha dele. E, por alguns minutos, eu tenho a sensação de que nada no mundo pode nos quebrar ou nos separar, mesmo com todos os problemas que teremos que enfrentar com a descoberta de ontem.

Mas Nico boceja, pesado, daquele jeito que eu conheço bem, o jeito de quem acordou cedo demais e ainda não deveria ter saído da cama.

— Vai dormir mais um pouquinho, amor? — Pergunto, passando a mão nos seus cabelos.

Ele acena com a cabeça, já meio caindo de sono.

— No meio de vocês. Pode ser? — Boceja mais uma vez.

Sam sorri e o puxa delicadamente para ficar com a cabeça apoiada em seu ombro.

— Sempre pode, filho — Ela responde, já acariciando seus cabelos, para que ele durma.

Ele fecha os olhos quase de imediato, o corpo relaxando entre nós. Zeca se acomoda no pé da cama e, por uns vinte minutos, ficamos os quatro ali. Família comprimida, calor humano, respirações tranquilas.

E eu penso que não quero sair jamais desse espaço seguro, contudo, Nico acaba acordando de novo, com aquela energia renovada, pronto para a aventura.

— Podemos passear? — Ele pergunta, já com os olhos brilhantes. — Por favor?

Sam me olha. Eu olho para ela.

E o sorriso cúmplice que trocamos diz tudo: sim.

— Vamos — Digo, levantando da cama. — Mas você vai ter que tomar banho e se vestir primeiro, mocinho.

Ele sai correndo pelo corredor, empolgado. Zeca o segue, latindo como se fosse o comandante da operação. Samanta se levanta e me abraça por trás, apoiando o queixo no meu ombro.

— Dormiu bem? — Ela pergunta baixinho.

Eu seguro os braços dela em volta da minha cintura.

— Com você aqui? Sempre.

Ela beija meu pescoço, suave.

— Eu te amo, Clarinha. Você consegue me fazer esquecer os problemas.

Meu peito faz aquele salto bobo, sei que pareço uma palhaça em me derreter com qualquer tipo de afeto vindo dela, mas amo tanto essa mulher, e nunca achei que fosse merecedora de um amor assim. Porém, eu sou. Agora sei que sou.

— Eu te amo também, e estamos juntas — Beijo a ponta de seu nariz, causando uma leve cosquinha nela.

Nos vestimos rápido, eu com a primeira camiseta que vejo, Sam com uma calça esportiva que realça tudo nela e que me faz lançar olhares nada decentes em direção ao seu corpo. Vou até o quarto do meu pequeno terrorista e separo a roupa dele enquanto ouço o barulho do chuveiro. Pelas manhãs, deixo que ele tome banho sozinho, para ir ganhando autonomia, mas pela noite, faço questão de dar um banho completo nele.

Quando estamos prontas, chamamos Nico, que aparece com óculos escuros enormes no rosto, o cabelo ainda bagunçado e Zeca preso à coleira.

— Mamãe, ajuda — Ele diz.

Samanta solta uma gargalhada, se abaixa e aceita a escova de cabelo que ele estende em sua direção e o ajuda com os cabelos revoltados.

— Agora sim — Ela diz. — Prontos?

Nico confirma com entusiasmo e abre a porta.

É aí que tudo desanda.

Assim que damos o primeiro passo para fora do apartamento, vejo a figura parada no corredor, braços cruzados, cara fechada, postura de dono do mundo.

E meu corpo inteiro congela, pronta para enfrentar o primeiro leão do dia.

Meu pai.

O ar some por um segundo, eu sinto minha espinha arrepiar. Nico agarra minha mão com força, instintivamente, e eu sinto o medo dele antes mesmo de olhar para baixo.

— Mamãe — Ele sussurra, e a voz dele treme.

Samanta vê o movimento e imediatamente coloca uma mão protetora sobre o ombro do pequeno. Meu pai me olha de cima a baixo, com aquele olhar de censura, de julgamento, de repulsa.

— Então — ele começa, com a voz dura — Você ainda está vivendo esse estilo de vida lamentável.

Eu respiro fundo, sinto meu estômago embrulhar, mas me mantenho firme.

— O que você está fazendo aqui? — Questiono, sem esconder o gelo na minha voz. — Eu pedi para você esquecer que existimos.

Ele ri, aquela risada amarga que sempre usou contra mim e que por muito tempo me afetou, porém agora não mais.

— Vim ver se você já tomou vergonha na cara e parou de namorar mulher. — Ele olha para Samanta como se olhasse para algo pegajoso na sola do sapato. — Mas, pelo visto... não.

Nico aperta minha mão com mais força, e eu me abaixo instantaneamente ao lado dele.

— Não precisa ter medo, meu amor — Tento passar confiança para ele, falo baixinho, mas firme. — Eu estou aqui, a Sam está aqui, ele não vai fazer nada.

Meu pai revira os olhos, como se visse a cena mais entediante do mundo.

— Olha isso — Ele diz alto, para provocar. — Ensinando o menino a ser fraco.

Samanta endireita o corpo na mesma hora. Ela não levanta a voz, não avança, não perde o controle. Mas ela se coloca ao meu lado, à altura, com a postura de alguém que não vai arredar o pé.

— Você não vai falar assim com eles — Fala protetora, cada palavra afiada como uma lâmina.

Meu pai vira o rosto para ela, irritado com o atrevimento. Ele sempre teve essa postura, principalmente com mulheres, pois nos acha inferior.

— Eu não estou falando com você, moça. Isso aqui — Aponta o dedo em direção a mim e ao meu filho — É assunto de família.

— E eu sou família — Samanta responde antes que eu pense em abrir a boca. — E você não é mais nada aqui.

Ele dá um passo em nossa direção, ameaçador. Instinto antigo. Dor antiga. Lembranças que eu tento enterrar há anos. Então, me encolho automaticamente. Samanta imediatamente se coloca meio passo à frente, como uma barreira entre ele, eu e Nico.

— Se você der mais um passo — Sua voz sai fria, firme — Vai descobrir que eu não peço duas vezes.

Meu pai arregala os olhos, surpreso pela ousadia.

— Você acha que me assusta? — Ele desafia.

— Não preciso te assustar — Sam rebate. — Mas você precisa entender uma coisa: procure Clara ou Nico mais uma vez, e você vai ter que se ver comigo. E com a minha advogada.

O tom dela muda, fica mais profissional, mais perigoso. Por mais que pareça uma ameaça, me soa mais como um aviso.

— Aliás — ela continua — Você deve esperar a ligação dela. Por tudo o que fez, todas as humilhações, todas as ameaças, pelo abandono e agressão física. Finalmente, tudo que você fez vai ter consequência.

Meu pai fica vermelho de raiva. Com o orgulho ferido, mesmo assim ele não se entrega.

— Você não sabe com quem está lidando — Ele rosna.

— Sei, sim — Sam diz — Alguém que se acha muito homem, mas que precisa diminuir uma mulher para se sentir grande. — Ela dá um passo à frente enquanto ele recua — Se fosse tão homem assim, teria cuidado da própria filha. Não teria colocado ela para fora, não teria traumatizado um menino. E ainda mais, não estaria aqui, no corredor do prédio dela, às sete da manhã, tentando controlar uma vida que não é mais sua.

Eu sinto meu peito inflar. Meu pai olha para mim, tentando pegar de volta algum poder, e se desespera por não conseguir.

— Então você vai continuar envergonhando meu sobrenome? — Lança sua última cartada, a velha história do sobrenome.

E, antes que eu consiga abrir a boca, Samanta fala.

— Relaxa — Deboxa, com um sorriso pequeno, afiado. — Ela vai carregar esse sobrenome por pouco tempo.

Um silêncio pesado desce no corredor. Como assim? Do que ela está falando?

— Porque logo ela vai trocar — Sam continua — pelo meu.

Meu coração para. Nico olha para ela com os olhos enormes, Zeca late uma vez, como se estivesse dizendo “sim”.
Meu pai empalidece.

Eu sinto lágrimas se formando, não de tristeza, e sim de alívio. Sam se vira um pouco para mim, sem tirar meu pai da mira.

— Ela não vai mais carregar a vergonha de ninguém, ela não precisa desse sobrenome imundo. — É direta, quente, verdadeira. — Ela vai carregar amor. O meu. O da nossa família.

Meu pai força um riso sem humor, desacreditado no que está ouvindo. E tudo que ressoa dentro de mim é “ela vai trocar pelo meu”.

— Você acha que ela vai se casar com você?

— Tenho certeza — Sam diz, com a autoconfiança de quem fala sobre o nascer do sol. — E ela também sabe disso.

Eu sinto meu coração bater tão forte que chega a doer, uma esperança tão grande nasce em mim. Sam volta os olhos para ele.

— Agora vá embora — Ordena. — E não volte, nunca mais.

Ele abre a boca para responder, mas eu me adianto.

— Pai — Chamo sua atenção, liberando finalmente a voz que carrego presa há anos — Você não manda mais nada na minha vida, não dita mais as regras, é da minha conta quem eu amo, e quem eu me tornei.

Eu respiro fundo e completo:

— E, sinceramente... você não tem mais nenhum lugar na minha vida.

Ele tenta olhar para Nico, talvez esperando algum tipo de reconhecimento, mas meu filho se aperta contra mim e esconde o rosto no meu lado. E isso acaba com ele mais do que qualquer palavra que poderíamos dizer. Acredito que, por mais cruel que ele seja, sempre esperou que um dia o neto fosse crescer e dar razão a ele.

Meu pai dá um passo para trás. Depois, outro. E outro.

E vai embora sem dizer mais nada. A porta do elevador se fecha, o silêncio ocupa o corredor.

Nico solta o ar, tremido. Zeca senta no chão, como se esperasse alguma ordem. Eu desabo para frente, mas Sam segura minha cintura e me abraça forte.

— Ei — ela sussurra. — Acabou. Eu estou aqui, para sempre.

E eu finalmente deixo minhas lágrimas caírem. Nico abraça minhas pernas e Samanta abraça nós dois, formando aquele círculo perfeito que meu coração atrasado sempre buscou.

Minutos depois, respiramos fundo. Saímos do corredor. Vamos para a rua e, pela primeira vez em muito tempo, sinto que o passado não tem mais garras em mim.

A família que escolhi está ao meu lado e o que ficou para trás... fica para trás.

Nico segura nossas mãos, uma em cada lado, Zeca puxa a coleira, animado para o passeio.

E eu finalmente sinto paz.

Fim do capítulo

Notas finais:

Não é sonho, não é miragem, é isso mesmo que vocês estão vendo: atualização dupla kkkkkkk

Fui boazinha e não segurei o próximo capitulo, então acho que merece que vocês votem e comentem muitooooo.

O que acharam da Sam ter ajudado Clara a por o pai no lugar dele?

Espero que a leitura tenha te feito uma boa companhia. Até breve.

 


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Comentários para 32 - Capitulo 32 - O primeiro já foi:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 24/11/2025

Autora amei capítulo duplo....e amei mais ainda essa colocada que a Sam deu ao pai da Clarinha....juntas são perfeitas..

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