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  • Sob as Sombras de Nova Esperança
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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 5

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Palavras: 2689
Acessos: 504   |  Postado em: 15/11/2025

Capitulo 14

Capitulo 14

 

A memória é uma forma de encontro. - José Saramago

 

Diana desceu as escadas com passos lentos, o rosto ainda marcado pela conversa com Liz. O cheiro de café fresco e pão assado invadia a casa, trazendo uma memória antiga de manhãs tranquilas, antes da tempestade que levou tudo.

A mesa estava cheia: Mariana e Brito conversavam baixinho sobre as atividades do dia; Liz e Douglas trocavam olhares cúmplices entre goles de café; Rico, com os cabelos ainda molhados do banho, ria de algo que Lucia havia dito enquanto mexia a panela no fogão.

Diana entrou devagar. Tita, de pé ao lado da filha, virou-se ao vê-la e abriu um sorriso largo.

- Bom dia, menina - disse, com a voz rouca e calorosa.

Diana deu um sorriso e se sentou ao lado de Rico. Ele lhe ofereceu uma fatia de bolo sem dizer nada, mas o olhar dele dizia tudo, estava ali, presente, mesmo sem entender completamente o peso que ela carregava.

Tita servia café com mãos experientes, enquanto Lucia trazia uma travessa de ovos mexidos e colocava sobre a mesa com um sorriso tímido. A cozinha estava viva - cheia de vozes, risadas e o tilintar de talheres. Era como se, por um instante, o peso dos últimos dias tivesse se dissolvido no cheiro de bolo e na luz suave da manhã.

- Saiu cedo para onde, Di? Estive no seu quarto e não te encontrei - perguntou Rico, ainda mastigando.

- Jesus, Rico! Engole primeiro - reclamou Diana, rindo. - Está jogando farelo na mesa toda. Parece que mamãe não te deu educação.

- Estou com fome. Esse café que a Tita preparou está uma delícia - respondeu ele, piscando para Tita, que riu alto.

- Se comer mais três pedaços desse bolo, vai ter que ajudar Lucia a lavar a louça - provocou ela.

- Eu ajudo, mas só se tiver mais café - disse ele, estendendo a xícara.

Diana observava a cena com um sorriso discreto. Era bom ver todos ali, juntos, como uma família improvisada que começava a se costurar.

- Brito - disse ela, voltando-se para o administrador - hoje vou ficar no escritório da fazenda. Pode seguir com o combinado. Se precisar de mim, estarei por aqui.

- Perfeito, Diana. Já deixei tudo pronto para o início da vistoria nas cercas. E vou conversar com os meninos sobre o pasto do leste. Tem coisa ali que precisa ser revista.

- Certo, precisamos ver um local que seja perto aqui da casa, dos alojamentos, para construção dos escritórios. Acredito que isso deva ser feito o mais rápido possível.

- Sim, aqui perto no pomar antigo tem um pequeno galpão, podemos fazer algo nele.

- O galpão vai virar o ateliê do Douglas.

Douglas, que até então comia em silêncio, ergueu os olhos

- O papai estava falando há pouco sobre os escritórios lá, pensei que você tivesse mudado de ideia Di.

Brito não sabia que Diana havia conversado com Douglas mais cedo.

- Hoje ao amanhecer, encontrei com Douglas desenhando na Varanda e logo lembrei do galpão do pomar. Prefiro um lugar mais perto dos alojamentos, das baias e galpões dos funcionários. Vamos construir um espaço que contemple não apenas o administrativo, Mariana precisa de um laboratório, de um espaço para cuidar dos animais, a Liz também precisa fazer alguns testes.

- Então será um espaço administrativo geral?

- Sim, mesmo que nas outras fazendas tenhamos pequenos escritórios, baias e currais, é aqui quero centralizar tudo.

- Assim será feito Diana.

- E quanto a você Douglas, veja o espaço, pense no que precisa. Depois conversamos sobre a reforma.

- Eu vou. Hoje mesmo. Quero sentir o lugar, ver como a luz bate, como o vento circula. Vai ser meu refúgio.

Mariana, que até então observava tudo com atenção, limpou a boca e se inclinou sobre a mesa.

- Eu comecei a revisar os mapas das fazendas. As extensões são maiores do que imaginei. Vamos precisar ajustar os planos de manejo. Liz, depois quero conversar com você sobre as criações e os plantios. Tem coisa que pode ser otimizada.

- Claro - respondeu Liz, animada. - Já estou com algumas ideias também. Podemos montar um cronograma de ajustes.

- E eu - disse Rico, empurrando a xícara para o centro da mesa - vou começar a trabalhar na logística. Intercâmbio entre as fazendas, transporte, integração com os outros negócios da família. Tem muito potencial aqui.

- Olha só - disse Lucia, sorrindo - parece até reunião de diretoria.

- Não deixa de ser. - Rico falou rápido pegando mais um pedaço do bolo.

Todos riram.

Tita, que se sentou por um instante, enxugando as mãos no avental.

- É bonito ver vocês assim. Essas terras, essa casa já viu muita dor. Mas hoje... hoje ela tá cheia de vida.

Diana olhou para Tita com carinho. A mulher não sabia quem ela era de verdade, mas havia algo no olhar dela - uma lembrança distante, talvez - que parecia reconhecer.

- E vai continuar cheia de vida, Tita. A gente ainda tem muito pra fazer.

Tita a olhou por um segundo a mais do que o habitual. Havia algo naquele jeito de segurar a xícara, naquele sorriso contido... uma lembrança que ainda não tinha nome.

Tita assentiu, sem saber que aquela menina à sua frente era a mesma que ela embalava nos braços, anos atrás, quando tudo ainda era esperança.

 

########

 

Dr. Mário chegou em casa com os ombros pesados, como se a terra da fazenda tivesse grudado nele. Tirou o chapéu, pendurou no mesmo gancho de sempre, e ficou parado por um instante no corredor, olhando para o retrato de Otávio. O filho sorria com o olhar travesso, o mesmo olhar que às vezes via em Ana Carolina. E, em dias mais difíceis, também em Rafael - embora mais endurecido.

- Mário? - Dona Estelita pergunta saindo da cozinha sem ver o marido.

- Aqui Estelita.

- Você saiu cedo e demorou, para onde foi?

- Fui até a fazenda dos Camargo.

- Mário... Quando você diz que foi até aquele lugar...

- Fui até onde nosso filho foi encontrado mulher.

Estelita parou, os olhos marejando. O silêncio entre eles é denso. Estelita voltou para a cozinha e sentou-se passando as mãos pelo rosto. Dr. Mário a seguiu.

- Senta - Ela disse mostrando a cadeira - - Aquele lugar ainda te chama?

- Chama Angelita, ele grita. Eu escuto no silêncio o Otávio ali. Até hoje meu amor não consigo imaginar o que nosso filho passou.

- Mário...

- Não sai com a intenção de ir aquele lugar, quando dei por mim já estava lá. E encontrei com ela. A mulher que comprou as terras.

- A tal Diana?

- Sim.

- Ela tem fibra. É uma mulher de coragem, determinada - Dr. Mário sorriu. - Ela me enfrentou, você acredita?

Estelita olhou para o marido com ternura e dor.

- Por Deus Mário, vai começar uma briga com uma criança?

- Uma mulher adulta, segundo ela mesma. Que é petulante, inconveniente...

- Não Mário, ela é apenas uma criança. Uma jovem mais nova que nossos netos.

- Ela não é nenhuma qualquer. Estelita, tem algo nela. O jeito de falar, de se manter firme.

- Você parece ter gostado dela Mário.

- Não é gostar. É respeito. Você acredita que ela disse que veio cuidar do que é dela. E que, se a verdade aparecer no caminho, melhor ainda.

- Verdade? Que verdade Mário?

- E eu sei lá, mulher. Mas, não gosto do sobrenome dela...

- Você está mexendo em coisa antiga, Mário.

- Do que você está falando?

- Nosso filho foi morto por essas coisas antigas, uma briga idiota entre famílias. O que mais você quer?

- Não sei. Mas estou cansado.

Estelita se levantou, pegou a xícara de café e colocou diante dele.

- Você sempre foi duro, Mário. Mas nunca foi injusto.

- Eu estava com ódio por ter perdido nosso filho, não me orgulho do que fiz com a família do infeliz.

- Mário...

- Eu expulsei uma família a ponta pés dessa cidade. Deixei eles sem um centavo. Eu juro pra você que imaginei que as famílias tanto do infeliz quanto da pobre coitada fossem os acolher.

Estelita pegou nas mãos do marido para dar o apoio que ele precisava.

- Mário, a família dela jamais a acolheria depois de tudo. Já a família do marido, isso eu nunca entendi.

No corredor, Ana Carolina estava parada ouvindo toda a conversa. Tinha vindo avisar que iria a cidade, mas as vozes dos avós a fizeram parar. Ficou ali, encostada na parede, ouvindo cada palavra. O nome de Diana caiu como um raio dentro dela. O desejo e a dúvida se entrelaçaram num nó apertado no peito. A lembrança do pai. A dor do avô. Tudo se misturava dentro dela como um redemoinho.

O coração batia tão alto que ela temia que os avós escutassem. Cada palavra parecia empurrá-la para dentro de si mesma.

A conversa dos avós continuava e cada vez mais dúvidas vinham ao seu encontro.

- Se essa moça for a filha do tal lá Estelita?

- Se, Mário, tem um se no meio. Ela pode não ser. Mas, eu sei porque você está assim.

- Você acha que ela é realmente filha do Dário?

- Não sei. Mas se for...

-Não culpe a moça sem conhecer ela ou saber o que ela realmente quis dizer coma verdade vir a tona...

- Eu não sei. Odeio com todas as forças o que aquele miserável fez com o Otávio. Mas, também sinto raiva de mim pelo que fiz a família dele.

- Mário, talvez seja hora de ouvir, não sabemos se ela é a mesma, a Carol não descobriu que eles não moravam na capital e que são filhos de outro homem.

- Carol. - Dr. Mário sorriu com a lembrança da neta - Ela é igual a mim e ao pai.

- Desde criança ela vivia com Otávio para cima e para baixo ou com você.

- Ela odeia aquela família, Estelita. Nossa neta já sofreu tanto com a morte do pai, e com aquela lá que infelizmente ela chama de mãe.

- Mário, talvez esteja na hora de saber ouvir. Essa briga já tirou tanto de nós.

- O que você quer dizer mulher?

- Otávio e Dário sempre foram amigos. Não estou querendo inocentar aquele homem. Mas...

- Não. Todas as provas levaram até ele. Sei que agi movido pelo ódio e dor, mas, aquele miserável matou nosso filho. Se essa moça for filha dele, não vou fazer nada contra ela por saber que o que fiz foi errado. Não sou um monstro.

- Mário... O Rafael...

- O que tem ele?

- Você sempre teve um carinho especial pela Carol. Porque ela é como o Otávio. Porque ela é como você. Mas o Rafael... ele não vai aceitar isso. Ele odeia os Camargo. E odeia não ser o centro.

- Rafael tem o sangue quente da Marina. E o orgulho dela também. Mas é um bom rapaz. Só precisa aprender que justiça não se faz com raiva.

Ana Carolina sentiu o coração apertar. O nome do irmão a fez lembrar da última discussão. Ele sempre foi o filho querido da mãe. Ela, a filha que Marina não sabia como amar. Por causa da sua sexualidade. Por causa da sua liberdade.

Por um instante, pensou em entrar e perguntar. Mas o medo de ouvir mais - ou de ser ouvida - a fez recuar.

Ela voltou para o quarto com a cabeça cheia. E lá, o silêncio era outro. Não o dos segredos abafados, mas o das perguntas que ecoavam sem resposta.

Sentou-se na cama, abraçando os joelhos, como fazia quando era criança e o mundo parecia grande demais. Diana. O toque, o olhar, o desejo. E agora, a história. A dor. A possibilidade de que tudo fosse ainda mais complexo do que imaginava.

O celular vibrou. Era Rafael.

Ela respirou fundo. Parece que o irmão adivinha a hora que não deveria ligar.

- Fala, irmão.

- Carol. Preciso conversar com você. Estou pensando em voltar pra Nova Esperança.

- Por quê?

- Como porquê? Quem é essa mulher que comprou a fazenda onde nosso pai foi morto? Eu não confio nessa gente. Nunca confiei. Essa tal Diana aparece do nada e compra justamente aquelas terras? Quero ver o que está acontecendo de perto.

- Rafael, você não sabe o que está dizendo.

- Sei sim. E você precisa parar de se deixar enganar. Essa mulher... ela pode ser filha do Dário. E se for, não merece estar aí.

- Eu e o vovô estamos investigando. Você não conhece a Diana.

- E você conhece?

Ana Carolina ficou em silêncio.

- Tá envolvida com aquela lá? É como a mamãe sempre diz..

- O que? O que ela sempre diz?

- Que você não pode ver um rabo de saia. Que se deixa levar por qualquer conversa

- Eu não vou ter essa conversa por telefone, Rafael.

- Carol, abre o olho. Você sempre foi mais... sensível. Mas isso aqui é sério. É sobre o papai. Sobre o vovô. Sobre tudo que a gente perdeu.

- E sobre tudo que a gente não sabe.

- Do que você está falando?

- Não fomos apenas nós que perdemos Rafael.

- Aquele homem matou nosso pai. Por acaso, agora você quer minimizar isso?

- Não estou falando isso. Nunca amenizaria ou diminuiria nossa dor ou nossa perda. Mas..

- Sem mas... Não existe mas, nessa história. Simples e ponto final. Aquele homem matou nosso pai. E aquelas terras por direito deveriam ser nossas.

-Pra você é sempre simples, não é?

- Lógico. O vovô não deveria ter permitido aquelas terras terem ido a leilão. E olha só no que deu?

- O que deu Rafael?

- Um Camargo está morando lá. Usufruindo do que é nosso.

- Pelo amor de Deus Rafael, você, pelo menos, pensa no que fala?

- Eu sei o que estou falando Carol.

- Aquelas terras nunca foram nossa e o vovô jamais permitiria que ficassemos com um lugar onde nosso pai foi morto. E outra a Diana, pelo que sabemos até o momento não tem nada com essa história.

- A mamãe tem razão Ana Carolina.

- Do que você está falando? No que a mamãe tem razão?

- Tem horas que você não consegue parar. Tem sempre que procurar a razão das coisas... ir contra o que já está resolvido.

- Você acha que sabe tudo, Rafael. E porque tem que ficar colocando a mamãe sempre em nossas conversas.

- Porque diferente de você eu me importo com ela. A mamãe perdeu o marido, o nosso pai. Você e nossos avós as vezes esquecem disso.

- Rafael...

- A qual é... Vocês podem esquecer, mas, eu não. Nossa mãe é parte importante nessa equação. Mesmo sendo rejeitada por vocês. Ela deveria ter sido ouvida em muita coisa a respeito de toda essa história.

- Eu a rejeito? Nossos avós a rejeitam? Tem certeza disso? Você não sabe o que é viver com a rejeição da própria mãe.... Ela...

- A mamãe não te rejeita.

- Olha como fala comigo moleque!

- Deixa dessa historinha, quem pode engolir isso sem pestanejar são os nossos avós que sempre te colocaram no pedestal. Mas, a mamãe não te rejeita. Ela te ama, do modo dela, mas te ama.

- Sei bem que amor é esse. Tive inúmeras provas desse amor.

- Vamos parar por aqui Ana Carolina. Eu tô voltando para Nova Esperança.

- Voce pode vir quando quiser irmãozinho.

- Sem ironias irmãzinha. Quando eu chegar ai, essa Diana não perde por esperar.

- Rafael...

A ligação terminou. Ana Carolina ficou ali, com o celular na mão e o coração em conflito. Entre o amor pelo irmão, a lealdade à família... e o desejo por uma mulher que talvez fosse tudo o que Rafael odiava. E que ela devia odiar também.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Voltei... Só pra vocês conhecerem um pouco mais de D. Estelita e do Dr. Mário...

Me falem nos comentários o que acharam desse capitulo, e do Rafael? 

Será que ele vai aprontar quando chegar? 

Animem a autora a voltar mais rápido... comentem.... 


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Comentários para 14 - Capitulo 14:
Zanja45
Zanja45

Em: 05/01/2026

O Dr. Mario não parece ser uma pessoa tão ruim só se deixou levar pelo calor da emoção. Mas o filho de Otavio parece cheio de odio pela familia Camargo e pelo fato de a mãe ser rejeitada tanto pela Ana Carolina e pelos pais de Otivio. — Ela foi vítima de uma grande tragédia, mas já se passaram muitos anos — No entanto parece que vai ser um inferno reavivar as brigas entre as familias. E o que dizer para quem esperou por muitos anos fazer justiça pela morte do pai?


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Eu gosto do Dr. Mário, apesar dos pesares. A dor da perda faz com que a gnt acabe fazendo coisas que normalmente não faria.... Quanto a mãe da Carol, quando ela chegar vc me fala...


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mtereza
mtereza

Em: 30/11/2025

Rafael mais um preso nesse emaranhado de dores, ressentimentos, ódios, segredos e histórias não resolvidas assim como seu avô e avó,  parece que  Diana e Carol terão que se unir de qualquer forma nem que seja para descobrir a verdade e tirar suas famílias desse limbo eterno 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 02/01/2026 Autora da história
É um emaranhado mesmo e quando o Rafael chegar a cidade, outros personagens aparecerem... algumas pistas sobre o crime vão se encaixando...


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jake
jake

Em: 25/11/2025

Dr Mário se arrepende de tudo que fez ...

Não gostei do Rafael 

Derrepente o amor poderá muda lo.... Parabéns autora amando a história 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 02/01/2026 Autora da história
Dr. Mário é um dos personagens mais ambíguos que tem na história...
Há momentos que alternam amor e ódio...
Mas, eu gosto dele... rs


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HelOliveira
HelOliveira

Em: 16/11/2025

Rafael não gostei dele nem um pouco....vai ser um novo desafio não para a Diana, mas acho que muito para a Carol.


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 02/01/2026 Autora da história
O Rafael.... será que ele vai aprontar? kkkk


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mtereza
mtereza

Em: 16/11/2025

Eita agora está chegando mais um para engrossar o caldo dos ressentimentos e colocar mais lenha na fogueira rsrs


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 02/01/2026 Autora da história
Quem vai engrossar o caldo, ainda vai chegar.... tem umas surpresas rolando....


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