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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 5

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Palavras: 2763
Acessos: 543   |  Postado em: 13/11/2025

Capitulo 13

Capitulo 13

"Não se pode encontrar paz evitando a vida." - Virginia Woolf

 

Ana Carolina estava ali. Os olhos fixos nos dela, o sorriso provocador nos lábios que conseguia tirar Diana do sério. O calor era palpável, a tensão entre as duas era nítida. As mãos de Carol deslizaram por sua cintura, puxando-a com firmeza. O toque era urgente, como se o tempo estivesse prestes a acabar.

Diana sentia o corpo responder antes mesmo de pensar. Os lábios se encontraram num beijo profundo, molhado, cheio de tudo que havia sido contido por tempo demais. As mãos de Carol exploravam sua pele, subindo pela barriga, contornando os seios, apertando com desejo. Diana arfava, os olhos semicerrados, entregue.

O som da respiração das duas preenchia o espaço. Carol a empurrou contra uma parede invisível, os corpos colados, o quadril pressionando com intensidade. Diana gem*u baixo, sentindo o calor entre as pernas crescer, o desejo se espalhar como fogo. As pernas se entrelaçaram, os movimentos se tornaram mais ritmados, mais íntimos, mais reais.

Ela sentia tudo - o cheiro de Carol, o gosto, o toque, o peso do corpo sobre o seu. As mãos nos cabelos, os suspiros entrecortados, o roçar da pele. Era como se o mundo tivesse desaparecido, restando apenas elas duas, presas num tempo que não queria acabar.

E então, no auge do desejo, quando o corpo de Diana se arqueava em busca de mais, ela acordou ofegante.

O quarto estava escuro, silencioso. Os lençóis embolados, o corpo suado, o coração disparado. Ela levou a mão aos lábios, como se quisesse guardar o gosto que ainda parecia presente. O sonho tinha sido tão vívido, tão intenso, que por um momento ela não soube se estava acordada ou ainda presa àquele instante.

Sentou-se na cama devagar, tentando recuperar o fôlego. O sol começava a nascer, tingindo o quarto com tons dourados e suaves. A luz atravessava as frestas da janela, desenhando formas no chão de madeira. Diana se levantou, inquieta. Precisava respirar, sentir o ar da fazenda, afastar os fantasmas que a noite trouxera.

Vestiu-se com pressa, prendeu o cabelo num coque desajeitado e saiu do quarto. O corredor ainda estava mergulhado em penumbra, mas lá fora o dia já começava a se anunciar. Ela caminhou em direção à varanda, sem saber ao certo o que buscava - talvez apenas um pouco de paz. Ou talvez, uma resposta para o que o corpo ainda insistia em lembrar.

- Ela vai me deixar maluca. Respira Diana, respira... Você não pode se deixar levar...

Diana sentia o corpo inquieto, como se o sonho tivesse deixado marcas invisíveis na pele.

Na varanda, Douglas já estava sentado com o caderno de esboços no colo, os olhos atentos ao horizonte. O lápis dançava entre os dedos, capturando formas, luzes e lembranças. Diana se aproximou sem fazer barulho, observando o traço firme do amigo.

- Você acordou cedo - disse ela, com a voz ainda rouca.

Douglas sorriu sem tirar os olhos do papel.

- A inspiração não tem hora. E hoje... ela veio com o sol.

Diana se encostou no batente da porta, os braços cruzados, tentando afastar os resquícios do sonho que ainda a envolviam como névoa.

- Você precisa de um espaço só seu.

Douglas a olhou surpreso.

- Sério?

- Sim. Tem aquele galpão antigo perto do pomar. Está vazio. Podemos reformar, colocar luz natural, prateleiras, tudo o que você precisar.

Douglas sorriu, emocionado.

- Você não faz ideia do que isso significa pra mim.

- Faço sim. A arte é o que te move. E aqui... você pode criar sem pressa.

Diana observou o esboço. Era o contorno da mulher, com os cabelos soltos ao vento e três crianças ao redor. A cena parecia viva, como se tivesse sido capturada com o coração.

- Esses esboços?

Douglas riu.

- A vi ontem quando estive na cidade com o Rico. Tem algo nela. Não sei explicar. A leveza, o jeito como ela olhava para as crianças... é como se ela carregasse uma paz que eu nunca vi.

Eles ficaram em silêncio por um momento, observando o sol subir no céu. Diana respirou fundo, tentando se libertar da imagem de Ana Carolina que ainda insistia em voltar.

- Eu vou cavalgar um pouco - disse, virando-se para sair.

- Tá tudo bem?

Ela hesitou.

- Só preciso de ar. E de silêncio.

Douglas assentiu, entendendo sem precisar de explicações. Diana desceu os degraus da varanda e caminhou até o estábulo com passos lentos. O cheiro da manhã, o som distante dos pássaros, tudo parecia mais vivo do que ela gostaria. O corpo ainda lembrava o sonho, e a mente tentava esquecer. Ela passou a mão pelo pescoço do cavalo, como quem busca consolo em quem não pergunta nada. O som dos cascos contra a terra molhada era quase hipnótico.

Diana cavalgava sozinha, o corpo ainda inquieto, como se o sonho da noite passada tivesse deixado um rastro de eletricidade sob a pele. O vento batia no rosto, trazendo o cheiro da terra, das folhas, da manhã que nascia com promessas e ameaças.

Ela não tinha um destino certo - apenas precisava se mover. Respirar. Esvaziar a mente. Mas o caminho a levou, quase como um ímã, até o velho trecho da fazenda onde o mato crescia mais alto e o silêncio era mais denso.

E foi ali que ela o viu.

Dr. Mário estava de pé, encostado em uma das estacas de madeira, o chapéu na mão, os olhos fixos no chão. Como se esperasse por alguém. Como se soubesse que ela viria.

Diana puxou as rédeas, o cavalo relinchou baixo. Ela desceu com calma, os olhos atentos.

- Bom dia.

- Bom dia, Diana.

- O senhor sabe que está invadindo propriedade privada?

- Você sabe quem eu sou mocinha?

- Obrigada pela mocinha, mas, passei há alguns anos dessa fase e não sei o porquê das pessoas aqui de Nova Esperança se acharem tão importante para que eu saiba quem são.

Ele riu.

- Você é bem petulante. Tenho algumas perguntas para você. E nós dois sabemos que você sabe quem eu sou.

- Mais um que se dá mais importância do que realmente tem.

Dessa vez ele deu uma risada alta.

- Além de petulante é irônica.

-Meu senhor, essas terras são minhas e você está invadindo, quero saber o porquê.

- Essa terra tem memória. Sabe o que aconteceu aqui? Diana cruzou os braços, firme, sem desviar o olhar.

- Memória não dá direito de posse. E nem licença pra invadir.

Dr. Mário caminhou devagar até uma pedra próxima e se sentou, como quem não tem pressa. O chapéu girava entre os dedos, os olhos ainda fixos nela.

- Você sabe o que aconteceu aqui, não sabe? Você sabe muito bem quem eu sou, não é Diana? O que você realmente quer aqui, criança?

Diana sentiu um arrepio subir pela espinha. Mas não recuou.

- Vim cuidar do que é meu. Sei que seu filho foi encontrado morto. Um homem foi acusado, condenado e morto. Sei que a cidade inteira construiu uma história bem convincente sobre tudo isso, mas, não sei se é verdade.

- Cuidar do que é seu... veio buscar essa verdade? - repetiu ele, olhando para o chão. - Foi aqui, sabia? Onde você está pisando agora. Foi aqui que encontraram o corpo do meu filho. Frio. Sem vida. Com o corpo crivado de balas. Eu nunca vou esquecer de como o encontrei. Eu ainda escuto a voz dele quando passo por aqui. Às vezes acho que a terra guarda os gritos que ninguém ouviu.

Diana sentiu o estômago revirar. Por um segundo, a imagem do pai algemado, o rosto machucado, cruzou sua mente. Ela apertou os punhos, tentando afastar a lembrança. Não podia se deixar abalar. Não ali. Não diante dele.

- E o que isso tem a ver comigo? Sinto muito pelo que o senhor passou Dr Mário.

- Talvez nada. Talvez tudo. Depende do que você veio fazer aqui, Diana.

Dr. Mário se aproximou um passo. Os olhos cravados nos dela.

- Eu já respondi a essa pergunta. Novamente vim cuidar do que é meu e se por acaso a verdade aparecer no caminho, ótimo. Porque todos merecer saber a verdade Dr Mário, até os mortos.

Dr. Mário sorriu, mas havia amargura no gesto.

- Você é esperta. Não tropeça fácil. Mas cuidado... até os cavalos mais firmes escorregam quando o terreno é traiçoeiro.

- E até os médicos mais respeitados perdem a razão quando deixam o luto virar obsessão.

O silêncio entre eles era cortante.

- Você fala como ele. Dário, o assassino do meu filho. Sempre com frases afiadas, sempre com essa pose de quem sabe mais do que os outros.

Diana não recuou, apertou as mãos ao ouvir seu pai sendo chamado de assassino.

- Talvez porque eu saiba mesmo. Ou talvez porque vocês nunca souberam lidar com pessoas que não abaixam a cabeça.

- Você é filha dele, não é?

- Sou a dona dessas terras. Isso é o que importa.

- A cidade tem olhos, Diana. E ouvidos. E língua. Você pode tentar esconder, mas Nova Esperança sempre descobre.

- Que descubra. Mas que respeite. Porque se tem uma coisa que aprendi, é que quem grita mais nem sempre tem razão. E quem tem razão, não precisa gritar.

Dr. Mário a encarou por um longo momento. Depois, olhou ao redor, como se escutasse os murmúrios da terra.

- Você é forte. Mas força demais pode quebrar. Cuidado com o que decide enfrentar. Nem tudo que está enterrado quer ser desenterrado.

- E nem tudo que parece esquecido está morto.

Ela montou no cavalo com agilidade, os olhos ainda cravados nele.

- Fique longe das minhas terras, doutor. E da minha família.

Dr. Mário sorriu, dessa vez com algo próximo de respeito.

- Igualzinha ao pai... - murmurou.

Diana não respondeu. Mas o aperto no peito veio como um soco. Ela sabia que, naquele momento, não era só a filha de Dário, era também o reflexo da guerra que ele deixou para trás. Ela virou o cavalo e partiu, deixando para trás o homem, a sombra do passado e a certeza de que Nova Esperança não estava disposta a deixá-la em paz.

 

########

 

Diana entrou em casa com passos duros, o corpo tenso, o rosto fechado. O encontro com Dr. Mário ainda ecoava em sua mente como um grito abafado. As palavras dele, o olhar carregado de dor e acusação, a lembrança do pai sendo chamado de assassino - tudo se misturava num turbilhão que ela não conseguia controlar.

Subiu as escadas sem falar com ninguém. Entrou no quarto, trancou a porta e ficou parada no meio do cômodo, como se o ar tivesse ficado pesado demais para respirar.

- Maldito... - murmurou, entre dentes.

Olhou para a escrivaninha, onde estavam os papéis da fazenda, os relatórios, os documentos que trouxera da capital. Pegou um deles e, num impulso, lançou contra a parede. O som seco do impacto foi seguido pelo silêncio. Um silêncio que gritava.

Diana se sentou na beira da cama, os cotovelos nos joelhos, a cabeça entre as mãos. O coração batia rápido, como se quisesse fugir do peito.

- Será que era assim que meu pai se sentia? Quando tudo parecia contra ele e ninguém queria ouvir?

A porta se abriu devagar.

- Não quero falar com ninguém.

- Di? - Liz entrou com cuidado, os olhos atentos. - Te ouvi lá de baixo. Tá tudo bem?

Diana não respondeu de imediato. Apenas ergueu os olhos, e Liz viu neles uma mistura de raiva, dor e cansaço.

- Eu estive com ele. Com o homem que destruiu minha família.

Liz se aproximou, sentando-se ao lado dela.

- Dr. Mário?

Diana assentiu.

- Ele me provocou. Me testou. Chamou meu pai de assassino. E eu... eu quis gritar. Quis bater. Quis... - ela fechou os olhos, tentando conter as lágrimas.

Liz segurou sua mão com firmeza.

- Você fez o que tinha que fazer. Ficou firme. Não deu o que ele queria. Se quiser chorar Di... chora, vai te fazer bem colocar tudo isso pra fora.

- Ele mexeu comigo, usou a memória do meu pai. Mexeu com as dores da minha família e com a criança que eu fui. Veio tudo a tona de uma vez. Aquele desgraçado... eu o odeio... odeio tudo o que ele representa... como ele pode ter mexido tanto comigo ainda, liz? Como?

Liz estava abraçada a amiga.

- Ele não pode mexer com a mulher que você é agora. Que voltou pra enfrentar tudo isso. E tá enfrentando. Não dê a ele ou a qualquer outra pessoa esse poder Diana.

Diana respirou fundo, tentando se recompor.

- Não é fácil.

- Sei que não. Di, eu não sei o que você sentiu, talvez nem o Rico possa saber, só podemos imaginar o quanto voltar aqui, reencontrar essas pessoas seja doloroso. A única coisa que posso fazer é te apoiar e estar aqui para o que você precisar sempre.

- Eu sei Liz. Eu sei...

- Porque você saiu tão cedo, o Douglas disse que te achou estranha. Aconteceu algo? Diana lembrou do sonho, da sensação de ter Ana Carolina em seus braços, do quanto aquele sonho mexeu com ela.

- Di?

- Ana Carolina... - murmurou.

Liz franziu o cenho. O nome pairou no ar como uma pergunta não feita.

- O que... o que a médica tem a ver com sua saída hoje pela manhã? Na verdade, o porquê saímos do bar ontem depois que ela foi atrás de você no banheiro? Vocês discutiram?

Diana lembrou dos beijos e caricias trocadas no banheiro, passou a mão pelo rosto, como se quisesse apagar a lembrança. Mas ela estava ali - viva, pulsante.

- Liz... eu beijei Ana Carolina. No banheiro do bar. Foi intenso. Foi... foi como se tudo parasse por alguns segundos. Como se o mundo sumisse e só restasse ela.

Liz arregalou os olhos, mas não disse nada. Apenas esperou.

- E hoje... eu sonhei com ela. Um sonho tão real que acordei suando, com o corpo em chamas. Eu senti o toque dela, o cheiro, o gosto. Foi como se ela tivesse estado ali comigo.

Liz respirou fundo, tentando processar.

- Di... isso é mais do que atração. Você tá envolvida.

- Eu não sei o que é. Não sei como me sentir. Ela devia ser minha inimiga. Ela é filha do homem que destruiu minha família. E eu... eu sou filha do homem que ela provavelmente odeia.

- Mas vocês se atraem. Se conectam. Isso não tem lógica, Di. Tem história. Tem dor. Tem desejo.

Diana se levantou, começou a andar pelo quarto, inquieta.

- Quando ela descobrir quem eu sou... vai ser um inferno. Ela vai me odiar. Vai me acusar. Vai me afastar. E talvez... talvez eu mereça, porque tô enganando ela...

- Você não está enganando ninguém. Sei que pode parecer errado, mas, o que aconteceria aqui em Nova Esperança com você se todos soubessem quem você realmente é?

Diana parou, os olhos marejados.

- Di, você não merece nada disso. Você não é seu pai. E ela não é o dela. Vocês são duas mulheres tentando sobreviver a uma guerra que começou antes de vocês nascerem. E pelo que eu soube os pais de vocês duas também não concordavam com essa guerra.

- Mas essa guerra ainda vive em nós. E se ela explodir de novo, vai ser pior. Porque agora... agora tem sentimento envolvido. E eu não estou preparada pra isso, Liz. Não estou.

Liz se aproximou, segurou os ombros da amiga com firmeza.

- Então respira. Vive um dia de cada vez. Não precisa decidir agora se ela é sua inimiga ou seu amor. Só não se sabote. Não se feche. Porque talvez... talvez essa história precise ser reescrita por vocês duas.

Diana abaixou a cabeça, encostando a testa no ombro de Liz.

- Eu tenho medo.

- Eu sei. Mas você também tem coragem. E isso... isso ninguém pode tirar de você.

- E se ela me machucar?

- A gente se machuca, Di. Mas também se cura. E você já passou por coisa demais pra ter medo de sentir.

Diana olhou para a amiga, emocionada.

- Obrigada.

- Sempre. Agora respira. Lava o rosto. E desce. Tita tá preparando o café. E acho que ela quer muito te ver.

Diana assentiu, se levantando devagar. O peso ainda estava ali, mas agora dividido. E isso já era um começo.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Animem a autora... comentem... 

Me digam o que estão achando... Suas teorias...

O que acharam desse primeiro encontro em Diana e Dr Mário...

Sonhos... Interessante esse... rs


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Comentários para 13 - Capitulo 13:
Zanja45
Zanja45

Em: 05/01/2026

A ruina ou a salvação de Diana é Ana Carolina, porque ela já está apaixonada por ela.


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
kkkk ruina e salvação uma da outra, vc não acha?


Responder

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Zanja45
Zanja45

Em: 05/01/2026

Esse encontro de inimigos declarados foi bastante acalorado. — Não deu para esconder que ela era filha de Dario, mesmo não confirmando, Mario a reconheceu pelo porte dela, de não abaixar a cabeça, ser combativa.


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Sim, Diana sempre esperou por esse momento, ela jamais abaixaria a cabeça para o Dr. Mário.


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mtereza
mtereza

Em: 16/11/2025

Não esta na hora da Diana pelo menos contratar um detetive particular para investigar o que aconteceu no passado ? Não estou entendendo como ela pretende provar a inocência do pai sem fazer nenhuma ação concreta nesse sentido só revivendo odios e ressentimentos 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 02/01/2026 Autora da história
Quando vi teu comentário... eu ri... pq o capitulo que ela iria procurar ajuda estava escrito há alguns dias.... mas, pra historia se desenrolar... tem que ter umas licenças poéticas...


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jake
jake

Em: 14/11/2025

Esse dr.Mario é insuportável....

Que sonho hem

Diana tem medo e tenta fugir de algo que  já está enraizado...

Ana Carolina tbm não está imune.... vamos acompanhar os desenrolar da história....


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 15/11/2025 Autora da história
Dr Mário é um personagem complexo...
A Diana e a Carol tem muito medo... Mas, quem sabe elas consigam dominar esse medo...


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HelOliveira
HelOliveira

Em: 14/11/2025

Muito bom esse sonho hennnn. Mas a emoções da Di estão a flor da pele, e o medo de se machucar e a probilidade é bem real, na verdade as vão sofrer..

Liz é uma grande amiga 

Esse com Dr. Mario deixou a Di bem abalada, mas ela é mais forte que isso e vai superar..

 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 15/11/2025 Autora da história
A Liz é amigona... KKKKKKKKKKKKKKKKK que sonho foi esse??????
Dr. Mário.... entrega tudo....


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