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Nem o Tempo Curou por maktube

Ver comentários: 3

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Palavras: 2224
Acessos: 819   |  Postado em: 14/05/2025

Capitulo 44- Nova Esperança

 

Camila

Dirigi pouco mais de duas horas. O trânsito ajudou para que a viagem demorasse menos do que eu imaginava. Durante o trajeto me peguei pensando muitas vezes em tudo o que me fez ir embora daqui. Hoje consigo entender que tudo aconteceu como deveria para que eu conseguisse encontrar Helen de novo. 

Não tenho dúvidas que posso passar minha vida inteira ao lado dela. Helen é a mulher que eu amo. Acredito que sempre a amei. Nosso relacionamento é tão perfeito que chega a quase ser duvidado pelos nossos amigos, por tanta perfeição. Poucas são as vezes nas quais discutimos. Nosso companheirismo é evidente, em todos os aspectos. Tanto profissional como matrimonial. 

- Diah, acabei de chegar. Pode me passar o endereço? 

- Sim. Mas acredito que você consiga encontrar com facilidade. Moramos vizinho a Mariana. – Basta escutar a simples menção desse nome para meu coração bater acelerado. Não por emoção ou saudade. Apenas pela possibilidade de revê-la e ter a conversa que precisamos. 

- Podemos nos encontrar no restaurante? – Questiono desejando que ela entenda o meu receio. 

- Sim. Podemos.

- Ótimo. Então te espero no Bistrô 32. 

- Até já. 

Dirijo até o local. Não leva mais que quinze minutos para que Diana apareça. Ela sorri assim que me vê. Fico impressionada o quanto ela está linda. Lembro-me bem o quanto ela mudou durante a gestação de Lívia. Fico de pé, esperando que ela se aproxime. 

- Cams, que saudade. – Abraça-me apertado.

- Também senti sua falta, Diah. – Retribuo o abraço. – Você está linda, sua pele brilha como a lua. – Ela sorri. 

- Coisas da gravidez. – Aponta para a barriga que ainda nem pode ser notada. 

- Então eu preciso urgentemente engravidar. – Brinco. 

- Acho uma ótima ideia. – Concorda. 

- Sente-se. – Aponto a cadeira. 

- É bom te ver. – Segura minha mão. – Nunca pensei que fosse sentir tanta falta do seu mau humor.   

- Nem sou tão mau humorada assim. – Ela gargalha. – Tudo bem, talvez um pouco. Mas melhorei. Depois que casei. 

- Por falar em casamento como vocês estão? 

- Muito bem. Helen é perfeita. Sou louca por aquela mulher. – Conto pensando nela. 

- Aposto que deve ser mesmo uma santa. Afinal, te aturar esse tempo todo não deve ser fácil. – Provoca. 

- De fato. – Concordo. – Mas me diz, quando vai contar a Romero? 

- Não pensei nisso ainda. Tenho medo de como ele possa reagir. Afinal ele não é mais um garotão. Já tem uma certa idade. Nem sei se tinha o desejo de ser pai de novo. Fora o que a megera vai fazer quando souber. 

- Ela continua se metendo na vida de vocês?

- Sim. Aproveita o relacionamento com Luan para se aproximar de Lívia. Pior é que ela gosta da bruxa. 

- Lindalva gosta dela? Aquela mulher detestava a Manu. 

- Mas a Manu é por outro motivo. Sabemos bem disso. – Diz pensativa. 

- Por falar nela, como está? 

- Linda. A cara da ... – Pausou constrangida sem saber se poderia tocar no nome de Mariana. 

- Pode completar. Sei que ela deve ser a cópia de Mariana. 

- Exato. – Concorda. – Ela sempre pergunta de você. 

- Mariana?! – Questiono com aflição. 

- Não. A Manu. – Não sei se fico aliviada ou frustrada. Solto o ar de uma vez. – Essa expressão é de decepção? – Diana pergunta. Detesto o quanto ela me conhece. 

- Como acha que Lívia vai reagir? – Mudo de assunto. 

- Entendi. – Fita-me. – Acredito que bem. Ela sempre falou sobre ter um irmão, e o quanto seria legal ter alguém para fazer as coisas para ela. – Conta rindo. 

- Ela não tá errada. Sempre escravizava o Samuel. – Sorrio ao lembrar. – Claro que hoje com toda a inflação ela vai precisar pagar melhor do que eu pagava na época. – Diana gargalha. 

Engatamos em uma conversa sobre a gravidez. Ficamos horas conversando, mesmo após o jantar. Passava das nove quando vi o avançar das horas. 

- Nossa! Me perdi no tempo. Preciso ir. 

- Ah! Deveria ficar para dormir lá em casa. Lívia deve ter chegado da casa de Luan. Vai adorar te ver. 

- Adoraria ficar, mas amanhã preciso trabalhar cedo. 

- Você vive para o trabalho. – Reclama. – Não te arrancaria pedaço se dormisse conosco hoje. Romero está de plantão. Poderíamos fazer uma noite das meninas. O que me diz? 

Não seria má ideia matar um pouco da saudade de Lívia. Fora que estou cansada por conta das viagens seguidas. 

- Tudo bem. Eu aceito, mas amanhã cedo saio. 

- Ótimo. Podemos passar na farmácia antes? Preciso de remédio para enjoo. Essa é a pior parte de estar grávida. – Confessa. 

- Podemos sim. 

Dirijo até a farmácia. Enquanto Diana entra para pegar o remédio disco o número de Helen. Ela atende no segundo toque. 

- Oi, meu amor. Espero que já esteja saindo. Acabei de chegar da sua mãe. 

- Oi, meu bem. Não estou saindo, até porque não irei hoje. Diana me convenceu a ficar para dormir e ter uma noite do pijama. – Helen sorri. 

- Que inveja. 

- Eu sei, bem que te chamei para vir comigo. Você não quis. 

- Sinto muito, amor. Ainda tenho muito trabalho para fazer hoje. Acredito que só irei dormir lá pela madrugada. – Confessa. 

- Não deveria dormir tarde. Lembra o que combinamos? 

- Trabalho apenas em horário comercial, mas também lembro que isso não se aplicava ao caso de uma das duas estar ausente. 

- Você tem razão. – Dou-me por vencida. – Mas não vai dormir tarde. 

- Não irei. Pode deixar. Eu te amo, divirta-se. 

- Também te amo. 

- Beijos, Helen. – Diana grita ao sentar-se ao meu lado. 

- Beijos, Diana. Preciso ir. Até amanhã. 

- Até. – Desligo. – Ela mandou outro beijo. 

Dirijo até o atual endereço de Diana. Ver aquela rua ainda me traz más lembranças. Minha amiga aponta para a casa. Fica literalmente em frente a casa de Mariana. O tempo passou por aqui, o imóvel já não tem mais a mesma aparência de antes. As cores da entrada não são iguais a quando eu frequentava ali. 

- Podemos? – Questiona ao me ver parada observando a casa. 

- Sim! Claro. – Desafivelo o cinto e saio atrás de Diana. 

A casa de minha amiga tem uma arquitetura bem parecida com a de Mariana. Mas com uma decoração um pouco mais clássica. Acredito que seja por conta de Romero. 

- Entra. Eu preciso ir ao banheiro. Esse sem dúvida é mais um problema em está grávida. – Brinca. 

Enquanto ela some escada a cima , aproveito para olhar o ambiente. As fotos espalhadas dos três juntos, algumas com Manu e Mariana presentes. Dentre tantas, consigo encontrar a mesma foto que fez com que minha ex-chefe/namorada pensasse que Diana e eu éramos um casal. A recordação me faz sorrir. Escuto a campainha tocar. Olho para os lados na esperança de que alguém possa aparecer para atender, mas isso não acontece. Vou até a porta. 

- Tia Mila. – Lívia grita ao me ver. A garota está enorme. Pendura-se em meu colo, quase me levando ao chão. 

- Lívia, você cresceu para caramba. – Digo sorrindo. 

- Não sabia que estava aqui. 

- Foi uma coisa de última hora. 

- Vai ficar para dormir conosco? – Questiona com os olhos ansiosos. 

- Sim. Vou. 

- Eba! Cadê a mamãe? 

- Lá em cima. – Aponto soltando-a. 

Ela corre em direção ao segundo andar. Só então me dou conta de quem está parada diante de mim. Não sei se sinto raiva ou apenas desprezo quando Lindalva sorri me encarando. 

- A bolsa de Lívia. – Entrega-me o objeto. Recebo sem dizer nada. Ela está mais magra do que me lembro, acredito que fez muitas cirurgias, pois seu rosto não parece o mesmo de seis anos atrás. – Voltou a morar aqui? 

- Não. Estou muito bem em Santa Cecília. – Afirmo. 

- Imagino. Casou? – Aponta para minha aliança. 

- Sim. Casei. – Digo sem animação. 

- Com uma mulher? 

- Lindalva, o que isso importa? Desde quando tem tanto interesse na minha vida? 

- Desculpe, só fiquei curiosa. Não tive intenção de ser invasiva. 

- Mas foi. – Rebato. – Precisa de mais alguma coisa? 

- Tia Val, obrigada pela carona. – Lívia aparece como um fantasma. Vai até a mulher, beija seu rosto, em seguida a abraça. 

- De nada, princesa. Amanhã venho buscá-la de novo. – Sorri afagando o topo da cabeça dela. 

- Certo. Agora eu preciso ir para o banho. Vamos ter uma noite do pijama. – Corre mais uma vez, mas antes segura sua mochila que estava nas minhas mãos. 

Observo a interação delas sem conseguir acreditar que Lívia conseguiu a proeza de domar a fera chamada Lindalva. A mulher continua parada me analisando. 

- Acho que no fim das contas eu te ajudei a se tornar quem você é hoje. 

- Lindalva, não me leve a mal, mas tudo o que me tornei foi apenas mérito meu. E incentivo da minha esposa. Não tem nada a ver com você. – Ela sorri de lado, sentindo-se vitoriosa por eu ter respondido uma de suas perguntas. Acabei confessando que casei com uma mulher. 

- Eu preciso ir. Foi um prazer revê-la, Meritíssima. – Arrega-lo o olho por saber que ela sabe tanto sobre mim. Fico parada vendo-a atravessar o jardim. 

Fecho a porta com aflição. É impressionante como apenas a presença dessa mulher deixa tudo mais denso. Respiro fundo algumas vezes, escorada a porta. Os olhos fechados, na tentativa de viajar até a linda imagem de Helen, essa é a única coisa que me acalma. 

- Pelo visto encontrou a megera. – Diana fala me encarando. 

- Sim. E foi a coisa mais bizarra ver a forma que ela trata a Lívia. Desde quando ela aceita beijos de crianças? 

- Acho que isso é apenas tática para manter Luan perto e assim conseguir atingir Romero, já que nossas discussões sempre a envolvem. – Diz sentando-se. 

- Posso imaginar o quanto deve ser difícil para vocês. Mas não imaginava que ela sabia sobre a minha vida. 

- Acho que Luan deve ter comentado algo. – Dá de ombros. - Bom, acredito que você precise de um banho. Vou fazer o mesmo, depois podemos pedir uma pizza e assistimos o filme. O que me diz? 

- Claro. Aceito. Estou mesmo precisando de um banho. 

Depois de me mostrar o quarto de hóspedes, deixa-me sozinha. Alguns minutos depois desço as escadas e a sala ainda está vazia. Sento no sofá, enquanto aguardo que alguém apareça. A campainha toca novamente. 

- Cams, atende para mim. Deve ser a pizza. – Grita do segundo andar. 

Vou até a porta. Abrindo-a. Fico sem ação por um segundo quando meus olhos avistam Mariana parada bem diante de mim. Sinto um misto de sensações se instalarem e darem sinal por todo meu corpo, não consigo desviar meus olhos dos dela até que meu corpo é abraçado com força. 

- Camila, que saudades. – Manu diz enquanto se pendura em mim. Mas não da mesma forma que Lívia, afinal ela já está quase do meu tamanho. 

- Manu, como você cresceu. – Digo sorrindo. Diana tem razão, ela está a cada dia mais parecida com Mariana. – Está linda. 

- Claro que estou. Sou a cara da minha tia, não acha? – Fica ao seu lado. 

- Sim. É. – Concordo sentindo meu rosto arder. – Como vai, Mariana? 

- Onde está Diana? – Ignora completamente minha pergunta. 

- Lá em cima. Deve está descendo. 

- Manu, se comporta. Amanhã cedo venho te buscar. – Diz para a sobrinha. – Caso algo aconteça me liga. Eu te amo. – Fala tudo ignorando completamente minha presença. 

- Pode deixar, tia. Também te amo. – Beija sua bochecha. 

Manu corre para dentro de casa. Mariana a acompanha até que ela suma. Seus olhos encontraram os meus. Sou atingida por toda a mágoa que eles demonstram sentir. Vejo uma nuvem cinza sobre seus olhos. Ela me encara. Parece desejar dizer muitas coisas, mas não tem coragem para isso. Dá as costas sem dizer uma única palavra e faz o percurso de volta até a rua. Eu continuo parada, apenas olhando-a ir. 

Sou invadida por uma culpa absurda. Parece que tudo que tentei curar nos últimos anos me atinge com força. Meu estômago revira ao lembrar o que quase fiz com ela. Anos de terapia para tudo ir por água abaixo assim que eu a vi por dois segundos. Nem ao menos tive coragem de me desculpar. Ou apenas dizer que sinto muito. Por tudo. Até mesmo agradecê-la por ter me traído, pois assim reencontrei Hellen. Talvez se continuássemos juntas eu nunca conseguiria ter sido tão feliz como sou agora. 

Mas será mesmo que sou feliz? Ou essa parte do meu passado, que me joga em uma prisão na qual sou a prisioneira e minha própria carcereira me impede de ser realmente feliz?  

- Cams, está tudo bem? – Diana questiona tocando meu ombro. 

- Não. Não está tudo bem. – Afirmo sentindo as lágrimas me banharem a face. 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 44 - Capitulo 44- Nova Esperança:
Cleidiane
Cleidiane

Em: 20/11/2025

Parabéns Mari, é assim que se faz do mesmo jeito que ela não deu a oportunidade para você se explicar, faça isso também, não demorou três meses já tá dizendo que ama outra pessoa casou com outra pessoa sendo que antes dela pegar ver  na cama com a Charlotte tinha quase beijada a Hellen.

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Mmila
Mmila

Em: 16/05/2025

Mariana é só mágoa.

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jake
jake

Em: 15/05/2025

Gostei do gelo que Mari deu na Camila... Parabéns Mari ela n merece sua atenção....

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