Segredos por Elliot Hells
Capitulo 60 Bar do Jey
Eram dezenove horas da noite quando pegavam a estrada após a saída da casa dos seus pais. Elizabeth e Enne aceitaram seu convite de irem para algum local mais divertido e agitado, a ruiva mais nova sabia que quando a irmã inventava algo na cabeça era difícil mudar de ideia, assim todas concordaram.
Os pais de Elizabeth, voltariam para casa, deixariam as jovens curtirem esse momento de prazer e descontração, principalmente porque sabiam que em breve ocorreria mais tensão na vida de Charlotte e Lizz. Kitty sugeriu para irem para o Jey, o local que conheceu Charlie pela primeira vez e assim todas de dirigiam para lá.
O estabelecimento estava a todo o vapor, Jey estava cuidando da casa junto com outras funcionárias e acenou quando viu Kitty entrando com a sua turma, ele abriu um sorriso enorme e fez um gesto de mão de que depois falaria com elas, pois estava muito atolado ali. A música estava bem gostosa ali, tocava Malika Ayane “Senza fare sul serio”, uma música dançante, na qual alguns estavam no salão principal dançando animadamente com seus corpos juntos no ritmo da batida.
Kitty estava sorrindo já e movimentando o corpo com o ritmo da música, apontando para uma mesa vazia no canto. Enne sabia que a irmã era animada demais e adorava uma agitação, coisa que não era muito do seu estilo, porém a tempos não ficava se sentindo tão livre. Elizabeth e Vivienne sentaram na mesa, enquanto Kitty puxava a jovem médica para o salão de dança.
- Sua irmã é um verdadeiro 320v, não é? – Elizabeth dava passagem para que Enne se sentasse primeiro e depois fez o mesmo.
- Kitty é assim sempre, com esse ar livre. Mas confesso que é a primeira vez que a vejo tão interessada em alguém. Charlie deve ser bem especial para ela. – confessou a irmã para a outra. – Kitty está verdadeiramente encantada com ela.
Elizabeth sorriu.
- Digo o mesmo da minha prima, Charlie não parou de falar da Kitty, não sabíamos que era sua irmã a mulher de quem ela estava se relacionando, mas ela admitiu que estava gostando muito dela. – Elizabeth dizia, enquanto fazia os pedidos para todas as quatro pelo cardápio eletrônico.
- Hoje foi um dia especial, não fazia ideia de que nossa família estava tão interligada. – a ruiva dizia sem acreditar. – nossas mães se conheciam antes e... – fez uma pausa, fitando os olhos azuis intensos. – e o universo fez questão de nos reunir. Parece que os Lamartines e os Heinz estão de alguma forma interligados.
Elizabeth sorriu.
- Sinceramente? Você está certa, nossas mães, sua irmã, minha prima, você e eu. Lamartines e Heinz, ainda parece uma situação inusitada – disse sorrindo, ao receber os aperitivos que a garçonete trazia para a mesa.
Ao fundo começava a tocar Closer, uma das músicas preferidas de Kitty que começou a se animar ainda mais e a irmã sentada ao lado de Bess sabia muito bem. Enquanto Kitty dançava envolventemente com Charlie.
Vivienne falava próximo ao ouvido de Bess devido ao barulho, quando uma voz conhecida as interromperam.
- Lizz, Vivi, vocês por aqui, como estão? – dizia Carole indo abraçar as duas amigas. – É uma surpresa e tanto!
- Cah, senta aqui conosco – dizia Lizz, retribuindo o abraço que era lhe dado e depois a outra abraçava Vivienne. – Onde está a Ruby?
Carole sentava ao lado das duas amigas e respondeu a pergunta da atriz apontando para o palco, na parte onde estava localizado o teclado.
- Serve aquela? – disse brincando. – Ela e um grupo de amigos vão se apresentar hoje. – Acenou para o palco mostrando que havia encontrado Elizabeth e Enne.
Ruby de longe abria um enorme sorriso, acenando e pedindo um espera que iria ali rapidinho, enquanto o pessoal terminava alguns ajustes. A loira de cabelo curto, chegou animada, falando com Lizz e Enne.
- Oi albina, se a gente tivesse marcado não tinha dado certo, não é? – riu a jovem, dando um abraço na atriz e depois na ruiva.
- Verdade, Ruby, vocês deveriam ter nos avisado que iriam estar aqui hoje e tocar. – Informava Lizz, voltando a sentar, após o abraço da amiga.
- Como vocês iriam para casa dos pais da Vivienne, achávamos que não iriam voltar tão cedo e pensávamos que estariam cansadas demais para uma baladinha a noite. – Ruby explicava a razão.
- De fato, iriamos para casa, foi um longo dia la nos meus pais, porém eu tenho uma irmã ligada demais que sugeriu virmos para cá, a coincidência desse encontro deve-se a ela. – Vivienne apontava para onde estava Kitty e Charlie.
- Ah, caramba, a Charlie está aqui, tanto tempo que não a vejo! – Ruby falava, vendo a prima de Elizabeth com a irmã de Vivienne. – Não acredito que a Charlie e a Kitty estão juntas? – estava surpresa.
- Elas dizem que estão se conhecendo, mas estão em um conhecimento bem sério – brincou Vivienne.
- Parece que a Charlie vai por um pouco de juízo na Kitty – sorriu Carole.
- Meninas, eu queria ficar mais e bater um papo, porém, vamos começar a nos apresentar, volto mais tarde, ta bom? – Ruby depositou um beijo na namorada e deu jogou um beijo e apertou as mãos de Vivienne e Bess, voltando para o palco. Tocaram um cover estilo jazz da música “Don’t start now” a cantora que estava ali, tinha um corte curto reto, franja reta acima das sobrancelhas bem desenhadas e arqueadas, seu estilo lembrava uma pinap, cabelo preto e batom vermelho marcado, roupas escuras. Um delineador que puxava os cantos dos seus olhos esverdeados, deixando bem marcado, cantava envolventemente.
Aquela balada, faziam as pessoas dançarem mais lentamente e grudadas em si, Charlie conduzia Kitty lentamente, a embalando em seus braços, enquanto a ruiva no momento dos refrões viravasse de costas, rebol*ndo de encontro ao quadril da outra, até que começava outra música em cover de jazz “sweet dreams”. Todos no salão dançavam, enquanto até os que estavam sentados nas suas banquetas curtiam e mexiam seus corpos ao som da música.
- Ruby está incrível, quem é a vocalista? – Elizabeth indagou para Carole que também aproveitava a música.
- Ah, aquela é a Lena[1], - Carole explicava para as duas. – Canta demais, desde novinha, trabalha como professora de canto no mesmo departamento da Ruby na UFNA. Eles decidiram criar essa banda como um passatempo, mas acabou que pegou demais. – A jovem passou a indicar quem era quem em cada instrumento. – No violoncelo é o Gustavo, na flauta, trompete são os irmãos, Marco e Mauro. No baixo é o Ross, guitarra a Gi, bateria Flávia.
- Uau, eles todos arrasam na performance. – Vivienne aplaudia junto com todos ao final da apresentação que ocorria.
Kitty e Charlie voltavam da dança, estavam com sorrisos nos rostos, quando viram Carole, falaram com ela e falaram como a Ruby estava arrasando demais, todos da banda eram incríveis.
- Nossa, como eu estou com sede – Kitty tomou um copo da bebia de Vivienne e fez uma careta rapidamente. – Suco, Enne, jura? Pensei que a veria tomar alguma coisa.
- Sabe que não sou de beber muito. – retrucava a irmã ao pegar o copo de volta. – Lizz pediu bebida para você, já que sabe que Charlie não irá beber, por estar dirigindo.
- Agora sim! – dizia animada. Charlie e ela se sentaram, conversavam amenidades. Kitty contava para Carole como havia conhecido Charlie exatamente ali e como a outra tinha saído de um plantão complicado. Toda a história foi narrada, até que quando aliviou mais o bar, Jey fora até a mesa de todas dando boa noite e cumprimentando as pessoas que ainda não conhecia. Kitty apresentou todas ali e ele disse para ficarem a vontade, a próxima rodada seria por conta da casa.
Conversaram que estavam sentindo falta da presença da detetive e da legista e estavam felizes com sua recuperação, bem como a premiação. O próximo a ser colocado na roda de conversa foi o Henrique, o moreno também não havia aparecido e Vivienne explicou que ele estava preso em algumas reuniões da empresa dele junto com a Malu.
Conversaram um pouco mais e Kitty acabou por se despedir de todas.
- Ah, Kitty, não acredito que vai embora – protestou a irmã. – a ideia foi sua!
Kitty riu.
- Maninha, chega um momento que até mesmo as mentes mais brilhantes precisam de um descanso. – disse rindo. – me acompanha, Charlie? – soltou uma piscadela para a doutora que corou um pouco e anuiu. – nos veremos essa semana ainda, voltem cedo para casa e Lizz, cuida da minha irmã para mim.
- Cuidarei com a minha vida. – Bess sorriu, enlaçando o braço pela cintura da ruiva, apertando suavemente, fazendo Vivienne sorrir.
- Vocês duas também, cuidado. – começaram a se despedir, distribuindo abraços apertados em Carole, Enne e em Lizz, como Ruby ainda estava no palco, pediu para Carole abraça-la. E assim a ruiva mais velha e a loira partiram.
Charlie havia estacionado o seu carro em frente a casa de Kitty, educadamente desceu e foi abrir a porta do lado do passageiro, no qual estava a ruiva. Ela começava a se acostumar com a forma gentil e doce que Charlie a tratava, de fato os Heinz tinham um comportamento nobre natural.
Já tinha dias e diversos encontros que saía com Charlie, mas não passavam dos beijos, fazia tanto tempo que não estava fixo com alguém que parecia surreal para a ruiva. Charlie era diferente das mulheres que estava acostumada a sair e principalmente, foi a primeira que apresentava formalmente para seus pais como alguém que de fato estava começando a conhecer de forma mais profunda.
A ruiva desceu do carro, toda aquela delicadeza a deixava fora da sua zona de conforto, porém, isso a prendia, era intenso demais para ela. Charlie sorriu de forma brilhante, seu porte físico era outro diferente para a ruiva, a relembrava das atrizes que faziam as amazonas naqueles filmes, como a própria Brooke Ence.
Kitty sabia que era forte, extremamente definida, mas não tinha ideia do quanto, mas já havia trocado uns beijos mais audaciosos com a loira que explorou o seu corpo e de fato era tudo bem durinho e no lugar.
Os olhos da loira estavam intensos naquele momento e Kitty resolveu questionar se a outra queria entrar para beber alguma coisa.
- Eu.. eu gostaria muito. – a loira a seguiu para dentro do apartamento da outra. Naquele dia, os inúmeros cães que Kitty conheciam estavam com seus respectivos tutores e podia ter seu próprio lar para si.
Tudo estava no lugar e Charlie se sentiu confortável, a ruiva voltava com duas taças de vinho e Charlie ponderou com a cabeça.
- Se eu beber, não terei como dirigir para ir para casa. – Charlie era extremamente prudente no transito, o que Kitty sabia e a fez sorrir pela mulher não captar suas intensões.
- Eu tenho uma solução simples para esse problema. – Kitty deu a taça para a mulher que não parava de fita-la.
- Qual seria? –pegou a taça da mão da outra sem beber ainda.
- Não precisa ir para casa – Kitty se aproximou mais da loira. – pode passar a noite aqui, o que acha?
Kitty mordeu os lábios e se afastou para ir conectar o celular na alexia para tocar Counting stars, enquanto rebol*va e passava as mãos pelos cabelos. Charlie assistia aquele momento degustando o vinho que a outra havia colocado para ela. Kitty acompanhava a letra daquela canção.
A ruiva foi até a loira e a levou para o sofá, sentando-se em seu colo, sorriu e a beijou.
- Que tal começarmos a contar nossas estrelas? – Kitty beijou aqueles lábios prazerosos e a loira envolveu seu corpo, aqueles braços fortes a pegaram com força, fazendo-a soltar um suspiro no ouvido da outra que se sentiu atiçada.
De fato, naquela noite, a loira não voltaria para casa.
Charlie estava atrás de Kitty quando deslizava suavemente suas mãos pelas costas e entrelaçando suas mãos nas mechas fartas da ruiva, afastando para poder ver o pescoço longo. Charlie encostou o corpo da ruiva próximo do seu, passando as mãos pelas curvas da outra, virando seu rosto para poder beijá-la naquela posição. A forma como ela a pegava, fazia o corpo de Kitty se arrepiar involuntariamente.
O vestido que a outra estava usando, era colado ao corpo fazendo as mangas estarem abaixo dos ombros, livres para Charlie depositar um caminho de beijos do pescoço até ali. A mais alta ainda com a outra de costas para si, colocou em uma posição quase de quatro no sofá, o que fez a ruiva gem*r.
Sua mão acariciava a bunda da ruiva, levantando aos poucos aquele vestido que revelava um corpo esbelto. A loira, beijava as omoplatas da menor, passando a língua no pescoço, fazendo a outra soltar uma suave risada.
- Sinto cocegas aí. – dizia Kitty e recebendo uma troca de olhares intensa entre elas. Charlie abaixou mais o corpo da outra para poder retirar a sua calcinha fio. A virou e a colocou sentada no sofá, abrindo suas pernas para se posicionar no meio delas.
Charlie acariciava as coxas torneadas da outra e subia com os beijos até os seios por cima do vestido da outra, o que faziam seus seios ficarem enrijecidos e soltar cada vez mais gemidos. Ao passo que percebia a ruiva excitada, a Heinz desceu o decote da outra revelando o par de seios com bicos rosados. Ela não perdeu tempo e colocou-se a ch*pá-los, brincando com a sua língua ao redor do seio da que estava por baixo de si.
- Ah, droga! – gem*u Kitty ao abraçar as costas largas da outra. Sentia um latejar forte entre suas pernas, o que resultou no abraçar de cintura da loira com suas pernas.
Charlie depositava sucções cada vez mais fortes no seio da ruiva, a fazendo arquear a cintura para mais contato e fricção de seus corpos. Como sabendo do seu desejo, Charlie se afastou para descer até suas pernas, embora, depositasse beijos pelas pernas da outra sem chegar ao objetivo final.
Até que Charlie começou a passar sua língua pelos grandes lábios entre as pernas da ruiva, aqueles úmidos lábios, exibiam um dos maravilhos nectas que ela já provara. Enfiou cada vez mais fundo a sua língua naquela cavidade, recebendo de imediado um carinho em sua cabeça para que se aprofundasse ainda mais.
A cintura de Kitty começou a fazer movimentos em direção a boca da loira, que compreendia que estava fazendo um maravilhoso trabalho ao ser recebida pelos melodiosos e ritmados gemidos da outra. Charlie continuou a ch*pá-la velozmente e furiosamente, bem como seguiu até o clitoris da outra para dar uma melhor atenção, foi quando o ápice começava a se aproximar da ruiva.
Assim que sentia que a ruiva estava prestes a goz*r, Charlie parou e a pegava no colo.
- Por que parou? Você deveria terminar o que estava quase conseguindo. – protestou a outra, enquanto estava ofegante e se segurando forte nos braços da loira.
- Claro que vou terminar o que comecei.
Charlie a imprensou contra a parede e a segurava com uma das mãos, enquanto a outra a penetrava com dois dedos de uma vez, fazendo um gemido agudo sair da ruiva e ela envolver as pernas no quadril da outra e a abraça-la ainda mais forte.
A loira a penetrava forte, utilizando sua coxa como apoio e fazendo aquela fricção ser totalmente prazerosa e deixar o meio das pernas de Kitty com um pulsar forte.
- Merda, eu-eu vou... – sua frase não foi concluída, tudo o que Charlie podia ouvir foi o forte gemido, seguido de uma onda de esparmos do corpo da outra e uma quantidade absurda de líquido saindo entre as pernas da outra indincando que havia chegado ao seu ápice.
Kitty foi ao banheiro com a desculpa de se limpar rapidamente, mas resolveu tomar um banho e vestir o roupão felpudo. Voltando para o quarto, observava Charlie fitar a grande janela olhando para o movimento do lado de fora até sentar na cama da outra. A ruiva foi até ela, ficando a sua frente, com um sorriso malicioso ao observar que a mais velha estava com calor e ter retirado a camiseta, revelando o abdômen tonificado e os gominhos que ali possuía devido ao treino árduo de crossfit e diversas séries de abdominais.
Ela soltou o coque do seu cabelo e as madeixas ruivas caíram em cascata sobre a pele alva. Charlie se inclinou para visualializá-la e um sorriso predador brotou em seu rosto. A loira iria puxar a outra para perto de si com a amarra do roupão branco que ela usava, quando foi parada pela mão de Catherine.
- Nananinanão, senhorita Heinz. – Catherine subiu no colo da loira, colocando cada perna ao redor do quadril da outra e sentando-se nela, acariciando o abdômen da outra, retirando aos poucos aquele top, revelando os seios e as belas costas trabalhadas. Charlie, sorriu de lado.
- Vamos deixar o jogo equiparado. – com as mãos desamarrou o robe que a outra usava, revelando o par de seios rosados novamente.
A ruiva não deixou ser tocada, e empurrou a loira para deitar na cama, enquanto ela estava montada por cima, retirando suavemente aquele roupão de banho e ficando completamente sem roupa em cima da outra. Kitty pediu para Charlie levantar um pouco mais para retirar a calça que estava vestindo e assim ela fez, indo embora sua box preta, estando ambas sem roupa.
Com a roupa nas mãos, Kitty jogou no canto do quarto, preparando-se para subir novamente na outra e ficar com seus rostos próximos uma da outra. Um beijo fervoroso começou, com uma dança furiosa entre as línguas para ver qual se sobressaía mais. Charlie agarrou com força as nadegas da ruiva a pressionando para perto do seu corpo, fazendo o encaixe ser perfeito.
A loira colocou-se por cima, rapidamente, ajeitando as pernas da ruiva para se colocar entre elas, encaixando de forma perfeita o seu centro com o da menor. Quando perceberam que estavam bem posicionadas, Charlie começou a movimentar seu quadril em um vai e vem que começou tímido, até ganhar agilidade e força. A fricção e o contato entre os clitoris de ambas fazia a ruiva gem*r cada vez mais alto e se contorcer embaixo da mais forte.
O ranger da cama estava em conjunto e harmônico com os gemidos da ruiva, cada pressão era exercida fortemente. Até que a loira a agarrou e a trouxe para sentar no seu colo, continuando com aquela fricção. Kitty rebol*va cada vez mais forte e agarrava a loira, cravando suas unhas nas costas definidas dela. A ruiva depositava beijos no pescoço da outra e passava sua língua, deixando rastros de ch*pões na pele alva.
- Ah... Ah. – Charlie produzia seus gemidos ao se movimentar ainda mais forte para Kitty poder sentí-la. O encaixe de ambas fazia o movimento ser frenético e sem pausas, a loira agarrava com força a coxas da ruiva que apertava ainda mais os lençóis brancos da cama, sentindo seu corpo chegar ao ápice mais uma vez naquela noite, só que agora, ambas estavam sentindo no mesmo momento esse orgasmo.
- Parece que vocês Heinz sabem mesmo deixar uma mulher saciada. – brincou a ruiva em tom ofegante.
Captando aquela informação, pois sabia dos rumores da vida devassa da prima e as inúmeras queixas de Vivienne no início, Charlie sorriu.
- Sim, temos um ótimo apetite. – disse tornando a beijar mais intensamente a ruiva.
- Deixe-me recobrar o folego. – brincava com falsos protestos, embora se rendendo a mais uma nova rodada que começava.
[1] Recordava a aparência da Elise LeGrow
Fim do capítulo
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