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Nefário por Maysink

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Palavras: 2671
Acessos: 314   |  Postado em: 29/01/2024

Capitulo IV

Outros bilhetes vieram, assim como novas vítimas foram feitas. Estava adorando ter a atenção do serial. Ainda que aquilo fosse macabro demais, e, de me sentir devastada pelas mortes. Não almejava mais fatalidades, por óbvio, mas gostava da nossa interação nefasta. Uma parte desprezível de mim, queria seu reconhecimento. Minhas palavras eram, propositalmente, provocativas e instigantes. Por mais que lutasse arduamente para conter essa parte minha, ler suas cruéis declarações fazia com que a vontade de expor sua verdadeira face, crescesse intensamente. 

Estar sob seu radar fazia meu estômago embrulhar de ansiedade. Queria impressioná-lo, não sabia o quanto, até aquela primeira mensagem. Independente da alta dose de coragem para enfrentá-lo, ter a sua atenção esvaiu completamente a falsa sensação de confiança de vencê-lo em seu próprio jogo. No entanto, quem quer que fosse do outro lado, sabia como instigar meu desejo doentio por jogos de poder. Seu floreio perverso me cativava. Como ele conseguia fazer algo terrível soar tão convidativo, ainda me era desconhecido. 

Com a notoriedade do serial killer, designaram um colega de trabalho para me ajudar. O jovem e atraente editor-assistente Heitor Hardin vinha me assessorando desde que tomei a frente da divulgação da barbárie que assolava o Estado. Não podia negar que ele me instigava certas vontades. Como sorrir sugestivamente por sua perspicácia, ou um olhar mais demorado em sua belíssima figura muito bem alinhada num terno preto. Seus cabelos castanhos rebeldes e ondulados lhe davam uma aparência jovem e despojada. Ele em si, era uma visão, particularmente, estimulante.

Depois do episódio desastroso com a cigana, sentir atração por outra pessoa, ainda que fosse apenas uma mera fagulha perto de todo aquele vendaval de emoções que a acompanhavam, soava ridiculamente reconfortante. Heitor estava me saindo uma bela distração. Além é claro de uma razão conveniente para não comparecer ao Haras nem ao acampamento, desde então. Tanto Isabelle quanto Siobhan haviam tentado várias vezes conter minha presença por mais que corridos minutos, até que o editor-assistente viesse e me resgatasse. Ele parecia saber exatamente quando aparecer em meu auxílio.

— Estive pensando... temos que dar um nome a ele. – sugeri alto o bastante para Hardin escutar. Estávamos numa das salas do Alvorada Vitoriana, revisando as anotações sobre o caso. Eu havia criado um quadro enorme, traçando o histórico das ações do assassino. Mapeando seus passos. Minha dedicação se igualava a de um investigador profissional, diga-se de passagem. Havia desde fotos das vítimas, até depoimentos dos parentes desolados. Não menos importante, também tinha cada uma das mensagens destinadas a mim. Todos interligados com uma linha vermelha ou notas com observações importantes.

— Está falando sério? – Heitor questionou, divertido, logo desfazendo seu sorriso de dentes brancos quando não retribui. — Oh não, você está!

— Pensei em “assassino do tempo”, mas pareceu muito amador. Então fiz uma rápida pesquisa, e bem, o que acha de Custodibus? – ignorando o seu comentário, me voltei para o quadro, com os braços cruzados.

— O que quer dizer? – a confusão não deixou seu belo rosto. Sua testa enrugou em vincos expressivos de dúvida.

— Relógio em latim. Não é muito original, mas soou apropriado.

— Na verdade, é assustador. Gostei! – ele se levantou com um canetão vermelho em mãos, e escreveu com sua letra horrenda o nome do serial no topo do painel dos crimes. — Este último texto está mais ousado do que os outros, têm certeza de que quer publicá-lo?

— Está com medo, Hardin? – toquei seu ombro com o meu, divertida. Ele deu um sorriso fraco, antes de voltar seus olhos castanhos temerosos para o quadro. Não precisei olhar para saber que ele repassava cada um dos nomes das vítimas. Toda vez que um texto provocativo como aquele era publicado, Heitor revisitava aquele mural quase como se tivesse medo de que também encontrasse nossos nomes lá. Quando o questionei o porquê dessa mania persistente, disse que era sua forma de lembrar que aquelas pessoas eram muito mais do que trágicas matérias.

— Não. Claro que não! Só acho arriscado colocar um alvo tão grande em suas costas, Lena. – seus ombros largos desceram pesadamente, depois de um suspiro longo. Entendia sua preocupação.

— Tarde demais, garotão. – a verdade nas minhas palavras fazia minha cabeça doer. Depois do primeiro bilhete, uma linha tênue havia sido cruzada. Não tinha como voltar, não mais. Não havia feito aquilo pelo bel prazer de ser mais um alvo fácil nas mãos gananciosas de um assassino qualquer, ou para que meu nome ecoasse pelas bocas invejosas daquela cidade. Eu queria justiça por cada uma das vítimas que foram mortas por um desejo vil e egoísta. Queria abrir os olhos daquela sociedade fútil e moralista para perigos maiores do que uma reputação manchada. Nossas ruas estavam sendo lavadas com sangue inocente, e eles pareciam clamar por mais.

“Certos anseios não foram feitos para durar muito, querida Ylena”

A última nota deixava bem clara as pretensões macabras do meu interlocutor.  A caligrafia elegante transmitia a ambiguidade mortal de suas palavras. Sem dúvida o miserável estava gostando de brincar de esconde-esconde, se camuflando numa pilha de corpos e frases poéticas. Quem quer que fosse o responsável por aquelas atrocidades, deixava evidente seu prazer com o que causava. Morte e caos eram sua vocação, e os ditava com maestria e precisão. Eu precisava pará-lo. E se minhas matérias fossem facilitar o trabalho da polícia por me fazer um bode expiatório, que fosse. 

Estava se tornando normal que Heitor e eu, fôssemos os últimos a sair do jornal. No fim daquele dia não foi diferente. A noite do lado de fora estava, deliciosamente, agradável. Um frescor muito bem-vindo depois de tantas horas presos numa sala abafada. Ria de uma besteira qualquer dita pelo encantador editor-assistente, quando o doce alívio do momento se esvaiu feito água da chuva na calçada, quando a figura esbelta de Isabelle surgiu bem na minha frente. Sua postura rígida, escorada no meu carro, era indicativo o suficiente do nível elevado de seu descontentamento. Eu estava ferrada.

— Até quando vai continuar com essa palhaçada, Ylena Montelo. – nem tinha chegado perto o bastante dela, para que despejasse sua fúria. Ela irradiava, livremente, sua incomum falta de delicadeza. Não me abalei pela acidez inédita em sua voz ou pela feição endurecida. Não podia dizer o mesmo do homem ao meu lado. Hardin empertigou-se, vergonhosamente. Nem parecia o homem à frente de uma matéria presunçosa que difamava um serial killer. Lamentável.

— Boa noite para você também, Isabelle! – zombei, ignorando o desdém estampado no rosto alvo da garota. A tensão entre nós duas era palpável, tanto que Heitor se remexeu inquieto ao meu lado. Coitado. Não o culpava, minha amiga conseguia parecer assustadora quando queria.

— Bom… se me dão licença… Boa noite senhoritas! – Hardin saiu, habilmente. Nenhuma de nós duas desviou a atenção enquanto seu corpo alto ganhava uma distância segura da batalha silenciosa que acontecia ali. Ao que parecia, não haveria resgate hoje.

— Te fiz uma pergunta! – minha amiga inquiriu, duramente. A íris azul de Isabelle brilhava decepção. Ver esse sentimento vindo de uma pessoa amistosa como ela, doía, principalmente por saber que ela tinha completa razão de estar magoada. Eu vinha sendo egoísta e imatura. As consequências das minhas atitudes infantis recaiam sobre ela também. Poucas pessoas tinham acesso àquela partezinha vulnerável que eu guardava fortemente. Isabelle sendo uma delas. Por isso, também estava a evitando. Bastava uma palavra sua para que aquela enorme represa emocional e caótica se rompesse. Para minha infelicidade, ela também sabia disso. Tive certeza de ter transparecido esse meu receio, pois ela me envolveu com seus braços macios. 

— Conversa comigo, Lena. Não se esconda onde não possa ser encontrada. – sussurrou, temerosa. 

Na segurança daquele abraço, desabei. As lágrimas que tanto havia segurado, escorreram livres e pesadas pelo meu rosto. A cada tremor dos meus ombros, o aperto ao meu redor se intensificava. Minha amiga, me amparou. Concedendo um abrigo tão necessário.

 — Não sei se estou preparada para lidar com isso. – confidenciei baixinho.

— Você é a mulher mais corajosa que conheço. Ter medo é completamente aceitável. – ela levantou meu queixo, nivelando nossos rostos. Limpando, delicadamente, os rastros grossos do líquido que ainda escorria insistente pela minha face.

— Como é possível sentir tantas coisas intensas ao mesmo tempo por uma única pessoa? Eu mal consigo respirar. – suspirei, anestesiada.

— E eu achando que você estava assim por ela ser mulher. Doce engano. – minha amiga cantarolou, tripudiando.

— Não é hora para suas gracinhas, Isabelle. – me afastei, relutantemente. Tentando me recompor sozinha. Ela me olhava solidária. 

— Você precisa conversar com Lia, meu bem. – disse compassiva.

— Depois de ter fugido daquele jeito? Duvido muito que ela esteja disposta. – ela segurou firmemente ambos os meus ombros, impaciente pela minha clara tentativa de me esquivar.

— Nunca vai saber se não tentar.

— O que você não está me contando? – acusei, desconfiada.

— Chame de intuição. – ela deu de ombros, ignorando.

— Era só o que me faltava! – bufei. — Você sabe muito bem que não acredito nessas superstições tolas. –  Isabelle revirou os olhos irritada pela minha teimosia boba.

— Tome seu tempo, Lena. – sentenciou. 

Não me sentia nenhum pouco confiante de que Lia fosse me ouvir. Isso se conseguisse tomar coragem de enfrentá-la. A simples ideia de ficarmos cara a cara outra vez, causava um misto de apreensão e vergonha. Por hora, iria seguir o conselho de Belle, e respeitar meu tempo. Fosse ele longo ou não.

— Vamos embora, por favor. Nós duas estamos precisando de uma bebida bem forte e amarga. – Isabelle disse já entrando dentro do carro, não me dando outra opção. 

Na entrada do clube privado que comumente frequentávamos, encontramos minha irmã, Liana. Meia dúzia de palavras depois, estávamos as três dentro do Dona Olga, um bar clandestino exclusivo para mulheres. O ambiente refinado exalava a mistura enjoativa da variedade de perfumes doces num espaço fechado. O som da música instrumental fazia fundo para as risadas melodiosas e altas vindas das outras mulheres no local. Já acomodadas numa das mesas livres, Liana, a mais habituada dentre as três, levantou a mão indicando à uma das atendentes que faríamos nossos pedidos.

O clube era bem pequeno para os parâmetros de um bar, mas conseguia trazer a mesma aura displicente. O largo balcão de madeira polida cercava o bar, onde a jovem bartender habilmente fazia um drink elaborado. As atendentes muito bem vestidas circulavam por entre as mesas anotando e entregando pedidos. O estabelecimento privado ficava nos fundos de um salão de beleza, que ajudava a manter a fachada das recatadas damas da cidade. Mesmo que os anos 60, vinha trazendo certa autonomia em face a monotonia que precedia a mulher, alguns costumes ainda se mantinham. O conceito arcaico de que somente homens podiam frequentar lugares como este, ainda tinha força. Não que fosse durar por muito tempo. 

Uma garrafa de Bourbon e conversas supérfluas depois, resolvemos dar por finalizada nossa noite. Do lado de fora, enquanto ajeitava o sobretudo sob os ombros, tive o desprazer de ver a figura de um homem cambaleante, claramente bêbado, sendo amparado por outro em igual estado. Nem precisei me esforçar para saber de quem se tratava. A inconfundível voz autoritária e áspera do investigador-chefe fez muito bem esse papel. Hugo Müller estava, vergonhosamente, embriagado. Aquela cena seria cômica se não fosse sua língua solta, cantando abertamente o seu interesse pela minha cigana. Meu sangue ferveu pelo audacioso discurso. Sua versão bêbada e idiota contou, detalhadamente, seus recentes encontros com Lia. Ouvir que eles estavam se vendo na minha ausência, apertou meu peito, desconfortavelmente. 

— Sabe meu amigo, ela disse que o seu coração já pertence a alguém. Mas não vou desistir de conquistá-la. Um amor se cura com outro, não é o que dizem? – nem mesmo a angústia evidente na voz embolada do patife, amenizou a dor aguda que pareceu querer dilacerar meu coração. Como ela teve coragem de sair com esse sujeito ridículo, depois das revelações implícitas que trocamos no celeiro? Entendo que minha fuga possa ter influenciado sua decisão. Só não entendia o porquê de ela permitir aquela aproximação quando, claramente, não a desejava. Sua imprevisibilidade me confundia.

Antes que pudesse avançar sobre o homem deprimente, para ensiná-lo, agressivamente, a não sonhar mais do que lhe era permitido, Liana e Isabelle chamaram meu nome. Me forçando a lhes dar atenção. Respirei fundo repetidas vezes enquanto nos acomodávamos dentro do carro. Diversas imagens de Hugo e Lia juntos invadiam minha mente. Aquela tortura inconsciente fazia um sentimento desconhecido retorcer, furiosamente, dentro de mim. Conhecia aqueles sintomas ridículos para saber que o mais pífio ciúmes me assolava. Eu queria atropelar aquela criatura embriagada e desprezível que ousava tentar algo com Lia. A simples ideia de machucá-lo soava incrivelmente tentadora, só de imaginar toda a cena me fez sorrir maldosamente.  

A raiva e o álcool passeando livremente pelas minhas veias me motivaram a fazer mais uma vez o pior que poderia ser feito em momentos como aquele. Agir por pura impulsividade. Uma determinação estúpida sussurrava em meus ouvidos para antecipar um confronto do qual não estava realmente preparada. Não deixaria aquela situação se estender nem por um minuto sequer. Com uma agilidade desconhecida, abandonei as meninas na entrada do Haras. Fechando a porta do carro assim que elas desceram, não me dando ao trabalho de ceder qualquer explicação. A racionalidade a muito havia me deixado. Dirigi apressada até o acampamento, sem me dar conta do caminho percorrido até lá. Larguei o carro de qualquer jeito, subindo a colina aos pulos. Por pura sorte não encontrei nenhum outro cigano durante o caminho que fazia entre as tendas até chegar a de Lia.

Meu coração martelava em meus ouvidos, meu peito mal conseguia manter o órgão inquieto em seu lugar devido a força das batidas. Por um milésimo de segundo, parei. Antes de cometer o sacrilégio imperdoável de invadir a tenda, travei do lado de fora da entrada. O cheiro característico de Lia, se destacava como nunca antes. A mistura da essência de hortelã e erva doce escapava pelo tecido grosso marsala com bordados em dourado. Do lado de fora, eu reunia a maldita coragem, que pareceu fugir às pressas, para dizer seu nome e enfrentá-la. No entanto, a culpada pelo meu tormento, simplesmente, apareceu entre o vão da entrada da tenda, carregando consigo uma calma imperturbável. De alguma forma, ela havia ouvido meu chamado mudo. Em seus olhos descansava a exata razão que me trouxera até sua presença. Até ela. Pela primeira vez, ousei acreditar em conexões inexplicáveis, porque não havia argumento lúcido o suficiente, capaz de explicar o que nos atraia. A sensação hostil de antes se desfez tão rápido quanto havia surgido. Todas as palavras grosseiras criadas pela minha cabeça durante o trajeto até ali, também se foram, dando lugar a uma aceitação vertiginosa. Porr*. Como eu a queria.

 

Suas mãos tocaram gentilmente meu rosto, fazendo uma serenidade absurda preencher meu corpo. A curva da sua boca, escondia os segredos mais tentadores. Seu sorriso prendeu minha atenção com a promessa velada de revelar seus mistérios. Em silêncio, entramos na tenda. Os passos lentos. Os olhares conectados. As vontades espelhadas. Palavras eram desnecessárias. Ambas sabíamos o que havia me levado ali. Finalmente, eu havia cedido. Sobre a penumbra, nos entregamos àquele tormento delicioso. Na exigência de nossos lábios, nos conhecemos. No aperto de nossas mãos, nos revelamos. No encontro de nossas peles febris, nossas proteções se desfizeram. A desvendei por completo. Nos tornamos cúmplices. No abrigo das sombras, me deleitei da tempestade, me tornando parte essencial dela quanto jamais imaginei ser capaz de ser de outro alguém. Nossas nuances dançaram em perfeita sincronia, ocupando o infinito espaço de um instante. Fizemos da escuridão noturna, nosso refúgio intocável. Nem mesmo quando o manto incandescente da noite se foi, o mundo que criamos ruiu. Éramos reféns de vontades imediatas.

Fim do capítulo


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