Capitulo 17
CAP 17
POV ANA VITÓRIA
Sabe quando seu corpo não tem domínio próprio e sua mente coordena todas as suas ações? Pois bem, quando Sophie falou que queria fazer amor comigo entrei no modo automático, ela beijava a palma da minha mão me fazendo ter arrepios por todo corpo, minha mente viajava na velocidade da luz, mas seus olhos traziam meu corpo de volta ao presente, e no meu presente tem uma mulher linda, oferecendo seu amor da forma mais perfeita. Puxei ela pra perto, encostei nossos corpos e nossas testas, minha mão direita passeava pelo seu rosto, enquanto aquela energia nos rodeava.
- Sophie, eu não sei o que estou fazendo.
Meu corpo e minha voz tremia, mas eu não queria desistir.
- Mas você quer?
- Eu quero Sophie, eu estou enfeitiçada por você.
Ela capturou minha boca com pressa, sua língua passeava pelos meus lábios provando, degustando como se fosse uma fruta docinha, não me fiz de rogada e retribui com a mesma pressa, o mesmo tesão, fui empurrando nossos corpos, em direção ao chão onde estavam as velas ainda acesas e o ambiente a meia luz, moldando perfeitamente as nuances dos nossos corpos. Eu queria ficar ali sob a luz das velas, mas Sophie não deixou.
- Vamos pro quarto, quero te deixar bem confortável, o que a gente vai fazer precisa de um local mais aconchegante.
Nunca tinha visto Sophie daquele jeito, a mulher estava transformada na pura sedução, a voz baixa o olhar de uma leoa pronta pra atacar e a presa na sua frente fazendo tudo que ela queria. O desejo tomou conta do meu corpo e eu ataquei ela em um beijo guloso, puxava nossos corpos grudando, enrroscando como se fosse um só. Enquanto guiava seu corpo em direção ao quarto, joguei seu sutiã pra longe deixando-a só de calcinha e a empurrei na cama. Que visão perfeita, aquela pele branquinha, os seios rosadinho, sua respiração alterada fazendo seu peito subir e descer rápido, fui subindo em seu corpo como uma gata, nossos olhos não desgrudavam, minhas mãos começaram pelas pernas, tocando, sentido o arrepio, a barriga contraída, os seios sensíveis e aveludados, e enquanto eu canhecia aquele corpo perfeito, Sophie não desgrudava os olhos de mim, me dizendo que ela era minha, que a minha vontade era a sua também. Segurei seu pescoço com força a puxando para um beijo faminto, já estava com saudades daquela boca, mas com um rápido movimento ela inverteu nossas posições ficando sobre meu corpo, segurando minhas mãos e levando ao alto da minha cabeça.
- Tudo bem que você é mais alta, mas na cama essa vantagem diminui.
- Engraçadinha, isso não é um jogo, mas se fosse já teria perdido a tempos. Não percebe como fico quando estamos juntas?
- Não, me fala como você fica.
- Você é uma tentadora Sophie, quando chega perto, meu corpo perde todo domínio, quando me beija eu fico querendo mais e mais e mais dessa boca gostosa, quando sai de perto de mim eu fico assim olha.
Peguei sua mão e levei pra dentro da minha calcinha, confirmando todo meu tesão por aquela mulher.
- Porr* Vitória, que delícia, que gostoso, eu vou te devorar todinha, tocar e sentir cada pedacinho dessa pele perfeita, vou matar minha vontade de você, vou te comer gostoso, da pra mim dá?
- Dou o que você quiser.
Não me reconhecia, tudo bem que eu nunca fui santa, mas aquela diaba falando, beijando meu pescoço enquanto fazia círculos no meu clit*ris, você sabe o poder dos círculos? Aquilo tirou toda minha sanidade e raciocínio. Ela foi descendo os beijos pelo meu colo e tirou meu sutiã, e abocanhou um seio, mas não parou com os círculos, gemi desesperada, nunca tinha sentido nada parecido, com muito pouco Sophie estava me levando a loucura. Derrepente ela levantou, tirou sua calcinha e veio pra tirar meu short, não ofereci resistência, pelo contrário, já estava sendo incômodo demais aquelas roupas. Sentir o seu corpo sobre o meu foi uma das melhores coisas que me aconteceu, eu já tinha beijado outras mulheres em festas, mas nunca tinha chegado nos finalmente, e se eu soubesse que era bom assim tinha feito isso bem antes. Ela encaixou seu sex* ensopado no meu e começou a rebol*r, sua boca tocava a minha, mas eu não tinha fôlego pra continuar o beijo, eu estava tão sensível que não consegui aguentar por muito tempo, logo aquela sensação que nos levava ao precipício subiu pra minha cabeça me fazendo gem*r gostoso e explodir em milhões de pedacinhos.
Sophie caiu sobre meu corpo e eu pensei que ela iria restaurar o fôlego, erro gravíssimo a mulher ficou louca, meu pescoço foi alvo do seu ataque, amanhã provavelmente teria que esconder, seus beijos desceram sobre meus seios, sugando, ch*pando, amassando, me fazendo gem*r desesperada, desceu pela minha barriga lambendo cada pedacinho de pele, minha cintura ficaria marcada com certeza, aqueles dentes afiados estavam me levando a loucura, senti quando tocou meu sex* com os dedos voltando a fazer os círculos, oh my good, círculos é a minha perdição, derrepente senti ela introduzir dois dedos na minha fenda e sua boca que até então estava na minha cintura, abocanhou meu grelo ch*pando com força, sugando minha alma, me fazendo contorcer sobre a cama, eu sentia tudo ao mesmo tempo, seus dedos entrando e saindo, estimulando meu clit*ris por dentro e sua boca e língua maltratando por fora, mas pensa num maltrato gostoso. Meu corpo parecia entrar em convulsão, segurei seu cabelos e gritei pra ela continuar, quanto mais eu gritava mais ela socava, mais o meu clit*ris era sugado, meu corpo começou a tremer e eu g*zei tão gostoso como nunca foi na minha vida. Sophie lambeu todo meu mel.
- O que você tá fazendo?
- Isso é uma delícia Vi, me viciei.
- Vem aqui. O que você tá fazendo comigo? Aliás o que foi que fez agora? Nunca senti nada parecido.
- Isso foi só uma demonstração do que posso fazer com você e pra você.
- Só pra mim não, porque eu posso não ter essa experiência toda que você me mostrou, mas eu posso fazer umas coisinhas.
- Hum, que coisinhas? Tô doida pra saber o que sabe fazer.
- Assim, eu nunca fiz nada com uma mulher, mas to doida pra sentir você.
Enquanto falava fui virando ela a fim de deitar sobre seu corpo, minhas mãos desceram sobre seus seios tocando calmamente.
- Eu já estou sentindo que vou sofrer um pouquinho, mas quem sou eu pra impedir seu aprendizado.
- São tão sedosos, sabe que sua boca tem uma coisa que me atrai demais, não consigo ficar longe, é tão macia.
Minha fala estava deixando Sophie em desespero, não sabia ela que mal tinha começado. Minha boca falava sensualmente sobre a sua, lambendo, ch*pando e comprovando minhas palavras, minhas mãos em seus seios apertavam o bico e soltava com força a ponto dela não aguentar.
- Vi, eu não estou aguentando, eu preciso de você, rápido.
- Eu sei que ta com pressa, mas precisa se acalmar, eu estou em fase de aprendizado.
- Pra quem ta aprendendo, você ta muito entendida do assunto, Vitória eu vou enlouquecer.
- Calminha ai moça, eu vou dar o que você quer.
Toquei seu sex* e senti seu tesão escorrendo, que sensação era aquela, diferente de tudo que já tinha vivido, fiz como ela tinha feito em mim e começei com os círculos, minha boca ainda estava na sua, sentindo a respiração alterada enquanto penetrava aquela fenda quente e borbulhante, Sophie me apertava, puxando meu corpo como se quisesse se fundir a mim, sentia ela me rasgar, mas no momento só estava me fazendo continuar, seus gemidos em meu ouvido chegava como cânticos.
- Estou fazendo direitinho?
- Oh sim, vai mais forte, não para por favor..
Aumentei as estocadas sentindo seu corpo entrar em erupção, tremer violentamente e o seu mel escorrer sobre meus dedos. Sophie gozou tão gostoso que eu senti vontade de lamber tudo, mas devo confessar que não estava preparada. Ela me puxou pra um beijo tão gostoso, subiu sobre o meu corpo, esfregando nossos sex*s e devo confessar que já estava pronta pra outra.
Fim do capítulo
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