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เจ้านายที่รักของฉัน ( Minha querida chefe) por Gn93

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Palavras: 1963
Acessos: 1484   |  Postado em: 27/10/2023

Capitulo 23

Wongsa

 

Depois de ter me entregado para Som durante o banho, estávamos deitadas trocando carinhos e beijos, percebi que ela estava bem distante depois do que tinha acontecido, me apoiei nos cotovelos e fiquei admirando seu rosto, comecei a traçar uma linha invisível por ele. 

 

- Está pensando no contrato? - Perguntei a fazendo me encarar com uma expressão triste, ela balançou a cabeça concordando e suspirou. - Ela sabe de nós, não sabe? - Ela concordou, então escondeu o seu rosto na curva do meu pescoço inspirando meu perfume. 

 

- Quero que você entenda que é muito importante para mim, eu a amo como nunca fiz na minha vida, não vou deixar que ninguém te tire de mim. - Meus olhos marejaram com aquelas lindas palavras, ela era incrível, a abracei forte, não queria que nada nos separa-se, porém não pude deixar de ter medo de perdê-la, aquela era uma batalha complicada de se travar. 

 

- Eu te amo Som, eu sempre vou amar, independente do que aconteça. - Ela me encarou e sorriu me dando um selinho.

 

Nos aconchegamos uma no abraço da outra, e percebi que ela tinha caído no sono, parecia que essa noite quem não iria conseguir dormir era eu, aquilo iria ficar martelando na minha cabeça a noite toda. 

 

Acordei na manhã seguinte com sol batendo no meu rosto, senti beijos molhados no meu pescoço e sorri me espreguiçando, Somwang parecia melhor, ver seu sorriso logo cedo me deixava em paz, seu cheiro era de casa, ela era tudo que podia pedir um dia, ou até mais que isso. 

 

- Bom dia. - Falei manhosa, ela me encarou. 

 

- สวัสดีตอนเช้านางฟ้า. ( Bom dia Anjo.) - Já disse o quanto acho linda ela falando em tailandês. - Vamos sair hoje? - Perguntou, logo comecei a pensar e me lembrei que tinha o aniversário de Ayla. 

 

- Hoje tem o aniversário da Ayla, acho que não vamos poder. - Ela suspirou concordando. 

 

- Ploy tinha comentado sobre isso, só que esqueci da data. - Dei risada, abracei suas costas colocando minha cabeça em seu ombro, ela apertou seu braço por cima do meu. 

 

- Vamos se anima, vai ser legal, pelo menos você se distrai um pouco. - Falei e ela concordou. - Ok, preciso ir, ela vai precisar de ajuda. - Me afastei dela. 

 

- Então me deixa te levar. - Seu celular apitou com uma mensagem, ela olhou e franziu. - Ploy quer falar comigo. - Deu de ombros, concordei.

 

Tomamos um café antes de sair, Somwang estava distraída novamente em seus pensamentos, parecia preocupada com alguma coisa, mas resolvi não perguntar para não azedar mais seu humor. Ela estacionou na frente da casa e descemos, abracei sua cintura, enquanto ela cheirava meu cabelo inspirando. 

 

- Nos vemos mais tarde? - Perguntei, ela se afastou e me beijou. 

 

- Sim. - Disse dando um sorriso fraco, doía ver ela triste daquele jeito. - Me promete uma coisa, não me deixa nunca?- Aquelas palavras foram como facas no meu peito, ela estava com medo, da mesma forma que eu estava, passei minhas mãos no seu rosto e ela fechou os olhos. 

 

- Nunca vou te abandonar meu amor, nem se eu quisesse consigo ficar longe de você. - Ela balançou a cabeça, então estendeu o dedinho mindinho para mim, pisquei várias vezes confusa tentando entender. 

 

- Vamos selar isso. - Não tive como me segurar para não dar risada, Somwang era uma criança de 30 anos. 

 

- Quantos anos você tem Darling? - Perguntei e ela deu de ombros de um jeito fofo, em um impulso mordi sua bochecha a fazendo reclamar e passar a mão com um bico, peguei seu mindinho com meu selando nosso acordo. - Prometo! - Ela sorriu comemorando, dei risada, aquela mulher não existe. 

 

Sowang

 

- Finalmente você chegou! - Disse irritada, sorri fraco. 

 

- Fui deixar Anong na casa da sua namorada. - Ela riu. 

 

- Virou cadelinha mesmo não foi. - Dei um beliscão em seu braço. - Ei, isso dói, quantos anos você tem?! - Reclamou e dei de ombros, já tinha escutado isso mais cedo, mas não me importava das pessoas me chamarem de infantil. 

 

- Qual o motivo da convocação? - Perguntei olhando o cardápio, precisava tomar algo forte para relaxar um pouco, estava tensa por conta daquele maldito contrato. 

 

- Queria saber o que vai fazer sobre aquela carta, a soberana parece não querer facilitar para você. - Suspirei fechando o papel, passei minha mão pela têmpora, aquele assunto estava me deixando com enxaqueca. 

 

- Eu não sei o que fazer Ploy, antes não tinha motivos para abrir mão de tudo, agora tem, mas também perder a empresa seria como perder parte dele, eu prometi que iria cuidar dela e da minha mãe, mas não achei que ela fosse tão longe, queria entender quando que ela ficou daquele jeito. - Desabafei, Ploy pegou na minha mão apertando e sorri fraco. 

 

- Eu entendo querida, ela deixou o poder subir a cabeça, mas você não pode deixar mais ela ter o poder sobre sua vida, além disso você tem Anong agora, já sabe como que vai ficar vocês duas? - Balancei a cabeça, um nó se formou na minha garganta, não queria perder a mulher que amava, aquilo estava me deixando louca. 

 

- Eu não posso perdê-la, ela se tornou tudo para mim, se tiver que abrir mão de tudo por ela, farei qualquer coisa, não quero a magoar e nem consigo viver longe dela mais. - Ploy sorriu. 

 

- Isso que eu chamo de amor. - Sorri fraco. - Amiga você virou cadelinha! - Dei outro beliscão no braço dela que gritou, todo mundo ficou nos olhando curiosos, fingi não ver. 

 

Passei o dia com Ploy, compramos presentes para Ayla, era bom ver minha amiga apaixonada também, fazia tempo que ela não se amarrava a alguém, seria bom para mim assim ela desencanou da minha namorada. Cheguei na festa por volta das 19:30 pm, todo mundo já estava animado, olhei em volta a procura da única pessoa que fazia meu mundo parar, e qual foi minha surpresa quando realmente parou, ela estava linda com seu vestido azul claro, tinha uma fenda na coxa a deixando sexy, seus saltos agulhas pretos me deu uma boa imaginação erótica, sorri maliciosa com o pensamento. 

 

- Precisa me olhar assim, acho que me senti nua. - Sussurrou no meu ouvido assim que chegou perto de mim. 

 

- Queria mesmo te tirar daqui, esses saltos me deixa com a imaginação fértil. - Ela se afastou corando. 

 

- Comporte-se! - Me repreendeu, então me olhou de cima a baixo. - Você também está uma tentação com essa roupa. - Sorri de canto, estava vestida com uma blusa fina social preta, as mangas dobradas até o meio do braço com um leve decote, uma calça branca um pouco apertada, não podia esquecer meu salto fino mais caro Aquazzura Bow Tie, preto e rosa. 

 

- Eei casal, aqui não é lugar para se comerem! - Gritou Hange do outro lado, Anong sorriu sem graça ficando ainda mais vermelha, reprimi uma risada, entrelacei nossas mãos pegando de surpresa, dei de ombros, não me importava se alguém ali nos visse queria que entendessem que ela era minha. - Se não fosse hétero casada, tenho certeza que daria em cima de você chefinha. - Disse se abanando e recebeu um olhar furioso de Anong, fiquei sem graça. 

 

- Até eu, você está muito gostosa nessa roupa. - Ayla entrou na brincadeira. 

 

- Vocês tirem o olho da minha mulher, se não arranco eles fora! - Disse Anong com raiva, senti um tesão ao ver ela brava daquele jeito e chamar de minha mulher. 

 

- Calminha baby, só estávamos brincando. - Dei risada, ela me olhou torto. 

 

- Obrigada meninas, mas eu só tenho olhos para uma única mulher. - Anong sorriu beijando meu rosto. 

 

- OOWN COMO ELAS SÃO FOFA! - Gritaram as duas nos deixando sem graça. 

 

A festa foi bem animada, bebi um pouco de vinho entre risadas, Ayla tinha a personalidade de Anong, as duas juntas pareciam dois Pincher raivoso, o tempo todo com ciúmes, Ploy falava de mim, mas ela se tornou a cadelinha da sua namorada, tudo que ela pedia fazia. Estava dançando com a minha garota, até alguém a puxa-la pelo braço, vi Hange e Ayla sorrirem sapeca. 

 

- Ei, vão aonde com a minha namorada? - Perguntei alto para elas, as duas deram risada. 

 

- Já vamos devolver, chefinha! - Gritou Hange arrastando Anong para o palco. 

 

Olhei intrigada para o que aquelas loucas estavam aprontando, vi elas dando duas rosas para Anong colocar no dedo, me aproximei mais e franzi, elas iam dançar, quando ouvi a música Flower da Jisoo tocar arregalei os olhos. Já tinha visto aquela coreografia antes, mas me admirei em saber que Anong sabia dançar ela, a sincronia delas eram impecáveis.

 

bulkke tabeoryeojin neowa na

(Eu e você queimamos em um vermelho escarlate)

 

Seus braços foram para cima e para baixo, ela desceu no chão virando de lado.

 

nan gwaenchana neon gwaenchaneulkka

gureum han jeom eopsi yeppeun nal

kkochyanggiman namgigo gatdanda

(Eu estou bem, mas será que você está?

Em um lindo dia, sem nenhuma nuvem

Deixei apenas o perfume de flores e parti)

 

Então quando ela começou a rebol*r de um lado para o outro rodando as mãos com a rosa, ela piscou para mim, logo um sorriso brotou nos meus lábios balançando a cabeça, não sabia que ela dançava tão bem, ia dar um passo para me aproximar mais, senti alguém ficar do meu lado. 

 

- Ela dança bem. - Disse e o olhei de canto bebericando minha bebida. 

 

- Sim dança, o que faz aqui? - Perguntei de um jeito nada amigável, olhei para o palco e Anong nos olhava curiosa. 

 

- Vim fazer algo que já devia ter feito. - Falou e olhei, só deu tempo de piscar, Dao se ajoelhou na minha frente abrindo uma caixinha, não conseguia raciocinar direito. - Quer se casar comigo? - "Isso só podia ser brincadeira!", olhei em pânico novamente para o palco e não vi Anong, já entrei em desespero, olhei em volta e não vi Ploy e nem Ayla, Hange estava parada perto de mim já olhando para nós dois. 

 

Sai correndo deixando Dao sem sua resposta, chegando do lado de fora olhei para a rua e nenhum sinal delas, senti uma mão no meu braço, olhei com fúria para ele, tenho certeza que aquilo foi obra da minha mãe, ela só podia estar querendo me infernizar, apenas pelo fato de me recusar a fazer o que ela queria e planejou. 

 

- Por favor Som não faz isso com nós dois, eu te amo. - Respirei fundo e me livrei do seu aperto. 

 

- Dao eu vou dizer apenas uma vez, coloca na sua cabeça que não amo você, nunca amei e nunca vou amar, esse casamento é uma farsa para mim, eu amo a Anong e é com ela quero ficar. - Ele ia falar algo mas não deixei. - Me dê licença preciso ir atrás da minha namorada! - Sai correndo onde meu carro estava e dei a partida, bati no volante com raiva. 

 

- DROGA! DROGA! - Gritei acelerando mais. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

" Oi, oi meninas, queria agradecer por estarem acompanhando minhas meninas, logo mais temos várias surpresas!"


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