Capitulo 22
Sisuwan
Passar a tarde toda com Anong foi a melhor coisa do mundo, comemos, brincamos, rimos, além disso ela fez com que me abrisse para ela e contasse o real motivo de estar nessa situação com a minha mãe, me senti uma covarde por estar esses anos todos me sujeitando aos caprichos dela, mas toda vez que queria jogar tudo para o alto lembrava da promessa que fiz ao meu pai, me sentia em um beco sem saída, não tinha mais ninguém da minha família além dela, sentia no dever de ficar a seu lado, mesmo não concordando com suas atitudes, era minha mãe. Estávamos trocando carinhos no quarto de hotel que reservei para nós, precisávamos relaxar antes de voltar à rotina, queria aproveitar e passar mais tempo com ela.
- Então contei algo sobre mim hoje, e você tem alguma história para me contar, também não sei muito sobre a vossa senhoria. - Brinquei ela sorriu me empurrando de leve.
- Não tem muito o que contar, só as partes que você já conhece, eu passei uma boa parte morando no Brasil com a minha mãe depois que meu pai morreu, consegui fazer faculdade e me formei, consegui vir para Tailândia, uma parte fiquei feliz, outra não por que deixei minha melhor amiga, mas sei que John cuida muito bem dela, além disso se não tivesse vindo não teria conhecido você e nem a Ayla. - Falou e beijei seus lábios.
- Você se dá muito bem com ele? - Perguntei fazendo um carinho no seu cabelo.
- Sim, ele é uma boa pessoa, respeita muito minha mãe, além de ter me apoiado durante a faculdade e da decisão de ter vindo para cá, sempre que precisar de algo, ele se disponibiliza a me ajudar. - Concordei e me perdi em meus pensamentos.
- Sua família é adorável. - Falei ela se levantou me olhando, sorri fraco, Anong montou em cima de mim me pegando de surpresa, encostou sua testa na minha sorrido.
- A sua também é meu amor, não se esqueça que você tem a mim, Ploy, Hange e Ayla do seu lado, nós amamos você, não está sozinha. - Abracei-a feliz por suas palavras doces, ela era maravilhosa comigo, tudo ela achava um jeito de me deixar bem apenas com suas palavras. - Vamos melhorar essa carinha triste. - Falou sorrindo maliciosa antes de capturar meus lábios mordendo.
Tirei sua blusa com pressa, suspirei quando vi que estava sem nada por baixo, meu corpo vibrava em ansiedade, capturei um deles na boca, passando a língua no seu bico rígido, Anong apertou mais meus ombros, me afastei para admirá-la, vi que estava com a boca levemente aberta, ofegante, seu rosto estava todo vermelho, ela ficava ainda mais gostosa com aquela cara de tesão, sorri de canto.
- Eu te amo Angel. - Disse descendo minha mão até o meio das suas pernas, passei minha mão por cima da fina calcinha dela arrancando alguns suspiros de prazer, então sem demora, afastei sua calcinha para o lado.
- Não me torture desse jeito amor! - Gem*u já enlouquecida, Anong agarrava meu ombro com força, mordi a boca então a penetrei com dois dedos, ela respirou fundo em surpresa.
- Merda! Como você é gostosa! - Gem*i rouca quando senti ela apertar meus dedos.
Quando comecei a movimentar meus dedos, ouvi ela gem*r gostoso na minha orelha, sussurrando palavras desconexas, estava com muito tesão, senti meu sex* latejar com força enquanto ouvia seus gemidinhos. Intensifiquei ainda mais minha estocadas quando a senti cravar os dentes no meu ombro, ela rebol*va gostoso em cima de mim, me deixando alucinada querendo mais, subi minha mão da sua cintura e apertei seu seio massageando, ela jogou sua cabeça para trás, para logo gritar se derramando nos meus dedos. Amava passar meus dias na sua companhia, com seus beijos, mas amava ainda mais quando trans*vamos, nossa sincronia na cama era maravilhosa, Anong me fazia sentir prazer sem me tocar.
- Tudo bem? - Perguntei divertida esperando ela se acalmar, seus braços estavam em volta do meu pescoço e sua cabeça escondida, seu peito subia e descia.
- Você faz umas coisas que nossa… - Disse se afastando para me encarar, sorri de canto. - Tem certeza que nunca transou com ninguém?! - Não sabia se era uma pergunta ou uma afirmação, mas fiquei feliz, dar prazer aquela mulher era tudo para mim, talvez esteja até viciada.
- Vou levar isso com um elogio. - Brinquei para receber um tapa, ela me encarou. - O que foi? - Perguntei sem graça.
- Roupas demais! - Disse para então tirar minha blusa com pressa junto com meu sutiã, franzi confusa a vendo morder a boca maliciosa. - Você já teve seu momento, agora é minha vez. - Falou amarrando seu cabelo com o próprio fio de cabelo.
Anong desceu beijando meu pescoço, mordendo, lambendo e ch*pando, me deixando louca de tesão, seus beijos molhados foram para meu colo, logo senti sua língua ávida por cima do bico rígido, lambi meu lábio quando senti minha boca seca, então ela ch*pou com força me tirando um gemido.
- Merda! - Xinguei apertei com força o lençol jogando minha cabeça para trás.
- Você é deliciosa… Darling! - Maldita sabia que amava quando ela falava daquele jeito sensual, meu tesão só aumentava, minha respiração estava totalmente irregular, Anong se afastou sorrindo.
Ela se ajoelhou na cama, agarrou minha calcinha e a tirou, vi ela umedecer os lábios em expectativa, tive que apertar minhas pernas juntas para conter minha própria excitação, então ela me encarou, afastou cada perna me deixando totalmente exposta, olhei admirada, sentia uma frustração por ser tão tímida naqueles momentos, enquanto ela era tão confiante. Joguei meu corpo na cama quando vi ela descendo a boca até o meu ponto de prazer, estava toda molhada, ouvi um gemido dela de prazer ao passar a língua e sentir isso, minha perna tremeu com o contato.
- Céus! - Gemi ao senti ela ch*par, aquela sensação era maravilhosa.
Não me reconhecia mais, minha sanidade foi para o ralo, comecei a rebol*r na sua boca, enquanto ela me ch*pava com maestria, além de me explorar com a língua, então agarrei mais forte o lençol quando sem esperar ela me penetrou, fiquei toda mole arqueando meu corpo.
- Porr* como isso é bom! - Xinguei sem me importar com nada, fechei meus olhos com força.
Anong me ch*pava e me penetrava ao mesmo tempo me deixando louca, gemia e rebol*va na sua língua e dedos enlouquecida querendo mais e mais contato, até que senti meu corpo todo se tremer, um grito alto sair da minha boca e me derramar toda, ela retirou seus dedos mas sem parar de me lamber até que parasse de ter espasmo, meu rosto estava banhado pelo suor, minha respiração pesada.
- Eu acho que estou viciada no seu gosto. - Disse ao se deitar do meu lado ofegante também, olhei para ela sorrindo, ela limpou a boca tirando sabe lá o que e a beijei.
- E eu amo o seu! - Não esperei ela falar mais nada já fui para cima dela. - Agora é minha vez, não acabamos ainda.
Só o que se ouvia depois disso eram gemidos e gritos, passamos o resto da noite trans*ndo, se conhecendo, até sermos vencidas pela exaustão e adormecer uma no braço da outra, com a promessa de acordarmos na manhã seguinte juntas.
Alguns dias depois:
A semana estava voando, Anong e eu não tivermos muito tempo juntas, só algumas vezes para almoçar ou jantar, passei um bom tempo atolada de trabalho, indo em eventos sem ela por conta do projeto que exigia que ficasse na empresa, às vezes trocamos algumas mensagens dizendo que uma estava com saudades da outra, toda vez que íamos ficar a sós, aparecia alguém trazendo algum relatório para assinar. Finalmente conseguimos estar em um lugar sozinhas, ela estava sentada no sofá da minha sala analisando alguns documentos, suas pernas cruzadas, mordendo a caneta me tirava a concentração, seu vestido curto com um decote generoso estava me distraindo, não conseguia parar de olhar.
- O que tanto olha? - Perguntou agora me encarando percebendo que estava a comendo com os olhos, logo entendi que estava jogando comigo, fez tudo aquilo de propósito, sorri divertida e apoiei meu queixo nas mãos.
- Estou admirando minha secretária/ assistente gostosa, que me provoca. - Falei em tom de malícia, ela brincou com a caneta nas mãos e me olhou sugestiva.
- Você tem fetiche pela sua secretária senhorita Sisuwan? - Perguntou agora com uma cara bem safada, apertei minhas pernas, não podia demonstrar que tinha caído no seu jogo, então umedeci os lábios tendo sua atenção toda para eles.
- Talvez, se ela for igual a você, quem sabe. - Dei de ombros, então me deixando surpresa, ela se inclinou para trás no sofá, começou a passar os dedos nos lábios fingindo pensar, minha boca salivou querendo prová-los, ela estava testando para saber quem iria ceder primeiro.
- Então você me acha gostosa? - Perguntou agora passando as mãos pelo seu decote avantajado, engoli em seco e concordei. - Que foi está sem língua… Darling! - "Maldita!" Xinguei antes de me levantar rápido e ir até ela às pressas.
Me ajoelhei na sua frente, ela sorriu com cara de safada e abriu as pernas lentamente, fiquei observando, até meu queixo quase cair quando percebi que ela não usava calcinha, talvez tenha criado um demoniozinho de vez um anjo, era incrível como nos últimos dias Anong se revelou uma tremenda de uma provocadora, aquela mulher era minha perdição, me aproximei mais passando minhas mão por suas coxas até apertá-las, toquei levemente sua intimidade a fazendo estremecer soltando um suspiro, sorri quando vi o quanto ela estava molhada.
- A quanto tempo está assim? - Perguntei, ela me encarou com um sorriso divertido, para logo fechar com força quando comecei a acariciar sua pele.
- Desde a hora que cheguei aqui. - Respondeu com um fio de voz.
- ผู้หญิงเลวอะไรเช่นนี้! ( Que menina má!) - Ela me encarou com seus olhos escuros, sabia o quanto amava quando falava tailandês, Anong me puxou pela gola da camisa deixando um botão abrir, assim que subi em cima dela alguém bate na porta. - มันเป็นไปไม่ได้! ( Não é possível!) - Reclamei quando parei no chão, a porta logo se abriu e olhei para ela.
- Atrapalho? - Perguntou divertida, assim que viu a minha situação, Anong estava rindo também da minha cara.
- Sim, atrapalhou de comer minha mulher! - Disse com raiva me levantando, Anong me olhou com os olhos arregalados, Ploy abriu e fechou a boca.
- พระเจ้าสมหวัง! (Meu Deus Somwang!) - Reclamou ela com vergonha.
- Não sabia que ela era tão direta. - Disse Ploy sem graça.
- Nem me fale, ela está assim ultimamente. - Bufei cruzando os braços me encostando na mesa.
- Lembre-se que estou aqui, sou a chefe, posso demitir as duas. - Falei ameaçadora, as duas se entreolharam e começaram a gargalhar alto. - Por que ninguém me leva mais a sério? - Perguntei para mim mesma fechando a cara.
- Talvez seja porque você não pareça mais ameaçadora Sisu. - Semicerrei meus olhos para ela, para então sorrir. - Está vendo uma manteiga derretida. - Fiz um barulho com a boca de desagrado e encarei Ploy que ria da situação.
- Ok, desembucha o que veio fazer aqui? - Perguntei curiosa, ela se aproximou me entregando um papel, peguei-o e analisei o conteúdo. - Que palhaçada é essa? - Perguntei agora de mau humor, ela me olhou confusa.
- Algum problema? - Me encarou confusa, passei minhas mãos nervosas pelo cabelo e logo já adivinhei quem foi autora daquele papel.
- Minha mãe me convidou para uma reunião, ela quer tirar a empresa de mim. - Disse fazendo as duas ficarem chocadas.
- Ela não pode fazer não é Somwang? - Perguntou Anong, suspirei triste.
- Sim ela pode, assinei um acordo de me casar com Dao em troca da presidência da empresa, se o contrato for quebrado ela toma posse de tudo. - Ao dizer isso abaixei minha cabeça triste, senti que ia chorar naquele momento. - Vou para casa, não estou com cabeça mais hoje. - Anunciei pegando minha bolsa, quando ia saindo Anong pegou no meu braço.
- Vou com você, não vou te deixar sozinha agora. - Falou e concordei dando um meio sorriso.
Fim do capítulo
" Volteeei, mais um capítulo para vocês!"
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