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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 7

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Palavras: 1514
Acessos: 1836   |  Postado em: 27/11/2022

Tá doendo?

POV THEODORA

Se alguém me dissesse que eu estaria no quarto de Catarina Avellar, cuidando do seu pé, eu chamaria essa pessoa de louca. Hoje quando eu saí pra correr, eu queria colocar meus pensamentos em ordem, queria dar um rumo pra minha vida, foi uma surpresa pra mim encontrar ela e Luna no meio do parque Ibirapuera.

Ajudei Catarina a subir e a proximidade do corpo dela ao meu me deixava desconcertada, Luna subiu na frente e me mostrou onde era o quarto da mãe dela, ajudei Catarina a se acomodar e fiz um montinho de travesseiros pra ela apoiar o pé.

-Tá doendo? – Perguntei tentando cortar a tensão do clima.

-É mais um desconforto. – Ela me encarava e eu olhei pro chão. – O médico recomendou fazer compressas com gelo, vai ajudar a desinchar.

-Vou lá pegar. – Sai rapidamente e Luna me deu a mão me mostrando o caminho.

A casa de Catarina era linda, eu fiquei feliz por ela ter conquistado tudo isso, sempre soube que ela ia chegar ao topo, mesmo de longe eu acho que sempre torci pelo sucesso dela, o que é estranho, pois um lado meu não queria saber o que se passava com ela. Pedi a um dos empregados de Catrarina uma compressa com gelo e subimos novamente, bati na porta antes de entrar, ela me deu o sorriso mais lindo do mundo, e eu pedi a Deus forças.

-Posso colocar? – Perguntei e ela acenou com a cabeça, tirei a bota ortopédica colocando a bolsa de gelo.

-Ui, gelado. – Ela disse sorrindo. – Obrigada de novo, Theo.

-Não precisa agradecer. – Eu não sei o motivo de estar fazendo isso. – Faria por qualquer pessoa.

Ela suspirou sorrindo sem graça, Luna me ajudou o tempo todo e nós duas batíamos papo enquanto Catarina observava nossa interação. A garotinha me arrancava risadas o tempo todo, eu já estava apegada nela.

-Tia Theo, você vai cuidar da minha mamãe todos os dias? – Luna perguntou e Catarina me encarou sorrindo.

-Só hoje, porque ela se machucou. – Coloquei seu cabelinho atrás da orelha. – Você pode cuidar dela.

-Eu cuido, mas a mamãe é teimosa. – Luna parecia indignada. – Ela vai trabalhar e não come direito, "aquedita nisso"?

-Luna!!! – Catarina disse rindo da filha.

-É verdade mamãe, a vovó sempre "biga" com você. – Gargalhei das duas e Cat se acomodou na cama.

-Acho que já vou indo. – Retirei o gelo do tornozelo dela. – Vê se não fica forçando esse pé no chão, e se você sentir dor, toma o remédio.

-Pode deixar. – Ela respondeu suavemente. – Eu vou me comportar.

-Ok. – O olhar dela me deixava desconcertada. – Tchau Lulu.

-Queria que você ficasse comigo, tia Theo. – A garotinha me abraçou pelo pescoço.

-Eu preciso ir, mas venho ver você depois. – Dei um beijinho no rostinho dela. – Se cuidem.

Sai da casa de Catarina sem entender o que estava acontecendo, me odiando por ser boba a ponto de ir cuidar dela, a mulher despedaçou meu coração e eu fico nessa, mas como a minha gringa disse: Talvez ela nem se lembre disso e eu preciso seguir a vida, sou uma mulher madura e isso não me afeta mais. Peguei meu celular e tinha várias mensagens de Luiza perguntando onde eu estava, respondi e marcamos de almoçar juntas.

{...}

-Então quer dizer que você estava cuidando do pezinho de Catarina Avellar. – Luiza tinha um ar de deboche. – Eu achava que eu era trouxa.

-Para amor. – Ester repreendeu a esposa. – A Theo faria isso por qualquer pessoa.

-Ela não é qualquer pessoa. – As duas debatiam depois que eu contei onde eu estava. – Mas eu não vou ficar falando isso, se Theodora quiser se arriscar de novo, eu não vou impedir.

-A gente não manda no coração e você sabe muito bem disso. – Ester e Luiza simplesmente esqueceram da minha presença.

-Galera, mulheres??? – Chamei a atenção das duas. – Eu estou bem aqui, se vocês não perceberam.

-Desculpa. – As duas falaram juntas.

-Olha, eu sou grandinha e me lembro de todas as lágrimas que chorei por ela. – Me sentei direito na cadeira dando um gole na cerveja. – Mas como a Manuzinha disse: Eu e ela éramos amigas e agora tem a Luna também, eu gosto daquela menina de graça. Eu não pretendo voltar a namorar ela, na verdade a gente nunca namorou, pois ela não aceitou o pedido, e outra, Catarina não me ama, e nem me amou. Ela fez a escolha dela, e hoje eu escolho a minha felicidade acima de tudo.

-Você está certa, Theo. – Luiza me olhou com carinho. – Me desculpe, mas é que quando eu lembro da sua carinha naquele dia, eu fico com raiva.

-Já passou, Lu. – Sorri pra minha amiga. – Hoje em dia eu não deixo ninguém me machucar mais.

POV CATARINA

-Mas e ai? – Minha mãe estava deitada ao meu lado.

-Ela veio até aqui E cuidou de mim. – Contava pra minha mãe o que tinha acontecido. – Mas ela tem muitas mágoas, mãe.

- É compreensível, imagina como ela se sentiu? – Suspirei ao me lembrar. – Você disse que não a amava, ela estava lá de peito aberto, e você pisou em cima do coração dela.

-Nossa, mãe! – Ela deu os ombros.

-Eu não tô falando mentiras. – "Eu não amo você" me lembrei das palavras que eu disse a ela.

-Ela está diferente, parece indiferente a mim, – Abracei meu travesseiro.

-Decepções mudam as pessoas, ela pode se fechar para novos amores, por exemplo. – Minha mãe se ajeitou e eu deitei no colo dela. – Mas tenho certeza que ela ainda é aquela pessoa incrível, aquela que me defendeu no banheiro da faculdade, olha como ela trata a Luna?

-Meu coração se derrete com as duas juntas. – Abri um sorriso enorme. – Minha filha se apaixonou nela também.

-Eu tenho certeza que é recíproco. – Minha mãe beijou meu cabelo. – Luna é um encanto.

Ficamos ali conversando sobre a vida e minha mente vagou longe. Eu fui cruel, pensei apenas em mim, depois que Theo foi embora, eu me crucifiquei por ter dito aquelas palavras, minha mãe tinha razão, eu devia ter conversado com ela, ter dito sobre os meus medos, mas fui covarde, o medo de Malvina, falou mais alto.

-Você acha que Malvina mudou? – Perguntei minha mãe. – Ela nunca disse nada sobre a sexualidade de Theo, até contratou alguns modelos LGBTQIA+.

-Filha, as pessoas podem rever as opiniões, cair na real. – Ela continuava com o cafuné. –Mas tem aquela coisa, quando é com o filho da gente é outra história, não que isso seja problema pra mim, o que eu desejo é a sua felicidade, mas tem pessoas que pensam diferente.

-Você é a melhor mãe do mundo. – Ela sorriu. –Você acha que Malvina acabaria comigo, se eu tivesse continuado com a Theo?

-Eu acho que não dá pra adivinhar essas coisas, mas eu acho que você fez sua escolha, era o que você queria. – Minha mãe falava e eu pensava. – Filha, você é talentosa, você é a melhor estilista que eu conheço, e nem estou puxando seu saco, Malvina pode até ser a Malvina, mas você tem talento, e sei que você é capaz.

-Eu preciso pensar em mim. – Me sentei ao lado dela. – Eu sempre negligenciei minha felicidade, na verdade eu sempre achei que minha felicidade era o meu trabalho, mas hoje quando vi Luna e Theo brincando juntas, eu me toquei que essa é a felicidade que eu quero.

-Você está dizendo... – Ela me encarou com um sorriso enorme.

-Eu vou correr atrás, não tem como mudar minha escolha, mas eu posso reconquista-la. – Minha mãe me puxou pra um abraço apertado. – Eu preciso tentar.

-E você vai conseguir, seja paciente e persistente. – Abri um sorrisão.

Fiquei ali pensando inúmeras possibilidades, eu preciso de um começo, uma direção. Eu ainda tenho medo do que Malvina possa fazer, mas eu também não posso viver assim pra sempre, ninguém nunca entrou no meu coração como Theodora entrou, eu nunca dei a oportunidade dela saber disso.

Minha mãe me deu boa noite indo para o quarto dela, dei boa noite minha filha e deitei com a cabeça cheia de ideias, mandei mensagem pra única pessoa que me ajudaria nessa ideia. Laura quase surtou quando eu contei a ela, Laura rapidamente me ligou e ficamos até tarde pensando em possibilidades. Desliguei depois de muito bater papo e abri um sorrisão ao ver a notificação da mensagem de Theodora.

Ela perguntava sobre o meu pé, e me repreendeu quando eu disse que doeu quando coloquei o pé no chão, mandei uma foto avisando que já estava deitada, Theodora não respondeu mais, fui ousada em mandar a foto, mas vou usar as armas que eu tenho, estava confiante, e sentindo que ia dar certo.

Fim do capítulo


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Comentários para 64 - Tá doendo?:
Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 28/11/2022

Cat vai ter que rebolar muito pra ter Theo.

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 28/11/2022

Cat vai ter que rebolar muito pra ter Theo.

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patty-321
patty-321

Em: 27/11/2022

Aha, dona cat acordou? Rum. Espero que a Theo seja bem malvadinha. Kkkkk. Vingança.

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patty-321
patty-321

Em: 27/11/2022

Aha, dona cat acordou? Rum. Espero que a Theo seja bem malvadinha. Kkkkk. Vingança.

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ClaudGisi
ClaudGisi

Em: 27/11/2022

Boa cat, agr sim partiu pro ataque. Estou torcendo para que océ consiga reconquistar a Theo >\<

Obg pelo capítulo autora :D

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Lea
Lea

Em: 27/11/2022

Theodora, Theodora...

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Rita Dlazare
Rita Dlazare

Em: 27/11/2022

Quando se toma decisões no calor do momento...depois tem que correr atrás pra consertar. 

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