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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 5

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Palavras: 2142
Acessos: 1839   |  Postado em: 29/11/2022

Você continua insuportável

POV CATARINA

Depois de uma semana de repouso, eu estava me arrumando para ir ao ateliê, Malvina me proibiu de trabalhar durante essa semana, mesmo eu dizendo que poderia ir tranquilamente, Alê ficou cuidando de tudo e enquanto eu trabalhava de casa, aproveitei esse período para passar mais tempo com Luna, ela não saiu do meu lado, pois disse que precisava cuidar de mim.

-Tá tudo bem filha? – Minha mãe bateu no meu quarto e entrou em seguida. – Como está o pé?

-Tô bem, mãe. – Terminei de prender meu cabelo. – Estava doida para voltar a trabalhar.

-Pelo menos você descansou. – Ela deu os ombros. – Já disse que você precisa férias.

-Eu sei, eu vou me controlar. – Fui até ela, beijando seu rosto. – Eu prometo.

-Eu confio em você. – Descemos juntas conversando amenidades.

Tomei café com a minha familia, estava animada e feliz por voltar ao trabalho, mas minha mãe está certa, não posso exagerar. Aproveitei para deixar Luna na escola, meu irmão me deu uma carona e fomos no caminho conversando sobre a situação do nosso pai, Cadu estava preocupado, mas eu confiava na Theo, sei que ela ia resolver isso. Meu irmão me deixou no ateliê e seguiu para o escritório dele, entrei dando bom dia ao nosso porteiro e dei de cara com Theodora esperando o elevador.

-Oi Theo, bom dia. – Abri um sorrisão, pois não esperava ela aqui.

-Bom dia Catarina. – Eu gosto como o meu nome é pronunciado por ela. – Tudo bem? Como tá o pé?

-Tá ótimo, pronta pra outra. – Falei sorrindo. – Mas o que cê tá fazendo aqui tão cedo.

-Vim ver Malvina, cheguei em casa hoje de manhã pra vê -la e fui avisada que ela veio cedo pro ateliê. – Meu sorriso saiu do rosto, pois era sinal de que ela não havia dormido em casa.

-Ah sim. – Respondi sem humor e o elevador chegou.

Entramos na caixa metálica, Theodora se acomodou no canto e o elevador foi enchendo de pessoas, me posicionei em frente a e nossos corpos ficaram bem próximos, pode ser coisa da minha cabeça, mas acho que senti ela prendendo a respiração, sorri com aquilo colando ainda mais o meu corpo no dela. Parece que ela deu graças a Deus quando chegamos ao nosso andar, ela saiu rapidamente ficando em um distância segura.

-Amanhã é o julgamento do deputado. – Ela quebrou o silêncio. – E provavelmente seu pai vai precisar dar o depoimento dele.

-Ele está ciente. – Suspirei preocupada. – E se ele for preso?

-Não vai acontecer, dou minha palavra. – Ela sorriu pra mim.

-Bom dia deusa, que bom ter você de volta. – Alessandro quebrou o clima se aproximando ao lado de Fabiana. – Bom dia senhorita Theodora.

-Bom dia Theo, quanto tempo. – Theodora cumprimentou Fabiana com dois beijinhos no rosto e eu senti meu sangue ferver.

-Bom dia pessoal. – Ela respondeu sorrindo, fazendo Fabiana sorrir ainda ainda. – Sumi nada, você não me mandou mensagens.

Eu estava a ponto de assinar a demissão de Fabiana, ela estava cheia de sorrisos pra cima de Theodora, meu sangue estava em ponto de ebulição.

-Fabiana, quero minha agenda, agora! – Interrompi as duas de forma rude. – Alessandro, na minha sala.

-A gente se fala depois. – Fabiana disse para Theodora, que retribuiu com uma piscadela.

-Vou ver minha mãe, depois passo na sua mesa. – Revirei os olhos indo para minha sala.

Entrei cuspindo fogo, joguei minha bolsa no sofá que tinha em minha sala respirando fundo para controlar miinha raiva.

-Tá tudo bem, Cat? – Alessandro perguntou com cautela.

-Não, eu detesto a falta de profissionalismo de Fabiana. – Vi ele entortar os lábios para sorrir, mas ao ver minha expressão, logo mudou a postura.

-Isso tem a ver com a herdeira Barcellos? – Alessandro não tinha medo do perigo.

-Vá trabalhar, Alessandro. – Ele se levantou me entregando alguns croquis.

-Com licença, Cat. – Fabiana entrou em minha sala. – Malvina está na sala de reuniões à sua espera.

Nem me dei ao trabalho de responder, me levantei indo em direção a sala de reuniões. Entrei e consegui ouvir uma parte da discussão de Theodora e Malvina.

-Mãe, eu já disse que gosto da minha privacidade. – Theo parecia irritada. – Eu sempre morei sozinha.

-Não faz sentido isso. – Malvina retrucou. – Aquela casa daquele tamanho e você indo atrás de loft, eu te dou privacidade.

-Não quero discutir isso, eu já me decidi. – Theodora pegou a bolsa. – Te vejo mais tarde, até depois Catarina.

Ela se despediu e Malvina bufou irritada, me sentei de frente a ela, esperando ela se acalmar.

-Theodora é muito teimosa. – Ela disse se escorando na cadeira. – Acredita que ela alugou um loft? Qual a necessidade?

-Talvez ela precise de privacidade. – Respondi fingindo desinteresse.

-Ela tem a privacidade que quiser, eu já disse que ela pode levar as amigas, os namorados. – Malvina deu um sorriso. – O Tiago pode dormir lá quando quiser.

Senti um nó na garganta, Malvina ainda não aceita bem a sexualidade de Theodora, ou se faz de boba, pois está na cara que a filha não tem nada com o Tiago, mudei de assunto e fomos resolver algumas pendências.

O dia passou rápido, Malvina não ficou no ateliê, pois o médico ainda não liberou ela para voltar a trabalhar, eu tinha muito o que fazer, pois passei uma semana longe e acumulou-se muito serviço.

-Deusa, tenho mais esses aqui pra você analisar. – Alessandro colocou mais algumas pastas na minha mesa. – E tenho um convite pra você.

-Não posso ficar uma semana longe, que o trabalho acumula. – Suspirei pegando as pastas. – Que convite?

-Amanhã vamos comemorar o aniversário da Bruna, a fotógrafa. – Ele dizia empolgado. – E gostaríamos que você fosse.

-Não sei, tenho muito trabalho. – Ele revirou os olhos, me fazendo lembrar da minha promessa. – Mas talvez eu passe lá.

-Jura? – Alessandro bateu palminhas. – Te passo o endereço.

{...}

Fui pra casa no fim do dia, cansada e levemente irritada, tive o desprazer de descer no elevador com Fabiana, eu não gosto de como ela se joga pra cima de Theodora, talvez seja ciúmes mesmo, eu preciso ser sincera comigo, antes de qualquer coisa.

-Oi filha, que bom que você chegou. – Minha família estava reunida para o jantar.

-MAMAIN. – Luna bateu as palminhas.

-Oi meus amores. – Dei um beijo nos três e me sentei.

-Que milagre você aqui pra jantar. – Cadu disse de forma tranquila.

-Estou tentando mudar meus hábitos. – Minha mãe sorriu pra mim.

Jantamos em um clima gostoso, Luna fazia suas graças, mas meu irmão parecia preocupado.

-Tá tudo bem, filho? –Minha mãe perguntou ao meu irmão.

-Estou preocupado com o julgamento de amanhã. – Minha mãe de um sorriso maternal.

-Vai dar tudo certo, eu tenho fé.

-Eu também estou confiante. – Fiz um carinho na mão do meu irmão. – Theodora foi ao ateliê hoje, ela disse que vai dar certo, e o papai só foi um laranja.

-Eu confio nela, mas mesmo assim não deixo de ficar preocupado. – Ele suspirou. – O pai sujou o nome da nossa família.

-Não pensa nisso. – Ele acenou com a cabeça.

Depois do jantar eu subi com minha filha no colo e deixei ela brincando na minha cama enquanto eu tomava banho. Eu também estava preocupada e triste pelo meu pai, mas eu tentava ser forte e não pensar nisso, preciso estar bem para a minha família, se algo de pior acontecer, eu preciso segurar a barra.  Sai do banho enrolada no roupão e liguei a TV.

-Olha a tia Theo na TV, mamãe. – Theodora estava dando uma entrevista no jornal, e meu sorriso brotou nos lábios automaticamente.

-Ela tá linda! – Falei pra mim mesmo. – É a tia Theo mesmo.

-Por que ela tá na TV, mamãe? – Luna me perguntou.

-Porque ela é incrível! – Luna continuou brincando e eu fui me trocar.

Deitei e Luna se aconchegou em mim, peguei meu celular abrindo na conversa de Theodora, como Laura me disse: eu preciso agir, mesmo que seja só pra reconquistar a amizade dela.

Mandei a mensagem e fiquei feliz por ela ter respondido na hora, fui dormir com um sorrisão no rosto depois dela chamar minha filha de "minha princesa".

Na manhã seguinte o dia não estava muito favorável, estava uma manhã nublada, tomamos café juntos e Cadu foi se encontrar com o nosso pai. Minha mãe tentava nos acalmar, pedindo que déssemos notícias, fui para o ateliê trabalhando no automático. Estava esperando por notícias, e as horas pareciam se arrastar.

-Cat, você não comeu nada ainda. – Ale entrou em minha sala.

-Eu sei, mas é que mesmo não sendo o meu pai a ser julgado, ele pode se dar mal se algo der errado? – Suspirei escorando na cadeira. – Se ele for preso? Fora que o nome da minha família está na boca do povo. Eu sempre fiz de tudo pra ter minha vida privada, aí me acontece isso.

-Você não é seu pai. – Ele fez um carinho na minha mão. – Você é a pessoa mais íntegra e honesta que eu conheço.

-Eu sei, mas você sabe como esses sites são. – Abri a internet e já tinham algumas pessoas comentando sobre minha vida. – Ele não perdem a oportunidade de me atacar.

-São pessoas desocupadas que tem uma vida medíocre e invejam a sua vida, inveja onde você chegou. – Passei a mão no rosto concordando. – Hey, vamos sair, esquecer tudo isso.

-Acho melhor eu ir pra casa. – Na mesma hora meu telefone tocou.

Era Theodora dizendo que meu pai foi absolvido das investigações, pois não tinham provas suficentes, o deputado assumiu tudo, abri um sorriso. O deputado ia precisar pagar multa e ficar recluso, pois apareceram novas acusações de corrupção, mas meu pai estava limpo. 

-E ai? – Alessandro perguntou assim que desliguei.

-Meu pai tá livre. – Comemoramos juntos e eu liguei pro meu irmão.

-Motivos pra comemorar.

Acabei aceitando o convite de Ale, fomos para um bar que ele sempre me chamou pra ir, mas eu nunca topei, até que o lugar era legal, e Alessando parecia conhecer todas as pessoas presentes.

-Vai beber o que? – Meu assistente perguntou.

-Acho que não vou beber. -- Respondi me situando do lugar

-Vou pedir um drink pra você. – Dei os ombros e ele fez o pedido.

A galera do ateliê era bem animada, alguns modelos também estavam lá e ficaram surpresos com a minha presença. Conversava tranquilamente com o Alê, quando senti alguém me cutucar.

-Cat? Que surpresa te ver aqui. – Levantei surpresa.

-Oi Vicente, quanto tempo. – Nos cumprimentamos com dois beijinhos. – Cê sumiu.

-Muito trabalho. – Vicente e eu nos conhecemos há um tempão.

-Tá sozinho aqui? Senta com a gente. – Ele acenou com a cabeça puxando a cadeira.

-Mas me conta aí, como tá a vida? – Sorri e o garçom trouxe meu drink.

-O de sempre, trabalhando. – Ele gargalhou.

Conversamos em um papo animado, eu não tinha muito amigos e era legal poder conversar com alguém de fora do ateliê, mesmo o Vicente flertando comigo de cinco em cinco minutos.

-Você viu quem tá na casa?– Alessandro me cutucou sutlmente. – Olhe três mesas à frente.

Theodora estava sentada com Luiza, Ester, Tiago e Fabiana. Meu sorriso morreu na hora, só me faltava essa, eu vir me divertir e encontrar essa cena. Tentei não ficar pensando nisso, mas estava impossível e o papo de Vicente não estava ajudando em nada.

-Vou retocar o batom. – Pedi licença indo em direção ao banheiro.

Encarei meu reflexo no banheiro respirando fundo, eu mereço pagar por tudo que fiz a ela, e ela tem todo o direito de seguir em frente, mas isso não era legal de assistir, eu sei que fui cruel, que deixei ela partir, mas eu só queria uma chance de reverter as coisa. Sai do meu pensamento lavando minhas mãos.

-Você mudou, mas seu gosto pra homens continua péssimo. – Estava de costas secando minhas mãos quando ouvi a voz rouca dela. – Pelo amor de Deus Catarina, que homem mais sem graça.

-O que? – Franzi as sobrancelhas sem entender. – Vicente é meu amigo.

-Amigo íntimo? – Ela perguntou se virando pra pia. – Você já escolheu melhor.

-E você continua insuportável. – Revirei os olhos e nos encaramos pelo reflexo no espelho.

Havia uma tensão entre a gente, Theodora sustentou o olhar ao meu, queria falar o que eu estava sentindo, mas eu não tinha coragem, na verdade eu acho que estava com medo da rejeição.

Fim do capítulo

Notas finais:

Coragem Catarina


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Comentários para 65 - Você continua insuportável:
patty-321
patty-321

Em: 30/11/2022

Bora Catarina, tenha mais ousadia, em vez de reclamar, tenta pelo menos. Acho q a autoestima dela é baixa. 

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gmvv
gmvv

Em: 29/11/2022

Cat tá muito devagar ela precisa ter mais atitude 

Rola um cap extra?

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Lea
Lea

Em: 29/11/2022

Amo essa estória,mesmo que a Catarina esteja nela!

Responder

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 29/11/2022

Chuta o balde mulher agarra a Theo logo deixa de muido.

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ClaudGisi
ClaudGisi

Em: 29/11/2022

Isso mesmo, coragem Catarina, você merece uma nova chance com a Theo, e agora é uma ótima oportunidade, a Theo tá com ciúmes hein hehehehe 

Obg pelo capítulo autora 

 

 

 

 

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