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As Lobas Bruxas por Bel Nobre

Ver comentários: 1

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Palavras: 1867
Acessos: 754   |  Postado em: 31/10/2022

Capitulo 43

 

 

CAPÍTULO 43

COWGIRLS

 

 

 

O demônio que falou examinava descaradamente cada uma de nós, como se fôssemos ser oferecidas em uma bandeja como seu jantar preferido, farejava no ar o perfume original, e quando falo em perfume original, não estou falando no cheiro que cada ser tem, a pessoa que amamos ou desejamos, sua pele tem um cheiro único, seu hálito tem um cheiro que só quem gosta muito sabe a diferença, o cheiro que estou falando é o feromônio de cada uma, o cheiro que é liberado pelo sex* entre as pernas, ele cheirava o ar como se estivesse escolhendo aquela que iria ser sua fêmea.

Gilles ia se movendo para matar o infeliz, mas minha beta segurou em seu braço, fazendo pequenos movimentos negativos com a cabeça sem tirar os olhos do alado á nossa frente ainda suspenso no ar fazendo pequenos movimentos com suas asas negras horrendas, uma semelhança tosca às asas de morcego, as garras nas pontas das asas de couro fino, eram maiores e mais afiadas, e o clap clap das asas contra o vento fazia um som horrível, retesei meu corpo para não demonstrar o quanto tudo aquilo me incomodava.

 

Sempre de olhos fixos na bruxa da minha reserva para ler nos seus, quais eram os próximos passos a serem dados, assim como num jogo de xadrez, ela pensava em todas as possibilidades antes de decidir o que era melhor no momento, sua mente diante de um perigo eminente, e sem poder eliminar o perigo nessas horas, seu cérebro funcionava como de uma excelente estrategista, com a melhor visão de tudo, quando resolveu falar:

 

― Somos as garotas da Nahemah, todas viemos á seu convite, não somos prisioneiras, agora saia da frente sabemos aonde temos que ir, ou peço à algumas das minhas meninas para fazer uns cortezinhos em locais do seu corpo, que não vai te agradar. ― Para melhor demonstração Esther apontava as partes íntimas dele para ficar bem claro o que cortaríamos.

Não sei o porquê, mas os demônios, que são seres incrivelmente maldosos, conseguem também ser os seres mais burros entre todos, esse, no entanto, parecia ter um neurônio a mais funcionando.

 

― Como eu posso saber se estão dizendo a verdade? Afinal vocês estão portando armas, como se fossem para a guerra. ― Quando ele falou, dessa vez, uma gosma esverdeada se espalhou com o vento, quase tocando em nós, pulamos ao mesmo tempo, institivamente, para o lado contra o vento. Ele planava no ar se tornando um alvo muito fácil para minha lâmina, que implorava para ser usada, sua música causava coceira e formigamento na ponta dos meus dedos, fui obrigada a esfregar as pontas umas nas outras para segurar a vontade de pegar na minha guerreira e sair matando. Sorri de canto quando escutei minha beta explicando com a cara mais lavada do mundo.

 

― São de brinquedos, para apimentar a noite de lúxuria, sabe como a filha do mestre tem um gosto requintado e a prova que pede para ver é esta; meninas baixem as calças e mostrem a esse elegante rapaz o motivo de sermos escolhidas.

 

De uma vez só fizemos o que mais gostamos, que é ficar nuas, quando o alado viu o que tínhamos entre as pernas, deu um sorrisinho de escárnio misturado com desprezo.

 

― Jamais imaginei que Nahemah, toda metida, gostasse de travestis, que nojo. Andem passem antes que me arrependa!

Não fomos nós que passamos à frente, foi ele que subiu mais alto e desapareceu voando alto, quando estava só nosso grupo, eu interroguei.

 

―  Deveria ter deixado a Gilles matar o infeliz, e quem é essa tal aí que você falou? —eu perguntei olhando pro demônio asqueroso que desaparecia naquele céu estranho e cinzento.

 

 

―  Nahemah é a filha primogênita de Lúcifer, dizem que é dele com a Lillith a primeira mulher da história da humanidade, mas nada foi comprovado sobre a mãe, quanto ao pai,  a história não tem dúvidas, é ele mesmo, ela é uma súcubo, que drena a alma das humanas enquanto está praticando o ato, as mulheres acreditam que estão goz*ndo, mas na verdade a sua energia está sendo drenada, e quando acaba o ato só resta a carcaça humana com ossos e pele, que muitas vezes ela também come, a aldrava e ela não são boas amigas vivem em pé de guerra. ―  Gilles foi quem explicou, enquanto Esther confirmava fazendo o convite.

 

―  E respondendo à sua pergunta minha alfa, se matássemos logo esse aí, que é o encarregado de relatar o que se passa nos arredores, só serviria para deixar todos em alerta e quando tudo isso acabar, Gilles, você tem uma vaga de professora de demonologia na reserva, espero que aceite.

 

―  Se as previsões estiverem certas, eu terei tantos filhos, que não sei se sobrará tempo para mais nada, se bem que eu acho que as minhas crianças já nasceram, até porque não sabemos á quanto tempo estamos nesse mundo.

 

No fundo, eu me fazia a mesma pergunta, se a criança que eu tinha visto, se já estavam no meu mundo, se isso fosse verdade, todas as crianças geradas naquela noite estranha antes de partirmos, já teriam nascido? Como será que elas estavam se virando por lá, que perigos elas deveriam estar enfrentando? O melhor era deixar para pensar quando estivesse junto com minha família, se nos empurraram para o meio desse furacão, é porque alguém deveria estar protegendo a todas, por enquanto minha vida estava aqui, tinha que lutar para permanecer viva.

 

Andamos mais um pouco e nos escodemos para evitar de sermos vistas,  um pouco mais à frente, a festa estava no auge, um grupo  muito parecido fisicamente com humanos, nus da cintura para cima, musculosos e cheios de tatuagens e as cabeças raspadas, aliás olhando melhor todos naquele local com exceção das fêmeas, não tinham pelos em qualquer parte visível do corpo, esses homens cada um tocava em dois  tambores grandes, somando um total de vinte tambores com tamanho e sonoridade diferentes, quando as mãos tocavam a pele do tambor. Os instrumentos estavam riscados com os mesmos desenhos geométricos encontrado no pedaço de cerâmica que vimos lá atrás ainda na praia, o som vindo dos tambores se espalhava na noite e  era incrívelmente chamativo, tinha alguma coisa que mexia com o sangue, dava vontade de dançar sem perceber meus pés acompanhava o ritmo no mesmo compasso.

 

― Vocês repararam no desenho dos tambores? ― Quando eu perguntei, todas balançaram a cabeça afirmativamente e Esther completou.

 

― É o mesmo desenho da peça que encontramos na praia.

 

― Eles são os mesmos demônios que vimos arrastando o anjo.

 

― Onde estão as humanas que eles roubaram as almas? Precisamos mandar elas de volta para o purgatório. ― Eu ás procurava ali, onde estava acontecendo a festa, as poucas que tinha, estavam recolhidas num canto, apavoradas, chorando e implorando para voltar para casa, a cada pedido serviam de motivos para humilhação.

 

― Lá depois daquelas árvores, tem um movimento, devem ser elas e eles chafurdando seus corpos como animais. O que pretende fazer? ― Agatha apareceu ao meu lado nem sei de onde.

 

― As que estão chorando, Gilles você mate todas, que elas voltam para o corpo na terra, se vão sobreviver ou não já não é conosco. As que estiverem trans*ndo, Agatha mate todas, acerte no coração ou garganta que elas vão direto para o Tártaro, tudo rápido e limpo sem dar tempo para fugas, antes esperem eu dar a ordem.

 

Gilles e Agatha continuaram agachadas bem próximo aguardando a ordem.

Esther escolheu um pó, o mesmo que foi usado na noite em que a aldrava pediu para nos esconder, passou a nuvem de pó em cada uma, por último passou uma grande quantidade nela mesma, quando já estávamos prontas, Ameth volta.

 

― Onde você estava garota? Não sabe que é arriscado o que fez? Colocou a nós todas e a você mesma em perigo.

Esther andava de um lado a outro, como estava falando por telepatia seus gritos doíam na nossa mente, que não podíamos dizer nada para não piorar

 

― Desculpa mamãe, mas eu tinha que fazer alguma coisa, pelo menos tentar descobrir e foi o que fiz, achei uma entrada de caverna depois daquelas árvores, tem dois seguranças na entrada, mas estavam comentando que vinham para a festa, dei uma olhada lá dentro e não vi nada, mas tem uma nuvem cinza, que não dá para atravessar.  E tem outra coisa Gilles, eu vi o Cédric está lá também.

 

Gilles cresceu talvez uns bons dez centímetros de tanto que esticou o pescoço para ver se tinha entendido direito, quando viu que tinha entendido encarou Ameth.

 

― Onde ele está? ― Esqueceu de usar a telepatia e fez uso da voz normal mesmo quando perguntou, seu nível de voz com a raiva foi às alturas, suas sombras se espalharam ao seu redor abafando a barreira do som.

 

― Atrás da nuvem impenetrável que acabei de falar. Mas não adianta, nada passa por ela, pelo menos até onde eu pude ver. ― Ameth respondeu indecisa entre contar ou não a verdade optou pela última.

 

― O pó magico da Esther, deve abrir uma passagem na tal nuvem. ― Agatha argumentou com sua voz incrivelmente grossa enquanto examinava sua arma.

 

― Ou a runa do desbloqueio que a Nara tem na mão, seja o que for, é para lá que vamos.

 

― E quanto a esses aqui na festa? Estamos esperando a tal ordem para matar todos.

 

― Claro, mas primeiro vou jogar um pozinho no ar e nas bebidas colocar um pouco dessas folhas, os demônios vão adormecer em seguida vocês terão todo tempo para se livrar dadas almas, quando terminarem, matem todos os demônios dormindo mesmo, assim não terão tempo para tentar algo, Gilles você assume, eu e a Nara vamos para a caverna, quando terminarem vá até onde nós estamos.

 

Notei a frustração no semblante da Gilles, que tudo que queria nesse momento era encontrar o homem que se diz seu pai e mandar ele de vez para o inferno.

 

― Eu sei que não está satisfeita com a ordem dada, mas não fique assim, o prazer de matar o Cedrick será todo seu, vamos levar ele para a reserva, mandar fazer um tanque e encher de piranhas tiradas do rio, todo dia, antes do sol nascer, você o joga dentro do tanque, para ser comido aos poucos ou todo dia você corta uma parte dele e o deixa sangrar bem muito, em seguida cauteriza com fogo e sal.

 

 Não consigo decidir de quem era o sorriso mais felino se o de Esther ou da própria Gilles.

 

Estávamos todas rindo quando uma estrela cadente veio em nossa direção e explodiu dentro do mar, seu clarão nos deixou cegas momentaneamente. Só ouvi Esther gritar:

 

― Agora não vai dar tempo jogar o pó, corram e matem todos!

 

 

N.A: Nahemah, filha primogênita de Lúcifer e Lilith a primeira mulher, também a encarnação da sedução e do sex* livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 43 - Capitulo 43:
Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 03/11/2022

Agora vai começar a festinha kkkkk.

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