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A culpa é do Zodíaco por May Poetisa

Ver comentários: 5

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Palavras: 1637
Acessos: 1171   |  Postado em: 26/04/2022

Notas iniciais:

Seguindo as regras e termos de uso do Lettera, já avisei anteriormente que trata-se de um romance policial e destaco que neste capítulo tem episódio de violência.

XXVIII. Obituário

 

XXVIII. Obituário

 

- Não me conformo de não terem acabado com ele no presídio, a ‘lei da cadeia' não existe mais? Comentam que eles não toleram os estupradores, acho que deve ter rolado muita grana, não tem nenhuma outra explicação. Nem mesmo deram um susto, ou um ‘salve' nele, se bem que seria pouco para ele um espancamento, depois de tudo que fez.

 

- Cris, eu tive a oportunidade de acabar com a raça dele (afirmou com muita raiva).

 

- Então, sobre isso, penso totalmente diferente do soldado Bueno, não vou dizer nada com o intuito de te desestimular, se você não neutralizar ele, é provável que eu faça. Demorou para ele ir parar no obituário, ultrapassou todos os limites e não tenho muita paciência.

 

- Estou ciente disso e nós duas nem mesmo precisamos pedir autorização, ele mexeu com gente grande, a cabeça dele está a prêmio e para ter paz só acabando com ele (salientou).

 

- Acabaram de avisar que conseguiram desviar da barricada, a ideia é montar um cerco.

 

- Ótimo! Foram rápidos. Espero que não tenha mais nenhuma armação pelo caminho.

 

- Vamos ficar sem sinal, faz ideia de onde estamos? (Perguntou olhando ao redor).

 

- Pior que faço, jamais esqueceria deste lugar, o infeliz está fazendo o mesmo caminho de quando sequestrou a Ohana, o ruim é o matagal no entorno, local que ele já está muito bem ambientado, não podemos deixar ele nem mesmo tentar fugir e se embrenhar no mato, creio que ele está querendo chegar no mesmo ponto que largou o táxi (explicou).

 

- Quanta falta de criatividade, indo para o mesmo local, desta vez ele vai se dar muito mal. Somos a dupla perfeita, você com sede de vingança, eu sempre quis ser uma protagonista de filme de ação. Hoje, a gente acaba com o mal pela raiz (destacou).

 

- Doida! O comentário no meio de uma perseguição. Já que você adora uma adrenalina, vou aproximar o máximo que eu conseguir. Acha que consegue estourar o pneu dele?

 

Não respondeu de imediato, preparou sua arma de longo alcance, sentiu seu ritmo cardíaco acelerar, respirou fundo e focou na concentração. Falhar estava fora de cogitação, é algo que para ela é inadmissível e tinha treinado bastante, estava na hora de colocar em prática. Abriu a janela, a visibilidade estava excelente, pois, ainda não tinha escurecido, colocou uma parte do corpo para fora do carro, ficou atenta para agir no melhor momento e rapidamente fez alguns disparos, com objetivo de cumprir o ordenado.

 

- "Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Missão dada, é missão cumprida".

 

- Comentaram sobre a tua competência e não mentiram (constatou).

 

- Fim de linha, com avaria nos dois pneus traseiros, é o momento dele desistir.

 

- Já começou a diminuir a velocidade, aposto que por essa ele não esperava.

 

Gaspar foi surpreendido com a perseguição e estava tentando de tudo para não ser capturado, mas, não teve escolha, precisou parar muito antes do local que queria, seu intuito era abandonar o carro e seguir mato adentro, contudo, avistou viaturas e acabou encurralado. Não tinha mais o que ser feito, não dava mais para fugir, esperava ouvir a voz de Aisha, mandando ele sair do carro, começou a ficar incomodado com o silêncio dos policiais, que já tinham deixado seus veículos, mas, nada diziam, estava aguardando e nada de darem voz de prisão. Foram longos minutos esperando, até que cansou, abriu a porta e desceu com as mãos para o alto. Só compreendeu que seu destino não era retornar para penitenciária, quando viu o olhar de ódio da Inspetora, que desta vez, estava diferente, nem mesmo parou para pensar e convicta do que queria fazer, lhe deu um tiro certeiro. Ela não foi a única, seus colegas também dispararam, depois de todo o desgaste, não queriam que ela ainda passasse por alguma investigação interna, por causa da sua conduta e todos queriam dar fim no serial killer, que aterrorizou e matou várias mulheres inocentes. Não se deram ao trabalho de prestar socorro, muito menos de chamar por ajuda, ele não merecia consideração nenhuma. Sua morte não foi rápida, sentiu muita dor, perdeu tanto sangue, que fez uma poça, ficou agonizando, até falecer no começo da noite.

 

- Inspetora Lacerda, posso acionar o Instituto Médico Legal?

 

- Sim, providencie para que já seja levado para o necrotério.

 

Agradeceu pelo empenho de todos, deu o caso por encerrado e chamou por Cris.

 

- Aliviada?

 

- Muito, finalmente acabou, hora de voltar para casa e dar a notícia para quem mais sofreu.

 

- Agora vocês duas vão ter paz. Nossa, estou exausta, sempre que uma operação termina fico acabada, é tudo muito intenso e desgastante. Para você então piorou.

 

- Quero chegar logo em casa, tomar um bom banho e descansar.

 

Bruno e Ohana, receberam as duas na garagem, estavam muito ansiosos.

 

- Vocês demoraram, estávamos preocupados.

 

- Amor, acabou o Gaspar está morto (falou sem rodeios).

 

- Mentira, não acredito. É sério isso? O pesadelo acabou? (Perguntou emocionada).

 

- Sim, terminou. Vou só jogar uma água no corpo e já conto tudo. Cris, pode usar o quarto de hóspedes, imagino que você também queira tomar um bom banho.

 

- Necessito.

 

Ohana insistiu para Aisha contar logo, pediu até para ficar no banheiro ouvindo, mas, ela negou, explicou que preferia contar de uma vez só para os dois jornalistas juntos.

Cerca de meia hora depois, os quatro se reuniram na sala e as investigadoras contaram tudo, desde o início da perseguição, até o desfecho, com a execução do criminoso.

 

- Pode parecer pesado o que vou dizer, mas, confesso que pela primeira vez estou feliz com a morte de alguém, não tinha outra forma de parar este assassino (disse Bruno).

 

- Estou sentindo um alívio indescritível, porém, ainda estou receosa, foi tão ruim, é até complicado acreditar que terminou. Foi tão desesperador (comentou a morena).

 

- Anjo, você tomou seu remédio?

 

- Tomei.

 

- Precisei implorar para ela se medicar e ela ficou tão agitada que nem fez efeito.

 

- Bruno, então vamos indo, para elas descansarem (falou Cris já levantando).

 

O quarteto se despediu e deixaram  marcado um almoço no dia seguinte.

As duas estavam esgotadas, deitaram e logo adormeceram.

 

- Vamos para minha casa?

 

- Não, me deixa no hotel, estou até chata de tão cansada.

 

- Faço aquele chá que você adora e fico calado para nem te incomodar.

 

- Tem chocolate? (Quis saber mostrando interesse).

 

- Sim, comprei daqueles que você gosta, deixa eu te mimar (pediu).

 

- Quem diria, olha o nível que chegamos, rapaz meu trabalho na tua cidade acabou, tenho que entregar relatórios e dentro de poucos dias estou voltando para Campinas.

 

- Eu sei, por isso, quero aproveitar e ficar mais tempo contigo. Já te falei para fechar a conta no hotel, você pode ficar lá em casa, agora nem tem desculpa, o trabalho acabou.

 

- É agora pode ser, amanhã a gente passa para pegar minhas coisas, agora não aguento.

 

- Queria ter visto você em ação (falou estacionando e lhe dando um beijo).

 

 

-♡-

 

- Amor, bom dia! Fazia tanto tempo que eu não dormia tão bem (contou toda feliz).

 

- Bom dia! Que bom. Senti sua falta na cama, é ruim acordar sem você ao meu lado.

 

- Minha linda, assim me apaixono mai. Levantei animada para escrever e já subiu no site do jornal, eu precisava ser porta voz desta notícia, do fim do maníaco do zodíaco.

 

- Você não tinha abandonado o jornalismo investigativo e voltado para o esporte?

 

- Abri uma exceção, precisava redigir para de fato acreditar que acabou e ficar em paz.

 

- Deixa eu te ler (falou puxando a companheira, sentando em sua poltrona e fazendo questão que ela ficasse acomodada no seu colo, enquanto lia com atenção).

 

Quando terminou a leitura depositou vários beijos nela a parabenizando.

 

- Anjo, quando o Gaspar matou a Daiana, fiquei tão mal, ela era muito nova, tinha tanto para viver. Queria que ele fosse preso, pagasse por todos os crimes que cometeu, depois que ele quase me matou, que você me salvou e ele finalmente foi parar na cadeia, ainda continuei com muito medo e piorou quando ele fugiu. Sei que mesmo fazendo terapia, acabei traumatizada, mas, agora não estou mais apavorada, minha cabeça não está mais atormentada, a morte dele é um livramento, porque ele estava obcecado, querendo nos matar, ouvir a voz dele foi desesperador. Obrigada por ter dado fim neste pesadelo.

 

- Pare com isso, não precisa me agradecer. Temos que seguir em frente, aproveitar nossa vida juntas, viver sem medo, quero te ver bem e feliz minha linda.

 

- Agora vamos preparar o café da manhã, estou com fome, nem jantamos ontem.

 

- Eu estava tão cansada, que só queria saber de banho e cama. Agora também deu fome.

 

Elas preparam ovos mexidos com bacon, salada de frutas e suco natural.

 

- Vida, marcamos de almoçar com a Cris e o Bruno, vamos sair para algum local?

 

- Pensei em ligar para o Pablo, lembra da edícula? Que tal, churrasco e piscina?

 

- Gostei, vai ser ótimo e eles vão gostar de lá, adorei quando fomos.

 

Os dois casais tiveram um dia muito agradável, ouvindo música na beira da piscina, celebrando a amizade, bebendo cervejas e papeando bastante. Eles estavam precisando, tiveram o descanso merecido, finalmente estavam tranquilos e felizes.

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá! Senhoras e senhoritas, como vai? Acho que já estão quase mudando meu nome de May Poetisa para: May sumida, culpada! Venho participando de vários concursos e os prazos dos editais são curtos, por isso, do sumiço, mas, ando produzindo bastante e estou feliz com os resultados. Vem aí muito conteúdo, que venho fazendo com muito carinho e dedicação. Depois deste capítulo, já fica subentendido sobre o término desta história, porém, sempre gosto de explicar rs foi o penúltimo, logo retorno com o grande final, que pretendo fechar com o último capítulo e também um epílogo; não tenho datas, a agenda está apertada, tenho todas as ideias em mente, mas, ainda não consegui redigir, contudo, sou uma mulher de fé e esperança, então não desistam, agora falta pouco. Beijinhos, abraços e muita saúde!


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Comentários para 29 - XXVIII. Obituário:
Lea
Lea

Em: 15/07/2022

Boa noite May.

Finalmente esse monstro teve o que mereceu,foi tarde!!!

Bruno e Cris,o novo casal .


Resposta do autor:

Duro na queda né adorei escrever o fim dele kkk

Responder

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 26/04/2022

 Gaspar sentou no colo do capeta.


Resposta do autor:

Né mas, coitado do Capeta kkk acho que nem ele quer saber de uma criatura tão horripilante e asquerosa.

Responder

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Mille
Mille

Em: 26/04/2022

Oi May 

Gaspar demorou kkkk era pra ter tido aquele corretivo na prisão. 

Agora é só alegria. 

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Mille, demorou mesmo, mas, finalmente acabou, Aisha e Cris, acabaram com raça dele e colocaram fim no pesadelo da Ohana. Beijos e até breve ;)

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 26/04/2022

 

Ufa terminou pro safado.


Resposta do autor:

Patty, finalmente! O infeliz já estava fazendo hora extra. Obrigada por acompanhar e comentar.

Responder

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Vanderly
Vanderly

Em: 26/04/2022

Olá May!

Eu estou bem na medida do possível. E fiquei feliz em receber notícias tuas. Risos.

Queria que esse Gaspar sofresse uma verdadeira guerra psicológica da mesma forma que agiu com as vítimas indefesas, mas estou satisfeita com o fim que tu escolheu para ele.

Obrigada por diminuir a minha ansiedade.

Um abraço mocinha linda.

 

PS.: Você tem uma carinha muito linda na foto do perfil. Amei o teu sorriso. E parabéns por ser uma das vencedoras do concurso futurismos.

Beijos gatinha.

Vanderly


Resposta do autor:

Vanderly, fico feliz em receber seus comentários, sempre muito gentil, obrigada! Que bom ter ficado satisfeita com o fim do Gaspar, confesso que estava doida para acabar com ele kkk grata pelo elogio, me fez sorrir, te ler sempre me faz bem e é uma honra participar da primeira antologia do Lettera, a obra ficou tão linda! Um forte abraço, beijocas, muita saúde e poesia no teu viver.

Responder

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