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VEGAS por AutoraSoniaG

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Palavras: 1829
Acessos: 504   |  Postado em: 05/01/2022

Lábios.

Naquelas três semanas não existiu um só dia em que Megan não odiasse Max Button, ele era a pessoa mais desprovida de simpatia que ela já conheceu. Não existia nada que ele não fizesse, nada que ele não conseguisse, um só dia em que ele não a tirasse do sério. 
Existiam muitas coisas que Stevens considerava insuportáveis, mas nada conseguia superar o cerco de Max em torno de Catherine, ele a sufocava com gentilezas, ignorava o fato do casamento que as duas ainda tinham, e ignorava Megan completamente, era como se ela não estivesse ali. 
Uma certa manhã quando ele pediu que levasse documentos a Bill, mas depois a acusou de ter levado os documentos errados, três dias depois ele não segurou o elevador, Megan acabou chegando atrasada e ganhou um olhar reprovador de Catherine.
" Você precisa ser mais responsável "Catherine disse, tudo que restou a Megan foi pedir desculpas. Button tinha como principal objetivo mostrar a Catherine que Stevens não devia estar ali, que ela não sabia o que fazer em uma empresa de tão grande porte, o pior é que ele estava conseguindo, sabia disso. 
— Devemos investir na transportadora de Boston. — Max disse durante uma importante reunião. 
— Mas a empresa de New York tem mais visibilidade. —  Megan rebateu. 
— Temos um preço mais acessível em Boston. 
—Teremos ganhos maiores em New York. 
Catherine revirou os olhos diante da discussão, Bill e Tom observavam a cena se divertindo com a guerra de estratégias. 
— Como Diretor Financeiro, acredito que minha opinião deva ser mais valorizada do que a de uma amadora no ramo dos investimentos. 
— E muito estranho, que eu como amadora consiga ver o potencial de ganhos e você não. 
— Tenho planilhas que provam que nosso investimento será mais acertado se escolhermos Boston. — Max insistiu. 
— O tempo que levaria para retorno é relativamente longo comparado ao retorno de New York. 
—Chega! — Catherine disse perdendo a paciência. — Podemos muito bem investir em Boston e em New York, vamos apenas dividir o capital, o que se mostrar mais seguro com as primeiras aplicações receberá ainda mais investimentos. 
— Concordo com Catherine. — Tom disse. 
— É evidente que Catherine trouxe a solução para o caso. Max, divida o capital em partes iguais, iremos investir nas duas.— Mas... — Max tentou argumentar. 
— Também acho que a decisão tomada por Catherine foi a mais correta. — Megan disse tentando ganhar pontos com a esposa. 
— Muito bem, farei como sugeriu Catherine. 


O restante do dia fora corrido, Catherine tinha pilhas de relatórios para ler, Megan por sua vez estava sem nada para fazer, o tédio a cercava. Já passa das oito da noite, as duas estavam na sala em total silêncio. 
Stevens observou a esposa ler e reler os documentos, os olhos azuis passam de forma corriqueira pelas páginas. As mechas do cabelo vez ou outra escapavam e ela as colocava atrás das orelhas. Stevens observou os traços bonitos, o queixo, as maçãs do rosto, os lábios finos. 
Sua memória vagou até o dia em que viu Catherine pela primeira vez, ela estava usando um caro vestido de noiva, mas seus olhos estavam sem brilho, sua voz chorosa e  sua postura assustada. Quando as imagens do casamento voltaram para sua mente, lembrou do sorriso que a loira lhe dedicou, o medo do primeiro momento havia sumido, a bebida a tornou corajosa. As canções que cantaram, as músicas que dançaram, o rápido beijo para oficializar o casamento. Suspirou, seus lábios de repente formigaram ao focar na boca de Catherine. O contorno fino, os lábios estavam levemente brilhantes, úmidos e beijáveis. Fechou os olhos e balançou a cabeça, ao abri-los novamente se deparou com Catherine a observando. 
—Você está bem, Megan? — Indagou. 
— Sim, sim... Um pouco de dor de cabeça. 
— Já é tarde, pode ir. Ainda ficarei um tempo por aqui. 
— Tem certeza? 
— Tenho, vá e descanse.—  a loira disse. 
— Tudo bem. — recolheu suas coisas. 
— Megan? — Disse Catherine. 
—Sim? 
— Bom trabalho com a pesquisa sobre New York— sorriu diante do elogio. 
— Obrigada. Vejo você mais tarde. 


Saiu deixando Catherine com seus papéis, pegou o elevador, não demorou até passar pela recepção já vazia, seguiu pela rua, sentiu a temperatura cair, andou por alguns metros e viu letras piscando ao longe. O café estava aberto, pareceu um convite irresistível, se dirigiu até o estabelecimento. 
Algumas pessoas estavam encostadas no balcão tomando café, uma jovem de sorriso bonito se apressou em atende-la. 
— Olá, em que posso ajudar? 
— Um Cappuccino e... — Megan foi interrompida.
— Com licença, minha namorada acabou derrubando o café, será que você pode preparar outro? 
— Agora mesmo, Senhor. 
—Obrigada. 
Stevens observou o homem sair e ir até a namorada, a mulher parecia envergonhada, ele então beijou seu rosto e deu seu café para ela, a mulher sorriu e o abraçou. 
— Irá  levar, Senhora? 
A pergunta fez Megan olhar para a atendente com uma expressão engraçada. 
— Na verdade, irei querer dois, e sim, vou levar. 


Com os cafés em mãos Megan retornou para a empresa, sorriu ao imaginar a expressão de Catherine quando a visse retornar, sua única preocupação era em relação a escolha. Será que a loira gosta de Cappuccino? 
Resolveu arriscar, passou pelos corredores e seguiu para a sala de Catherine, encontrou alguns funcionários pelo caminho, cumprimentou com um "boa noite"  e seguiu seu caminho. 
Avistou a porta da sala, estava entreaberta, mas ela tinha certeza de tê-la fechado,  ao se aproximar mais ouviu o som de vozes. 


—... estamos apenas nós dois, não fuja disso. — Reconheceu a voz de Max.

Andou mais um pouco até conseguir ver o que se passava dentro da sala.
O braço estava bem firme envolvendo a cintura fina, a outra mão segurava a nuca impedindo uma possível fuga, os lábios dele esmagaram a boca de Catherine. 
Megan lembrou dos lábios de Catherine minutos atrás, a forma bonita e delicada, não era certo Max pressionar aqueles lábios com tamanha força. 
A loira tinha suas mãos espalmadas no peito largo, parceria assustada, mas não afastava sua boca da de Max. 
Stevens ficou parada vendo a cena, ela não conseguia interromper e nem ir embora. 
Catherine empurrou  Max com força, a ação dele a pegou de surpresa, estava ofegante e muito desconcertada, não sabia para onde olhar, até que seus olhos se prenderam na figura de Megan. 
Ela estava em pé segurando dois copos de café, olhava para a loira com uma expressão indecifrável. 
— Megan? 
Stevens não disse nada, apenas se voltou para saída, atirou os Cappuccinos na primeira lixeira que viu pela frente. 
Catherine pegou a bolsa, jogando vários papéis dentro, sua visão periférica captou  a movimentação de Max. 
— Não! — Disse pedindo distância. 
— Catherine, me desculpe por agir assim, mas não consegui mais resistir, gosto mesmo de você. 
— Max, não é uma boa hora pra conversar. 
— Isso tudo é por conta dela? — A loira ficou surpresa.

— É claro que não! 
— Então porque parece tão culpada? 
— Somos casadas, querendo ou não devo respeitar esse casamento. 
— Isso é sério? Catherine, você não deve fidelidade a ela. Essa mulher enganou você. 
— Eu sei, mas... — Não tinha palavras pra explicar. — Enquanto eu for casada, não poderei ter nada com você. 
— Isso é um absurdo! Catherine, veja só o que está dizendo! — Max disse irritado. 
— Eu sei que parece absurdo, mas é assim que as coisas funcionam pra mim. — Disse terminando de arrumar. — Por favor, tente entender isso. 

 

 

****


O táxi parou diante do prédio barulhento, uma fila enorme de pessoas podia ser vista ao longe. Megan seguiu direto até um dos seguranças que barravam a entrada da boate. 
— Sebastian. — Disse para o homem. 
— Megan Vause. O que a rainha de Vegas faz tão longe de casa? 
— Nada de útil. — Sorriu. 
— Como sempre. 
— Ela está esperando por mim. 
— Ela sempre está. 
O homem abriu espaço para que ela entrasse.
A música alta trazia uma sensação relaxante, o ritmo forte fez seu corpo vibrar. 
Stevens seguiu até o bar, o show principal estava começando. Pediu uma bebida e se voltou para assistir ao espetáculo. 
A batida sexy da canção, as mãos abrindo lentamente os botões. Os olhos castanhos atravessaram todo o ambiente até cair sobre os verdes de Vause, a máscara vermelha que cobria os olhos da mulher não foi capaz de esconder a felicidade que ela sentiu ao ver Megan a observando.

 A performance como sempre foi memorável, os aplausos ecoavam incansáveis. 
A mulher de corpo bonito agradeceu ao público desaparecendo logo em seguida, não foram necessários mais que cinco minutos para que um bilhete chegasse as mãos de Megan. 

" Estou esperando por você." 


Ela sabia bem o caminho, já havia recebido aquele recado várias vezes antes. 
Parou diante da porta laranja, não bateu, apenas abriu. Logo braços apressados envolveram seu pescoço, uma boca de lábios macios beijou sua bochecha direita. 
— J'ai raté mon amour
— Também senti sua falta, Sophie. 
— Você ainda tem yeux couché (olhos mentirosos) 
— Sei que você gosta deles. 
—Oui. — A mulher de cabelos castanhos se afastou. 
— Foi um belo show. 
— Posso fazer um muito melhor... Só pra você. 
Megan sorriu, a mulher sorriu de volta. Segurou em sua mão e a fez sentar no pequeno sofá do camarim, logo em seguida uma música começou a tocar. 


— Ainda falta um pequeno detalhe. — Disse deixando Megan confusa. 
Sophie foi até a mesa pegando um chapéu vermelho, se voltou novamente para Stevens deixando o chapéu sobre sua cabeça. 
Reiniciou a canção e começou a mover o corpo de forma sinuosa e provocante. Megan reconheceu a letra de "You can leave your hat on"
 
  Baby, tire seu casaco bem devagar
 E tire seus sapatos 
Eu pegarei seus sapatos
 Baby tire seu vestido sim, sim, sim Você pode deixar o seu chapéu 
 Deite neste sofá isso mesmo
 Levante seus braços agora os mexa Você me dá uma razão para viver  Querida Você pode deixar o seu chapéu 
 Mentes desconfiadas falam tentando nos separar 
Eles não acreditam no meu amor 
Eles não sabem que eu te amo 
Eles não sabem o que é amor
 Eu sei o que é amor 
Você pode deixar o seu chapéu com sentimento 
Você pode deixar o seu chapéu 
Você pode deixar o seu chapéu

O corpo de Sophie foi ficando nu, os quadris acompanhavam o ritmo, seus olhos eram um mar de desejo. 
Aproximou-se de Megan, abriu as pernas sentando em seu colo.
— Deseja um beijo? — Sophie indagou contornando os lábios dela. 
A pergunta deixou Stevens um tanto desnorteada. Um beijo? A aliança de repente pareceu apertar seu dedo, lembrou então de Catherine, mas também lembrou de Max, formando assim sua resposta.

— Oui. 
 

 

 

Fim do capítulo


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