Porque as crianças crescem ?
Eu quando era mais nova sonhava em sair de casa, e agora que tenho controle sobre a minha vida, as vezes eu queria voltar a ser criança. É tudo tão mais fácil...
Estava trabalhando junto com Diana quando João entra no escritório com um bebê nos braços.
- Não me diga que tu roubou a criança ? - pergunto ainda sentada observando o homem se aproximar admirando a criança em seu colo.
- E-ela me deu... - João olhava o menino dormir tão sereno que seu coração se aqueceu.
- A cegonha ? - completo sem entender, até meu amigo enfim me olhar.
- Não idiota. Uma menina gravida que estava aqui na reabilitação me entregou o filho dela, e pediu para eu cuidar. - diz com olhar aflito.
- Assim do nada ? - se manifesta Diana, se aproximando para olhar o bebê que dormia tranquilo.
- Pior que foi...
- E você a conhecia ? - me aproximo para olhar o pequeno.
- Somente de vista. Algumas vezes trocamos palavras no corredor. Mas ela tinha sumido. E quando á vi hoje, seu semblante era de nervosismo. - informa João.
- O que você vai fazer ? - acaricio com o dedo a bochecha do bebê gordinho enrolado a sua manta.
- Eu não sei... - diz confuso.
- Primeiro tem que conversar com o Matheus. E entregar o bebê. Se quiser adotar tem que seguir as normas. - João confirma e se senta no sofá de canto.
João ficou sentado admirando o bebê de forma delicada, como se quisesse frisar aquela imagem somente para ele. Eu e Diana ficamos paradas somente admirando, porem fomos despertadas por Matheus que entrou rápido, e nos olhando, apontamos em direção ao João que nem percebeu seu marido entrar.
- João? - Matheus olhava surpreso para o marido que enfim despertou do seu transe e sorriu para seu parceiro.
- A cena é linda, mas pode me explicar ? - se aproxima Matheus um pouco preocupado.
João, sem tirar os olhos do pequeno, conta o ocorrido ao seu parceiro que se surpreende com a atitude da jovem. Mas seu coração errou as batidas ao sentir o bebê ser posto em seu colo por seu marido.
- Ele é lindo... - diz Matheus emocionado vendo o menino abrir os olhos mostrando o negro do seu olhar.
-É mesmo. Ele é lindo. - João acariciava a cabeça do bebê que os olhava curioso.
- A gente vai ficar com ele ? - olhando para João, que tinha os olhos marejados, Matheus pergunta.
- Já estava em meus planos termos um filho. E vem esse presente que foi deixada em meus braços. - diz João emocionado.
- O que temos que fazer Miran ? - Matheus me olha um pouco nervoso.
- Vou passar o número do advogado que cuidou da adoção dos meninos, e vocês poderão ser auxiliados devidamente, certo ? - ambos concordam.
- Porem, vocês terão que entregar ainda hoje a criança para o orfanato. Deixando clara sua intenção de adoção. - os meninos me olham aflitos ao ouvirem.
- Mas e se não conseguirmos ? - questiona João.
- Se não conseguirem, tera outra criança linda e sortuda esperando para ser adotada por pessoas tão maravilhosas como vocês. - me aproximo beijando a cabeça de ambos que concordam um pouco emocionados, porem entendem o que deve ser feito.
Saindo do trabalho nós acompanhamos o casal que seguiu minha instrução, mesmo com medo da resposta.
Deixando tudo com a responsável, os menino lá mesmo entraram com o pedido de adoção. Porem teriam que aguardar por todo processo.
A volta foi em silêncio, o que era raro ao se tratar de João, mas eu sabia o que se passava na cabeça do meu amigo, por isso resolvi deixa-lo com seus pensamentos. Matheus estava da mesma, forma e até um pouco preocupado com o silêncio do marido, mas também resolveu não falar nada.
O humor de ambos melhorou um pouco ao abrirem a porta e dois bebês sapecas criarem como se quisesse nos assustar, e para entrar na brincadeira, nós fingimos assombro, o que levou os menores as gargalhadas.
- Que susto! Pequenos arteiros. - pego os dois que esticaram os braços pedindo colo.
- Eles tentaram te assustar também ? -pergunto ao ver a morena surgir com seus amigos.
- Sim. Mas só veio dois... - para com meus pensamentos ao me lembrar que não passei na escola para pegar as crianças. Meus olhos se arregalaram e rápido entreguei os meninos a Bia, mas a mulher sorri e me olha sem pegar as crianças.
- Não precisa se preocupar eu já pequei eles na escola. - recebi a ligação da escola que foi solicitado por Maria, que estranhou a demora da sua mãe. E sabendo como estava o escritório por conta da ONG, eu segui para pegar os pequenos.
Chegando, eu os encontrei brincando com a professora que reconheci ser Rebeca, que em retorno não me olhou nos olhos, somente entregou as crianças se despedindo de ambos que pareciam gostar da mulher.
- Eles estão fazendo a lição de casa. - abraço Miran que respira mais aliviada e beija leve meu pescoço.
- Que bom por alguns segundos eu me xinguei de diversos nomes por tê-los esquecido. - me afasto da ruiva cheirosa deixando os bebês no colo de João para anima-lo, o que surtiu efeito, pois o homem já brincava animadamente com os menores.
Me distanciando sigo Beatriz que andava rebolando pelo corredor, mas sem me conter, agarro a mulher que da um grito pelo susto, mas logo sorri ao se virar e me encarar.
- O que você quer Mirian ? - ela estava agarrada a mim, sorrindo olhando direto para os meus lábios.
Ela não responde, só me aperta pela cintura e prendendo minha nuca me beija devagar, me fazendo suspirar e relaxar sentindo seu beijo.
Beatriz estava entregue. Seus braços já redeavam meu pescoço me prendendo a si deixando meu corpo grudar ao seu.
- O que pretende com isso minha morena ? - de olhos fechados, sinto a boca carnuda beijar meu pescoço me deixando arrepiada.
- Nada, só quero namorar você um pouco. - beijando seu pescoço tomo sua boca pressionando seu sexo contra minha coxa, sentindo seu suspiro contra meus lábios.
- Mirian... - suspiro contra sua boca perdendo seu cabelo com ambas as mãos e os puxo desgrudando sua boca deliciosa da minha.
- Não faz isso. Me solta, deixa eu te namorar um pouco. Tá tão gostoso. - aperto a cintura de Beatriz sentindo sua boca morder meu lábio.
- Alguém pode nos ver... - Mirian volta a me pressionar contra a parede quando senti meus dedos se afrouxarem em seus cabelos.
- Não vai... - respondo abrindo a porta que tinha próxima a nós.
O local era escuro, não consegui identificar o que era, porem não me importei pois a boca de Mirian me tomou com força me erguendo deixando minhas pernas prenderem sua cintura.
Mesmo no quarto escura ela me prende contra o que parecia ser um armário, e sem esperar baixa a alça da minha blusa e chupa meu seio fazendo eu me curvar pelo arrepio que passou por meu corpo ao sentir sua língua quente.
Ainda chupando meu seio, Mirian me coloca no chão prendendo meu pescoço o deixando preso contra o armário e invade minha calça apertando meu sexo prendendo entre seus dedos meu clitóris já melado.
- É uma delicia ter você sempre pronta para mim. - ainda prendendo seu ponto o acaricio com minha boca próximo a sua mas sem a beija-la.
- Então me come. Me fode de vez... - ela aperta meu pescoço ainda preso ao mesmo tempo em que me invade com dois dedos.
- Ah!
O gemido sai alto, minhas mãos apertam alguma parte do armário atrás de mim ao sentir os dedos de Mirian estocarem na minha boceta e em retorno eu à aperto prendendo seus dedos.
- Fico doida quando você me aperta desse jeito. - sem para as estocadas eu beijo a ruiva que suspira ao sentir minha língua invadir sua boca.
Beatriz se mantinha estática sentindo meus dedos à invadir, deixando seu corpo balançar junto as estocadas.
Voltando a chupar seus seios, Beatriz aperta meus cabelos deixando sua cabeça recostar sobe a minha, que tinha os olhos fechados, sentindo sua respiração eriçar meus cabelos perante seus ofegos rápidos. E não demorou para a ruiva tremer, seu corpo se curva, sua boceta prender meus dedos me forçando a parar os movimentos.
Me mantive parada sem me mexer aguardando sua respiração normalizar e quando ocorreu, a mulher se ajoelhou levando consigo minhas calças a deixando em meus pés, e sem aviso sua boca macia e fria tomou meu sexo por inteiro fazendo minha respiração falhar.
- Oh porra... - meus dedos prenderam seus cabeços enquanto meu corpo se manteve duro no mesmo lugar.
Eu estava sensível, sentir a ruiva gozar já tinha me deixado a beira do abismo.
De olhos fechados rebolo sobe sua boca sentindo a mulher chupar a cada investida, o que não demorou para fazer a contração em meu ventre deixar o formigamento gostoso tão conhecido me arrebatar fazendo minha pernas falharem e meu gemido ser mudo por alguns segundo.
Beatriz abraça minhas pernas me mantendo de pé ainda com sua boca em meu sexo roçando levemente, com uma atenção maior para o meu clitóris sensível que ao ser tocado transmitia pequenos choques por meu corpo.
A ruiva se levanta e toma minha boca com fome me deixando sentir meu gosto em seus lábios. E em retorno, eu aperto com ambas as mãos a sua bunda apertando e trazendo o corpo da mulher para junto ao meu. Ela geme em minha boca, porem nos separamos ao ouvir passos e vozes no corredor.
- Acho melhor voltarmos. - as mãos me Mirian ainda se mantinham firmes em minha bunda enquanto nossos rostos tinham centímetros de distância.
- Verdade... - mordo seus lábios para então solta-la.
Nos vestimos rápido, e após as vozes no corredor diminuírem, saímos do cômodo em silêncio, porem dou de cara com João, que me olha com um sorriso malicioso ao cruzar os braços.
- Cala boca. - pego a mão de Beatriz que demostrava sua vergonha e passo pelo moreno que ainda me olha sorridente.
- Sapatão safada...
Em retorno mostro meu dedo ao passar pelo moreno que ainda sorria.
- Deus é mais! Vai mostra esse dedo a outro. Ai que nojo! - ele sai resmungado e logo entra em seu quarto.
Sorrindo pelo ato do meu amigo, e ainda agarrada a mão de Beatriz, sego para o quarto onde em um banho nos entregamos novamente, ate parar o fogo que ainda ardia dentro de nós.
Fim do capítulo

Lea
12/02/2022 às 21:55
Não tem lugar e nem hora! Kkkkk
Marta Andrade dos Santos
27/11/2021 às 15:49
Eita essa duas não perde tempo.