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Fabiana & Luíza (Meu Único Amor )vol. 02 por Bel Nobre

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Palavras: 1848
Acessos: 1374   |  Postado em: 26/04/2021

CAPÍTULO 36 A MÍDIA

CAPÍTULO  36 - A MÍDIA

Evaldo olhou todos os prontuários, no final encontrou o que buscava. Pegou a pasta e foi direto na sala de xerox tirar uma cópia de tudo, em seguida devolveu rapidamente a pasta na estante, se trancou no banheiro e enviou as fotos para o delegado.

O delegado estava voltando do almoço quando ouviu o apito do celular avisando uma nova mensagem, tirou o aparelho e deu uma rápida olhada.  Trocou o cafezinho de mão derramando um pouco do líquido quente em seus dedos, então o colocou em cima do primeiro carro que encontrou, derramando mais um pouco em cima do veículo deixando uma listra marrom escorrendo pela janela. Lambeu os dedos enquanto olhava direitinho o endereço do hospital, pegou o copo com o que sobrou do café e saiu tomando.

— Doutor, o nosso homem está hospitalizado no Gonzaguinha da Messejana. Estou te passando as coordenadas — disse o contato do outro lado da linha.

— Dá uma passada por lá, faz umas perguntas, dá uma olhada em como ele está fisicamente, tire umas foto e me mande — o delegado pediu.

— Considere feito. Só isso parceiro? — Já ia desligando...

— Outra coisa. Hoje à noite tem uma reunião lá em casa, já avisei a patroa, vai ter umas coisinhas prontas enquanto conversamos. Convidei você, a repórter e um amigo. Quero contar tudo que sei para eles sobre o que nosso amigo pensa em fazer com ex e sua esposa, como você tem as gravações...

— Estarei lá sem falta. Que horas? — Nem pensou duas vezes.

Estava na polícia há um bom tempo e, por mais que quisesse fazer justiça para algumas pessoas, parecia não funcionar e Alberto era uma dessas pessoas. O homem parecia ter sabão no corpo, era muito escorregadio, além de ser muito inteligente.

— Sete da noite. Até lá vamos trabalhar que eu tenho uma família para sustentar — desligou e guardou o celular.

Entrando na delegacia, que ficava ali perto, só o tempo de pegar alguns documentos e seguir direto para o fórum para o segundo turno do seu trabalho.

Danielle chegou no condomínio, faltava 10 minutos para as sete da noite. Se identificou e seguiu direto para a casa do delegado, antes admirou o condomínio de luxo por todo o percurso que fazia. Passava por cercas de roseiras no canteiro ao lado do muro, as trepadeiras davam um toque a mais de beleza.

Na casa do delegado já se encontrava um rapaz moreno, meio bombado, de uma aparência impecável e sorriso aberto. Tinha um olhar que não dava para ler o que estava escondido.

— Boa noite senhorita, pode entrar. Esse é Evaldo, um amigo — apontou para o homem — E esta é a Danielle, uma repórter que trabalha por debaixo dos panos para mim.

Nos cumprimentamos enquanto ele ainda falava:

— Assim como você, Sales e como você, Evaldo. Afinal, um homem tem que confiar na sua equipe de trabalho e eu confio demais em cada um aqui — deu um sorriso aberto.

Seguiram calados o caminho que o delegado ia mostrando. Entraram em uma sala parecendo um estúdio musical, havia até isolamento acústico e um sistema de refrigeração perfeito.

— Bem, o motivo de todos estarem aqui é para conhecer esse cidadão — apertou o play e a imagem do Alberto apareceu na televisão — senhorita Danielle, depois de ver tudo aqui, quero que prepare um dossiê capaz de destruir a imagem desse homem perante a sociedade.

A mulher logo pegou seu celular para anotar algumas coisas.

— Evaldo, eu quero que pesquise nos hospitais pessoas que sofreram maus tratos ou foram espancados por ele. Vocês dois — apontou para Sales também — vão até o local colher depoimento para que a Danielle possa fazer o Dossiê.

— Mas, senhor! Vão querer saber das minhas fontes — Danielle alertou.

— Pode informar que vieram da delegacia, pois tudo que entregarmos está dentro da lei — ele suspirou fundo — O único “porém” serão as informações que mostrarei agora, estas são sigilosas. Eu quero que queime a imagem dele, duvido que consiga ter uma vida tranquila após isso. Não diga meu nome em momento algum, isso não pode aparecer. Entendam que prendi esse homem duas vezes e já tem cinco processos contra ele, mas conhecendo nosso sistema, saíra impune. Sempre surge com um advogado, por isso, a justiça precisa ser feita ao marcá-lo diante de todo mundo como o desgraçado que ele é — seu semblante estava irado com as injustiças.

Todos se entreolharam, nunca tinham o visto tão focado em acabar com a vida de alguém. Ele arrumou o cabelo e disse:

— Vamos ver os filmes, os depoimentos e em seguida vocês tirem suas conclusões.

Ficaram assistindo e Danielle tomando nota de tudo. Evaldo estava inquieto mudando de posição a cada coisa absurda praticada por Alberto. Uma hora depois se despediram e cada um foi para sua casa com pensamentos diversos, mas cada um ciente do que deveria fazer.

Na manhã seguinte todos os jornais estavam estampando a foto de Alberto o relacionado aos cães fugitivos.

“Dono de chácara mantinha em cativeiro 4 pitbulls sob péssimas condições e sofrendo privação de água e ração. Segundo testemunhas, os animais sofriam choques elétricos para ficarem mais ferozes e recebiam a metade da ração necessária para um animal de grande porte. Com isso ele pretendia transformar os animais em verdadeiras máquinas de matar, os cães são responsáveis pelos ataques em fazendas da redondeza e do ataque de duas senhoras. Quando procurado pela a equipe de reportagem, o suspeito fugiu sem deixar rastros”

Sales leu a reportagem e guardou o jornal embaixo do braço. Entrou na delegacia, com certeza o doutor delegado também já tinha visto.

Fabiana terminava de passar manteiga no seu pão e já ia levando a boca, mas Marcos gritou:

— CARALHO! — Foi correndo mostrar a foto — Olha isso aqui família!

Fabiana ficou sem fala. Marcelo tomou o jornal de Marcos e começou a ler, quando terminou se pronunciou:

— Os cachorros fugiram, pelo o que diz aqui dois foram mortos no lugar. Olha só a crueldade como esse foi morto...

— E para onde eles estão indo? — Conseguiu finalmente perguntar ao filho.

— Acho que a Duquesa está indo para a loja da Dom Luís, foi para lá que eu a levei quando ganhei ela bebezinha. Foi lá que eu a criei dentro do galpão da loja solta, todos os funcionários a conhecem — explicou pensando no animal.

— Mas ela não é mais a mesma, os maus tratos a modificaram. Ela não é mais de confiança, é melhor chamar a carrocinha — Luiza aconselhou.

— É o que eu vou fazer antes de chegar na loja, mas vou pedir que um veterinário a examine. Se estiverem bem, vou deixar em observação numa clínica, depois levo cada um para um loja. Quanto a vocês, tomem bastante cuidado...

Antes de completar o que dizia a campanha tocou e Marcos foi abrir, dando de cara com o delegado.

— Bom dia Marcos, posso falar com sua mãe?

— Claro doutor, entre. Estamos tomando café da manhã — foi encaminhado para a o local onde todos estavam sentados tomando café.

—Bom dia, vamos sentar — Fabiana o convidou.

— Não, obrigado. Já fiz isso, minha patroa só me deixa sair depois de comer algo — enquanto falava olhava o jornal em cima da mesa todo espalhado — pelo visto já souberam das notícias.

— Já sim, estávamos acabando de ler — Fabiana explicou enquanto sentava na mesa ao lado de Luíza e Marcelo.

O delegado se sentou também.

— Senhoras me desculpem interromper, mas eu precisava vir falar com vocês. A notícia do jornal não é toda verdade — falou olhando para as mulheres que o fitavam sem piscar
— Ontem quando os cachorros começaram a fuga eu mandei um homem meu de confiança dar uma olhada por lá, o que encontramos não foi nada agradável.

Parou de falar quando notou que todos os filhos estavam em pé atrás da mãe escutando o que ele falava.

— Posso continuar? Os meninos podem ouvir? — ele ficou com receio diante dos menores.
— Pode continuar, não há nada que eles não possam ouvir. Melhor que saibam do traste que é o homem que doou o esperma para eles estarem vivos.

— Descobrimos que os cachorros o atacaram e ele foi bastante mordido. Escapou de dentro da jaula de um deles, mas antes matou um deles à tiro e outro foi morto numa briga entre eles. Então dois dos cachorros fugiram e ele está muito mal no Gonzaguinha. Hoje pela manhã um informante meu avisou que um irmão e a mãe dele foram pedir a transferência dele para um hospital particular. Segundo meu informante ele está sendo transferido nesse momento para o hospital São Mateus — informou.

Olhou para as mulheres e continuou:

— Tenham cuidado redobrado. Como ele está ferido vai culpar principalmente a senhora, dona Luíza, pelo o que ele está passando. A mente dele não é sadia, já deve estar planejando outra forma de se vingar.

— Agradeço a atenção, Luís Carlos. Vamos nos prevenir ainda mais, acredito que aqui ninguém vá querer fazer uma visitinha.

— Bem, eu só queria mantê-las informadas. Continuem tomando cuidado até que consigamos por ele atrás das grades. Tenham todos um bom dia — se despediu e saiu.

Fabiana e todos ficaram se olhando, em segundos cada um pegou seu destino. Fabiana e Luíza já iam se organizando, mas então Vivi as chamou para ver as notícias na televisão.

“Direto do hospital onde se encontra hospitalizado o responsável pelos cachorros assassinos, chegou aos ouvidos dessa repórter que vos fala, que o mesmo mantinha os cães presos com a intensão de torturar duas mulheres que ainda não sabemos o nome. Ele é acusado de espancar a filha, na época menor de idade, também agrediu a travesti de nome Jaqueline, que foi espancada e teve um braço quebrado, além de agredir uma mulher de nome Carla Santos, por esta ser lésbica. Pelo visto esse senhor, além de homofóbico, é também um louco, porque só assim para justificar as barbaridades por ele cometidas”

A repórter ia falando, ao fundo apareceu um homem numa maca com um braço enfaixado e uns seguranças do hospital fazendo o cordão de isolamento enquanto, mesmo longe do foco, dava para ver Alberto ligado à dois aparelhos, pessoas querendo o agredir e os seguranças afastando para entrarem na ambulância. Rapidamente saíram, mesmo assim algumas pessoas jogavam pedras.

— Essa repórter vai acabar conseguindo colocar a população contra ele. É bem capaz dele ser linchado, não duvido nada — Luíza declarou.

— Para mim ele já morreu faz tempo. Ele e toda a família dele, não quero um dos meus filhos na casa deles. Se um deles quiser ter contato, que eu duvido, bata na minha casa, garanto será bem recebido.

— Ainda bem, minha balinha de café. Quero ele bem longe da nossa família — abraçou a morena.

As duas entraram no carro seguidas de José que fazia 

Fim do capítulo


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