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  • Fabiana & Luíza (Meu Único Amor )vol. 02
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Fabiana & Luíza (Meu Único Amor )vol. 02 por Bel Nobre

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Palavras: 1706
Acessos: 1439   |  Postado em: 18/04/2021

CAPÍTULO 34 FUGINDO

 


A voz de Alberto se fez ouvir nas caixas acústicas espalhadas por todo o ambiente, diminuiu o volume para que só os presentes pudessem ouvir. Suas palavras eram como se realmente estivesse praticando cada barbaridade que falava que iria fazer, todos choravam menos Marcelo que ouvia os latidos de Duquesa avançando em quem batia na grade de sua cela.

Duquesa era a cadela mais doce que Marcelo havia conhecido. Os maus tratos e a fome tinham feito dela uma cadela agressiva e pronta para estraçalhar o primeiro que entrasse em seu caminho, com sorte seria Alberto.

Meia-hora depois ninguém falava nada. Fabiana, a cada declaração do ex-marido, apertava com mais força a mão de Luíza que a abraçou e continuou silenciosa.

— Isso é sério demais, — Geruza quebrou o silêncio — amanhã a Senhora e a madrinha vão conversar com o delegado que está tomando conta da denúncia de violência doméstica, o mesmo que prendeu ele dá última vez.

As duas concordaram e acenaram com a cabeça.

— Tudo isso é muito triste é deprimente, mas não vamos ficar escondidas, com medo do que ele possa fazer. Não vou deixar de viver a minha vida por causa de um louco, mesmo que esse louco tenha me dado todos vocês — Fabiana enxugou as lágrimas com a mão e secou na barra da saia longa que usava.

— Amanhã eu entro em contato com a juíza amiga minha. Vou mostrar tudo isso é pedir um mandato de prisão preventiva — Geruza disse acalmando a madrinha.

— Não tem mais nada que se possa fazer hoje, portanto Marcelo, não faça justiça com as próprias mãos. Não suportaria ver você ou qualquer um preso por causa daquele homem — Fabiana alertou Marcelo.

— É o que ele merece por tudo que tem feito a gente passar. Quem concorda levanta a mão — Marcos falou sério pela primeira vez e todos levantaram a mão.

— Não é dessa forma que deve ser resolvido. A justiça está aí para isso, eu já entreguei nas mãos de Deus faz é tempo — completou olhando para cada um dos filhos.

Fabiana respirou fundo e tratou de mudar de assunto:

— Vivi, meu anjo. Eu conversei com a Luíza... Espera... Meninos, vocês já podem subir, minha conversa e com essa mocinha aqui.

Ninguém ficou onde estava, todos se foram de mansinho e seguindo para seus quarto.

— Bem, como eu ia dizendo. A Luíza clareou umas ideias e mesmo eu não sabendo como as coisas funcionam entre você e essa menina, mas de uma coisa eu tenho certeza. Ou você fica com ela ou fica com um garoto, com os dois ao mesmo tempo não vou permitir. Você está atendendo?

— Mamãe eu estou ficando só com ela já faz uns oito messes, se não der certo a gente se separa, na boa.

— Ela falou que vocês tinham ficado com um garoto, as duas ao mesmo tempo.

— A gente tinha brigado. Fiquei com o cara para fazer ciúmes a ela — falou rindo.

— Ela foi por quê?

— Ela disse que foi para saber se ele beijava melhor do que eu. Parece que não beija, pois ela ficou comigo.

— Tenha cuidado meu bem, essa Helena pode ser demais para você. Ela é muito moderna, muito mais vivida que você, parece ser mais experiente e eu não quero que se machuque — passava a mão na cabeça da filha com carinho.

— Não se preocupe mamãe, eu tenho tudo sob controle. Ela é que tem que ter cuidado comigo, afinal, os Linhares vieram para essa vida para matar de amor a humanidade — deu uma risada olhando Luíza de cara amarrada — pelo menos as mulheres dessa família vieram, né dona Fabiana?

As três subiram as escadas rindo e conversando amenidades, mas de longe podiam ouvir as gargalhadas sonoras de Fabiana.

Marcelo saia do banho quando ouviu o som da risada da mãe e jurou baixinho:

 — No que depender de mim, seus dias estão contados Alberto.

O delegado estava muito ocupado assinando transferência de alguns presos para a penitenciária, como tinha no meio um filho de um deputado que foi preso numa festa raive regada de prostituição e consumo de drogas, a delegacia estava um inferno com repórteres por todo lugar. Ouviu três batidas na porta e mandou entrar.

— Fecha a porta e tranca, isso aqui hoje está infernal.

— Tudo isso por causa do filho do deputado? — Sales se sentou, antes tirou a arma detrás do corpo e depositou em cima da mesa.

— Esse mesmo. Esses merdinhas fazem tudo da forma que querem e quando são pegos aparece advogado até do inferno para tirar o desgraçado das grades.  Me diga o que descobriu sobre o tal Alberto, alguma notícia?

— Nada, desapareceu no ar. Já está a mais de uma semana assim, já coloquei meus contatos em ação e nada ainda.

— Ele deve estar por perto, só esperando uma chance para dar o bote, aí então a gente bota as mãos nele — o delegado tirou de dentro da gaveta uma caixa contendo balas.

Retirou da caixa seis e colocou no bolso da calça, em seguida guardou a caixa novamente.

— Não deixe ser visto. Uma hora ele aparece. Já deu uma olhada se ele não está seguindo a ex-mulher ou a mulher dela?

— Foi a primeira coisa que fiz. Coloquei alguém seguindo-as 24 horas, além delas terem um segurança particular, mas como esse é um caso atípico vamos fazer do nosso jeito senhor?
— Sim, na hora que pegarmos ele. Daqui vamos mandá-lo direto para o presídio sem autorização do juiz, vai ser tudo pelas vias secretas. O delegado do presídio já está esperando e quando ele chegar com os outros transferidos dentro da lei. Ninguém vai olhar a documentação.

— Já cuidei para um grupo espalhar lá dentro que ele estuprou e matou uma garotinha de quatro anos filha de um traficante. Com isso a hospedagem dele lá vai ser muito curta.

— Por falar nisso, o senhor ficou sabendo daquele outro que foi nessas mesmas circunstância e não aguentou a pressão e acabou se enforcando?

— Esses bostas são muito valentes com mulheres, mas quando se veem dentro de um presídio se cagam todo — levantou de uma vez colocando a arma na cintura.

Trancou sua gaveta, enquanto juntava alguns papéis concluiu:

— Vamos trabalhar. Vou lá dar uma entrevista, enquanto pelos fundos da delegacia o camburão faz transferência dos elementos para o presídio.

— E eu vou fazer uma ronda e dar uma passada no sítio, ver se nesse tempo o homem já chegou por la — já estava abrindo a porta quando o delegado chamou de volta.

— Sales, todo cuidado é pouco, principalmente agora que eu prendi o filho do deputado. Ele vai colar no meu pé atrás de rastros para tomar meu cargo — falou sério, ciente do que viria com a prisão do rapaz e sabendo, também, que o que não faltava era policial corrupto querendo o derrubar para assumir seu posto de delegado.

— Pode deixar doutor. Nessas coisas eu ando só para não ter testemunha que possa um dia me chantagear ou ao meu superior, no caso o senhor.

— Ótimo, faça tudo na surdina — quando abriram a porta e saíram para a recepção o circo estava montado com repórteres e fotógrafos espalhados por todo lugar.

— Bom dia senhoras e senhores, vou dar uma entrevista coletiva na sala de reunião, porque aqui vocês estão tumultuando o ambiente. Dona Raimunda, leve os repórteres para a sala de reunião e os sirva café e água — aguardou que todos seguissem para a sala.

Somente uma ficou, era uma repórter que trabalhava na parte investigativa e suas matérias, sempre eram sobre crimes. Os dois conversavam já se conheciam e passavam em sigilo informações um para o outro. A repórter o deixava a par de tudo sobre o mundo dos que tem dinheiro e vivem fazendo coisas ilícitas, já o delegado a mantinha a par do que a justiça andava fazendo ou escondendo.

— Dr. Luís Carlos, o senhor soube dos cachorros que estão em fuga atacando qualquer um que passe na sua frente? — A repórter falou baixinho.

— Não. Não chegou nada aqui, onde foi isso? E os donos do animal já foram responsabilizados? — Tirou um copo descartável do saco e colocou um pouco de café, em seguida tirou outro e fez o mesmo procedimento, passou um para a repórter.

— Ninguém sabe quem são os donos, eles estão vindos por dentro do mato e estão estraçalhando tudo que encontram pela frente.

recebeu o copo das mãos do delegado e sorveu dois goles da bebida quente. Depois de um suspiro satisfeito ela continuou:

— Alguns donos de chácaras dizem que são cinco, outros dizem que são seis. O fato é que a senhora que foi atacada disse que eram mais, porém somente um a atacou, os outros ficaram olhando. Seu marido conseguiu chegar rápido e matou dois, os outros dois fugiram. Já na chácara atacaram galinhas e patos, cada um arrastou um bicho na boca, o dono disse que eram três e nunca tinha visto tanta violência na vida.

— Qual a raça dos cachorros? — seu instinto de polícia avisava que algo não estava dentro dos parâmetros.

— Pitbull, todos eles.  Duas fêmea e um macho, sendo este último, segundo os relatos, o mais violento.

O delegado sentiu uma fisgada na ponta da nuca, isso só acontecia quando tinha quase certeza do desenrolar de uma investigação ou quando seu sexto sentido avisava para seguir aquela linha de raciocínio, nunca errava.

— Vá indo na frente, não posso entrar com você para evitar falatório ou acharem que estou escondendo algo que só você deve saber, entende meu lado?

— Claro doutor, até porque se entrarmos juntos vão achar que estamos dividindo a mesma cama para que eu possa saber das notícias antes de todo mundo. Eu dou importância demais à minha profissão para manchar com falatório — declarou e o delegado sorriu concordando com a moça cheia de princípios morais.

O que o faz a admirar mais ainda.

Quando se viu só na sala, tirou o celular do bolso, desceu o dedo sobre a lista de contato encontrando o nome que queria.


Continua...


Fim do capítulo

Notas finais:

 

 

 


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