• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • O amor e suas nuances
  • Capitulo 23

Info

Membros ativos: 9553
Membros inativos: 1642
Histórias: 1984
Capítulos: 20,573
Palavras: 52,240,235
Autores: 785
Comentários: 106,291
Comentaristas: 2559
Membro recente: julietevelozo

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • RISCOS
    RISCOS
    Por lorenamezza
  • Srta Matsuzaki
    Srta Matsuzaki
    Por EmiAlfena

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • The party
    The party
    Por Rose Thorns
  • Os
    Os Anjos Vestem Branco
    Por Vandinha

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

O amor e suas nuances por Gabi2020 e Duda Fagundes

Ver comentários: 3

Ver lista de capítulos

Palavras: 2240
Acessos: 1683   |  Postado em: 12/04/2021

Capitulo 23

 

Fui o caminho sem conseguir esquecer o olhar da Marina, se ela ao menos desse algum sinal...Mas vamos esquecer, hora de botar um sorriso no rosto, daqui a pouco chego em Goiânia e reencontro minha família, estou morrendo de saudades de todos.

Antes de chegar em casa, parei em frente ao prédio da Lara, liguei e ela pediu que eu subisse, olhei para o relógio e ainda era cedo, dava tempo de dar um beijo em minha amiga.

- Dudinha que surpresa boa, como você tá? Feliz natal!

- Ai Lara minha cabeça tá uma confusão só! Feliz natal amiga.

- O que houve? Quer conversar. Senta aí.

Lara apontou o sofá e foi buscar água, não queria trazer problemas à ela, mas precisava falar com alguém.

- Antes me diga e você e a Janine?

Lara deu um sorriso sacana, conhecia bem aquela cara de safada.

- Estamos nos conhecendo, como ela mesmo diz estamos nos permitindo.

- E você tá curtindo?

- Demais, ela é fofa, mas sabe ser firme...Ainda é cedo para afirmar alguma coisa, mas acho que tem futuro.

- Fico feliz em saber, e você toda preocupada com o lance de idade, quanta besteira!

- Ah é complicado Duda, ela está no último ano de economia, e falou que adora frequentar as festas da faculdade e eu não tenho mais pique pra isso.

- Deixa de ser boba, mas é claro que tem.  E esse lance de ser DJ, é a profissão dela mesmo?

- Por enquanto sim, mas ano que vem ela vai fazer estágio e aí não sabe se vai conseguir conciliar as duas coisas.

- Preciso conhecê-la direito.

- Não seja por isso, ela está aqui.

Fiquei sem graça.

- Ai Lara desculpa, atrapalhei vocês.

- Imagina Duda, estávamos vendo um filme.

Lara foi chamar Janine e eu fiquei pensando se falava ou não da minha conversa com a Marina.

- Janine essa é a Duda, Duda essa é a Janine.

Saí dos meus devaneios, quando Lara voltou com uma morena altíssima, não lembrava que era tão alta assim, Janine foi super simpática, me agradeceu por ter levado Lara até ela e combinamos depois que eu voltasse de viagem, iríamos marcar um jantar.

- Gente preciso ir, só passei pra dar um beijo, daqui a pouco viajo.

- Nem conversamos Duda.  Lara me olhou séria.

- Não é nada demais, beijos meninas. Disse levantando e dando um beijo em Janine.

- Te acompanho, vamos.

Lara foi comigo e no elevador perguntou o que tinha acontecido, falei rapidamente da minha conversa com Marina e que me sentia mal por gostar dela.

- Duda você está apaixonada.

Não foi uma pergunta e sim uma afirmação, estávamos na frente do meu carro.

- Mas não posso, ela é casada.

- E essa despedida cheia de palavras não ditas.

- Não sei mesmo. E ainda tem a Helena.

- Arruma esse coração primeiro, antes de pensar em se envolver com a Helena ou a Marina e cuida da cabeça.

- Pode deixar, agora vou mesmo, Cris já me ligou duas vezes.

- Vai levar mesmo a mala extra?

Dei risada, de fato, Cris não era nada agradável.

- Tinha prometido, tenho que levar.

Nos abraçamos, desejamos feliz ano novo e me despedi de Lara com um selinho. Ela bagunçou meu cabelo e mandou que eu tivesse juízo.

Cheguei em casa e Cris estava uma fera, disse que perderíamos o voo, que eu era irresponsável e mais um monte de coisas, que nem dei o trabalho de ouvir. Tomei um banho e vesti uma roupa confortável.

- Vamos, já chamei um táxi.

Estava na porta com a minha mala.

- Cadê minha bagagem?

- Não sei, vamos logo, o táxi já chegou.

- Deixa de ser ruim pega as minhas coisas, minha mão tá machucada.

Respirei fundo e peguei a mala e a frasqueira da folgada. O trajeto até o aeroporto foi rápido, como já tinha feito o check-in, só despachamos a bagagem e fomos para a sala de embarque.

Cris estava animada, parecia criança.

- Nem acredito que depois de tanto tempo vou viajar.

- Não exagera, você foi para a casa da sua mãe faz pouco tempo.

- Mas é diferente, fui de ônibus...Andar de avião é muito bom.

Sem atrasos chegamos em Goiânia, dessa vez quem me esperava era meu pai, fiquei tão feliz em vê-lo, nos abraçamos por um bom tempo, Cris foi simpática.

Chegamos à casa do meu avô e foi uma festa, estavam meus tios, primos, sobrinhos. Bom demais.

Como ninguém sabia do nosso processo de divórcio, Cris e eu iríamos dividir o mesmo quarto e a mesma cama, para meu desgosto, mas deixaria passar, já está terminando.

O jantar foi servido na grande mesa da varanda, o calor era terrível, mas havia vários ventiladores espalhados para amenizar o desconforto, Cris estava bastante incomodada e mal tocou na comida.

- Não está gostando filha? Perguntou meu avô ao ver o prato remexido.

- Não, estou sem fome mesmo, comi no avião.

Cris mentiu de forma descarada, pois reclamou muito do que foi servido no avião, biscoitos de polvilho e água, ela ainda pediu que eu comprasse um lanche, mas me recusei.

- Então se prepare viu? Amanhã você vai experimentar arroz de pequi.

Cris arregalou os olhos e me olhou em busca de socorro.

- Tenho certeza de que ela vai adorar vô.

Após o jantar, levei Cris até a cozinha e pedi à dona Zefa que preparasse um lanche para ela, deixei-a comendo e fui até a sala conversar com meus pais, aproveitei que todos estavam na varanda e contei sobre o pedido de divórcio, minha mãe foi a que ficou mais feliz, já queria me trocar de quarto, mas pedi que por enquanto não comentasse nada, para não gerar comentários.

- Nem devia ter trazido então!

- Mãe depois que comprei as passagens, é que entrei com o pedido.

- Desse um jeito de não trazer, ela olha tudo com cara de nojo.

Meu pai que até então estava calado, disse:

- Deixe de ser implicante, ela só não está acostumada a essas coisas da roça, quero só ver ela comendo o arroz de pequi, filha explica pra ela que não pode morder, por causa dos espinhos.

- Tá bom pai.

Fomos deitar já tarde da noite, enquanto Cris roncava alto, eu trocava mensagens com Helena, ela estava toda fofa, perguntou como foi a viagem, se estava calor, não gostou nada de saber que dividiria a cama com a Cris, expliquei o motivo, mas Helena foi de uma grosseria que fiquei sem palavras e o diálogo que começou tão bem, terminou com um boa noite seco.

“Dane-se também! Helena prepare-se, você será ignorada por um bom tempo ou até me pedir desculpas.”

Como estava sem sono, fui para sala e fiquei de conversa com meus primos, relembramos várias histórias de Brasília e me surpreendi ao descobrir que todos sabiam do meu rolo com Renata.

- Vocês nem disfarçam, só a tia Lídia não percebe e seus pais também. Dizia Artur às gargalhadas.

- Fala baixo cara! Meu pai tá lá fora com o vô.

- Os dois estão bêbados já.

- Mesmo assim, isso é segredo.

- Que todo mundo sabe. Completou Larissa.

Balancei a cabeça e fui à cozinha pegar uma cerveja, quando estava voltando, meu celular vibrou com uma mensagem, achei que era Helena, mas era Marina perguntando como tinha sido a viagem, se estava tudo bem. Respondi que sim, perguntei como ela estava e a resposta foi uma carinha triste, fiquei preocupada e liguei em seguida.

- O que houve Marina?

- Oi Duda, nada demais, só estou um pouco triste.

- Aconteceu alguma coisa? O César disse algo que te chateou?

- Não...É saudade.

Não entendi nada, saudade de que?

- Saudade?

- Saudade do que não vivi Duda, e sei que não vou viver.

- Não fale assim, você está sensível e às vezes ficamos melancólicas, mas não fica assim tá? Amanhã é um novo dia.

- Tem razão, desculpe por incomodar...

- Não. Você não incomoda, quando precisar é só chamar.

- Pode deixar. Como estão as coisas aí?

- Estou na casa do meu avô, é uma delícia, meus primos estão aqui também, tá uma farra. Amanhã vamos comer arroz de pequi...

- Nunca comi, tenho vontade de experimentar, dizem que é um experiência única.

- Com certeza, um dia trago você aqui só pra você conhecer meu avô e provar o arroz.

- Promete mesmo?

Tão bonitinha Marina empolgada!

- Palavra de honra!

Conversamos mais um pouco, até que precisamos desligar. A conversa com Marina fluía de forma leve e ao contrário de Helena sem cobranças. Terminei minha cerveja e fui dormir.

O dia seguinte começou com um delicioso café da manhã, Cris estava mais sociável para meu alívio, passei a manhã toda na piscina e só saí na hora do almoço, as panelas fumegantes estavam na mesa e o cheiro era convidativo, meu avô pegou Cris pelo braço e conduziu até a mesa.

- Quero que você seja a primeira provar, faça as honras.

Cris ficou apreensiva, colocou uma colher de arroz e meu avô interveio:

- Que isso menina, coloca mais!

Fiquei com pena dela, e resolvi ajudar.

- Vô vamos com calma, ela nunca comeu, deixa ela provar.

Cheguei perto de Cris e disse eu seu ouvido:

- Cuidado com o pequi, tem espinhos, não morde.

Ela me agradeceu e comeu, pela cara detestou, mas disse que estava ótimo, todos aplaudiram e fomos comer, minha mãe me cutucou:

- O que você falou pra ela?

- Pra tomar cuidado com os espinhos.

- Devia ter deixado ela morder.

- Credo mãe! Dei risada, não adianta, minha mãe e Cris não se suportam.

Minha mãe deu de ombros e continuamos a comer, no final da tarde Renata chegou para me buscar, Cris achou que o pedido era estendido a ela, mas minha prima disse que era só para as madrinhas, pois no dia seguinte logo cedo iriam nos maquiar e pentear. Ouvi risadinhas dos meus primos e Renata olhou sem entender nada.

Chegamos à fazenda já de noite, o clima estava abafado, mas o lugar era tão lindo, que nem me importei, logo que entrei estranhei não ter ninguém, perguntei por tia Lídia e minha prima disse que ela só viria no dia seguinte.

- E as madrinhas?

Renata que estava atrás de mim, soprou no meu ouvido:

- A fazenda é só nossa, vem! Quero uma despedida de solteira completa.

- Filha da mãe! Vão desconfiar Renata.

- Vão nada, agora vem.

Fui puxada para o quarto e tivemos uma noite gostosa, Renata usou e abusou do meu corpo e eu aproveitei cada segundo, precisava de um tempo pra mim e esquecer a confusão que estava minha vida.

- E você Duda? O que acontece?

Estávamos deitadas na imensa cama de casal, Renata deitada em meu peito, fazendo carinho em meu braço.

- Nada demais.

- Olha a noite foi ótima, você uma delícia como sempre, mas te senti meio distante em alguns momentos.

- Desculpa, mas estou numa fase difícil.

Renata deitou de lado, apoiando a cabeça em uma das mãos.

- Ainda a Cris?

- Também, mas já está quase resolvido, pedi o divórcio e mês que vamos oficializar.

- Que coisa boa, você devia estar feliz.

- E estou, mas ainda tem muita coisa a ser resolvida.

Renata ficou esperando que eu disse mais alguma coisa, mas preferi não falar, não que não confiasse na minha prima, mas não queria estragar o momento dela. Diante da minha mudez, ela pulou no meu colo e agarrando meu pescoço disse:

- Vamos esquecer os problemas e curtir o momento.

Foi o que fizemos, nos entregamos mais algumas vezes até cairmos num sono profundo, só acordamos com o barulho do carro da tia Lídia, Renata correu para o quarto de hóspedes e eu fui para o banheiro tomar um banho e tirar o cheiro de sex*.

O casamento foi realizado logo após o almoço e foi uma cerimônia muito bonita, Renata entrou de braços dados com meu pai e estava linda, o sorriso permanente em seu rosto, Conrado quando a viu abriu a boca, aliás o noivo de Renata era uma figura, usava terno branco e botas e para completar um chapéu de cowboy. A cerimônia foi bem comovente, talvez um pouco demorada, pois o noivo resolveu discursar por um bom tempo e ao final estavam todos cansados e com calor.

A festa rolou até tarde, quando os noivos se despediram, ficamos mais um tempo aproveitando, Cris estava animada, bebeu além da conta e tentou me beijar, mas não dei bola.

Passamos o resto da semana e o ano novo em Brasília na casa dos meus pais. Nesse meio tempo Helena sumiu, também não fui atrás.

Meia noite chegaram algumas mensagens no meu celular, a primeira era da Silvinha, a segunda eram de Flavinha e Bia e a terceira era a foto de uma taça de champanhe, com a legenda: Feliz ano novo Duda! Era mensagem da Marina, senti falta de algumas palavras, mas respondi com um feliz ano novo.

No céu os fogos pipocavam e coloriam, num lindo espetáculo, meus pais abraçados na varanda sorriam e Cris sentada na cadeira tirava fotos, ergui minha taça e disse baixinho:

- Feliz novo ano Maria Eduarda!

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

 

Olá meninas,

Duda está merecendo um refresco né? Podexá!


Beijos e até sexta!


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 23 - Capitulo 23:
Gabriella Herculano
Gabriella Herculano

Em: 12/04/2021

Eitcha Duda terrível kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk adorei, ri demais com essa história.

Estou na torcida por Marina, puxa, a fila andou e Lara ficou com uma DJ, que dó kkkkkk

Time DuLar segue chorando kkkkkkkkk

bjs


Resposta do autor:

 

Oi Gaby,

Lara cansou de esperar a Duda terrível e fez a fila andar.

Será que Marina vai aproveitar?


Beijos

Responder

[Faça o login para poder comentar]

fernandail79
fernandail79

Em: 12/04/2021

Oi, autora!

 

Nem acredito que a Duda transou! Aleluia!

 

A Marina parece apaixonada. Pena que não tem coragem de largar aquele idiota pra viver o que ela sente.

 

Lara parece mesmo que está em outra. Não faço ideia com quem Duda vai ficar.

 

Adorei o capítulo!

 

P.S.: Duda é passiva na cama? Kkkkkkkkkkk!!!


Resposta do autor:

.

Que mané passiva rapá kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Sou Duda, a terrível, me classifico como relativa, mas, se quiserem aproveitar do meu corpitcho eu não posso negar esse prazer as moças.

bjs, Duda :)

Responder

[Faça o login para poder comentar]

brinamiranda
brinamiranda

Em: 12/04/2021

Ahhhh, que o próximo ano seja mais suave ne amiga?, que bom que vem esse refresco para a Duda, ela está merecendo,

Tadinha da Marina, mas, vai chegar os dias de glória rsrsrsrs porque os de luta estão incontáveis...

bjim


Resposta do autor:

 

Oi Sá!

Dudinha merece demais!!


Beijos

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web