• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Perdida em Você!
  • Capitulo 59 Será que eu posso entrar?

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Luz e Escuridão
    Luz e Escuridão
    Por Thaa
  • Eclipse
    Eclipse do Coração
    Por Paloma Lacerda

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Perdida em Você! por Kivia-ass

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 2039
Acessos: 2306   |  Postado em: 16/01/2021

Notas iniciais:

Oioioi capitulo novinho aqui pra vocês!!!

Estamos já no final. :/ 

Capitulo 59 Será que eu posso entrar?

POV ALISSON

 

 

       Nem sei por quantos dias passei trancada no meu quarto praticamente incomunicável, os meus únicos contatos eram com meus pais. Não tentei conversar com Sofia, respeitei o espaço dela e estava decidida a aceitar o intercambio, já que não tenho nada mais me prendendo aqui.

 

-Filha? Posso entrar? – Meu pai colocou a cabeça pra dentro do quarto.

 

-Claro pai! – Bate na cama pra que ele se aproximasse.

 

-Vim avisar que o almoço está pronto. – Ele bagunçou meus cabelos da forma que sempre fazia. –Melhor a gente ir logo, Ana está nos esperando.

 

-Então não vamos demorar, ela vira o bixo. – Rimos juntos e saímos do quarto abraçados.

 

       Ana tinha feito minha comida favorita e ultimamente eles andavam me mimando mais que o normal, talvez seja por eu ter decido ir pro Canadá e eles se animaram com a minha decisão.

 

-Filha já terminou de organizar suas coisas? – Meu pai me questionou durante o almoço.

 

-Já sim pai, não pretendo levar muitas coisas. – Ana sorriu e eu retribui.

 

-Fico feliz que tenha tomado a decisão certa Ali! – Ana estava mais empolgada que qualquer outra pessoa.

 

-Eu já decepcionei vocês demais. – Abaixei a cabeça envergonhada. – Eu preciso dar um rumo na vida, dar um pouco de orgulho pra vocês!

 

-Filha, nós amamos você! Você teve sim escolhas erradas, mas nunca deixaremos de amar e apoiar você!  - Me emocionei com as palavras do meu pai.

 

-Eu também amo muito vocês dois, vocês são os melhores pais que eu poderia ter! – Demos as mãos e sorrimos juntos, minha família é meu bem mais precioso.

 

       Terminamos o jantar e fomos arrumar a cozinha os três juntos, era incrível toda a nossa sintonia.

 

-Hoje o Philip me ligou. – Ana disse enquanto secava a louça. – Ele me perguntou se está tudo certo pra sua viagem, ele inclusive pediu indicação pra uma outra aluna, mas só tem uma pessoa em mente.

 

-Está mais que pronto, eu estou começando a me animar com a ideia! – Meu pensamento me traiu e vagou lá em Sofia. – Ela já decidiu.

 

-Acho que vocês deviam conversar. – Meu pai disse me fazendo o encarar. – Filha, as coisas precisam de dialogo, e vocês nem se deram a oportunidade de conversar.

 

-Pai, ela tomou a decisão dela. – Suspirei derrotada. – Eu não posso interferir e prejudicar ainda mais a vida dela.

 

-Ali, eu nunca vi você tão bem com uma pessoa. – Ana deu um afago em meus cabelos. – Nem mesmo com aquela garota, você tem um brilho no olhar diferente quando se trata de Sofia, não deixe isso acabar!

 

-Gente eu não posso querer por duas, ok? – Passei a mão no rosto por desespero. –Ela já decidiu, ela não me quer aqui.

 

-Tudo bem minha filha, nós vamos estar aqui sempre por você. – Meu pai me abraçou. – Mas esperamos que vocês um dia se acertem!

 

       Eu não posso forçar Sofia a ficar ao meu lado, eu sou uma pessoa completamente cheia de erros. Irei respeitar a escolha dela, só não queria partir sem antes me despedir devidamente.

 

       Resolvemos assistir um filme depois do jantar, e ultimamente nós não nos desgrudávamos e eu estava amando esse mimo todo. Escolhemos um filme de ação que era o gênero preferido de papai e no acomodamos melhor. Já estávamos no meio do filme quando a campainha começou a tocar.

 

-Deixa que eu vou. – Levantei bufando e meu pai gargalhou.

 

-Quer que eu pause filha?

 

-Não precisa, seja quem for eu vou dispensar rapidinho. – Fui correndo até a porta.

 

      Não estávamos esperando ninguém, então seja quem fosse eu dispensaria logo.

 

-Já vai, pra quê tanta pressa? – Dizia enquanto a campainha tocava novamente. – Sofi?

 

 

POV SOFI

 

 

          Depois da minha conversa com Rafa, eu resolvi tirar uns dias pra colocar minha cabeça no lugar, fui pra fazenda dos meus pais e me isolei um pouco. Rafaela tinha razão, eu precisava conversar com Alisson antes de tomar qualquer decisão. A ideia de Natália não era ruim, mas meus pais dificilmente concordariam em me ver morando em um outro país com Alisson. Mas se eu realmente quisesse ficar com ela eu precisaria enfrenta-los. Passei esses dias sem me comunicar com ninguém, apenas com meus pais, fiquei em total contato com a natureza.

 

        Voltei pra casa e decidi propor a ideia pros meus pais, sei que o intercâmbio seria difícil, mas eu poderia terminar meus estudos por lá, com o dinheiro da minha poupança que meus pais fizeram quando eu era criança.

 

-Oi minha filha, que bom que você chegou. – Beth me abraçou assim que eu entrei. – Estou preparando uma jantinha, seus pais ainda não chegaram.

 

-Então vou tomar um banho, e desço pra te ajudar. – Dei um beijinho nela e fui ver o Chico que fez uma festa quando eu cheguei.

 

           Brinquei com meu cachorro e lembrei exatamente do dia em que Ali me deu o Chico, eu estava péssima e ela sempre teve o dom de me arrancar um sorriso no rosto. Alisson mesmo com esse jeito sem jeito ela me fazia feliz, e eu amava isso nela. Tomei meu banho e fui ajudar Beth com o jantar.

 

-Oi filha. – Minha mãe entrou na cozinha e me beijou enquanto eu ajudava Beth com a salada. – Que bom que voltou, já estávamos com saudade.

 

-Oi mãe, oi pai. – Sequei as mãos e beijei os dois. – Eu também estava morrendo de saudades.

 

-Descansou? – Meu pai perguntou, e eu dei meio sorriso pra ele.

 

-Descansei papai, estava precisando de um pouco de descanso, um contanto maior com a natureza. – Ele me deu beijo.

 

-Que bom filha! Beth, esqueci de te avisar, mas eu chamei Rafa pra vir jantar conosco. – Olhei confusa pro meu pai. – Desculpe filha, eu não sabia que você chegaria hoje.

 

-Está tudo bem pai, Nath também vem? – Perguntei e ele sorriu.

 

- Vem sim filha, convidei as duas. – Beth separou mais dois pratos e eu fui acrescentar mais salada. – Sua mãe e eu vamos tomar um banho e já já descemos.

 

-Ok, não demorem. – Continuamos preparando o jantar e esperando as meninas chegarem.

 

         Nath e Rafa chegaram e começamos a colocar o papo em dia, quem visse a gente a um tempinho atrás jamais imaginaria essa cena. Minha ex-namorada agora é atual namorada da minha prima, muita loucura pra entender, mas hoje em dia eu sei que ninguém manda no coração e eu estava feliz por elas, era inevitável dizer que as duas combinavam muito juntas.

 

-Rafa, já tem data prevista pra voltar a trabalhar? – Meu pai perguntou quando estávamos todos reunidos na mesa do jantar.

 

-Se depender de mim tio, só quando o medico me garantir que ela esteja 100%. – Natália respondeu e Rafa revirou os olhos.

 

-Meu Deus, parece que eu tenho cinco anos de idade. – Rafa respondeu e todos riram.

 

-Você está certíssima Nath. – Mamãe disse se virando pra Rafaela. – Mas o bom que você usa esse tempo pra estudar pro concurso.

 

-Verdade dona Helena, eu tô estudando muito, quero muito passar. – Rafa era muito esforçada e eu amava isso nela. – Falar em estudar, você pesquisou aquelas universidades Sofi?

 

-Tá pensando em mudar de faculdade filha? – Meu disse após dar um gole no suco. –Algum problema com a atual?

 

-Não pai, não tem nenhum problema. – Essa era a hora de contar pra eles minha decisão. – Na verdade pais, eu estou sim olhando algumas outras universidades, porém no Canadá.

 

-No Canadá filha? – Minha mãe olhou confusa. – Por que isso agora?

 

-Mãe, eu andei pesquisando e acho o ensino de lá melhor e me graduar lá vai me abrir várias oportunidades. – Tentava explicar minha decisão. – A Ana madrasta da Ali conseguiu um intercambio pra ela lá, e eu achei uma boa ideia ir também.

 

-Sofia isso é sério? – Meu pai cruzou as mãos e me encarou serio. – Isso tudo por conta daquela garota? Aquela que só meteu você em confusão?

 

-Pai não é nada disso.

 

-RAFAELA QUASE MORREU POR CULPA DELA. – Meu pai alterou a voz e todas olharam assustadas pra ele.

 

-Otávio, para! – Minha mãe tentava acalma-lo. – Olha as meninas.

 

-Tio calma. – Natália interveio na conversa. – Alisson errou, mas não vamos puni-la o resto da vida.

 

-Natália, eu não consigo aturar essa garota. – Meu pai se levantou ainda alterado. – Sofia, você não tem ideia do que sua mãe e eu passamos no dia em que você estava nas garras daquele vagabundo, por culpa dela.

 

-Pai eu não vou admitir que você a culpe dessa maneira. – Eu já começava a me irritar também. – Alisson é vitima assim como eu.

 

-Dr Otávio, vamos manter a calma. – Rafa que até então só ouvia a discussão, tentou entra no meio. –Olha, eu sei que isso não é assunto nosso, mas Sofia é uma pessoa responsável, e sei que essa oportunidade de estudar fora será incrível pro campo profissional dela.

 

-Rafa, se não fosse por você, talvez Sofia nem estivesse entre nós aqui agora. – Meu pai tentava argumentar, isso me deixava mais irritada.

 

-Ela errou, mas ela já pagou o que devia. Otávio escuta, Elas se amam e Alisson não teve qualquer interferência nessa decisão, entenda o lado de Sofia.

 

-Ok, eu não vou ficar discutindo isso aqui. – Meu pai passou a mão nos cabelos, tentando se acalmar.

 

-Olha Otávio, Sofia é maior de idade e nós dois não podemos trata-la assim. – Minha mãe se virou pro meu pai e continuou dizendo. – Se ela quer estudar, e quer pensar em um futuro melhor pra ela eu irei apoia-la e espero que você faça o mesmo.

 

-Obrigada mãe! Pai, eu nunca faria nada pra decepcionar vocês. – Fui até ele e o abracei. – Eu a amo, e além de pensar no meu futuro eu quero que ela também tenha um futuro.

 

-Me desculpe minha filha. – Meu pai deixou uma lágrima rolar. – Eu só não quero perder minha filinha.

 

-E não vai pai!

 

       Ficamos ali um tempo tentando acalmar os ânimos e tentar resolver essa minha decisão. Beth trouxe um café e eu fui mostrar meu pai as opções das universidades que eu tinha em mente.

 

-Bom, já que os ânimos se acalmaram acho melhor irmos embora né amor? – Nath chamou Rafa. – Vamos?

 

-Vamos, obrigada pelo jantar Dr Otávio e Dona Helena. – As meninas se despediram e eu decidi uma coisa.

 

-Vocês podem me dar uma carona? – Elas olharam confusas. – Vou ir á casa de Ali.

 

-Essa hora filha? – Minha mãe me olhou repreensiva.

 

-Sim mãe, eu preciso conversar com ela agora. – Dei  um beijo nos dois e sai com as meninas.

 

        O caminho inteiro foi tranquilo, Nath e Rafa me deu apoio e isso era bom, pois confesso que eu estava um pouco nervosa com a situação.

 

-Boa sorte tá Sofi. – Rafa me disse quando Natália estacionou em frente a casa de Ali.

 

-Obrigada por tudo meninas. – Despedi e desci do carro em direção a porta.

 

         Toquei a campainha com as mãos tremulas, e quanto mais os segundo passavam meu nervosíssimo aumentava. Toquei mais uma vez e ouvi a voz dela me pedindo pra esperar.

 

-Sofi?

 

-Oi, será que eu posso entrar?

Fim do capítulo

Notas finais:

Será????


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 59 - Capitulo 59 Será que eu posso entrar? :
Lea
Lea

Em: 26/11/2021

Aí meu Deus. Eu já falei que amo a Sofia? Pois é,eu amo a Sofia,e ela juntinho da Alisson amo mais e mais!!!!!!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Anny Grazielly
Anny Grazielly

Em: 14/03/2021

Aiaiaiiaiaiaaii... feliz demais 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web