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A culpa é do Zodíaco por May Poetisa

Ver comentários: 2

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Palavras: 2583
Acessos: 2500   |  Postado em: 01/01/2021

Notas iniciais:

Não existe crime perfeito, sem ponta solta, tem que ter um suspeito.    

III. Pistas

 

III.                 Pistas

 

 

- Alô!

 

- Ohana é a Aisha, depois da sua notícia destacando para ligarem para polícia no caso de pistas, recebemos uma ligação. A informação é vaga, mas, para quem não tinha nada.

 

- Ainda bem que consegui colaborar. Posso auxiliar em algo mais?

 

- Tem compromisso para o almoço?

 

- Não.

 

- Então passo no jornal para te pegar ao meio dia e conversamos melhor.

 

A ligação foi encerrada e a jornalista sentiu que estava no caminho certo. O período da manhã passou bem rápido. Não queria deixar a investigadora esperando, uns minutos antes do horário já ficou aguardando na recepção, a loira é muito pontual e parou seu Audi A3 bem em frente do jornal.

 

- Boa tarde!

 

- Boa tarde, tem alguma preferência por restaurante ou alguma restrição alimentar?

 

- Não.

 

- Então vamos numa churrascaria na Nações Unidas.

 

- Ainda não conheço nada da cidade, só fui ao cinema no shopping.

 

- Já acostumou com o município?

 

- Não, nem completou uma semana que cheguei.

 

- É uma boa cidade, logo você acostuma.

 

- Você é bauruense?

 

- Não, nasci em Botucatu, mas, ainda criança meus pais mudaram para Bauru.

 

- Que cidade quente.

 

- Muito, tinha que ser mais arborizada.

 

- Já ouvi dizer que em Botucatu acreditam em saci. Você acredita?

 

- Não, na minha concepção é lenda, um costume popular totalmente inventado. Lá é a capital nacional do saci, tem até festival e tem quem jura já ter visto este símbolo tão famoso do folclore brasileiro.

 

As duas chegaram na churrascaria e optaram por primeiro se alimentar e depois tratar do assunto que causava até perda de apetite.

 

- Seria ótimo uma cerveja, mas, não bebo durante o expediente.

 

- Nem eu, mas, concordo que nesse calor seria ótimo.

 

- Ohana, você é solteira?

 

- Sou sim e você?

 

- Também. Então não deixou ninguém em São Paulo?

 

- Não, de relacionamento ninguém. Só amigos e familiares mesmo.

 

- Agora que terminamos de almoçar, vamos tratar sobre a questão do assassino.

 

- Aisha, em tudo que li, consta desta forma: o assassino, como chegaram a conclusão que é um homem?

 

- Laudos do legista que apontaram sobre os requintes de crueldade e perversões de cunho sexual, tudo levando ao entendimento de que o suspeito é do sex* masculino.

 

- Entendi.

 

- Na notícia que você publicou ontem, ter citado sobre ligar para polícia em caso de novidades, nos rendeu uma ligação, descrevendo sobre ter visto um carro preto, estacionado nas proximidades do local onde a vítima foi deixada. Infelizmente não anotaram a placa, a única descrição foi um Mitsubishi 4x4 preto, não soube passar nenhuma informação do motorista, tinha insulfilm nos vidros. Já estou em contato com a polícia rodoviária, visando localizar informações deste carro e do proprietário.

 

- Que bom a matéria ter colaborado.

 

- Temos que manter em sigilo essas novas informações por conta das investigações.

 

- Nada será publicado, pois, pode até alarmar o criminoso.

 

- Ohana, tem certeza que quer se envolver nisso? Nem mesmo sabemos com quem estamos lidando de fato e qual o seu nível de psicopatia, até agora só temos suposições. A situação pode ser até pior do que imaginamos.

 

- Claro que preferia ficar na minha zona de conforto, amo esportes, mas, já que o dever me chamou não sou de virar as costas e para ser sincera gosto de um desafio.

 

- Sendo assim então, vou confiar em você e te dar carta branca para trabalhar comigo. Vou deixar você ter acesso ao painel semântico do crime que eu montei, temos um na delegacia, mas, prefiro o que tenho em casa, não tem a interferência de ninguém e registro todas as minhas impressões.

 

- Não vou trair a sua confiança.

 

- Me de um momento e já te levo para ver tudo.

 

Aisha deixou a mesa, pagou a conta e em seguida chamou Ohana para deixarem o estabelecimento.

 

- Nós poderíamos ter dividido a conta.

 

- Eu que convidei.

 

- Então da próxima eu pago.

 

- Me convidando para um encontro? (Perguntou com galanteio).

 

- Sim, sou nova na cidade, quero conhecer os lugares e podemos marcar uma cerveja quando não estivermos trabalhando.

 

- Só estarei livre no domingo.

 

- Pode ser.

 

- Quando nos conhecemos, era sua primeira vez numa cena de crime, eu não te conhecia, fui sarcástica e nem tive a intenção de ser grosseira.

 

- Aceito seu pedido de desculpas.

 

- Não estou me desculpando, foi só um comentário e você nem deveria estar ali, nem nos conhecíamos.

 

- Você é orgulhosa.

 

- Conseguiu dormir normalmente depois do que viu?

 

- Não, no dia mal comi e passei a noite praticamente em claro.

 

- A minha primeira cena de crime, dez anos atrás, foi numa cidade aqui próxima, chamada Jaú, uma família de um político foi assassinada a tiros, morreu ele, a esposa e os três filhos. Eu fui a primeira a chegar no local, confesso que foi assustador e foi neste dia que tive a certeza que escolhi a profissão certa, pois, passei a ter sede de desvendar crimes, por mais complexos e bárbaros que sejam.

 

- É uma profissão muito complicada.

 

O telefone da investigadora tocou e ela atendeu no viva voz do carro, pois, estava dirigindo. Tratava-se de uma chamada urgente, um criminoso que estava sendo procurado por anos, foi capturado e requisitaram a sua presença para interroga-lo.

 

- Jornalista peço desculpas, mas, preciso voltar para a delegacia.

 

- Se não for atrapalhar posso te aguardar por lá.

 

- Pode ser que seja demorado.

 

- Não tenho pressa e este caso pode ser noticiado?

 

- És uma interesseira.

 

- Tenho o dever de informar toda a população (se defendeu).

 

As duas seguiram até o batalhão e Ohana conseguiu conteúdo suficiente para relatar sobre a prisão do criminoso, que alguns anos atrás matou um comerciante numa tentativa de roubo; mais um caso desvendado por Aisha.

 

- Terminei por hoje, prefere deixar para amanhã ou quer ver tudo hoje mesmo?

 

- Se você puder pode ser hoje sim.

 

▪♡▪

 

 

III.II  Se aprofundando no caso

 

Ohana ficou impressionada com a casa da loira, tudo muito organizado, bem disposto e de muito bom gosto. Analisou todo o painel do crime posicionado em uma lousa grande no escritório da investigadora.

 

- Posso tirar foto?

 

- Se não for para publicar no jornal.

 

- Pode ficar tranquila, é para que eu possa estudar sobre o caso.

 

- Confesso já estou cansada deste caso e de não ter pistas.

 

- É muito enigmático, parece coisa de filme.

 

- Consegue para o próximo domingo, publicar no jornal algum tipo de recomendação?

 

- Como assim?

 

- As vítimas são assassinadas sempre antes de completar mais um ano de vida. Pensei em tentarmos avisar a população, em específico as mulheres.

 

- Claro podemos fazer isso sim.

 

- Acho que pode de alguma forma auxiliar.

 

- Tem alguma semelhança na data dos ataques? Quantos dias antes do aniversário?

 

- Até isso varia, não tem nenhuma relação, uma foi dez dias antes, outra quinze e a última seis.

 

- Estranho não ter um perfil e nenhum ponto em comum entre as mulheres assassinadas.

 

- Muito, totalmente diferente dos demais psicopatas.

 

- Aisha tenho certeza que os desenhos não são aleatórios e acredito que desvendando isso teremos respostas.

 

- Ainda nada foi decifrado nestes rabiscos nas barrigas das vítimas.

 

Elas ficaram por horas debatendo sobre o caso. Ohana tomou nota de tudo e Aisha fez novas anotações em seu painel.

 

- Vou chamar uma táxi, já esta ficando tarde.

 

- Eu te levo.

 

- Não precisa se incomodar.

 

- Faço questão e podemos passar em algum local para comer algo.

 

Pararam em uma lanchonete no centro da cidade, Ohana pediu um hot dog e uma Coca-Cola, que é o seu refrigerante favorito, já Aisha optou por um x-salada e um suco natural de laranja.

 

- Vou querer sobremesa, mas, estou indecisa entre pudim ou mousse. Vai pedir qual?

 

- Evito doces.

 

- Já sei vou comer uma aqui e a outra peço para viagem. Assim nem fico com vontade.

 

- Enquanto você pede as suas sobremesas, vou ao banheiro e já volto.

 

Desta vez Ohana logo após fazer seus pedidos já pagou a conta, pois, não queria ficar insistindo com Aisha e só avisou quando a loira estava indo em direção ao caixa.

 

- Não precisava. Para onde você vai? O carro está estacionado do outro lado.

 

- Moro pertinho daqui.

 

- Nada disso, não vou deixar você andando a pé, ainda mais a noite, não tem necessidade de correr riscos, com tantos criminosos por aí.

 

A jornalista concordou e em poucos minutos chegaram em frente ao seu edifício.

 

- Aisha, muito obrigada por hoje, pela companhia, por todo o conteúdo fornecido e domingo podemos tomar um chopp no shopping?

 

- Pode ser no final da tarde, por volta das cinco.

 

- Combinadas, bom fechamento de semana!

 

Ohana surpreendeu Aisha depositando um selinho em sua bochecha, a investigadora que é mais fechada ficou sem reação com o gesto, mas, gostou do mesmo.

 

Na manhã seguinte a matéria sobre a captura do dia anterior deu uma boa repercussão e a jornalista foi elogiada.

 

No domingo para alertar a população fez um artigo intitulado: Cuidado o psicopata continua fazendo vítimas. O texto foi muito bem recebido e atingiu o seu público alvo.

Elas beberam juntas e mesmo no dia de folga papearam sobre o caso que vem atormentando as duas.

 

- Não existe crime perfeito, sem ponta solta, tem que ter um suspeito.

 

- E você diz isso para mim, estou cansada de saber disso.

 

- Se acalma vamos desvendar tudo isso.

 

- Já queria ter desvendado.

 

- Estamos bebendo, você não veio de carro não né, é perigoso.

 

- Não. Ohana talvez você fique brava, mas, sou investigadora, é inevitável sei de tudo sobre as pessoas que trabalham comigo.

 

- Imaginei mesmo que você me investigaria.

 

- Você não dirigi por trauma do acidente?

 

- Isso.

 

- Quem eram as duas pessoas que morreram.

 

- Amigos, recém casados, novos e cheios de planos. Ele perdeu o controle da direção, foi assustador, depois daquele dia nunca mais consegui colocar a mão no volante.

 

- Já tentou terapia?

 

- Sim, fiz por um bom tempo.

 

- Vamos mudar de assunto, não quero que você fique mal recordando disso.

 

- Não tem nada que possa me desabonar, por isso, não me preocupei quando imaginei que me investigaria.

 

- Desculpe, é uma hábito que tenho.

 

- Coitados dos seus namorados.

 

- Nunca tive.

 

- Você nunca namorou?

 

- Já, mas, não com homens.

 

- Você é lésbica?

 

- Sim, sou.

 

- Então coitadas das suas namoradas.

 

- Confesso que investiguei sobre elas.

 

- Fez bem sabe, quebrei a cara no meu último relacionamento. Fui traída e ele voltou com a ex mulher.

 

- Que complicado.

 

- Nem me fale. Pior que ele jurava de pé junto que nem queria mais saber dela.

 

- Eu acho que nunca fui traída, namorei apenas duas vezes, foram duradouros, nenhuma das vezes fui eu que terminei. A minha primeira namorada, ainda do tempo do colégio, usou a minha profissão como motivo para o término de uma relação de sete anos. Da última vez foi a distância, mudança de cidade e o namoro durou cinco anos.

 

- Conseguiu superar rápido?

 

- Não tão rápido quanto eu queria. Me joguei no trabalho.

 

- Sei bem como é isso.

 

Ao lado do shopping tinha uma fila de táxi a espera por passageiros. Depois de se despedirem Ohana entrou no primeiro e Aisha no segundo, logo já estavam em casa.

Voltaram a se falar na terça-feira, por mensagem.

 

Aisha,

Obrigada por ter me enviado conteúdos, o Fonseca chegou aqui num horário propício, estava num tédio sem notícias, com o material montamos obituários, foi muito útil.

 

Ohana, não fui a intermediária, mas, quando precisar de algo pode entrar em contato. O Fonseca é um safado, não pode ver um rabo de saia, você é nova na cidade e ele está tentando se aproximar de alguma forma.

 

A morena se divertiu com o episódio, enquanto a loira achou o colega de profissão muito oportunista e folgado.

 

Homens, só rindo! Estou com vontade de conhecer o jardim botânico. Me acompanha?

 

Sim, pode ser no domingo. Posso passar te pegar que horas?

 

Pode ser 9h.

 

A semana foi transcorrendo e elas trabalhando bastante, mas, ainda sem nenhuma nova descoberta e tudo que ambas queriam eram pistas, porém, nenhum sinal.

No domingo, a investigadora chegou alguns minutos antes do horário combinado e assim que a morena desceu, da portaria já avistou o carro estacionado.

 

- Bom dia! Tudo bem?

 

- Bom dia, sim e você?

 

- Também, obrigada por ter topado o passeio. Você deve me achar muito carente, é que sou nova na cidade e ninguém merece ficar só dentro de casa.

 

- Não te acho carente não, sou uma pessoa de poucos amigos, preciso mesmo sair, não é saudável somente trabalhar e ultimamente não estou tendo vida social.

 

- Compreendo, então podemos fazer companhia uma para a outra.

 

- Sim! Você tem até uma cesta de piquenique.

 

- Comprei ontem a tarde, fiz uns quitutes ontem a noite e hoje cedo sucos. Faz bastante tempo que não faço piquenique e vi fotos na internet que lá tem gramado.

 

- Tem sim, nossa faz tanto tempo que não faço piquenique, que nem lembro a última vez. Você deveria ter me avisado, que eu compraria algo.

 

- Já preparei tudo. Fique tranquila.

 

Elas tiveram uma manhã muito agradável em contato com a natureza. Para o piquenique tinham frutas, bolo, torta e sucos de laranja e goiaba.

 

- Que torta deliciosa. Nunca comi uma torta de atum tão boa.

 

- É uma receita da minha mãe e a dela é ainda melhor. Come o bolo, não coloquei cobertura, lembrei que você evita doces.

 

- Sou diabética, dependo de insulina diariamente.

 

- Entendi. O suco de laranja não tem açúcar, é natural e da próxima vez farei um bolo pão de queijo.

 

- Você gosta de cozinhar?

 

- Adoro, mas, é chato cozinhar só para uma pessoa. Almoça na minha casa dia desses.

 

- Só combinarmos.

 

As duas ficaram bem próximas e começaram a sair com frequência, para tomar cerveja, caminhar no parque e foram até ao zoológico juntas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Leitoras, acho justo começarmos bem 2021, por isso, mais um capítulo logo no primeiro dia do ano.

Aviso - data da próxima postagem: dia 7 quinta-feira, por gentileza, deixem seus comentários =D

Feliz ano Novo! Que seja repleto de saúde, paz, amor, felicidades, novas histórias e belas poesias.

Que a gente possa passar todo o ano juntinhas por aqui, fazendo o que mais gostamos (ler/escrever).

Obrigada por cada leitura e um doce 2021. Beijos, abraços e muita estima, May.


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Comentários para 3 - III. Pistas:
Lea
Lea

Em: 14/07/2022

Boa noite May.

Diante das investigações,uma amizade está nascendo.


Resposta do autor:

Amizade é sempre tudo de bom, em todas as situações, eu seria infeliz sem as minhas, me ajudam tanto, principalmente nos momentos mais delicados e vem sendo assim com as personagens ;)

Responder

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Mille
Mille

Em: 01/01/2021

Olá querida May 

Elas estão cada vez mais próximas. A amizade crescendo depois da patada do primeiro encontro delas.

Bjus e até o próximo capítulo 

Um feliz ano novo 


Resposta do autor:

Mille, querida! Que bom, mais um ano juntas e fico feliz. Obrigada por me acompanhar desde quando comecei a postar por aqui, é sempre lindo receber seus comentários. Feliz 2021! Beijocas

Responder

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