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Eu sei por onde começar por Miss S

Ver comentários: 5

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Palavras: 1455
Acessos: 1858   |  Postado em: 24/10/2020

Notas iniciais:

Estou de volta, com um capítulo divisor de águas! Por favor, continuem me acompanhando!

Capitulo 23: Surpresa

 

A noite esfriava conforme a madrugada se aproximava. O sucesso da festa do reencontro podia ser percebido pelo semblante dos convidados, que em sua maioria saíram apenas no fim, extasiados pela comida, bebida e música de qualidade. Pedro Henrique e Audrey, depois de procurarem Catarina por todos os lados da escola, aceitaram que aquela busca se resultou frustrada e, resignados, despediram-se com um beijo no rosto. O garoto não havia conseguido declarar sua paixão por ela, portanto, nada falaram sobre os sentimentos dele ou sobre a dança que tiveram juntos.

Ao chegar em casa e constatar que Catarina não havia retornado ainda, Audrey resolveu pegar o celular mais uma vez e ligar para a polícia, pois aquele sumiço estranho poderia ser algo mais perigoso. Foi surpreendida, no entanto, por uma mensagem da desaparecida:

Oi, desculpa não ter respondido antes, depois te conto o que rolou. Preciso que você cuide do Bruce para mim esta noite, amanhã cedo pego de volta, prometo. Vou ficar off até amanhã. Você deve estar curiosa, né? Juro que te explico tudo depois! Não precisa se preocupar, tô bem, viu? Beijo! Chinchila!

- Que estranho, será que ela está com alguém? Falou a palavra de segurança no final, pelo menos. O que importa é que está bem, mas que coisa! Quem diria que a dona Catarina Barone iria curar a dor de cotovelo com outra pessoa, ahahaha. Será?

A tese de que os segundos beijos são melhores do que os primeiros nunca fez tanto sentido para Catarina no momento. Depois do primeiro contato com a boca de Raga, ela não soube muito bem o que fazer, até estarem novamente entrelaçando as línguas. E nessa retomada de intimidade o que começou desconhecido e calmo passava a ser confortável e urgente. Nunca havia beijado alguém com tanta entrega assim, não tinha parâmetros suficientes para comparar, mas se sentia ótima.

A sensação de que nada podia pará-las naquele instante se aprofundou quando Raga afastou o cabelo de Cate e passou a beijar seu pescoço. Como se a respiração entrecortada de Catarina fosse uma permissão, os beijos passaram a ser mais e mais intensos, até a sofreguidão do ato deixar evidente que dali surgiriam marcas no dia seguinte.

Quando deram por si, estavam deitadas, uma por cima da outra, no meio das folhas, o frio da noite totalmente despercebido por ambas. Os gatinhos dormiam tranquilamente na cabaninha improvisada ao lado, consagrando unicamente o barulho dos beijos estalando e das respirações crescentes e ofegantes. As mãos de Catarina ganhavam agilidade e destreza, deslizando e agarrando a parte de trás do vestido cor de vinho da outra garota.

O ambiente estava muito escuro, porém os instintos se guiavam sozinhos, como se as luzes de nada importassem realmente. Raga já havia entendido o que estava acontecendo ali. Tateou o zíper do vestido de Catarina, abrindo-o até o final, sentindo o seu próprio zíper sendo aberto na sequência. Não paravam de se beijar, alternando entre ombros, pescoços, nucas e lábios.

Foi aí que Catarina, ao abrir lentamente os olhos, conferiu que a lua estava exatamente acima delas, em sua fase Quarto Crescente, brilhante e imponente. As luzes importam, sim. Lembrou-se de Érika, na noite em que as precoces luzes natalinas lhe mostraram como era linda a dona dos seus pensamentos constantes. E como era maravilhosa também quando se sujava de molho de tomate, ou quando acordou com sua camisa emprestada do Tame Impala, ou ainda quando sorria, após afirmar com veemência que aquela mancha no pescoço do cachorro parecia calda de chocolate. Olhou para os cabelos cor-de-rosa daquela que estava por cima de seu corpo e se sentiu estranha. Sentiu saudade de Érika. As lágrimas escorreram sem que as controlasse, então retirou as mãos das costas de Raga e alinhou-as na lateral do próprio corpo.

- O que foi? Por que está chorando? Quer que eu pare?

- Me desculpa...

- Ei, tudo bem... vamos parar por aqui, tudo bem!

- Não foi nada com você é... que... é que...

- Não precisa explicar, eu saquei. Tá tudo certo, vamos voltar!

- Mas agora já deve ser muito tarde e perigoso...

- Vamos ficar aqui um pouco até você se acalmar, depois te levo em casa, a gente chama um carro, vou com você até lá, depois sigo viagem.

- Desculpa de novo, estava bom...

- Estava bom, mas não estava com quem você queria realmente, já passei por isso. Relaxa!

- Não fala assim, não é bem...

- Tá tudo bem, eu juro! Toma seu tempo!

- Você é incrível, de verdade, Raga...

- Raíssa, caso queira saber o nome de verdade da pessoa com quem esteve hoje...

- Você é incrível, Raíssa. Nunca vou esquecer de hoje...

- Não precisa falar como uma despedida, a gente estuda na mesma sala. Me dá seu celular.

- Toma.

- Pronto, pode me ligar, mandar mensagem, o que quiser.

- Obrigada, senhorita... Raíssa Gama.

- Obrigada você, Catarina.

- Cate, se quiser saber o apelido da pessoa com quem esteve hoje.

- Então, Cate, me liga, tá? Quem sabe uma hora dessas aí, de bobeira, você não chore mais e a gente... cê sabe, né?

- Eu vou ligar sim, pode deixar! Sabe, foi muito bom ficar contigo, apesar desse meu vexame eu gostei muito de te beij...de te conhecer melhor!

- Eu também, mais do que pensei... Poxa, cinco minutos pra achar um carro... o que a gente faz enquanto espera?

- Eu tenho uma ideia, vem cá.

O motorista chegou e não esboçou reação alguma às duas passageiras sentadas na calçada, aos beijos dignos de novelas, porém nada técnicos.

****

Catarina mal dormira e já levantava novamente para mais um dia. Aquela mania de não fechar as cortinas estava saindo como um despertador natural não desejado, afinal não fazia sentido para ela acordar cedo em pleno sábado. Antes dos protocolos matinais, converteu belos minutos de seu tempo admirando a foto que ela e Raga tiraram, momentos antes de se despedirem na madrugada passada. Achou melhor guardar de lembrança, aquela foto entregava muito do que havia acontecido entre elas, os lábios de ambas ligeiramente cheios e avermelhados indicando os beijos trocados.

No entanto, quando tirou as roupas para tomar banho, pôde observar que não era só a foto que entregaria o acontecido. Nem um quilo de maquiagem apagaria completamente os ch*pões em seu pescoço e busto. Teria que ficar  uns dias tentando esconder com o cabelo, mas não tinha esse costume,  a probabilidade de esquecer era real. "Com certeza a Audrey vai me fazer mil perguntas que eu nem sei como respondo", ria Catarina, já imaginando a cara que seus amigos fariam quando soubessem quem era sua crush.

No banho, lembrou que não iria escapar mesmo da sabatina de Audrey, já que Bruce precisava ser pego o quanto antes. O choque pela notícia era óbvio, nem a própria Cate acreditava que tinha ficado com aquela garota a quem todos temiam injustamente. Ela continuava pensando na situação enquanto escovava os dentes:

"E como o beijo dela era gostoso, caramba! Será que é sempre assim quando ficamos com outra menina ou ela era realmente muito boa naquilo?"

Sentou-se na cama após o banho, nua. No espelho do quarto, viu que os ch*pões eram grandes e numerosos, contou pelo menos quatro visíveis, dois no pescoço, dois no busto, já próximos aos seios. Mais um pouco e as coisas culminariam no fim de sua virgindade. Se não houvesse lembrado de Érika...

Irritava-a o fato de lembrar de alguém que não pensava nela daquele jeito, a insistência daquele amor não correspondido. Amor, já estava denominado. Se não fosse amor, ela não teria chorado debaixo do corpo daquela outra garota sensacional que a beijava com maestria. Agarrou-se à famigerada camisa do Tame Impala, já lavada, sem vestígios do perfume de Érika. Agarrava-se somente à lembrança dela no quarto, vestida com essa blusa. Não iria chorar de novo, mas também não iria deixar de lembrar do seu amor:

- Talvez eu fique presa a você, Érika...

Entre um devaneio e outro, Catarina ouviu barulhos vindos do térreo. Vestiu-se rapidamente para conferir, deixando para trás a camisa e os pensamentos que tivera em voz alta. Quando chegou ao pé da escada, estancou, a surpresa se fez nítida em toda sua expressão corporal:

- Mãe?

- Oi. Voltei.

- Mas já? Por que não avisaram? Achei que só voltassem no fim do mês...

- Não deu tempo.

- Cadê ele? Cadê meu pai?

- Foi pra outro lugar.

- Quê? Pra onde?

- Pra um apartamento que ele tem. Não vai voltar pra casa.

- Como...

- Você conheceu?

- O que você está querendo me di...

 - Hein, você conheceu a tal Érika?

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Segue o fluxo! 


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Comentários para 23 - Capitulo 23: Surpresa:
malumoura
malumoura

Em: 25/10/2020

Putskkkkk é o fim de Rodolfinho? Veremos. Amei que raguinha  (bem íntima mesmo hahahha) se chama Raíssa, na verdade eu já ia perguntar a origem do nome Raga hahhahah Cat amiga um conselho para de pensar na Érika criatura, essa menina merece uns tapas, viu?! Serei a irmã mais velha que a pobre não teve. Mesmo achando a Cat uma anta, isso na melhor das hipóteses, acho ela fofinha, todos fomos assim, né?! Esperando a reação da Audrey em relação aos chupões kkkkk sempre digo isso.. mas eu gosto da sua história :) então obrigada por arranjar um tempinho e postar, sei que todo mundo tem vida corrida


Resposta do autor:

Meu Deus, pobre da Catarina, deixa a coitada sonhar kkkkk

Fico muito contente pelos seus comentários, pode deixar que hoje tem mais! bjs

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cris05
cris05

Em: 24/10/2020

Vixe!

E agora Cate?


Resposta do autor:

E agora, que sinuca, né?

Obrigada pelo comentário, bjs!

Responder

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 24/10/2020

Sujou!


Resposta do autor:

Reviravoltas!

Obrigada por comentar, bjs!

Responder

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Naty24
Naty24

Em: 24/10/2020

Autora você merece 1000:); pela maravilhosa história

Acho que estranhou minha ausência no cap anterior né? Kkkk

Se foi o caso fique sabendo que foi pra te pilhar mesmo kkkkk


Resposta do autor:

Oii, Naty, então, estranhei mesmo kkkkk pensei que não tinha gostado do capítulo anterior, ufa!

 

Responder

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Naty24
Naty24

Em: 24/10/2020

Caramba!!! Que situação inusitada velho rsrsrs.... e agora Cate? Se correr o bicho pega,se ficar o bicho come kkkk. Raga resulta em, Raissa+ Gama= Raga. Foi na trave dessa vez em Catarina! Será que o pai dela vai infernizar a Érika eis a questão


Resposta do autor:

Fico sempre impressionada em como você adivinha as coisas, Naty kkkkk

Obrigada pelos comentários, bjs!

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