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Eu sei por onde começar por Miss S

Ver comentários: 1

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Palavras: 1630
Acessos: 2012   |  Postado em: 11/09/2020

Notas iniciais:

Falei que vinha outro! Este capítulo foi o mais legal de escrever até agora, espero que gostem!

Capitulo 10: Good Girl

 

Érika segurava o documento de identidade com bastante firmeza, fitando a proprietária de forma enigmática. A combinação de nome e sobrenome não poderiam ser mera coincidência, restava descobrir o porquê da inesperada visita em seu local de trabalho. Duas possibilidades surgiram em sua cabeça, a primeira, meio fantasiosa, era de que Rodolfo, sabendo da enorme vontade de Érika em conhecer Catarina, mandara a filha de surpresa. A segunda, mais plausível, era também mais assustadora: Catarina descobriu sozinha que o pai estava namorando de novo e fora tirar satisfações.

Sentadas no sofá da salinha de espera, Audrey e Cate observavam a expressão da gerente, aguardando alguma reação. Não sabiam se Érika conhecia o nome da filha do amante, ou pior, se ela já tinha visto alguma fotografia e se fingia de despercebida. O clima era de incertezas, até a mais nova tomar a frente:

- Reconhece alguma coisa em mim?

- Sim. Não pode ser uma coincidência, não é? Você é a filha do Rodolfo!

- E você é a mulher que eu vi beijando meu pai, no dia do meu vestibular!

- Então você nos viu, entendi! Rodolfo te contou onde eu trabalho? Ai, meu Deus...

- Aquele homem é um covarde. Não contou nada, descobri sozinha!

- Por favor, não fica brava comigo! Me dá uma chance pra gente conversar?

- Estamos conversando!

- Não aqui, te suplico! Não posso vacilar neste emprego...

- Tudo bem, funcionária do mês. Não vim disposta a fazer escândalo, não tem nada a ver comigo.

- Eu tenho certeza disso! Sabe, não tá acontecendo da maneira que sonhei, mas eu estava louca pra te conhecer! - Érika abriu seu maior sorriso - Largo daqui duas horas, podemos ir para onde quiser.

- Tenho todo tempo do mundo.

- Ok, ahahah.

- Tá rindo de quê?!

- Você tá nervosa, né? Tá afastando a franja com a ponta dos dedos! Eu tô muito mais! Não é todo dia que a filha do meu namorado aparece no meu local de trabalho... ah, mas precisamos finalizar este cadastro aqui, ou o carro foi só uma desculpa?

- Bem... hum... é...

- Finaliza sim, moça. Põe no meu nome, Audrey Costa da Silva, aqui o R.G.

- Alguém da sua família é muito fã de filmes antigos, né? Que nome bacana! Eu volto já, já! Vou autorizar o serviço. Sintam-se à vontade, agora mais que nunca! - Deu uma piscadela estranha e saiu.

As duas jovens remanescentes entreolharam-se atordoadas e confusas. Certo que Catarina não estava disposta a armar nenhum barraco, a intenção era conversar e confrontar a amante com o mínimo de sensatez. Não esperava, no entanto, ser tratada tão bem e que o encontro fosse tão natural daquela forma.

- Caramba, ela reconheceu seu tique nervoso de primeira! Te desarmou, não foi? E outra, impressão minha ou ela ficou feliz ao te ver?

- Também percebi. "Eu estava louca pra te conhecer", que amante fala desse jeito? Se bem que eu não tenho experiência em relacionamentos monogâmicos, olhe lá em extraconjugais! Tudo que sei sobre amantes é o que vi em livros, filmes, novelas... e ela não se comporta igual... Será que é por que estamos no trabalho dela?

- Droga, não poderei descobrir isso contigo hoje! Veja esta mensagem, meu pai precisa do carro antes do esperado! Tenho que voltar daqui a pouco!

- Ah, não, Audy! Vai me deixar sozinha com ela? E se eu perder a linha?

- Não perderá. Não sou eu quem está te segurando, é você mesma, e francamente, nem sei como consegue! Além do mais, essa conversa precisa ser entre as duas, sozinhas.

- Certo, certo. Vamos mudar de assunto, ela está voltando!

- Desculpem ter deixado vocês esperando. O carro fica pronto em meia hora, podemos sair e levo vocês até um lugar mais tranquilo para conversarmos. Meu chefe me liberou mais cedo, na verdade eu pedi, por causa da ocasião.

- A minha amiga fica aqui e leva o carro. Eu saio com você agora. Pode ser, Audrey?

- Claro! - Audrey esperou que Érika virasse as costas primeiro e começou a gesticular um "me conta tudo depois" para a amiga, numa mímica esquisita que somente as duas entendiam. Do lado de fora da oficina, Érika não demonstrava mais nenhum sinal de tensão, ao contrário, falava descontraidamente:

- Eu não tenho carro, desculpa. Se incomoda de eu chamar do aplicativo?

- Não.

- E pra onde você quer ir pra gente conversar?

- Pro lugar onde você e meu pai mais frequentam. Pode me levar lá?

- Posso...

- Tá com medo de mim? Eu sou só uma pirralha...

- É que o lugar que mais temos frequentado... acho que é minha casa...

- Então, vamos para sua casa. - Sem nem saber o porquê, Cate sorriu, ficando séria logo depois, ao perceber a contradição de sentimentos que se formava ali. - Por que me olha assim?

- Ah, é que... Você é tão bonita! Mais do que imaginei, e olha que imaginei muito!

- A... acha mesmo? Imaginou?

Érika se aproximou do rosto de Catarina, naquele momento sem pudor e sem pensar muito:

- Imaginei. Bastante. Você... tem os olhos dele... - Soltou, se arrependendo em seguida, notando que ainda não era hora de falar de Rodolfo. Mas já era tarde, foi duramente cortada:

- Tenho meus próprios olhos. Quantos minutos faltam pra esse carro chegar?

Sentaram uma em cada extremidade do banco traseiro, o último comentário deixara um gosto agridoce nas bocas. O resto da viagem foi feita em silêncio, porém não demoraram muito. Érika morava próxima ao trabalho.

A casa da gerente não era a mais bonita da rua, no entanto, nem de longe era a mais feia. A moradia aparentava ser levianamente comum, tal qual a quadra de esportes com piso meio esburacado que Cate avistou nos arredores do bairro. Próxima a uma praça decorada por ipês amarelos estava a sorveteira Castelinho, funcionando a todo vapor.

Mas bastava colocar os pés dentro da casa para sentir o conforto que o lugar emanava. Catarina sentiu-se incrivelmente acolhida, calorosa. Essa sensação deixou-a mais intrigada do que nunca, pois nem na própria casa experenciava tais coisas. Não conseguia entender, não havia nada demais naquele bairro e a casa era tão pequena!

- Seja bem-vinda! Podemos falar no meu quarto, meu pai...

- Érika! Chegou cedo! - Disse uma voz vinda da sala.

Neste momento, Catarina congelou. O dono da voz era um homem extremamente magro, pálido, doente. Ela entendeu por que, ao reparar na cabeça e sobrancelhas raspadas. Permaneceu quieta, olhando a afeição de Érika para com ele. O abraço e o beijo no rosto que pai e filha compartilharam deram um nó na garganta da garota. O incômodo aumentou ao ser apresentada:

- Pai, esta aqui é a Catarina, filha do Rodolfo.

- Que linda! Finalmente nos conhecemos, seu pai fala tanto de você!

- Ele... vem muito aqui?

- Quando não está viajando, sempre aparece! Rodolfo é o melhor namorado que a Érika trouxe... somos muito gratos pelo que ele tem feito por nós... Aliás, sinto muito pela sua mãe, estou enfrentando também esta doença maldita!

- Pai... - Érika sentiu-se envergonhada por achar que o pai cometera uma gafe ao falar da falecida mãe de Catarina assim. A primeira impressão que estava deixando não era boa, entretanto, Catarina parecia mais chocada que triste:

- A minha mãe...

Não completou a frase. Era evidente o que acontecia ali. Aquela família também havia sido enganada por Rodolfo. Ele mentiu para o pobre homem doente, inventou que Débora morrera. Cate afastava a franja nervosamente, constatando em pensamento: "Se ele mentiu para o pai, mentiu pra filha. Essa mulher não sabe que namora um homem casado... ele mentiu pra mim também... de novo..."

- Catarina? Oi? Vamos lá? - Érika balançava a mão em direção a ela.

- Vamos, desculpa. - Precisou sair do transe.

O quarto não parecia ser de uma mulher de vinte e quatro anos. As prateleiras ostentavam ursinhos de pelúcia. Uma coleção completa de DVDs das princesas Disney e a colcha da cama, com Dory e Nemo envoltos em azul marinho, terminavam de colaborar para o ar infantil do ambiente.

Quem poderia imaginar que aquela mulher alta, de aparência jovial, mas certamente uma mulher, não mais uma garota, dormia num quarto assim? Parecendo prever o espanto de Cate, tratou de se defender:

- Gosto de preservar este quarto desta maneira, igual desde a minha adolescência. Me protege, dá a sensação de que... paramos no tempo. Um tempo em que eu não tinha que ver meu pai assim, não tinha que trabalhar tanto... Você me entende, certo?

- Eu... não sei o que dizer, desculpe...

- Imagina! Não precisa dizer nada. Eu quem te devo desculpas, não era pra você tomar conhecimento do nosso namoro assim, nos vendo como amantes, como fugitivos. Eu queria que seu pai nos apresentasse, me preparei tanto pra...

Érika interrompeu a fala. Catarina chorava. Não pensou duas vezes, poderia ser rejeitada, mas a fragilidade da mais nova a convenceu de imediato. Puxou-a para mais perto, envolvendo-a num abraço forte, inusitado. O corpo a corpo de duas almas enganadas pelo mesmo pilantra. Injustamente, apenas uma delas tinha conhecimento daquilo. Cate, por sua vez, agarrou aquela que, dias atrás era uma desconhecida, depois passou a ser algoz da sua família e agora convertera-se em vítima igual a ela. Naquele momento apenas os sentidos falaram mais alto, as emoções nunca mais seriam facilmente explicadas. Catarina então abriu a boca, balbuciando a impregnação que trazia realidade àquela confusão de sentimentos, de acontecimentos sequenciais:

- Good Girl.

- O que disse?

- Good Girl. O perfume que está usando. É o mesmo que ganhei de presente do meu pai uma vez.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Obrigadaaa todo mundo que comenta, que lê. Esta história é pra você que não tem pressa de acompanhar o desenvolvimento das personagens, que aguenta minhas enrolações kkkkk 

Amei os últimos comentários que recebi! Até sexta ou sábado!


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Comentários para 10 - Capitulo 10: Good Girl:
Naty24
Naty24

Em: 11/09/2020

Vcs usam essa enrolação justamente para atiçar a curiosidade alheia. Agora vamos aguardar esse desenrolar inusitado para todos

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