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Eu sei por onde começar por Miss S

Ver comentários: 1

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Palavras: 1006
Acessos: 2584   |  Postado em: 05/09/2020

Notas iniciais:

Boa noiteee, fica em casa!

No próximo capítulo, vocês vão conhecer um pouco da escola da nossa protagonista e o desenrolar "do conta, não conta", se é que me entendem.

 

Capitulo 7: Providências convenientes - Parte 1

 

Débora ignorou o aviso pendurado na porta da filha, letras garrafais centralizadas num losango amarelo onde lia-se "Não perturbe, estamos em obras". Bateu até ver uma pequena fresta surgir:

- Desde ontem não nos vemos e não quer abrir a porta?

- Desculpe, mãe. Estou com tanta dor de cabeça, não queria te preocupar.

- Querida, você tem dezessete anos, preocupação é meu sobrenome.

- Então pode relaxar, estou bem, mas quero ficar sozinha...

- Tomou algum remédio? Tem certeza de que não quer conversar sobre o vestibular comigo?

- Tomei, fique tranquila, por favor. Você conversou com meu pai depois que voltou da aula?

- Ele foi trabalhar, todo sério, disse que mais tarde quer tratar de um assunto comigo. Vocês dois hein, conectados até nos mistérios...

- Mãe, preciso dormir um pouco. Desculpa não conseguir falar com você ainda... eu...

- Oh, certo, meu bem. Não posso negar que gostaria que confiasse em mim como confia em Rodolfo, mas respeito seu momento. Quando descer, pedi pra preparem estrogonofe de camarão do jeito que gosta, não deixa de almoçar, ouviu?

- Obrigada. Mãe?

- Sim?

- Nada não. Obrigada por ser compreensiva comigo.

- Eu te amo. Não sofra por antecipação, nem saiu o resultado do vestibular ainda. E quer saber mais? Com ou sem faculdade, você é incrível! Sou muito grata por você e pela nossa família. Eu não mudaria nada, nadinha!

A conversa com a mãe foi uma punhalada. Catarina sequer conseguia levantar a cabeça, o diálogo pareceu uma eternidade. Audrey tinha razão, ninguém merece padecer em uma mentira como aquela, mas quando o acontecido é com nossas mães, o sabor amargo parece triplicar na boca. Como se, de todas as pessoas do mundo, as mães nada de ruim pudessem sofrer.

Anoiteceu sem que Cate tocasse no estrogonofe. Não saiu do quarto para nada, não se deu ao trabalho de verificar o gabarito na página da UNIFORTE, a probabilidade de ter muitos acertos era baixíssima. Ao invés disso, brincava com os cordões de elástico do short que usava e conferia o relógio do receptor digital da TV. Eram oito horas, seu pai já deveria ter chegado para o momento da confissão.

Precisava saber se suas suposições estavam corretas. Desceu as escadas, pé ante pé, tal qual uma sniper em filmes de ação. A casa estava silenciosa, os pais saíram. Falava sozinha:

- Que maneira ele escolheu para falar de uma traição! Levou-a para um jantar!

Sentou-se no sofá da sala com o prato do almoço em mãos, Débora só ficaria mais triste e preocupada se soubesse que ela não havia comido nada desde o café da manhã.

- Provavelmente ela chegará tão abalada que não vai querer conversa, assim como eu, é minha mãe, afinal - falou, observando a fotografia em cima da mesinha de canto. Nela, Rodolfo segurava um peixe, sorrindo orgulhosamente. Catarina nunca havia reparado o quanto o pai era narcisista até esse momento, notando a ausência de outras fotos em que ela e a mãe aparecessem.

Como se houvesse sonífero no estrogonofe, dormiu. Seja o que fosse decidido e conversado naquela noite, ela só tomaria conhecimento no dia seguinte.

 

****

- Não acredito que eu dormi na sala!

Catarina levantou apressada, não sabia dizer que horas eram exatamente, porém, com certeza era madrugada. Mãos gélidas, entretanto, impediram-na de andar:

- Não consegui contar pra ela! Queria te pedir que...

- Não está em condições de pedir nada! Está tentando correr atrás do prejuízo? Algo como "não decepcionei a Cate em dezessete anos, vou me mostrar de vez e preparar um combo de covardias, ela aguenta''!?

- Não me torture mais! Me sinto tão culpado por ter arruinado o dia da sua prova... tudo pesou muito na hora de falar com sua mãe. Ela irá me culpar também!

- E com razão. Sabe o que você tá fazendo agora? Tá me dando o fardo de destruir o casamento de vocês...

- Bebê... tenho medo de ficar sozinho...

- Não me chame mais assim, me enoja! Sabe muito bem que sozinho não ficará! Cadê minha mãe?

- Ela foi dormir... Estava tão radiante hoje à noite, usou aquele vestido vermelho de costas nuas e os brincos do nosso décimo aniversário de casamento... Ah, meu Deus... O que eu fiz? Me perdoem, me perdoem...

Era a segunda vez que Catarina via seu pai chorar, mas o segundo choro era mais copioso que o primeiro. Não teve mais forças, desabou junto a ele, abraçando-o e passando as mãos em seu sofrido rosto:

- Eu queria tanto poder te perdoar, pai, mas não posso fazer isso com a mamãe...

O homem fungava e soluçava sem intervalos. Não parecia um adulto, muito menos um cafajeste. Reuniu as energias, suplicando:

- Não... estou em condições de pedir... mas... te IMPLORO... me dê mais um dia!

- Não posso!

- Então... ao menos... conte quando eu não estiver em casa... sou um covarde!

- Amanhã, assim que eu retornar da escola. Sim, você é um covarde - soltou-se do abraço, reunindo toda a coragem que era ausente ao pai - Preciso saber de uma última coisa: você ama aquela garota?

- Quando você crescer, entenderá que existe mais de um conceito de amor e...

- Não. Eu nunca vou entender isso. Não desse jeito.

***

O dia seguinte surgiu como uma surra. Catarina tinha o corpo dolorido, porém não poderia mais se dar ao luxo de faltar à escola novamente. Esquecera de ligar para Audrey depois da desastrosa conversa com Rodolfo. Ensaiou sorrisos em frente ao espelho, todos irremediavelmente falsos. Planejou as falas que diria à mãe, no entanto, tudo que conseguiu dizer foi um "vamos conversar hoje, depois da escola". O pai não desceu para o café da manhã. Era o início da inevitável ruptura que viria a seguir. A mãe remoía o silêncio, mas não ultrapassava os limites impostos pela filha.

- Me dá um beijo antes de sair!

O beijo saiu apático, fora do conforto habitual. Pareceu mais um esbarrão no rosto de Débora. 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

E depois do próximo, um encontro aí vai finalmente acontecer. TCHARAN. Como sou besta kkkkkk


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Comentários para 7 - Capitulo 7: Providências convenientes - Parte 1:
Naty24
Naty24

Em: 05/09/2020

Esse cara é como todos os outros 

Fiquei intrigadaa com esse encontro

Mais uma vez um belíssimo cap

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