Mel - London por Jubileu
Capitulo 9
De alguma forma o meu sofrimento não era muito diferente ao de Olivia. Arrumava a cama e separava algumas roupas para lavar quando ela saiu pela porta sem dizer nada. Não queria pensar que ela estivesse me usando. Por que pensaria se eu estava fazendo o mesmo? Meio que estávamos quites. Sacudi a cabeça afastando essa idéia besta. Só queria deixar rolar, como sempre fiz em todos os meus relacionamentos. Tive a fama de pegadora por uns tempos e era mesmo. Olhei para a pulseirinha no meu braço e pela primeira vez pensei em tirá-la e foi o que eu fiz. Abri o bolso da mochila e a coloquei lá dentro. Enfiei todas as roupas dentro de uma sacola e desci com um copo de sabão em pó e amaciante. Olivia estava sentada no sofá conversando com alguém pelo celular. Quando passei por ela, acenou para mim com um sorriso meigo. Tudo nela parecia estar ficando assim. Meigo demais. Sorri de volta e fui para a lavanderia. Quando entrei pela porta um casal estava sentando aguardando dar o tempo de tirar a roupa, os cumprimentei e abri a tampa da maquina de lavar despejando tudo lá dentro, coloquei o sabão e o amaciante, regulando o tempo para bater e encostei-me à parede para esperar. Olivia entrou em seguida me procurando, parecia querer falar comigo.
- Aconteceu alguma coisa?
- Sim. – sorriu com excitação ao me ver.
- Vai me contar?
- Querer lhe propor algo.
- Estou ouvindo. – sorri.
- Quer dividir uma casa comigo?
- Que?
- Eu consegui uma casa com o amigo de um amigo meu.
- Eu...
- Sabia que você iria gostar da idéia!
- Eu...
- Não pensar moito... – ela disse segurando o meu rosto entre as mãos quase me beijando.
Olhei para o lado e o casal nos olhou com curiosidade.
- Esta bem Olivia! – disse não tendo muita certeza disso.
- Yes! Nos mudar amanhã.
E me beijou. Ai como eu adorava o sabor desse beijo!
- Quanto vai ser o aluguel?
- Não há.
- Como assim?
- O combinado ser deixar a casa limpa e em ordem. Esse amigo se mudou para outra cidade e a casa estar sozinha.
- Mas ele não quer alugar?
- Como disse esse meu amigo, ele dever um favor e não viu problema de eu ir para lá. Até me ajeitar novamente.
- Entendi.
- Eu não querer ficar sozinha.
- Ok.
- Está toda mobiliada.
- Isso é muito bom.
E ela encostou-se à parede.
- Vem aqui. – olhou nos meus olhos.
Olhei para o casal e me virei para ela.
- Diga-me. – saiu quase que um sussurro.
E ela passou as mãos pela minha cintura me puxando para ela. Ficamos com os corpos colados e ela olhou para mim. Passou o dedo sobre uma sobrancelha, depois desceu para os lábios e acariciou suavemente. Depois levou a mão para o meu pescoço, passando para a nuca e me puxou para mais perto ainda. Senti sua respiração adocicada, umedeceu os lábios com a língua e me beijou. Um misto de euforia tomou conta do meu corpo quando a sua língua entreabriu os meus lábios, tomando conta da minha boca. Senti o seu corpo tão colado ao meu, adorava estar assim com ela. Uma das mãos estava nas minhas costas e eu me encaixei no meio de suas pernas, que estavam flexionadas para frente. Senti um misto de desejo, tesão de possuir e ser possuída ali mesmo sobre uma das máquinas de lavar. Ou até mesmo no chão. Ela me dominava, sabia exatamente o que fazer e quando fazer. Sentia o chão sumir quando isso acontecia. Era algo novo que eu tentava assimilar dentro de mim. Porque até então só eu dominava. Não conseguia mais sentir a sua mão afagando as minhas costas. Isso porque já não estavam mais ali, mas mais embaixo ainda, na minha bunda. Abri os olhos e sorri a uns centímetros dos seus lábios.
- Comporte-se. – disse sorrindo.
E ela mordeu os lábios me apertando.
Mordi o lóbulo da orelha pequena e ela gem*u baixinho procurando os meus lábios novamente. Eram seus. Não tinha como escapar daquele misto em que ela me envolvia. Apertei um mamilo fazendo com que ela mordesse os lábios.
- Aperta... – pediu mordendo o lábio inferior.
E fiz o que ela me pediu. Pensei que ela fosse gritar de tesão, mas se conteve abrindo os olhos com dificuldade.
- Deliciosa... – sussurrei contra seus lábios.
- Estou muito molhada... – arfou no meu pescoço, tremendo de tesão.
De repente dei um salto e olhei para trás assustada. A máquina do casal havia parado de funcionar e ele deu um chute com o pé para ver se ela voltava. Enfiei o rosto ao lado do rosto dela e ficamos assim abraçadas. Eu tinha os olhos fechados e me deixava estar nos braços dela. Que sensação maravilhosa estar assim nos braços de uma mulher. Até lembrei-me de quando beijei uma garota pela primeira vez. Estava sob uma árvore repleta de flores e havia conhecido uma garota que já havia ficado com outras. E ela pediu que eu me deitasse e deitou-se ao me lado, afagando o meu cabelo e eu fechei os meus olhos. Senti o seu perfume próximo, meu coração batia muito rápido, senti sua respiração e depois a sua boca tocando a minha. Ela só tocou. Tão suavemente que meu corpo estremeceu e eu virei ficando por cima dela. Olhei dentro dos seus olhos e a beijei afagando a pele aveludada. Suas mãos estavam nos meus seios, apertando os mamilos e eu senti uma dor gostosa entre as pernas, latejando. Queria dar para ela, sem mesmo saber o que deveria fazer depois. Desci os lábios para o seu pescoço e depois levantei a camiseta cobrindo o mamilo com a boca, sugando instintivamente. E ela contorcia gem*ndo gostoso. Estava no caminho certo? Sugava um e apertava o outro. Olhei para ela e me parecia insatisfeita quando desabotoou a calça pegando a minha mão e a levando para lá. Como estava quente e molhada!
- E agora? – disse com muito tesão.
- Enfia com força... – disse quase implorando.
E eu fiz o que ela pediu, mas tive medo de machucá-la e enfiei bem devagar, fazendo com que ela arqueasse debaixo do meu corpo. Voltei a sugar o mamilo rosado sentindo muito duro na minha língua, quando ela colocou a mão sobre a minha e abriu-se encaixando ainda mais nos meus dedos, soltando um gemido alto. Senti que forçava a minha mão entre suas pernas, rebol*ndo em seguida. Senti-me molhar de um jeito que nunca havia molhado. Tirei a minha calcinha jogando para trás, baixei a calça dela e montei sobre a virilha me encaixando, molhando o torso de sua mão. Ela olhou para mim, mas não disse nada. Girou a mão para cima, erguendo dois dedos e eu desci os envolvendo. Senti uma dor no começo me fazendo morder os lábios, mas depois um prazer tomou conta do meu corpo e ela disse.
- Cavalga... – disse mordendo os lábios.
Fiz o que ela pediu, sentindo comer os dedos dela e a ela ao mesmo tempo com os meus. Ela urrava de tesão e gozou chamando o meu nome. Deitei sobre ela e g*zei intensamente pela primeira vez. Perdi a minha virgindade nesse dia. Meu olhar estava nublado de desejo quando voltei à realidade.
- Perdi a minha virgindade com dezesseis anos. – sussurrei no seu ouvido.
- Eu com quinze. – olhou para mim apoiando a mão no meu pescoço.
Ela me abraçou forte e o casal passou por nós abrindo a porta com o balaio de roupas limpas.
Tirei as minhas dez minutos depois, completamente molhada.
Fim do capítulo
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loyane hellen
Em: 07/06/2020
Wou😧ðŸ˜... AmeioðŸ˜ðŸŒ¹
Resposta do autor:
Obrigada por seguir! Que bom!
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