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Mel - London por Jubileu

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Palavras: 1144
Acessos: 2028   |  Postado em: 03/06/2020

Capitulo 4

Olivia não estava no quarto, quando sai do banho enrolada na toalha. Liguei o aquecedor e deitei na cama, jogando a toalha no chão. Fechei os olhos, respirando fundo. Senti um cheiro delicioso vindo lá de baixo e me vesti, penteando o cabelo. Abri e fechei a porta atrás de mim andando pelo corredor, descendo os degraus. Dona Celina não estava na recepção, mas um rapaz que imaginei ser filho dela. Eu o cumprimentei com a cabeça e entrei no corredor indo para a cozinha. Olivia cortava uma batata quando olhou para mim.

- Oi – disse me sentando.

- Não vejo a hora de tiurar isso. Dói bastante.

- Atrapalha né? Deixa cortar para você?

E ela me passou a faca e os legumes.

- Obrigada pelo cobertor. - sorriu para mim.

- Puts desculpa Olivia, eu me esqueci de ligar o aquecedor, essa noite. No Brasil não temos esse costume, ainda não me habituei com ele. Por favor me ajude a lembrar?

- Sim, claru.

Perdi as palavras quando ela sentou-se na minha frente e ficou me olhando cortar o legume em quadradinhos. Eu não queria estar sentindo aquilo, não sei bem como definir era algo muito terno de querer cuidar. Paige me veio na lembrança e eu olhei para ela, quis sorrir, mas não consegui. E ela colocou a mão dela sobre a minha, meio que lendo a minha mente e que nela, havia um momento triste.

- Desculpe – sussurrei e voltei a cortar.

E ela levantou-se pegando uma colher para mexer algo que estava no fogão. Abriu o forno, fechou.

- Prontinho. – estendi a taboa de madeira com os legumes e a faca.

- Cheers! Espero que goste do meu almoço.

- Não acredito que também esteja fazendo para mim.

- Estou qual ser o problema? – piscou para mim, derramando o legume dentro da panela. – Gosta desse? Qual ser mesmo o nome em portugueix?

- Cenoura. Adoro! – sorri.

- Isso, cinoura!

- Um carro me faz falta.

- Use o meu. Não estou dirugindu por causa da mão.

- Qual a marca? Nossa adoro carros.

- Um Renault captur.

- Uau.

Ela sorriu.

- Vou ao mercado depois do almoço, podemos ir?

- Sim, puderia fazer um favor? Preciso pegar algumas coisas minhas.

- Claro. Só me mostrar o caminho.

- Vamus almuçar?

 

Ela pegou um prato colocando na minha frente e depois talheres. Fez o mesmo para ela. Colocou alguns pães em uma vasilha, feijão cozido em outra, batata frita com molhos variados, ervilha e pediu-me para pegar a panela do fogão. Era um cozido de carne de carneiro, com batatas, cenouras e ervilha.

- Você cozinha muito bem Olivia! Delicioso!

- Cheers! – sorriu colocando um pedaço de pão na boca.

 

Saboreamos o almoço e novamente ajudei Olivia a lavar as louças e panelas. Ela poderia ajudar desde que fosse só com a mão direita, para não molhar os esparadrapos.

- Vou subir. – disse olhando para ela.

- A subremesa, não goxta?

- Sério? – sorri.

- Fix uma crumble de maças!

- Uma torta?

- Yes.

- Que maravilha, há muito tempo não como, a minha avó quem fazia. – disse com o olhar perdido.

Estava me sentindo tão estranha, tentava me animar, mas nada parecia afastar aquela angustia que eu sentia dentro do peito. Esperei que ela retirasse a torta do forno e cortasse, estava pegando fogo e lágrimas subiram aos meus olhos. Antes que caíssem resolvi me levantar, arrumando qualquer desculpa para sair dali o mais rápido possível.

- Vou subir ta, depois comerei um pedaço. Esperarei que esfrie. – e desviei o olhar saindo apressada.

 

Destranquei a porta e entrei no banheiro abrindo o registro, retirei a roupa olhando para o aquecedor que havia ligado antes de descer. Lágrimas caiam pelo rosto, eu precisava colocar tudo para fora ou nem sei. Encostei a porta e entrei de baixo d’água batendo com a palma da mão na parede. Ouvi a porta do quarto se abrir e fechar. De repente senti um ventinho nas costas, como se a porta se abrisse e senti os braços de Olivia passando pela minha cintura, me abraçando por trás. Senti a sua pele tocando a minha. Também estava sem roupa e tentava me consolar. Entrelacei a minha mão na dela e chorei até não me restar mais nada que pudesse rolar dos olhos.

Penso ter dormido por um bom tempo e me sentia bem melhor. Quando abri os olhos e virei, Olivia me olhava com seus olhos de cor indefinida.

- Ei... – cocei os olhos.

- Como esta se sentindu? – quis saber sentando na beirada da cama.

- Melhor, obrigada. Desculpa por isso.

- Tudo bem. Por que seu celular estar sempri desligado?

- É uma longa história Olivia. – disse olhando para o teto dessa vez.

- Ser a razão de ti estar assim.

- Sim. Nossa você quer pegar as suas coisas.

- Pode deixar para outro dia, não ter pressa.

- Vamos, é só vestir o moletom.

- Ok.

 

Olivia também se vestiu e saímos. Afundei meu gorro na cabeça, colocando as mãos nos bolsos contornando o prédio antigo. Entramos por uma porta que dava acesso ao estacionamento do casarão.

- Onde ele está?

- Na última coluna. – disse apontando o dedo enfaixado.

 

Olivia pegou a chave no bolso destravando o alarme e dei a volta para entrar do lado do motorista. Ela vinha atrás de mim, mas parou no meio do caminho me olhando. Abri a porta do carro e entrei. Para minha surpresa arregalei os olhos e soltei uma gargalhada. Cadê o volante que era para estar bem aqui? Olhei para Olivia pelo vidro da janela e ela abraçava a barriga para rir. Havia esquecido completamente que em Londres o volante era trocado. Desci e dei a volta.

- Agora sim. – disse entrando pela porta certa, abrindo um sorriso para Olivia.

Afivelamos o cinto. Penso ter olhado para o painel uns cinco minutos antes de sair. Era tudo diferente. Confesso ter apanhado um pouco no começo, mas depois acostumei. Parei o carro diante de uma casa com cercas brancas e Olivia pediu que me esperasse ali. Pegou as chaves na ignição colocando no bolso, desceu com cuidado, entrando pelo caminho de pedras até a porta da casa. Olhava pelo retrovisor quando a porta se abriu e ela entrou. Passado uns dez minutos ela saiu com uma caixa nos braços, abrindo o porta-malas e a colocando dentro em seguida. Fez o mesmo processo quatro vezes e por último trouxe um violão, colocando no banco de trás. Abriu a porta do carona e entrou olhando para trás. Ajustou o cinto e me deu a chaves.

- Voltamos?

- Podemos dar uma volta?

- Sim.

Olhei pelo retrovisor, ela parecia querer chorar.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 4 - Capitulo 4:
thays_
thays_

Em: 03/06/2020

Adorei essa cena das duas no banheiro.

A Mel é mto desligada, onde já se viu esquecer o aquecedor!


Resposta do autor:

 

Eu também...

Essa é a Mel!  rs

 

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