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Mel - London por Jubileu

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Palavras: 1277
Acessos: 2233   |  Postado em: 02/06/2020

Capitulo 2

 

Naquele mesmo dia comprei cobertores, um frigobar e um aquecedor. Sorte a minha aquela senhora não ser encrenqueira senão, era até muito compreensiva. Explicou-me como funcionava a cozinha, caso quisesse usar o fogão, talheres ou até mesmo a geladeira, mas como estava lanchando sempre fora, não me preocupei e logo estaria trabalhando. Só voltaria para dormir mesmo.

Tomei um banho e desci para almoçar, estava morta de fome. Enrolei o cachecol até a altura dos olhos, cobrindo a boca e orelhas, eu batia os dentes de tanto frio que sentia, precisava arranjar alguém para me esquentar.

- Ok, eu não presto. – sorri e me lembrei de Margot.

Entrei pela porta de correr de uma lanchonete e sentei-me em uma mesa bem longe da entrada, para me afugentar do frio. Pedi um caldo e um sanduíche. Diferente do que acontece no Brasil, o almoço aqui é algo bem rápido, não tem aquele período de uma ou duas horas e depois volta para o trabalho. Aqui a principal refeição é o jantar, onde amigos e familiares se reúnem à mesa em um restaurante, desfrutando de sanduíches, caldos e bebidas quentes. Tem hábitos que não consegui adquirir ainda, como tomar um chá à tarde. Eu tomo cerveja mesmo com meus amendoins e estou bem satisfeita, não que eu não goste de chá.

Outra mania que eu tenho e que as meninas tinham pavor era quando eu molhava o pão com manteiga no achocolatado. Margot até saía de perto, mas enfim. Pedi um sanduíche para viagem e paguei na saída.

Enrolei o cachecol no pescoço e coloquei o gorro na cabeça, olhando para os dois lados antes de atravessar.

- Hum, não seria nada mal se eu comprasse uma cafeteira. – disse olhando para o céu nublado.

E procurei uma loja que eu pudesse comprar uma. Voltei para o casarão antes que começasse a chover.

- Good afternoon! – sorri para a senhora que não tinha nome porque nem cheguei a perguntar.

E ela só levantou o braço, porque estava ocupada atendendo uma moça no balcão.

Subi as escadas de dois em dois degraus, abrindo a porta e desencaixando a máquina, arrumando um cantinho para ela em cima da mesinha de madeira. Quando peguei no telefone para arrumar ele tocou, era a senhora da recepção querendo falar comigo. Fechei a porta e desci.

Quando olhei para ela, me deparei com a moça de antes, só que de frente desta fez. Ela tinha um piercing no lábio inferior e outro na sobrancelha, notei também uma tatuagem no pescoço. Só dava para ver o rosto e alguns fios do cabelo que caiam no rosto, porque usava um gorro e mangas compridas. Não deu para saber a cor dos olhos porque estava de costas para a claridade da janela e da porta. Algo nela me atraiu, mas não soube dizer o que era. Ela sorriu para mim e cumprimentou com um acenar de cabeça. Primeiramente e antes de tudo perguntei o nome da senhora:

- Celina! – sorriu.

- Ok.

Tive certa curiosidade sobre o que ela queria falar comigo e perguntou-me se a moça, que estava bem ali, não poderia ficar comigo, porque todos os outros quartos para dividir já estavam ocupados, mas com homens e que ela se sentiria mais à vontade se fosse com uma mulher. Eu não vi problemas e sorri. Eu teria alguém para conversar. Vi que a sua mão esquerda estava imobilizada, então me dispus a ajudá-la com a bagagem e ela aceitou. Sentei na poltrona e esperei que ela preenchesse a papelada toda. Olhei de soslaio para uma mecha de cabelo que saia do gorro e a ponta era toda branca. Tinha um fone sem fio dependurado no pescoço. Fiquei toda sem graça quando ela olhou para mim, sorriu e começou a pegar as coisas dela no chão. Levantei-me e peguei uma mochila tática, tipo as militares e outra bagagem de mão. Ela pegou outras duas. Subimos em silêncio e abri a porta para que ela pudesse entrar primeiro. Passei depois colocando as suas coisas sobre a cama.

- What is your name? – perguntei com certa timidez.

- Olivia e o seu? – ela disse em português com certa dificuldade.

- Você é brasileira? – sorri olhando para ela.

- Portuguesa, morro aqui há moito tempo. – sorriu.

- Ai não acredito, que bom!

- Posso treinar o meu portugueix.

- O que aconteceu com a sua mão?

- Oi? – disse retirando uma toalha da mochila.

- A mão. – e levantei a minha mão esquerda, balançando os dedos.

- Ah, caiu de skaite. Quebrei doix dedos. – fez uma careta.

- Isso dói. Também já quebrei.

 

Sentei na cama e fiquei alisando o cobertor. Depois reparei que não tinha tirado o gorro da cabeça. Puxei o gorro colocando sobre a mesinha e liguei o aquecedor.

- Agora vai ficar melhor.

E ela tirou os fones do pescoço, o cachecol e o gorro.

“Puta que pariu que lindo” – pensei comigo e sorri.

Quando ela acabou de tirar o gorro entendi a cor dos fios que vi na recepção. Ela usava dreads no cabelo, que variava do loiro, branco e azul, batendo quase na cintura. A coisa mais linda que já havia visto.

- Amei seu cabelo.

- Obrigada. – sorriu com timidez. – Eu do seu.

- Vai tomar banho?

- Sim.

- Vou abrir então, porque demora a esquentar.

- Ah, obrigada.

 

Girei os dois registros ao mesmo tempo, depois fechei um pouco a água fria e voltei para lá.

“Nossa, que avião”

Cheguei na hora em que ela tirava o agasalho, estava de costas para mim.

- Espera, deixa te ajudar. – disse ao ver que a mão dela havia ficado presa na manga.

- Como dói. – levou o torso da mão na boca.

Com muito cuidado abri a manga e assim conseguiu tirar a parte de cima do agasalho ficando só de sutiã. Mordi os lábios e fiquei de costas, com medo que ela percebesse a minha fraqueza. Também não tive como não reparar na tatuagem do pescoço que cobria boa parte do lado direito do seu corpo. Senti um tesão que há muito não sentia. Estava ali há poucos dias, mas os meus desejos pareciam meio que adormecidos. Desde que cheguei não havia tido um contato assim tão próximo com alguém, menos ainda com uma mulher. Esperei que ela entrasse no banheiro, abri e fechei a porta da sacada, acendendo um cigarro e encostando-me na mureta. Não queria que me visse fumando, não queria causar uma má impressão. Uma fina garoa começava a cair, pessoas corriam e outras abriam seus guarda-chuvas. Apaguei o cigarro e entrei para me agasalhar, mas o que não esperava que a pegaria completamente nua diante de mim, no meio do quarto.

- Céus... – me escapou da boca.

- Desculpa, esqueci a tualha – disse cobrindo a virilha e os seios como deu.

- A tatuagem cobre... – disse olhando para o corpo nu.

E ela olhou para baixo sorrindo.

- Cubre quase toda parte. Quer ver? – disse olhando nos meus olhos.

- Não, melhor você se enrolar na toalha para não adoecer, está muito frio. – puxei a cortina da porta virando de costas para ela. Mas no fundo o meu desejo era outro. Estava latejando.

- Pronto. – disse puxando o zíper do agasalho.

Eu não sabia o que dizer e virei-me para ela.

- Quantos anos você tem? – perguntei sem olhar.

- 23 e tu?

- 22.

- And…what’s your name? – sorriu procurando meus olhos.

E eu disse quase num sussurro:

- Mel...

 

Fim do capítulo


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Comentários para 2 - Capitulo 2:
thays_
thays_

Em: 02/06/2020

já pode shippar ou ainda é muito cedo? (;


Resposta do autor:

 

Mas já? rs

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